Foram encontradas 50 questões.
Escoamentos que envolvem variações significativas da densidade (massa específica) são conhecidos como escoamento compressível.
Analise as assertivas e assinale a que aponta as corretas.
I. Em bocais convergente-divergentes, os gases têm sua velocidade aumentada na região do aumento da área de escoamento.
II. O número de Mach (Ma) é um parâmetro importante na análise de escoamento compressível e representa a razão entre a velocidade real do fluido e a velocidade do som no mesmo fluido na mesma pressão e temperatura.
III. Em escoamentos à alta velocidade a energia potencial do fluido pode ser desprezível, mas a energia cinética não, de tal forma que a energia cinética e a entalpia do fluido podem ser combinadas em um termo conhecido como entalpia de estagnação.
IV. Escoamento estrangulado é aquele em que a contrapressão é reduzida a um valor de pressão necessária para aumentar a velocidade do fluido até a velocidade do som no plano de saída do bocal convergente, de forma que a descarga (vazão mássica) atinge um valor mínimo.
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Modelos são construções simplificadas e abstratas usados para prever o comportamento de sistemas de interesse. Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.
I. Elementos mecânicos rotacionais são elementos forçados a girar em torno de um eixo.
II. Uma mola é um componente que resiste à aplicação de força proporcionalmente, com sua elongação sendo um componente dissipador de energia.
III. O movimento translacional associa o movimento de uma massa, geralmente conectada a outras massas por meio de associações de molas e amortecedores.
IV. Amortecedor é um componente mecânico que resiste à velocidade imposta e atua como um acumulador de energia.
V. Uma mola de torção é um elemento que impõe uma resistência ao deslocamento angular (q) de um eixo nela acoplado.
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Tensão é definida como a força aplicada por unidade de área de um elemento. Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as
INCORRETAS.
I. Materiais dúteis, como o aço estrutural, apresentam a característica de ter seu comprimento aumentado linearmente a uma taxa muito baixa, quando submetido à carga axial de tração crescente e à temperatura ambiente.
II. O cisalhamento é o resultado da ação das tensões de cisalhamento na seção transversal e no plano longitudinal de uma viga.
III. Para uma viga retangular, a tensão de cisalhamento varia linearmente com a altura e tem seu valor máximo ao longo do eixo neutro.
IV. Deslocamentos laterais em perfil metálico são acentuados quando submetidos a uma carga axial de compressão.
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Com relação aos princípios da mecânica dos fluidos, assinale a alternativa INCORRETA.
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Probabilidade caracteriza um fenômeno aleatório e é um modelo para a frequência em que ocorre um evento quando se tende a um número infinito de experimentos, jogadas, amostras. Analise as assertivas e assinale a que aponta a(s) correta( s).
I. O conjunto de todos os resultados possíveis de um experimento aleatório é chamado espaço amostral do experimento.
II A probabilidade condicional de um evento B, dado um evento A, denotada com !$ P(B | A) !$ é !$ P(B | A) = P(B | A) \ é \ P(B | A) = P(A ∩ B) /P(A) !$, para !$ P(A) > 0 !$.
III. Dois eventos são independentes se e somente se !$ P(A ∩ B) = P(A)P(B) !$.
IV. Eventos mutuamente excludentes e exaustivos são condicionantes para o Teorema de Bayes.
V. Uma variável aleatória é uma função que confere um número real a cada resultado no espaço amostral de um experimento aleatório.
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Tamanho não é documento (nem no cérebro)
Marcelo Gleiser
Talvez o universo seja a maior coisa que exista, mas sem nosso cérebro não teríamos a menor noção disso. Aliás, sem nosso cérebro não teríamos noção de qualquer coisa. É realmente espantoso que tudo o que somos, das nossas personalidades às nossas memórias, das nossas emoções à nossa coordenação motora, seja orquestrado por uma massa de neurônios e suas ligações de não mais do que 1,4 kg.
Como comparação, o cérebro de um orangotango pesa 370 g, enquanto que o de um elefante pesa 4,8 kg. Se você acha que o segredo do nosso cérebro está no seu peso, veja que o de um camelo pesa 762 g e o de um golfinho, 1,6 kg. Mesmo que golfinhos sejam bem inteligentes, não escrevem poemas ou constroem radiotelescópios.
Também não solucionamos o mistério comparando o peso do cérebro com o peso do corpo. Por exemplo, a razão do peso do cérebro para o do corpo nos humanos é de 1:40, a mesma que para ratos. Já para cachorros, a razão é de 1:125 e para formigas de 1:7. Formigas certamente são inteligentes, especialmente ao atuar em grupos (inteligência coletiva), mas não mais do que cachorros ou humanos.
