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No Microsoft Word 2010, Configuração Local, Idioma Português-Brasil, para restaurar o tamanho da janela ativa após maximizá-la, deve-se utilizar a seguinte combinação de teclas:
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Sobre os contextos e paradigmas nas pesquisas sobre as teorias das comunicações de massa, assinale a afirmativa INCORRETA.
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Considere a matriz M, onde m e x são números reais.
!$ M = \begin{bmatrix} mx+ m & 2mx-1 \\ { \large 1 \over m} & x \end{bmatrix} !$
Para quais valores de m o determinante de M é positivo?
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Em uma licitação promovida por autarquia federal, a empresa de pequeno porte, Ômega, apresentou documentação de habilitação com restrição na regularidade fiscal. De acordo com o disposto na Lei Complementar nº 123/2006, a empresa Ômega sagrou-se vencedora; assim, a comissão de licitação deverá:
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Em relação aos principais objetivos do endomarketing, assinale a afirmativa correta.
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O alimento ‘feito de ar’ que pode competir
com a soja e a carne
com a soja e a carne
Roger Harrabin – BBC, 08 de janeiro de 2020.
Cientistas finlandeses que estão produzindo uma proteína “a partir do ar” dizem que a substância poderá competir com a soja dentro dos próximos dez anos.
A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.
Os pesquisadores dizem que, se a eletricidade utilizada no processo vier de fontes solares ou eólicas, a comida poderá ser produzida com quase zero emissão de gases causadores do efeito estufa.
Agora, eles dizem que atraíram 5,5 milhões de euros em investimentos, e preveem – a depender do preço da eletricidade – que seus custos serão equivalentes ao da produção da soja até o fim da década – talvez até em 2025.
Falta sabor?
Comi alguns grãos de sua preciosa farinha proteica – chamada Solein – e ela não tinha gosto de nada, que é o que os cientistas queriam.
Eles querem que a proteína seja um aditivo neutro para todos os tipos de comida.
Ela poderia imitar o óleo de palma, nas receitas de sorvetes, biscoitos, massas, molhos ou pão. Os inventores dizem que ela poderá ser usada como meio para criar carne em laboratório.
A Solein também poderia ser usada, segundo seus criadores, para alimentar o gado e evitar que os animais comam soja cultivada em áreas antes ocupadas por florestas tropicais – caso de parte da soja plantada no Brasil.
Mesmo que os planos deem certo, o que é uma grande dúvida, levará muitos anos até que a produção da proteína ganhe escala para atender à demanda global.
Este é um dos vários projetos que apontam para um futuro em que haverá comida sintética.
O presidente da empresa é Pasi Vainikka, que estudou na Cranfield University, no Reino Unido, e hoje é professor adjunto na Universidade Lappeenranta, na Finlândia.
Ele diz que as ideias por trás da tecnologia foram desenvolvidas inicialmente para a indústria espacial, nos anos 1960.
Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.
“Estamos indo muito bem até agora. Assim que dermos escala à produção adicionando reatores para fermentar a proteína e considerarmos os impressionantes avanços em outras tecnologias limpas como a solar e a eólica, achamos que poderemos competir com a soja possivelmente já em 2025.”
Para fazer a Solein, a água é “separada”: usa-se eletrólise para obter hidrogênio. O hidrogênio, o dióxido carbono do ar e minerais são utilizados para alimentar bactérias, que então produzem a proteína.
Um fator-chave, diz ele, será o preço da eletricidade. A empresa diz que, conforme mais energias renováveis estiverem disponíveis, o custo diminuirá.
O progresso dessa tecnologia extraordinária foi exaltado pelo ambientalista George Monbiot, que recentemente lançou o documentário Apocalypse Cow, sobre a indústria da carne.
Esperança para o futuro?
Monbiot costuma ser pessimista sobre o futuro do planeta, mas diz que a Solar Foods lhe deu esperança.
“A produção de comida está destruindo o mundo. A pesca e a agropecuária são, de longe, a maior causa da extinção e perda de diversidade e de abundância da vida selvagem. A agropecuária é a maior causa da crise climática”, diz.
