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Foram encontradas 40 questões.

O Conselho Regional de Química da 3ª Região precisou solicitar informação, junto ao Ministério da Saúde, relativo a um projeto de desenvolvimento científico desenvolvido no âmbito daquela pasta. O Ministério da Saúde alegou que a informação não poderia ser fornecida, pois era imprescindível à segurança da sociedade e do Estado. Quanto ao caso hipotético, nos moldes da Lei nº 12.527/11, é correto afirmar que:

 

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1265373 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: CRQ-3
“Desde os anos 80 já se destacava a necessidade de as relações públicas ultrapassarem as fronteiras de uma prática voltada exclusivamente para o setor privado ou governamental e atuar em uma nova dimensão, pondo-se a serviço também das comunidades locais e das organizações sem fins lucrativos. É nesse contexto que surge o termo responsabilidade social, que, hoje, assume grande relevância na política das organizações.” Considerando o tema, analise as afirmativas a seguir.
I. A responsabilidade social pode ser definida como uma obrigação da parte da empresa para com a sociedade. Tal obrigação pode ser complexa e abrange as áreas de serviço comunitário e governamental, educacional, filantrópica ou controle ambiental.
II. O compromisso social decorre de uma opção pessoal dos dirigentes de uma organização, a participação é reativa, as ações isoladas e as motivações são humanitárias. Já na filantropia, a ação social vai além de uma opção individual dos dirigentes, é incorporada à cultura na empresa e envolve os colaboradores. A participação é proativa e as ações mais integradas.
III. Para que a empresa trabalhe o tema da responsabilidade social em uma perspectiva sistêmica e abrangente é preciso que o tema seja incorporado nos processos de gestão e, portanto, seja tratado como parte das estratégias de negócio e do sistema de planejamento, usando, inclusive, instrumentos de acompanhamento e monitoramento de suas práticas.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
 

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1264628 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: CRQ-3
“Processo no qual uma empresa analisa o ambiente de marketing (macro, micro e ambiente interno da empresa) com foco nos seus objetivos com um determinado público--alvo, traçando técnicas de marketing para alcançar tais objetivos.” As informações se referem a:
 

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Uma concessionária realiza uma promoção de vendas de motocicletas com pagamento através de cinco parcelas que estão em progressão geométrica. No anúncio da promoção, a concessionária informa que a segunda parcela será no valor de R$ 3.000,00 e a última será de apenas R$ 375,00. O valor da primeira parcela nesta promoção é igual a:
 

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Para exibir/ocultar as linhas de grade em uma planilha do Microsoft Excel 2010, Configuração Local, Idioma Português--Brasil, deve-se ir ao botão: linhas de grade localizado em um grupo, que também fica alocado em uma guia do Excel 2010. A Guia na qual pertence o botão: linhas de grade é:

 

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1254139 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: CRQ-3
Sobre o uso correto e as estratégias apropriadas de comunicação nas mídias sociais, analise as afirmativas a seguir.
I. As mídias sociais têm exigido novas posturas das organizações, particularmente no que diz respeito ao desenvolvimento de estratégias adequadas de comunicação para dar conta do relacionamento com seus públicos de interesse (stakeholders), com impacto significativo nos negócios e nos seus principais ativos intangíveis (imagem, reputação, credibilidade, marcas etc.).
II. As organizações podem encarar as mídias sociais como espaço de relacionamento e disseminação de conteúdos, articulado com a sua política ou proposta de comunicação que se efetiva nas redes e fora delas. Nesse caso, as estratégias de comunicação nas mídias sociais integram e complementam todo o esforço de interação com os públicos estratégicos e a sociedade e estão alinhadas com uma cultura autêntica de comunicação.
III. Quando as mídias sociais participam decisivamente de um esforço de comunicação integrada, que representa o maior nível de maturidade em termos de práticas de comunicação, elas são percebidas de uma forma mais abrangente (e, portanto, mais estratégica) e não canalizam a atenção apenas de uma equipe, mas de toda a organização.
IV. As estratégias destinadas a consolidar as mídias sociais como espaço de relacionamento devem incorporar ações e posturas distintas daquelas que caracterizam, habitualmente, as organizações na comunicação interna ou nas mídias tradicionais, onde prevalecem o autoritarismo, o tom grandiloquente, o autoelogio e a tentativa repetida de desqualificar os que as criticam, ainda que com absoluta razão.
Estão corretas as afirmativas
 

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O alimento ‘feito de ar’ que pode competir
com a soja e a carne

Roger Harrabin – BBC, 08 de janeiro de 2020.

Cientistas finlandeses que estão produzindo uma proteína “a partir do ar” dizem que a substância poderá competir com a soja dentro dos próximos dez anos.

A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.

Os pesquisadores dizem que, se a eletricidade utilizada no processo vier de fontes solares ou eólicas, a comida poderá ser produzida com quase zero emissão de gases causadores do efeito estufa.

