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2332957 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRT-MG

Imagine 3,8 bilhões de anos de brilhantismo em design disponíveis de graça para qualquer inovador sustentável no mundo. É nisso que aposta a fundadora do Instituto de Biomimética, Janine Benyus.

Em sua instituição sem fins lucrativos, ela reúne designers, arquitetos, engenheiros e cientistas interessados em conhecer a fundo as formas e funções criadas pela natureza e imitá-las no processo industrial para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis.

A natureza já inspira as soluções encontradas pelos seres humanos há bastante tempo. O exemplo mais conhecido é a invenção do velcro com base no funcionamento dos carrapichos, aquelas sementinhas espinhosas que possuem farpas e costumam grudar nas roupas. Em 1941, o engenheiro suíço George de Mestral deu especial atenção a elas, pois viviam presas ao pelo de seu cachorro. Quando as observou ao microscópio, ele notou a estrutura das garras e imitou a estrutura na criação do velcro.

Mas as inovações foram muito além disso e estão cada vez mais voltadas para a sustentabilidade. Estava nas barbatanas das baleias a resposta para turbinas eólicas 20% mais eficientes e muito menos barulhentas, como descobriu a companhia de turbinas Whalepower, em Toronto.

O aproveitamento da energia das marés se tornou mais eficaz quando a BioStream reproduziu o padrão dos movimentos de peixes como o atum e o tubarão. Apesar de presos ao fundo do oceano, os equipamentos giram com o movimento das marés e produzem eletricidade. Seu formato hidrodinâmico, também inspirado nos peixes, evita que o material sofra com as condições adversas do fundo do mar.

O edifício Eastgate, no Zimbábue, tem a mesma estrutura de ventilação dos cupins e, apesar de a temperatura fora dele variar dos 42 °C durante o dia para os 3 °C à noite, em seu interior, ela se mantém estável, variando em apenas um grau ao longo de um dia. A construção utiliza 90% menos energia no sistema de ventilação que os edifícios tradicionais e já economizou 3,5 milhões de dólares em custos com ar-condicionado.

Até os pulmões humanos têm sido alvo de estudos para o desenvolvimento de equipamentos que sequestram carbono e previnem contra o aquecimento global. A companhia Carbozyme Inc. desenvolveu um filtro que possui as mesmas características da membrana dos pulmões e consegue remover mais de 90% do gás carbônico que passa pelas chaminés de fábricas. Uma outra tecnologia baseada em uma enzima carbônica encontrada em moluscos tem transformado gás carbônico em pedra calcária, que pode ser utilizada na construção civil.

Há alguns anos, o Instituto de Biomimética criou uma comunidade on-line colaborativa conhecida como AskNature (nome que, em português, significa “pergunte à natureza”), que reúne pesquisadores interessados em trocar informações sobre o assunto. As invenções não vão parar por aqui.

Thays Prado. Biomimética: a indústria sustentável imita a natureza. In: Revista
Superinteressante.
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.

Na linha, o emprego da preposição em, presente na contração “nisso”, deve-se à regência da forma verbal “aposta”.

 

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2332956 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRT-MG

Imagine 3,8 bilhões de anos de brilhantismo em design disponíveis de graça para qualquer inovador sustentável no mundo. É nisso que aposta a fundadora do Instituto de Biomimética, Janine Benyus.

Em sua instituição sem fins lucrativos, ela reúne designers, arquitetos, engenheiros e cientistas interessados em conhecer a fundo as formas e funções criadas pela natureza e imitá-las no processo industrial para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis.

A natureza já inspira as soluções encontradas pelos seres humanos há bastante tempo. O exemplo mais conhecido é a invenção do velcro com base no funcionamento dos carrapichos, aquelas sementinhas espinhosas que possuem farpas e costumam grudar nas roupas. Em 1941, o engenheiro suíço George de Mestral deu especial atenção a elas, pois viviam presas ao pelo de seu cachorro. Quando as observou ao microscópio, ele notou a estrutura das garras e imitou a estrutura na criação do velcro.