“Mas quando a esperança parecia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.”
Um estudo do think tank RethinkX, que analisa as implicações da evolução tecnológica de vários tipos, diz que a proteína de fermentação precisa custará um décimo da proteína animal até 2035.
O estudo prevê que haverá quase um colapso da indústria de proteína animal – embora críticos digam que a conclusão não leva em conta a capacidade de pecuaristas em usar novas proteínas para alimentar seus rebanhos.
Um grupo de instituições acadêmicas e de pesquisa de ponta foi criado para identificar soluções inovadoras para combater as mudanças climáticas associadas ao setor agropecuário.
Um estudo no ano passado concluiu que a proteína microbial era muitas vezes mais eficiente que a soja em termos do uso de terras, e requeria apenas um décimo da água usada em sua produção.
Outro fator, porém, será cultural. Muitas pessoas continuarão querendo comer carne de cordeiro que se pareça com carne de cordeiro.
O professor Leon Terry, da Cranfield Univeresity, disse à BBC que há crescente interesse entre investidores por novas comidas. Mas questiona: “Há realmente apetite para seu consumo?”
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional- 50988540. Acesso em: 10 de janeiro de 2020.)
Sobre o emprego da vírgula, analise as afirmativas a seguir.
I. “Os pesquisadores dizem que, se a eletricidade utilizada no processo vier de fontes solares ou eólicas, a comida poderá ser produzida com quase zero de emissão de gases causadores do efeito estufa.” (2º§) As vírgulas, neste caso, são obrigatórias e foram usadas adequadamente para isolar uma oração deslocada.
II. “Ela poderia imitar o óleo de palma nas receitas culinárias de tortas, sorvetes, massas, molhos ou pão.” (6º§) O uso das vírgulas é opcional neste caso, porque elas separam elementos que formam um mesmo termo composto, num período simples.
III. “O presidente da empresa é Pasi Vainikka, que estudou na Cranfield University, no Reino Unido, e hoje é professor adjunto na Universidade Lappeenranta, na Finlândia.” (10º§) As vírgulas utilizadas para isolar a oração explicativa estão adequadamente empregadas e são obrigatórias, de acordo com a norma padrão.
Está correto o que se afirma apenas em
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O alimento ‘feito de ar’ que pode competir
com a soja e a carne
com a soja e a carne
Roger Harrabin – BBC, 08 de janeiro de 2020.
Cientistas finlandeses que estão produzindo uma proteína “a partir do ar” dizem que a substância poderá competir com a soja dentro dos próximos dez anos.
A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.
Os pesquisadores dizem que, se a eletricidade utilizada no processo vier de fontes solares ou eólicas, a comida poderá ser produzida com quase zero emissão de gases causadores do efeito estufa.
Agora, eles dizem que atraíram 5,5 milhões de euros em investimentos, e preveem – a depender do preço da eletricidade – que seus custos serão equivalentes ao da produção da soja até o fim da década – talvez até em 2025.
Falta sabor?
Comi alguns grãos de sua preciosa farinha proteica – chamada Solein – e ela não tinha gosto de nada, que é o que os cientistas queriam.
Eles querem que a proteína seja um aditivo neutro para todos os tipos de comida.
Ela poderia imitar o óleo de palma, nas receitas de sorvetes, biscoitos, massas, molhos ou pão. Os inventores dizem que ela poderá ser usada como meio para criar carne em laboratório.
A Solein também poderia ser usada, segundo seus criadores, para alimentar o gado e evitar que os animais comam soja cultivada em áreas antes ocupadas por florestas tropicais – caso de parte da soja plantada no Brasil.
Mesmo que os planos deem certo, o que é uma grande dúvida, levará muitos anos até que a produção da proteína ganhe escala para atender à demanda global.
Este é um dos vários projetos que apontam para um futuro em que haverá comida sintética.
O presidente da empresa é Pasi Vainikka, que estudou na Cranfield University, no Reino Unido, e hoje é professor adjunto na Universidade Lappeenranta, na Finlândia.
Ele diz que as ideias por trás da tecnologia foram desenvolvidas inicialmente para a indústria espacial, nos anos 1960.
Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.
“Estamos indo muito bem até agora. Assim que dermos escala à produção adicionando reatores para fermentar a proteína e considerarmos os impressionantes avanços em outras tecnologias limpas como a solar e a eólica, achamos que poderemos competir com a soja possivelmente já em 2025.”
Para fazer a Solein, a água é “separada”: usa-se eletrólise para obter hidrogênio. O hidrogênio, o dióxido carbono do ar e minerais são utilizados para alimentar bactérias, que então produzem a proteína.
Um fator-chave, diz ele, será o preço da eletricidade. A empresa diz que, conforme mais energias renováveis estiverem disponíveis, o custo diminuirá.
O progresso dessa tecnologia extraordinária foi exaltado pelo ambientalista George Monbiot, que recentemente lançou o documentário Apocalypse Cow, sobre a indústria da carne.
Esperança para o futuro?
Monbiot costuma ser pessimista sobre o futuro do planeta, mas diz que a Solar Foods lhe deu esperança.
“A produção de comida está destruindo o mundo. A pesca e a agropecuária são, de longe, a maior causa da extinção e perda de diversidade e de abundância da vida selvagem. A agropecuária é a maior causa da crise climática”, diz.
“Mas quando a esperança parecia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.”
Um estudo do think tank RethinkX, que analisa as implicações da evolução tecnológica de vários tipos, diz que a proteína de fermentação precisa custará um décimo da proteína animal até 2035.
O estudo prevê que haverá quase um colapso da indústria de proteína animal – embora críticos digam que a conclusão não leva em conta a capacidade de pecuaristas em usar novas proteínas para alimentar seus rebanhos.
Um grupo de instituições acadêmicas e de pesquisa de ponta foi criado para identificar soluções inovadoras para combater as mudanças climáticas associadas ao setor agropecuário.
Um estudo no ano passado concluiu que a proteína microbial era muitas vezes mais eficiente que a soja em termos do uso de terras, e requeria apenas um décimo da água usada em sua produção.
Outro fator, porém, será cultural. Muitas pessoas continuarão querendo comer carne de cordeiro que se pareça com carne de cordeiro.
O professor Leon Terry, da Cranfield Univeresity, disse à BBC que há crescente interesse entre investidores por novas comidas. Mas questiona: “Há realmente apetite para seu consumo?”
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional- 50988540. Acesso em: 10 de janeiro de 2020.)
“Cientistas finlandeses que¹ estão produzindo uma proteína ‘a partir do ar’ dizem que² a substância poderá competir com a soja dentro dos próximos dez anos.” Considerando as palavras identificadas nesse trecho do texto, analise as proposições a seguir.
I. As palavras que¹ e que² desempenham a mesma função morfossintática no período em questão.
II. A palavra que² é uma conjunção coordenativa, que estabelece relação entre duas orações independentes entre si.
III. A palavra que¹ inicia uma oração que tem como função restringir o significado de “cientistas finlandeses”, especificando- o.
IV. O antecedente de que¹ é “cientistas finlandeses” e a palavra que¹ representa, do ponto de vista sintático, a função de sujeito da oração que introduz.
V. Se fosse inserida uma vírgula antes da palavra que², a estrutura sintática do período continuaria de acordo com a norma padrão, porém haveria alteração de sentido.
Estão corretas apenas as proposições
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“Teoria da Comunicação surgida em 1947, em torno dos estudos de Kurt Lewin, que aborda os critérios de importância e noticiabilidade na produção de notícias, como valores- -notícias, grau de noticiabilidade, rotinas de produção da reportagem, dentre outros.” Trata-se da Teoria:
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O alimento ‘feito de ar’ que pode competir
com a soja e a carne
com a soja e a carne
Roger Harrabin – BBC, 08 de janeiro de 2020.
Cientistas finlandeses que estão produzindo uma proteína “a partir do ar” dizem que a substância poderá competir com a soja dentro dos próximos dez anos.
A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.
Os pesquisadores dizem que, se a eletricidade utilizada no processo vier de fontes solares ou eólicas, a comida poderá ser produzida com quase zero emissão de gases causadores do efeito estufa.