Agora, eles dizem que atraíram 5,5 milhões de euros em investimentos, e preveem – a depender do preço da eletricidade – que seus custos serão equivalentes ao da produção da soja até o fim da década – talvez até em 2025.

Falta sabor?

Comi alguns grãos de sua preciosa farinha proteica – chamada Solein – e ela não tinha gosto de nada, que é o que os cientistas queriam.

Eles querem que a proteína seja um aditivo neutro para todos os tipos de comida.

Ela poderia imitar o óleo de palma, nas receitas de sorvetes, biscoitos, massas, molhos ou pão. Os inventores dizem que ela poderá ser usada como meio para criar carne em laboratório.

A Solein também poderia ser usada, segundo seus criadores, para alimentar o gado e evitar que os animais comam soja cultivada em áreas antes ocupadas por florestas tropicais – caso de parte da soja plantada no Brasil.

Mesmo que os planos deem certo, o que é uma grande dúvida, levará muitos anos até que a produção da proteína ganhe escala para atender à demanda global.

Este é um dos vários projetos que apontam para um futuro em que haverá comida sintética.

O presidente da empresa é Pasi Vainikka, que estudou na Cranfield University, no Reino Unido, e hoje é professor adjunto na Universidade Lappeenranta, na Finlândia.

Ele diz que as ideias por trás da tecnologia foram desenvolvidas inicialmente para a indústria espacial, nos anos 1960.

Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.

“Estamos indo muito bem até agora. Assim que dermos escala à produção adicionando reatores para fermentar a proteína e considerarmos os impressionantes avanços em outras tecnologias limpas como a solar e a eólica, achamos que poderemos competir com a soja possivelmente já em 2025.”

Para fazer a Solein, a água é “separada”: usa-se eletrólise para obter hidrogênio. O hidrogênio, o dióxido carbono do ar e minerais são utilizados para alimentar bactérias, que então produzem a proteína.

Um fator-chave, diz ele, será o preço da eletricidade. A empresa diz que, conforme mais energias renováveis estiverem disponíveis, o custo diminuirá.

O progresso dessa tecnologia extraordinária foi exaltado pelo ambientalista George Monbiot, que recentemente lançou o documentário Apocalypse Cow, sobre a indústria da carne.

Esperança para o futuro?

Monbiot costuma ser pessimista sobre o futuro do planeta, mas diz que a Solar Foods lhe deu esperança.

“A produção de comida está destruindo o mundo. A pesca e a agropecuária são, de longe, a maior causa da extinção e perda de diversidade e de abundância da vida selvagem. A agropecuária é a maior causa da crise climática”, diz.

“Mas quando a esperança parecia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.”

Um estudo do think tank RethinkX, que analisa as implicações da evolução tecnológica de vários tipos, diz que a proteína de fermentação precisa custará um décimo da proteína animal até 2035.

O estudo prevê que haverá quase um colapso da indústria de proteína animal – embora críticos digam que a conclusão não leva em conta a capacidade de pecuaristas em usar novas proteínas para alimentar seus rebanhos.

Um grupo de instituições acadêmicas e de pesquisa de ponta foi criado para identificar soluções inovadoras para combater as mudanças climáticas associadas ao setor agropecuário.

Um estudo no ano passado concluiu que a proteína microbial era muitas vezes mais eficiente que a soja em termos do uso de terras, e requeria apenas um décimo da água usada em sua produção.

Outro fator, porém, será cultural. Muitas pessoas continuarão querendo comer carne de cordeiro que se pareça com carne de cordeiro.

O professor Leon Terry, da Cranfield Univeresity, disse à BBC que há crescente interesse entre investidores por novas comidas. Mas questiona: “Há realmente apetite para seu consumo?”

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional- 50988540. Acesso em: 10 de janeiro de 2020.)

“A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.” (1º§) Assinale a alternativa em que a substituição da palavra “bactérias” por “micro-organismos” é feita de acordo com as normas de concordância da língua padrão.

 