Mas as inovações foram muito além disso e estão cada vez mais voltadas para a sustentabilidade. Estava nas barbatanas das baleias a resposta para turbinas eólicas 20% mais eficientes e muito menos barulhentas, como descobriu a companhia de turbinas Whalepower, em Toronto.

O aproveitamento da energia das marés se tornou mais eficaz quando a BioStream reproduziu o padrão dos movimentos de peixes como o atum e o tubarão. Apesar de presos ao fundo do oceano, os equipamentos giram com o movimento das marés e produzem eletricidade. Seu formato hidrodinâmico, também inspirado nos peixes, evita que o material sofra com as condições adversas do fundo do mar.

O edifício Eastgate, no Zimbábue, tem a mesma estrutura de ventilação dos cupins e, apesar de a temperatura fora dele variar dos 42 °C durante o dia para os 3 °C à noite, em seu interior, ela se mantém estável, variando em apenas um grau ao longo de um dia. A construção utiliza 90% menos energia no sistema de ventilação que os edifícios tradicionais e já economizou 3,5 milhões de dólares em custos com ar-condicionado.

Até os pulmões humanos têm sido alvo de estudos para o desenvolvimento de equipamentos que sequestram carbono e previnem contra o aquecimento global. A companhia Carbozyme Inc. desenvolveu um filtro que possui as mesmas características da membrana dos pulmões e consegue remover mais de 90% do gás carbônico que passa pelas chaminés de fábricas. Uma outra tecnologia baseada em uma enzima carbônica encontrada em moluscos tem transformado gás carbônico em pedra calcária, que pode ser utilizada na construção civil.

Há alguns anos, o Instituto de Biomimética criou uma comunidade on-line colaborativa conhecida como AskNature (nome que, em português, significa “pergunte à natureza”), que reúne pesquisadores interessados em trocar informações sobre o assunto. As invenções não vão parar por aqui.

Thays Prado. Biomimética: a indústria sustentável imita a natureza. In: Revista
Superinteressante.
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.

Seria mantida a correção gramatical do texto caso fosse inserido o sinal indicativo de crase no vocábulo “a”, em “a fundo”, por se tratar de contexto em que o emprego desse sinal é opcional.

 

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2332955 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRT-MG

Imagine 3,8 bilhões de anos de brilhantismo em design disponíveis de graça para qualquer inovador sustentável no mundo. É nisso que aposta a fundadora do Instituto de Biomimética, Janine Benyus.

Em sua instituição sem fins lucrativos, ela reúne designers, arquitetos, engenheiros e cientistas interessados em conhecer a fundo as formas e funções criadas pela natureza e imitá-las no processo industrial para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis.

A natureza já inspira as soluções encontradas pelos seres humanos há bastante tempo. O exemplo mais conhecido é a invenção do velcro com base no funcionamento dos carrapichos, aquelas sementinhas espinhosas que possuem farpas e costumam grudar nas roupas. Em 1941, o engenheiro suíço George de Mestral deu especial atenção a elas, pois viviam presas ao pelo de seu cachorro. Quando as observou ao microscópio, ele notou a estrutura das garras e imitou a estrutura na criação do velcro.

Mas as inovações foram muito além disso e estão cada vez mais voltadas para a sustentabilidade. Estava nas barbatanas das baleias a resposta para turbinas eólicas 20% mais eficientes e muito menos barulhentas, como descobriu a companhia de turbinas Whalepower, em Toronto.

O aproveitamento da energia das marés se tornou mais eficaz quando a BioStream reproduziu o padrão dos movimentos de peixes como o atum e o tubarão. Apesar de presos ao fundo do oceano, os equipamentos giram com o movimento das marés e produzem eletricidade. Seu formato hidrodinâmico, também inspirado nos peixes, evita que o material sofra com as condições adversas do fundo do mar.

