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Foram encontradas 60 questões.

3337453 Ano: 2022
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

O artigo 5º da Constituição Federal de 1988 elenca um rol de direitos e garantias fundamentais

 

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3337431 Ano: 2022
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

A intervenção do Estado na propriedade consistente em transformar, de forma definitiva e compulsória, bens privados em bens públicos, mediante o pagamento de prévia e justa indenização ao particular, é denominada

 

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3337430 Ano: 2022
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

De acordo com a Constituição Federal de 1988, a responsabilidade civil é ....I.... para as pessoas jurídicas de direito público e ....II.... para as de direito privado prestadoras de serviços públicos.

Completam, correta e respectivamente, as lacunas I e II:

 

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3337429 Ano: 2022
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

A autarquia é

 

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3337428 Ano: 2022
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

Considerando o teor da Súmula Vinculante nº 13 do Supremo Tribunal Federal:

A nomeação de ....I.... , da autoridade nomeante ou de servidor da mesma pessoa jurídica investido em cargo de direção, chefia ou assessoramento, para o exercício de cargo em comissão ou de confiança ou, ainda, de função gratificada na administração pública direta e indireta em qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, compreendido o ajuste mediante designações recíprocas, viola a Constituição Federal.

A lacuna I é corretamente preenchida por

 

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3337427 Ano: 2022
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

São princípios infraconstitucionais do direito administrativo:

 

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3337403 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Instintos e (des)civilização

Quão robusta é a ordem civilizatória ocidental? A julgar pelo século XX e mesmo sem levar em conta as duas guerras mundiais, talvez menos do que pareça. O padrão é conhecido: situações de conflito armado, morticínios, cataclismos naturais, migrações dramáticas, colapsos econômicos agudos. São fatos que revelam a fragilidade da fina superfície de civilidade e decoro sobre a qual assenta a nossa civilização.

Sob o impacto do abalo provocado por desastres como esses, o comportamento das pessoas sofre uma drástica mutação: enquanto alguns, em geral poucos, agem de forma solidária e até mesmo heroica, a maior parte da população atingida regride a um estado de violência e selvageria no qual a lógica do “salve-se quem puder” deságua na rápida escalada dos furtos, assaltos, saques, crimes e vandalismo. Quase que num piscar de olhos, o cordato cidadão civilizado se transforma em besta feroz, capaz das piores atrocidades.

Como entender esse perturbador fenômeno? A interpretação usual propõe um modelo conhecido: o ser humano no fundo é um animal selvagem e terrível. Remova os sustentáculos elementares da ordem civilizada; dispa a camisa de força social; suspenda, ainda que brevemente, a vigilância e a ameaça de punição aos infratores do código legal, e, em pouco tempo, retrocedemos ao “estado natural” e à “guerra de todos contra todos”. Os episódios de regressão à barbárie seriam, em suma, o psiquismo arcaico do animal humano posto a nu. É essa uma tese tão aceita quanto controversa: o que vem à tona não é mais o homem natural e primitivo; trata-se agora do “descivilizado”, livre das amarras civilizatórias e preso a um novo psiquismo violento. A “natureza” que já fora expelida traz agora, em seu retorno, as marcas e as feridas de sua violenta expulsão.

(Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 125-126)

Atente para a seguinte frase:

Em face da violência, queremos a todo custo evitar a violência, mas acabamos por atribuir a essa violência aspectos de naturalidade que pretendem diminuir o impacto dessa violência.

Eliminam-se as repetições viciosas do período acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:

 

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3337402 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Instintos e (des)civilização

Quão robusta é a ordem civilizatória ocidental? A julgar pelo século XX e mesmo sem levar em conta as duas guerras mundiais, talvez menos do que pareça. O padrão é conhecido: situações de conflito armado, morticínios, cataclismos naturais, migrações dramáticas, colapsos econômicos agudos. São fatos que revelam a fragilidade da fina superfície de civilidade e decoro sobre a qual assenta a nossa civilização.

Sob o impacto do abalo provocado por desastres como esses, o comportamento das pessoas sofre uma drástica mutação: enquanto alguns, em geral poucos, agem de forma solidária e até mesmo heroica, a maior parte da população atingida regride a um estado de violência e selvageria no qual a lógica do “salve-se quem puder” deságua na rápida escalada dos furtos, assaltos, saques, crimes e vandalismo. Quase que num piscar de olhos, o cordato cidadão civilizado se transforma em besta feroz, capaz das piores atrocidades.