Agora, eles dizem que atraíram 5,5 milhões de euros em investimentos, e preveem – a depender do preço da eletricidade – que seus custos serão equivalentes ao da produção da soja até o fim da década – talvez até em 2025.
Falta sabor?
Comi alguns grãos de sua preciosa farinha proteica – chamada Solein – e ela não tinha gosto de nada, que é o que os cientistas queriam.
Eles querem que a proteína seja um aditivo neutro para todos os tipos de comida.
Ela poderia imitar o óleo de palma, nas receitas de sorvetes, biscoitos, massas, molhos ou pão. Os inventores dizem que ela poderá ser usada como meio para criar carne em laboratório.
A Solein também poderia ser usada, segundo seus criadores, para alimentar o gado e evitar que os animais comam soja cultivada em áreas antes ocupadas por florestas tropicais – caso de parte da soja plantada no Brasil.
Mesmo que os planos deem certo, o que é uma grande dúvida, levará muitos anos até que a produção da proteína ganhe escala para atender à demanda global.
Este é um dos vários projetos que apontam para um futuro em que haverá comida sintética.
O presidente da empresa é Pasi Vainikka, que estudou na Cranfield University, no Reino Unido, e hoje é professor adjunto na Universidade Lappeenranta, na Finlândia.
Ele diz que as ideias por trás da tecnologia foram desenvolvidas inicialmente para a indústria espacial, nos anos 1960.
Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.
“Estamos indo muito bem até agora. Assim que dermos escala à produção adicionando reatores para fermentar a proteína e considerarmos os impressionantes avanços em outras tecnologias limpas como a solar e a eólica, achamos que poderemos competir com a soja possivelmente já em 2025.”
Para fazer a Solein, a água é “separada”: usa-se eletrólise para obter hidrogênio. O hidrogênio, o dióxido carbono do ar e minerais são utilizados para alimentar bactérias, que então produzem a proteína.
Um fator-chave, diz ele, será o preço da eletricidade. A empresa diz que, conforme mais energias renováveis estiverem disponíveis, o custo diminuirá.
O progresso dessa tecnologia extraordinária foi exaltado pelo ambientalista George Monbiot, que recentemente lançou o documentário Apocalypse Cow, sobre a indústria da carne.
Esperança para o futuro?
Monbiot costuma ser pessimista sobre o futuro do planeta, mas diz que a Solar Foods lhe deu esperança.
“A produção de comida está destruindo o mundo. A pesca e a agropecuária são, de longe, a maior causa da extinção e perda de diversidade e de abundância da vida selvagem. A agropecuária é a maior causa da crise climática”, diz.
“Mas quando a esperança parecia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.”
Um estudo do think tank RethinkX, que analisa as implicações da evolução tecnológica de vários tipos, diz que a proteína de fermentação precisa custará um décimo da proteína animal até 2035.
O estudo prevê que haverá quase um colapso da indústria de proteína animal – embora críticos digam que a conclusão não leva em conta a capacidade de pecuaristas em usar novas proteínas para alimentar seus rebanhos.
Um grupo de instituições acadêmicas e de pesquisa de ponta foi criado para identificar soluções inovadoras para combater as mudanças climáticas associadas ao setor agropecuário.
Um estudo no ano passado concluiu que a proteína microbial era muitas vezes mais eficiente que a soja em termos do uso de terras, e requeria apenas um décimo da água usada em sua produção.
Outro fator, porém, será cultural. Muitas pessoas continuarão querendo comer carne de cordeiro que se pareça com carne de cordeiro.
O professor Leon Terry, da Cranfield Univeresity, disse à BBC que há crescente interesse entre investidores por novas comidas. Mas questiona: “Há realmente apetite para seu consumo?”
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional- 50988540. Acesso em: 10 de janeiro de 2020.)
Com base na leitura global dessa reportagem, pode-se afirmar que ela foi escrita com a finalidade de:
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Considere que o Conselho Regional de Química da 3ª Região realize licitação para a compra de luvas, máscaras e outros materiais comuns de proteção individual. Nos termos da legislação pátria vigente sobre a matéria:
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