O edifício Eastgate, no Zimbábue, tem a mesma estrutura de ventilação dos cupins e, apesar de a temperatura fora dele variar dos 42 °C durante o dia para os 3 °C à noite, em seu interior, ela se mantém estável, variando em apenas um grau ao longo de um dia. A construção utiliza 90% menos energia no sistema de ventilação que os edifícios tradicionais e já economizou 3,5 milhões de dólares em custos com ar-condicionado.

Até os pulmões humanos têm sido alvo de estudos para o desenvolvimento de equipamentos que sequestram carbono e previnem contra o aquecimento global. A companhia Carbozyme Inc. desenvolveu um filtro que possui as mesmas características da membrana dos pulmões e consegue remover mais de 90% do gás carbônico que passa pelas chaminés de fábricas. Uma outra tecnologia baseada em uma enzima carbônica encontrada em moluscos tem transformado gás carbônico em pedra calcária, que pode ser utilizada na construção civil.

Há alguns anos, o Instituto de Biomimética criou uma comunidade on-line colaborativa conhecida como AskNature (nome que, em português, significa “pergunte à natureza”), que reúne pesquisadores interessados em trocar informações sobre o assunto. As invenções não vão parar por aqui.

Thays Prado. Biomimética: a indústria sustentável imita a natureza. In: Revista
Superinteressante.
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.

O vocábulo “há”, em “há bastante tempo”, poderia ser substituído por faz, sem prejuízo para a coerência do texto.

 

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2332954 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRT-MG

Imagine 3,8 bilhões de anos de brilhantismo em design disponíveis de graça para qualquer inovador sustentável no mundo. É nisso que aposta a fundadora do Instituto de Biomimética, Janine Benyus.

Em sua instituição sem fins lucrativos, ela reúne designers, arquitetos, engenheiros e cientistas interessados em conhecer a fundo as formas e funções criadas pela natureza e imitá-las no processo industrial para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis.

A natureza já inspira as soluções encontradas pelos seres humanos há bastante tempo. O exemplo mais conhecido é a invenção do velcro com base no funcionamento dos carrapichos, aquelas sementinhas espinhosas que possuem farpas e costumam grudar nas roupas. Em 1941, o engenheiro suíço George de Mestral deu especial atenção a elas, pois viviam presas ao pelo de seu cachorro. Quando as observou ao microscópio, ele notou a estrutura das garras e imitou a estrutura na criação do velcro.

Mas as inovações foram muito além disso e estão cada vez mais voltadas para a sustentabilidade. Estava nas barbatanas das baleias a resposta para turbinas eólicas 20% mais eficientes e muito menos barulhentas, como descobriu a companhia de turbinas Whalepower, em Toronto.

O aproveitamento da energia das marés se tornou mais eficaz quando a BioStream reproduziu o padrão dos movimentos de peixes como o atum e o tubarão. Apesar de presos ao fundo do oceano, os equipamentos giram com o movimento das marés e produzem eletricidade. Seu formato hidrodinâmico, também inspirado nos peixes, evita que o material sofra com as condições adversas do fundo do mar.

O edifício Eastgate, no Zimbábue, tem a mesma estrutura de ventilação dos cupins e, apesar de a temperatura fora dele variar dos 42 °C durante o dia para os 3 °C à noite, em seu interior, ela se mantém estável, variando em apenas um grau ao longo de um dia. A construção utiliza 90% menos energia no sistema de ventilação que os edifícios tradicionais e já economizou 3,5 milhões de dólares em custos com ar-condicionado.

Até os pulmões humanos têm sido alvo de estudos para o desenvolvimento de equipamentos que sequestram carbono e previnem contra o aquecimento global. A companhia Carbozyme Inc. desenvolveu um filtro que possui as mesmas características da membrana dos pulmões e consegue remover mais de 90% do gás carbônico que passa pelas chaminés de fábricas. Uma outra tecnologia baseada em uma enzima carbônica encontrada em moluscos tem transformado gás carbônico em pedra calcária, que pode ser utilizada na construção civil.

