Foram encontradas 50 questões.
Um barco de passeio pode transportar 10 adultos ou 15
crianças, mantendo o mesmo limite de carga. Em uma
viagem, o barco já levará 6 adultos.
Em consonância com essa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente o maior número de crianças que ainda poderá ser transportado nessa viagem.
Em consonância com essa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente o maior número de crianças que ainda poderá ser transportado nessa viagem.
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Durante uma aula, os alunos perguntaram a idade da
professora Sarita. Enigmática, ela respondeu: “O triplo da
idade que eu tinha há 5 anos é igual ao dobro da idade que
terei daqui a 10 anos, acrescido de 32”.
Considerando essa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente a idade atual da professora Sarita.
Considerando essa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente a idade atual da professora Sarita.
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Gael pensou em um número inteiro de 3 algarismos. Ao
multiplicar esse número por 9, ele obteve um resultado
terminado em 548.
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente a soma dos algarismos do número pensado por Gael.
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente a soma dos algarismos do número pensado por Gael.
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Um ninja desejava invadir um templo. Para isso, ele poderia
escolher entre 3 passagens secretas para entrar no pátio,
depois entre 4 corredores para chegar ao salão principal e,
por fim, entre 5 escadas para alcançar a torre central.
A partir dessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente o número de maneiras diferentes de o ninja entrar no templo e chegar à torre central.
A partir dessa situação hipotética, assinale a opção que apresenta corretamente o número de maneiras diferentes de o ninja entrar no templo e chegar à torre central.
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Em um condomínio, 12 moradores estavam disponíveis para
compor uma comissão que participaria de uma reunião na
qual se discutiriam melhorias no prédio. Nesse contexto,
seriam escolhidos 4 moradores para essa comissão.
Com base nessa situação hipotética e sabendo-se que Poliana e Simone não aceitariam participar juntas, assinale a opção que apresenta corretamente o número de comissões distintas que podem ser formadas.
Com base nessa situação hipotética e sabendo-se que Poliana e Simone não aceitariam participar juntas, assinale a opção que apresenta corretamente o número de comissões distintas que podem ser formadas.
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- Sintaxe
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
A evolução das tecnologias de informação, aliada
à crescente capacidade de coleta e armazenamento de
dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético
dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e
privada mostra-se cada vez mais complexa e desafiadora,
especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes
sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site
ou à rede social, pode visualizar essas informações em um
local específico. Entretanto, o acesso público à informação
não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu
conhecimento e a sua autorização.
Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org> (com adaptações).
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A evolução das tecnologias de informação, aliada
à crescente capacidade de coleta e armazenamento de
dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético
dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e
privada mostra-se cada vez mais complexa e desafiadora,
especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes
sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site
ou à rede social, pode visualizar essas informações em um
local específico. Entretanto, o acesso público à informação
não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu
conhecimento e a sua autorização.
Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org> (com adaptações).
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
A evolução das tecnologias de informação, aliada
à crescente capacidade de coleta e armazenamento de
dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético
dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e
privada mostra-se cada vez mais complexa e desafiadora,
especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes
sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site
ou à rede social, pode visualizar essas informações em um
local específico. Entretanto, o acesso público à informação
não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu
conhecimento e a sua autorização.
Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A evolução das tecnologias de informação, aliada
à crescente capacidade de coleta e armazenamento de
dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético
dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e
privada mostra-se cada vez mais complexa e desafiadora,
especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes
sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site
ou à rede social, pode visualizar essas informações em um
local específico. Entretanto, o acesso público à informação
não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu
conhecimento e a sua autorização.
Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org> (com adaptações).
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A evolução das tecnologias de informação, aliada
à crescente capacidade de coleta e armazenamento de
dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético
dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e
privada mostra-se cada vez mais complexa e desafiadora,
especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes
sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site
ou à rede social, pode visualizar essas informações em um
local específico. Entretanto, o acesso público à informação
não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu
conhecimento e a sua autorização.
Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org> (com adaptações).
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