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O alimento ‘feito de ar’ que pode competir
com a soja e a carne
Roger Harrabin – BBC, 08 de janeiro de 2020.
Cientistas finlandeses que estão produzindo uma proteína “a partir do ar” dizem que a substância poderá competir com a soja dentro dos próximos dez anos.
A proteína é feita com bactérias provenientes do solo e alimentadas com hidrogênio extraído da água por eletrólise.
Os pesquisadores dizem que, se a eletricidade utilizada no processo vier de fontes solares ou eólicas, a comida poderá ser produzida com quase zero emissão de gases causadores do efeito estufa.
Agora, eles dizem que atraíram 5,5 milhões de euros em investimentos, e preveem – a depender do preço da eletricidade – que seus custos serão equivalentes ao da produção da soja até o fim da década – talvez até em 2025.
Falta sabor?
Comi alguns grãos de sua preciosa farinha proteica – chamada Solein – e ela não tinha gosto de nada, que é o que os cientistas queriam.
Eles querem que a proteína seja um aditivo neutro para todos os tipos de comida.
Ela poderia imitar o óleo de palma, nas receitas de sorvetes, biscoitos, massas, molhos ou pão. Os inventores dizem que ela poderá ser usada como meio para criar carne em laboratório.
A Solein também poderia ser usada, segundo seus criadores, para alimentar o gado e evitar que os animais comam soja cultivada em áreas antes ocupadas por florestas tropicais – caso de parte da soja plantada no Brasil.
Mesmo que os planos deem certo, o que é uma grande dúvida, levará muitos anos até que a produção da proteína ganhe escala para atender à demanda global.
Este é um dos vários projetos que apontam para um futuro em que haverá comida sintética.
O presidente da empresa é Pasi Vainikka, que estudou na Cranfield University, no Reino Unido, e hoje é professor adjunto na Universidade Lappeenranta, na Finlândia.
Ele diz que as ideias por trás da tecnologia foram desenvolvidas inicialmente para a indústria espacial, nos anos 1960.
Segundo Vainikka, a fábrica piloto atrasou seu cronograma em alguns meses, mas o projeto será concluído em 2022. Uma decisão sobre o investimento será tomada em 2023, e, se tudo correr conforme o planejado, a primeira indústria será inaugurada em 2025.
“Estamos indo muito bem até agora. Assim que dermos escala à produção adicionando reatores para fermentar a proteína e considerarmos os impressionantes avanços em outras tecnologias limpas como a solar e a eólica, achamos que poderemos competir com a soja possivelmente já em 2025.”
Para fazer a Solein, a água é “separada”: usa-se eletrólise para obter hidrogênio. O hidrogênio, o dióxido carbono do ar e minerais são utilizados para alimentar bactérias, que então produzem a proteína.
Um fator-chave, diz ele, será o preço da eletricidade. A empresa diz que, conforme mais energias renováveis estiverem disponíveis, o custo diminuirá.
O progresso dessa tecnologia extraordinária foi exaltado pelo ambientalista George Monbiot, que recentemente lançou o documentário Apocalypse Cow, sobre a indústria da carne.
Esperança para o futuro?
Monbiot costuma ser pessimista sobre o futuro do planeta, mas diz que a Solar Foods lhe deu esperança.
“A produção de comida está destruindo o mundo. A pesca e a agropecuária são, de longe, a maior causa da extinção e perda de diversidade e de abundância da vida selvagem. A agropecuária é a maior causa da crise climática”, diz.
“Mas quando a esperança parecia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.”
Um estudo do think tank RethinkX, que analisa as implicações da evolução tecnológica de vários tipos, diz que a proteína de fermentação precisa custará um décimo da proteína animal até 2035.
O estudo prevê que haverá quase um colapso da indústria de proteína animal – embora críticos digam que a conclusão não leva em conta a capacidade de pecuaristas em usar novas proteínas para alimentar seus rebanhos.
Um grupo de instituições acadêmicas e de pesquisa de ponta foi criado para identificar soluções inovadoras para combater as mudanças climáticas associadas ao setor agropecuário.
Um estudo no ano passado concluiu que a proteína microbial era muitas vezes mais eficiente que a soja em termos do uso de terras, e requeria apenas um décimo da água usada em sua produção.
Outro fator, porém, será cultural. Muitas pessoas continuarão querendo comer carne de cordeiro que se pareça com carne de cordeiro.
O professor Leon Terry, da Cranfield Univeresity, disse à BBC que há crescente interesse entre investidores por novas comidas. Mas questiona: “Há realmente apetite para seu consumo?”
(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional- 50988540. Acesso em: 10 de janeiro de 2020.)
“Mas quando a esperança parecia estar no fim, a ‘comida livre de fazenda’ cria possibilidades impressionantes para salvar tanto as pessoas quanto o planeta.” (19º§) No que diz respeito a aspectos linguísticos, está correto o que se afirma em:
 

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1229851 Ano: 2019
Disciplina: Comunicação Social
Banca: Consulplan
Orgão: CRQ-3
Alguns conceitos na definição de marketing estão ligados às necessidades e desejos que se referem às exigências humanas básicas e de convivência em grupo. Uma das formas de se elencar as necessidades humanas é por meio da Pirâmide da Hierarquia das Necessidades de Maslow. São considerados níveis de necessidades da Pirâmide de Maslow:
 

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1478875 Ano: 2019
Disciplina: Redação Oficial
Banca: Consulplan
Orgão: CRQ-3
“A comunicação oficial nos órgãos públicos pode estabelecer obrigações e compromissos, reconhecer direitos e vantagens, comunicar atos e intenções. Para cada uma destas ações existe um tipo de documento oficial. Um deles é usado para a comunicação interna entre unidades administrativas de um mesmo órgão, que podem estar hierarquicamente em mesmo nível ou em nível diferente. Pode ter caráter meramente administrativo, ou ser empregado para a exposição de projetos, ideias, diretrizes, entre outros a serem adotados por determinado setor do serviço público.” As características anteriores se referem a:
Questão Desatualizada

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