Há alguns anos, o Instituto de Biomimética criou uma comunidade on-line colaborativa conhecida como AskNature (nome que, em português, significa “pergunte à natureza”), que reúne pesquisadores interessados em trocar informações sobre o assunto. As invenções não vão parar por aqui.

Thays Prado. Biomimética: a indústria sustentável imita a natureza. In: Revista
Superinteressante.
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.

Mantendo-se a correção gramatical e os sentidos do texto, o trecho “Apesar de presos ao fundo do oceano, os equipamentos giram com o movimento das marés e produzem eletricidade.” poderia ser reescrito da seguinte maneira: Os equipamentos, apesar de presos ao fundo do oceano, giram com o movimento das marés e produzem eletricidade.

 

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2332953 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRT-MG

Imagine 3,8 bilhões de anos de brilhantismo em design disponíveis de graça para qualquer inovador sustentável no mundo. É nisso que aposta a fundadora do Instituto de Biomimética, Janine Benyus.

Em sua instituição sem fins lucrativos, ela reúne designers, arquitetos, engenheiros e cientistas interessados em conhecer a fundo as formas e funções criadas pela natureza e imitá-las no processo industrial para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis.

A natureza já inspira as soluções encontradas pelos seres humanos há bastante tempo. O exemplo mais conhecido é a invenção do velcro com base no funcionamento dos carrapichos, aquelas sementinhas espinhosas que possuem farpas e costumam grudar nas roupas. Em 1941, o engenheiro suíço George de Mestral deu especial atenção a elas, pois viviam presas ao pelo de seu cachorro. Quando as observou ao microscópio, ele notou a estrutura das garras e imitou a estrutura na criação do velcro.

Mas as inovações foram muito além disso e estão cada vez mais voltadas para a sustentabilidade. Estava nas barbatanas das baleias a resposta para turbinas eólicas 20% mais eficientes e muito menos barulhentas, como descobriu a companhia de turbinas Whalepower, em Toronto.

O aproveitamento da energia das marés se tornou mais eficaz quando a BioStream reproduziu o padrão dos movimentos de peixes como o atum e o tubarão. Apesar de presos ao fundo do oceano, os equipamentos giram com o movimento das marés e produzem eletricidade. Seu formato hidrodinâmico, também inspirado nos peixes, evita que o material sofra com as condições adversas do fundo do mar.

O edifício Eastgate, no Zimbábue, tem a mesma estrutura de ventilação dos cupins e, apesar de a temperatura fora dele variar dos 42 °C durante o dia para os 3 °C à noite, em seu interior, ela se mantém estável, variando em apenas um grau ao longo de um dia. A construção utiliza 90% menos energia no sistema de ventilação que os edifícios tradicionais e já economizou 3,5 milhões de dólares em custos com ar-condicionado.

Até os pulmões humanos têm sido alvo de estudos para o desenvolvimento de equipamentos que sequestram carbono e previnem contra o aquecimento global. A companhia Carbozyme Inc. desenvolveu um filtro que possui as mesmas características da membrana dos pulmões e consegue remover mais de 90% do gás carbônico que passa pelas chaminés de fábricas. Uma outra tecnologia baseada em uma enzima carbônica encontrada em moluscos tem transformado gás carbônico em pedra calcária, que pode ser utilizada na construção civil.

Há alguns anos, o Instituto de Biomimética criou uma comunidade on-line colaborativa conhecida como AskNature (nome que, em português, significa “pergunte à natureza”), que reúne pesquisadores interessados em trocar informações sobre o assunto. As invenções não vão parar por aqui.

Thays Prado. Biomimética: a indústria sustentável imita a natureza. In: Revista
Superinteressante.
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Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.

O vocábulo “inovador” pertence à classe dos adjetivos, por qualificar o indivíduo que inventa novas tecnologias.