Ao acompanharmos a evolução do cérebro a partir de nossos antepassados primatas, vemos um enorme crescimento começando em torno de 3 milhões de anos atrás. Mesmo assim, tamanho não parece ser a resposta. De acordo com os neurocientistas Randy Buckner e Fenna Krienen, da Universidade de Harvard, nos EUA, a resposta está nas conexões entre os neurônios, que é unicamente rica nos humanos.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas mapearam o cérebro humano e o de outras espécies usando a ressonância magnética funcional, ou fMRI. Nas outras espécies, os neurônios são conectados localmente: a transmissão de sinais ocorre como numa linha de produção industrial, linearmente de um neurônio a outro. Regiões diferentes do cérebro, as córtices, também são interligadas dessa forma linear. Por exemplo, a ligação entre a córtex visual e a motora permite que os músculos dos animais reajam a algum estímulo visual, como o predador que vê uma presa. O processo é eficiente, mas limitado.
Nos humanos, as córtices estão interligadas de forma diferente, parecendo-se mais com os nodos de conexão de uma cidade grande do que com uma estrada que liga um ponto a outro. Como numa cidade, existem centros mais densos (as córtices) que estão interconectados entre si por várias ruas e avenidas, passando por centros menores no caminho (as córtices associativas).
Essa riqueza na interconectividade neuronal parece ser a chave do nosso sucesso. Nos animais, a linearidade das conexões limita sua capacidade de improvisação e de reflexão: o caminho é um só, como no exemplo do predador e da presa. No cérebro humano, regiões diferentes podem trocar informação sem qualquer estímulo externo, criando uma nova dimensão onde o cérebro funciona por si só, ou seja, reflete.
Com isso, podemos pensar sobre diferentes possibilidades e ponderar situações individualmente. (A grosso modo, um leão age como todos os outros leões.) Como dizia o saudoso Chacrinha, quem não se comunica se trumbica. Nossos neurônios sabem disso muito bem.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1393219-
tamanho-nao-e-documento-nem-no-cerebro.shtml
A expressão que NÃO retoma um termo ou conteúdo anteriormente mencionado é
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Tamanho não é documento (nem no cérebro)
Marcelo Gleiser
Talvez o universo seja a maior coisa que exista, mas sem nosso cérebro não teríamos a menor noção disso. Aliás, sem nosso cérebro não teríamos noção de qualquer coisa. É realmente espantoso que tudo o que somos, das nossas personalidades às nossas memórias, das nossas emoções à nossa coordenação motora, seja orquestrado por uma massa de neurônios e suas ligações de não mais do que 1,4 kg.
Como comparação, o cérebro de um orangotango pesa 370 g, enquanto que o de um elefante pesa 4,8 kg. Se você acha que o segredo do nosso cérebro está no seu peso, veja que o de um camelo pesa 762 g e o de um golfinho, 1,6 kg. Mesmo que golfinhos sejam bem inteligentes, não escrevem poemas ou constroem radiotelescópios.
Também não solucionamos o mistério comparando o peso do cérebro com o peso do corpo. Por exemplo, a razão do peso do cérebro para o do corpo nos humanos é de 1:40, a mesma que para ratos. Já para cachorros, a razão é de 1:125 e para formigas de 1:7. Formigas certamente são inteligentes, especialmente ao atuar em grupos (inteligência coletiva), mas não mais do que cachorros ou humanos.
Ao acompanharmos a evolução do cérebro a partir de nossos antepassados primatas, vemos um enorme crescimento começando em torno de 3 milhões de anos atrás. Mesmo assim, tamanho não parece ser a resposta. De acordo com os neurocientistas Randy Buckner e Fenna Krienen, da Universidade de Harvard, nos EUA, a resposta está nas conexões entre os neurônios, que é unicamente rica nos humanos.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas mapearam o cérebro humano e o de outras espécies usando a ressonância magnética funcional, ou fMRI. Nas outras espécies, os neurônios são conectados localmente: a transmissão de sinais ocorre como numa linha de produção industrial, linearmente de um neurônio a outro. Regiões diferentes do cérebro, as córtices, também são interligadas dessa forma linear. Por exemplo, a ligação entre a córtex visual e a motora permite que os músculos dos animais reajam a algum estímulo visual, como o predador que vê uma presa. O processo é eficiente, mas limitado.
Nos humanos, as córtices estão interligadas de forma diferente, parecendo-se mais com os nodos de conexão de uma cidade grande do que com uma estrada que liga um ponto a outro. Como numa cidade, existem centros mais densos (as córtices) que estão interconectados entre si por várias ruas e avenidas, passando por centros menores no caminho (as córtices associativas).
Essa riqueza na interconectividade neuronal parece ser a chave do nosso sucesso. Nos animais, a linearidade das conexões limita sua capacidade de improvisação e de reflexão: o caminho é um só, como no exemplo do predador e da presa. No cérebro humano, regiões diferentes podem trocar informação sem qualquer estímulo externo, criando uma nova dimensão onde o cérebro funciona por si só, ou seja, reflete.