Como entender esse perturbador fenômeno? A interpretação usual propõe um modelo conhecido: o ser humano no fundo é um animal selvagem e terrível. Remova os sustentáculos elementares da ordem civilizada; dispa a camisa de força social; suspenda, ainda que brevemente, a vigilância e a ameaça de punição aos infratores do código legal, e, em pouco tempo, retrocedemos ao “estado natural” e à “guerra de todos contra todos”. Os episódios de regressão à barbárie seriam, em suma, o psiquismo arcaico do animal humano posto a nu. É essa uma tese tão aceita quanto controversa: o que vem à tona não é mais o homem natural e primitivo; trata-se agora do “descivilizado”, livre das amarras civilizatórias e preso a um novo psiquismo violento. A “natureza” que já fora expelida traz agora, em seu retorno, as marcas e as feridas de sua violenta expulsão.

(Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 125-126)

Considere as seguintes orações:

I. Temos instintos violentos.

II. Esses instintos são da nossa natureza.

III. A civilização busca refrear esses instintos.

Essas três orações articulam-se com correção, coesão e coerência num período único em:

 

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3337401 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Instintos e (des)civilização

Quão robusta é a ordem civilizatória ocidental? A julgar pelo século XX e mesmo sem levar em conta as duas guerras mundiais, talvez menos do que pareça. O padrão é conhecido: situações de conflito armado, morticínios, cataclismos naturais, migrações dramáticas, colapsos econômicos agudos. São fatos que revelam a fragilidade da fina superfície de civilidade e decoro sobre a qual assenta a nossa civilização.

Sob o impacto do abalo provocado por desastres como esses, o comportamento das pessoas sofre uma drástica mutação: enquanto alguns, em geral poucos, agem de forma solidária e até mesmo heroica, a maior parte da população atingida regride a um estado de violência e selvageria no qual a lógica do “salve-se quem puder” deságua na rápida escalada dos furtos, assaltos, saques, crimes e vandalismo. Quase que num piscar de olhos, o cordato cidadão civilizado se transforma em besta feroz, capaz das piores atrocidades.

Como entender esse perturbador fenômeno? A interpretação usual propõe um modelo conhecido: o ser humano no fundo é um animal selvagem e terrível. Remova os sustentáculos elementares da ordem civilizada; dispa a camisa de força social; suspenda, ainda que brevemente, a vigilância e a ameaça de punição aos infratores do código legal, e, em pouco tempo, retrocedemos ao “estado natural” e à “guerra de todos contra todos”. Os episódios de regressão à barbárie seriam, em suma, o psiquismo arcaico do animal humano posto a nu. É essa uma tese tão aceita quanto controversa: o que vem à tona não é mais o homem natural e primitivo; trata-se agora do “descivilizado”, livre das amarras civilizatórias e preso a um novo psiquismo violento. A “natureza” que já fora expelida traz agora, em seu retorno, as marcas e as feridas de sua violenta expulsão.

(Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 125-126)

A supressão da vírgula altera o sentido da frase:

 

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3337400 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: DPE-AM

Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.

Instintos e (des)civilização

Quão robusta é a ordem civilizatória ocidental? A julgar pelo século XX e mesmo sem levar em conta as duas guerras mundiais, talvez menos do que pareça. O padrão é conhecido: situações de conflito armado, morticínios, cataclismos naturais, migrações dramáticas, colapsos econômicos agudos. São fatos que revelam a fragilidade da fina superfície de civilidade e decoro sobre a qual assenta a nossa civilização.

Sob o impacto do abalo provocado por desastres como esses, o comportamento das pessoas sofre uma drástica mutação: enquanto alguns, em geral poucos, agem de forma solidária e até mesmo heroica, a maior parte da população atingida regride a um estado de violência e selvageria no qual a lógica do “salve-se quem puder” deságua na rápida escalada dos furtos, assaltos, saques, crimes e vandalismo. Quase que num piscar de olhos, o cordato cidadão civilizado se transforma em besta feroz, capaz das piores atrocidades.

Como entender esse perturbador fenômeno? A interpretação usual propõe um modelo conhecido: o ser humano no fundo é um animal selvagem e terrível. Remova os sustentáculos elementares da ordem civilizada; dispa a camisa de força social; suspenda, ainda que brevemente, a vigilância e a ameaça de punição aos infratores do código legal, e, em pouco tempo, retrocedemos ao “estado natural” e à “guerra de todos contra todos”. Os episódios de regressão à barbárie seriam, em suma, o psiquismo arcaico do animal humano posto a nu. É essa uma tese tão aceita quanto controversa: o que vem à tona não é mais o homem natural e primitivo; trata-se agora do “descivilizado”, livre das amarras civilizatórias e preso a um novo psiquismo violento. A “natureza” que já fora expelida traz agora, em seu retorno, as marcas e as feridas de sua violenta expulsão.

(Adaptado de: GIANNETTI, Eduardo. Trópicos utópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 2016, p. 125-126)

Todos os verbos estão adequadamente flexionados na frase:

 

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