 

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2332952 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRT-MG

Imagine 3,8 bilhões de anos de brilhantismo em design disponíveis de graça para qualquer inovador sustentável no mundo. É nisso que aposta a fundadora do Instituto de Biomimética, Janine Benyus.

Em sua instituição sem fins lucrativos, ela reúne designers, arquitetos, engenheiros e cientistas interessados em conhecer a fundo as formas e funções criadas pela natureza e imitá-las no processo industrial para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis.

A natureza já inspira as soluções encontradas pelos seres humanos há bastante tempo. O exemplo mais conhecido é a invenção do velcro com base no funcionamento dos carrapichos, aquelas sementinhas espinhosas que possuem farpas e costumam grudar nas roupas. Em 1941, o engenheiro suíço George de Mestral deu especial atenção a elas, pois viviam presas ao pelo de seu cachorro. Quando as observou ao microscópio, ele notou a estrutura das garras e imitou a estrutura na criação do velcro.

Mas as inovações foram muito além disso e estão cada vez mais voltadas para a sustentabilidade. Estava nas barbatanas das baleias a resposta para turbinas eólicas 20% mais eficientes e muito menos barulhentas, como descobriu a companhia de turbinas Whalepower, em Toronto.

O aproveitamento da energia das marés se tornou mais eficaz quando a BioStream reproduziu o padrão dos movimentos de peixes como o atum e o tubarão. Apesar de presos ao fundo do oceano, os equipamentos giram com o movimento das marés e produzem eletricidade. Seu formato hidrodinâmico, também inspirado nos peixes, evita que o material sofra com as condições adversas do fundo do mar.

O edifício Eastgate, no Zimbábue, tem a mesma estrutura de ventilação dos cupins e, apesar de a temperatura fora dele variar dos 42 °C durante o dia para os 3 °C à noite, em seu interior, ela se mantém estável, variando em apenas um grau ao longo de um dia. A construção utiliza 90% menos energia no sistema de ventilação que os edifícios tradicionais e já economizou 3,5 milhões de dólares em custos com ar-condicionado.

Até os pulmões humanos têm sido alvo de estudos para o desenvolvimento de equipamentos que sequestram carbono e previnem contra o aquecimento global. A companhia Carbozyme Inc. desenvolveu um filtro que possui as mesmas características da membrana dos pulmões e consegue remover mais de 90% do gás carbônico que passa pelas chaminés de fábricas. Uma outra tecnologia baseada em uma enzima carbônica encontrada em moluscos tem transformado gás carbônico em pedra calcária, que pode ser utilizada na construção civil.

Há alguns anos, o Instituto de Biomimética criou uma comunidade on-line colaborativa conhecida como AskNature (nome que, em português, significa “pergunte à natureza”), que reúne pesquisadores interessados em trocar informações sobre o assunto. As invenções não vão parar por aqui.

Thays Prado. Biomimética: a indústria sustentável imita a natureza. In: Revista
Superinteressante.
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Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.

Seriam mantidos o sentido e a correção gramatical do parágrafo do texto caso fosse inserido o vocábulo que logo antes do termo “consegue”.

 

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2332951 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRT-MG

Imagine 3,8 bilhões de anos de brilhantismo em design disponíveis de graça para qualquer inovador sustentável no mundo. É nisso que aposta a fundadora do Instituto de Biomimética, Janine Benyus.

Em sua instituição sem fins lucrativos, ela reúne designers, arquitetos, engenheiros e cientistas interessados em conhecer a fundo as formas e funções criadas pela natureza e imitá-las no processo industrial para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis.

A natureza já inspira as soluções encontradas pelos seres humanos há bastante tempo. O exemplo mais conhecido é a invenção do velcro com base no funcionamento dos carrapichos, aquelas sementinhas espinhosas que possuem farpas e costumam grudar nas roupas. Em 1941, o engenheiro suíço George de Mestral deu especial atenção a elas, pois viviam presas ao pelo de seu cachorro. Quando as observou ao microscópio, ele notou a estrutura das garras e imitou a estrutura na criação do velcro.