Com isso, podemos pensar sobre diferentes possibilidades e ponderar situações individualmente. (A grosso modo, um leão age como todos os outros leões.) Como dizia o saudoso Chacrinha, quem não se comunica se trumbica. Nossos neurônios sabem disso muito bem.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1393219-
tamanho-nao-e-documento-nem-no-cerebro.shtml
“Como numa cidade, existem centros mais densos (as córtices) que estão interconectados entre si por várias ruas e avenidas...”
No fragmento acima, temos uma relação semântica de
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Tamanho não é documento (nem no cérebro)
Marcelo Gleiser
Talvez o universo seja a maior coisa que exista, mas sem nosso cérebro não teríamos a menor noção disso. Aliás, sem nosso cérebro não teríamos noção de qualquer coisa. É realmente espantoso que tudo o que somos, das nossas personalidades às nossas memórias, das nossas emoções à nossa coordenação motora, seja orquestrado por uma massa de neurônios e suas ligações de não mais do que 1,4 kg.
Como comparação, o cérebro de um orangotango pesa 370 g, enquanto que o de um elefante pesa 4,8 kg. Se você acha que o segredo do nosso cérebro está no seu peso, veja que o de um camelo pesa 762 g e o de um golfinho, 1,6 kg. Mesmo que golfinhos sejam bem inteligentes, não escrevem poemas ou constroem radiotelescópios.
Também não solucionamos o mistério comparando o peso do cérebro com o peso do corpo. Por exemplo, a razão do peso do cérebro para o do corpo nos humanos é de 1:40, a mesma que para ratos. Já para cachorros, a razão é de 1:125 e para formigas de 1:7. Formigas certamente são inteligentes, especialmente ao atuar em grupos (inteligência coletiva), mas não mais do que cachorros ou humanos.
Ao acompanharmos a evolução do cérebro a partir de nossos antepassados primatas, vemos um enorme crescimento começando em torno de 3 milhões de anos atrás. Mesmo assim, tamanho não parece ser a resposta. De acordo com os neurocientistas Randy Buckner e Fenna Krienen, da Universidade de Harvard, nos EUA, a resposta está nas conexões entre os neurônios, que é unicamente rica nos humanos.
Para chegar a essa conclusão, os cientistas mapearam o cérebro humano e o de outras espécies usando a ressonância magnética funcional, ou fMRI. Nas outras espécies, os neurônios são conectados localmente: a transmissão de sinais ocorre como numa linha de produção industrial, linearmente de um neurônio a outro. Regiões diferentes do cérebro, as córtices, também são interligadas dessa forma linear. Por exemplo, a ligação entre a córtex visual e a motora permite que os músculos dos animais reajam a algum estímulo visual, como o predador que vê uma presa. O processo é eficiente, mas limitado.
Nos humanos, as córtices estão interligadas de forma diferente, parecendo-se mais com os nodos de conexão de uma cidade grande do que com uma estrada que liga um ponto a outro. Como numa cidade, existem centros mais densos (as córtices) que estão interconectados entre si por várias ruas e avenidas, passando por centros menores no caminho (as córtices associativas).
Essa riqueza na interconectividade neuronal parece ser a chave do nosso sucesso. Nos animais, a linearidade das conexões limita sua capacidade de improvisação e de reflexão: o caminho é um só, como no exemplo do predador e da presa. No cérebro humano, regiões diferentes podem trocar informação sem qualquer estímulo externo, criando uma nova dimensão onde o cérebro funciona por si só, ou seja, reflete.
Com isso, podemos pensar sobre diferentes possibilidades e ponderar situações individualmente. (A grosso modo, um leão age como todos os outros leões.) Como dizia o saudoso Chacrinha, quem não se comunica se trumbica. Nossos neurônios sabem disso muito bem.
http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marcelogleiser/2014/01/1393219-
tamanho-nao-e-documento-nem-no-cerebro.shtml
A expressão que indica o modo da ação verbal se encontra em
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Uma das formas de energia mais utilizadas em indústrias, processos e geração de energia elétrica é a energia térmica, obtida por meio dos ciclos de potência a vapor. Sobre ciclos de potência a vapor, assinale a alternativa INCORRETA.
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Sobre teoria da combustão, analise as assertivas e assinale a que aponta as corretas.
I. A quantidade mínima de ar que fornece oxigênio suficiente para a combustão completa de um combustível qualquer é denominada mistura pobre de ar.
II. A análise da composição química dos produtos da combustão de um combustível qualquer com ar atmosférico é uma forma de se mensurar a eficiência da combustão.
III. A combustão de hidrocarbonetos gera vapor d’água nos produtos da combustão, assim a temperatura destes não pode estar abaixo da temperatura de saturação do vapor d’água, medida à pressão parcial dos produtos da combustão.
IV. A máxima temperatura adiabática de chama que pode ser alcançada ocorre na reação com mistura rica de ar.
V. A diferença entre o poder calorífico superior e o poder calorífico inferior é o calor de vaporização d’ água nas condições padrão.
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