Mas as inovações foram muito além disso e estão cada vez mais voltadas para a sustentabilidade. Estava nas barbatanas das baleias a resposta para turbinas eólicas 20% mais eficientes e muito menos barulhentas, como descobriu a companhia de turbinas Whalepower, em Toronto.

O aproveitamento da energia das marés se tornou mais eficaz quando a BioStream reproduziu o padrão dos movimentos de peixes como o atum e o tubarão. Apesar de presos ao fundo do oceano, os equipamentos giram com o movimento das marés e produzem eletricidade. Seu formato hidrodinâmico, também inspirado nos peixes, evita que o material sofra com as condições adversas do fundo do mar.

O edifício Eastgate, no Zimbábue, tem a mesma estrutura de ventilação dos cupins e, apesar de a temperatura fora dele variar dos 42 °C durante o dia para os 3 °C à noite, em seu interior, ela se mantém estável, variando em apenas um grau ao longo de um dia. A construção utiliza 90% menos energia no sistema de ventilação que os edifícios tradicionais e já economizou 3,5 milhões de dólares em custos com ar-condicionado.

Até os pulmões humanos têm sido alvo de estudos para o desenvolvimento de equipamentos que sequestram carbono e previnem contra o aquecimento global. A companhia Carbozyme Inc. desenvolveu um filtro que possui as mesmas características da membrana dos pulmões e consegue remover mais de 90% do gás carbônico que passa pelas chaminés de fábricas. Uma outra tecnologia baseada em uma enzima carbônica encontrada em moluscos tem transformado gás carbônico em pedra calcária, que pode ser utilizada na construção civil.

Há alguns anos, o Instituto de Biomimética criou uma comunidade on-line colaborativa conhecida como AskNature (nome que, em português, significa “pergunte à natureza”), que reúne pesquisadores interessados em trocar informações sobre o assunto. As invenções não vão parar por aqui.

Thays Prado. Biomimética: a indústria sustentável imita a natureza. In: Revista
Superinteressante.
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.

Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, o trecho “Uma outra tecnologia baseada em uma enzima carbônica encontrada em moluscos tem transformado gás carbônico em pedra calcária, que pode ser utilizada na construção civil.” poderia ser reescrito da seguinte forma: Uma outra tecnologia, que pode ser utilizada na construção civil, baseada em uma enzima carbônica encontrada em moluscos tem transformado gás carbônico em pedra calcária.

 

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2332950 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRT-MG

Imagine 3,8 bilhões de anos de brilhantismo em design disponíveis de graça para qualquer inovador sustentável no mundo. É nisso que aposta a fundadora do Instituto de Biomimética, Janine Benyus.

Em sua instituição sem fins lucrativos, ela reúne designers, arquitetos, engenheiros e cientistas interessados em conhecer a fundo as formas e funções criadas pela natureza e imitá-las no processo industrial para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis.

A natureza já inspira as soluções encontradas pelos seres humanos há bastante tempo. O exemplo mais conhecido é a invenção do velcro com base no funcionamento dos carrapichos, aquelas sementinhas espinhosas que possuem farpas e costumam grudar nas roupas. Em 1941, o engenheiro suíço George de Mestral deu especial atenção a elas, pois viviam presas ao pelo de seu cachorro. Quando as observou ao microscópio, ele notou a estrutura das garras e imitou a estrutura na criação do velcro.

Mas as inovações foram muito além disso e estão cada vez mais voltadas para a sustentabilidade. Estava nas barbatanas das baleias a resposta para turbinas eólicas 20% mais eficientes e muito menos barulhentas, como descobriu a companhia de turbinas Whalepower, em Toronto.

O aproveitamento da energia das marés se tornou mais eficaz quando a BioStream reproduziu o padrão dos movimentos de peixes como o atum e o tubarão. Apesar de presos ao fundo do oceano, os equipamentos giram com o movimento das marés e produzem eletricidade. Seu formato hidrodinâmico, também inspirado nos peixes, evita que o material sofra com as condições adversas do fundo do mar.

O edifício Eastgate, no Zimbábue, tem a mesma estrutura de ventilação dos cupins e, apesar de a temperatura fora dele variar dos 42 °C durante o dia para os 3 °C à noite, em seu interior, ela se mantém estável, variando em apenas um grau ao longo de um dia. A construção utiliza 90% menos energia no sistema de ventilação que os edifícios tradicionais e já economizou 3,5 milhões de dólares em custos com ar-condicionado.

Até os pulmões humanos têm sido alvo de estudos para o desenvolvimento de equipamentos que sequestram carbono e previnem contra o aquecimento global. A companhia Carbozyme Inc. desenvolveu um filtro que possui as mesmas características da membrana dos pulmões e consegue remover mais de 90% do gás carbônico que passa pelas chaminés de fábricas. Uma outra tecnologia baseada em uma enzima carbônica encontrada em moluscos tem transformado gás carbônico em pedra calcária, que pode ser utilizada na construção civil.

Há alguns anos, o Instituto de Biomimética criou uma comunidade on-line colaborativa conhecida como AskNature (nome que, em português, significa “pergunte à natureza”), que reúne pesquisadores interessados em trocar informações sobre o assunto. As invenções não vão parar por aqui.

Thays Prado. Biomimética: a indústria sustentável imita a natureza. In: Revista
Superinteressante.
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Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.

No trecho “mais de 90% do gás carbônico que passa pelas chaminés de fábricas”, caso fosse inserida uma vírgula logo antes de “que”, seria mantida a correção gramatical do trecho, mas seu sentido seria alterado.

 

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2332949 Ano: 2021
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Imagine 3,8 bilhões de anos de brilhantismo em design disponíveis de graça para qualquer inovador sustentável no mundo. É nisso que aposta a fundadora do Instituto de Biomimética, Janine Benyus.

Em sua instituição sem fins lucrativos, ela reúne designers, arquitetos, engenheiros e cientistas interessados em conhecer a fundo as formas e funções criadas pela natureza e imitá-las no processo industrial para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis.

A natureza já inspira as soluções encontradas pelos seres humanos há bastante tempo. O exemplo mais conhecido é a invenção do velcro com base no funcionamento dos carrapichos, aquelas sementinhas espinhosas que possuem farpas e costumam grudar nas roupas. Em 1941, o engenheiro suíço George de Mestral deu especial atenção a elas, pois viviam presas ao pelo de seu cachorro. Quando as observou ao microscópio, ele notou a estrutura das garras e imitou a estrutura na criação do velcro.

Mas as inovações foram muito além disso e estão cada vez mais voltadas para a sustentabilidade. Estava nas barbatanas das baleias a resposta para turbinas eólicas 20% mais eficientes e muito menos barulhentas, como descobriu a companhia de turbinas Whalepower, em Toronto.

O aproveitamento da energia das marés se tornou mais eficaz quando a BioStream reproduziu o padrão dos movimentos de peixes como o atum e o tubarão. Apesar de presos ao fundo do oceano, os equipamentos giram com o movimento das marés e produzem eletricidade. Seu formato hidrodinâmico, também inspirado nos peixes, evita que o material sofra com as condições adversas do fundo do mar.

O edifício Eastgate, no Zimbábue, tem a mesma estrutura de ventilação dos cupins e, apesar de a temperatura fora dele variar dos 42 °C durante o dia para os 3 °C à noite, em seu interior, ela se mantém estável, variando em apenas um grau ao longo de um dia. A construção utiliza 90% menos energia no sistema de ventilação que os edifícios tradicionais e já economizou 3,5 milhões de dólares em custos com ar-condicionado.

Até os pulmões humanos têm sido alvo de estudos para o desenvolvimento de equipamentos que sequestram carbono e previnem contra o aquecimento global. A companhia Carbozyme Inc. desenvolveu um filtro que possui as mesmas características da membrana dos pulmões e consegue remover mais de 90% do gás carbônico que passa pelas chaminés de fábricas. Uma outra tecnologia baseada em uma enzima carbônica encontrada em moluscos tem transformado gás carbônico em pedra calcária, que pode ser utilizada na construção civil.

Há alguns anos, o Instituto de Biomimética criou uma comunidade on-line colaborativa conhecida como AskNature (nome que, em português, significa “pergunte à natureza”), que reúne pesquisadores interessados em trocar informações sobre o assunto. As invenções não vão parar por aqui.

Thays Prado. Biomimética: a indústria sustentável imita a natureza. In: Revista
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O emprego do acento gráfico em “além” e “têm” justifica-se com base na mesma regra de acentuação.

 

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2332948 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
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Em sua instituição sem fins lucrativos, ela reúne designers, arquitetos, engenheiros e cientistas interessados em conhecer a fundo as formas e funções criadas pela natureza e imitá-las no processo industrial para o desenvolvimento de tecnologias sustentáveis.

A natureza já inspira as soluções encontradas pelos seres humanos há bastante tempo. O exemplo mais conhecido é a invenção do velcro com base no funcionamento dos carrapichos, aquelas sementinhas espinhosas que possuem farpas e costumam grudar nas roupas. Em 1941, o engenheiro suíço George de Mestral deu especial atenção a elas, pois viviam presas ao pelo de seu cachorro. Quando as observou ao microscópio, ele notou a estrutura das garras e imitou a estrutura na criação do velcro.

Mas as inovações foram muito além disso e estão cada vez mais voltadas para a sustentabilidade. Estava nas barbatanas das baleias a resposta para turbinas eólicas 20% mais eficientes e muito menos barulhentas, como descobriu a companhia de turbinas Whalepower, em Toronto.

O aproveitamento da energia das marés se tornou mais eficaz quando a BioStream reproduziu o padrão dos movimentos de peixes como o atum e o tubarão. Apesar de presos ao fundo do oceano, os equipamentos giram com o movimento das marés e produzem eletricidade. Seu formato hidrodinâmico, também inspirado nos peixes, evita que o material sofra com as condições adversas do fundo do mar.

O edifício Eastgate, no Zimbábue, tem a mesma estrutura de ventilação dos cupins e, apesar de a temperatura fora dele variar dos 42 °C durante o dia para os 3 °C à noite, em seu interior, ela se mantém estável, variando em apenas um grau ao longo de um dia. A construção utiliza 90% menos energia no sistema de ventilação que os edifícios tradicionais e já economizou 3,5 milhões de dólares em custos com ar-condicionado.

Até os pulmões humanos têm sido alvo de estudos para o desenvolvimento de equipamentos que sequestram carbono e previnem contra o aquecimento global. A companhia Carbozyme Inc. desenvolveu um filtro que possui as mesmas características da membrana dos pulmões e consegue remover mais de 90% do gás carbônico que passa pelas chaminés de fábricas. Uma outra tecnologia baseada em uma enzima carbônica encontrada em moluscos tem transformado gás carbônico em pedra calcária, que pode ser utilizada na construção civil.

Há alguns anos, o Instituto de Biomimética criou uma comunidade on-line colaborativa conhecida como AskNature (nome que, em português, significa “pergunte à natureza”), que reúne pesquisadores interessados em trocar informações sobre o assunto. As invenções não vão parar por aqui.

Thays Prado. Biomimética: a indústria sustentável imita a natureza. In: Revista
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Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).

Acerca dos aspectos gramaticais e dos sentidos do texto apresentado, julgue o item.

A vírgula empregada logo antes da expressão “em seu interior” poderia ser suprimida sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, uma vez que é opcional o emprego de vírgula para isolar expressões adverbiais localizadas no fim de uma oração.

 

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