Foram encontradas 50 questões.
Paciente internado na Unidade de Terapia Intensiva sob ventilação mecânica em traqueostomia, apenas em uso de protocolo de analgo-sedação em bomba de infusão contínua e com dieta enteral oligomérica trófica, Escala de Ramsay igual a 6 pontos, teve exames laboratoriais compatíveis com a suspeita clínica de diabetes insipidus central. Com base nessas informações, constituem-se em diagnósticos de enfermagem mais apropriados:
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De acordo com o Decreto-Lei N°. 94.406/87, incumbe ao técnico de enfermagem assistir ao enfermeiro, EXCETO
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Homem, 49 anos, sem antecedentes pessoais, foi admitido na Unidade de Terapia Intensiva após reanimação cardiopulmonar em taquicardia ventricular sem pulso, em uso de via aérea avançada e dois acessos de grosso calibre, apresenta hipotensão arterial e saturação periférica de oxigênio de 95%, sendo decidido iniciar hipotermia terapêutica. De acordo com as recomendações para o cuidado organizado contidos no algoritmo de cuidados após parada cardiorrespiratória da American Heart Association (2010), é correto afirmar que
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Crianças que possuem demais Elas já tendem a acumular muita tralha, não comece essa loucura antes mesmo de elas nascerem, pelo bem delas e do planeta
Isabel Clemente
[...]O excesso que pauta a ideia do que precisamos ter para viver está tirando a noção de muita gente. Desde que os sacos de pipoca quadruplicaram de tamanho passamos a acumular em casa e no corpo os excessos da vida insustentável. Consumimos e comemos demais. A obesidade como epidemia, inclusive entre crianças, é a prova material disso. Está faltando freio. Ostentar virou um modo de vida numa sociedade cheia de peças faltando. E abro um parêntese importante aqui para dizer que mania de acumulação não é privilégio dos ricos, muito menos dos famosos. Pode ser que as celebridades, depois das declarações públicas, promovam uma doação em peso de tudo que ganharam e, para não magoar ninguém, façam segredo disso. Vai saber.
O apego é um hábito ruim e democrático: assola pessoas das mais variadas classes. E não afetam só o fulano que pode se tornar um consumidor compulsivo eternamente insatisfeito, como até pesquisas mostram. Há males nesse comportamento que prejudicam todos ao redor.
Pesquisadores da Northwestern University (EUA ) encontraram uma forte correlação entre indivíduos materialistas e um comportamento antissocial, egoísta e competitivo. Segundo esse estudo, que foi publicado em 2012, a tendência da pessoa materialista é apresentar um nível maior de ansiedade e insatisfação com a própria vida. São pessoas que costumam dar ênfase demais a si mesmas e não se envolvem de forma profunda e colaborativa com os demais, de acordo com os experimentos conduzidos por psicólogos e médicos.
O egoísta é aquele que depois vai, no mínimo, estacionar o carro na vaga de cadeirante ou de idoso sem pertencer a nenhuma das duas categorias porque “precisava urgentemente”. A urgência dele é sempre maior do que a do outro.
A identidade de uma pessoa não depende apenas de sua índole. Sofre influência do ambiente e da interação até circunstancial com os outros. Por um complexo sistema de trocas subjetivas é que o aprendizado acontece enquanto incorpora valores nos quais acredita. Se ela cresce acostumada à ideia de que precisa de muito, jamais saberá o que é lidar com pouco, não entenderá a diferença entre o que é e o que tem, desenvolvendo grandes chances de buscar aceitação social por aquilo que possui.
Dosar as posses dos nossos filhos é algo que está em nossas mãos durante um certo (e curto) período da vida deles. É uma atitude que, por um lado, ensina um pouco sobre desprendimento e, por outro, auxilia na organização da própria vida. Cabe aos responsáveis estabelecer regras e apresentar propostas sadias para que o quarto do filho - e consequentemente a vida dele - não se torne um depósito infinito de tudo que ele irá ganhar durante a vida.
Crianças requerem atenção redobrada porque são seres em formação. Estão mais propensas a terem o foco desviado. Presas fáceis dos comerciais na televisão, conhecem todos os brinquedos que não têm. Querem quase tudo porque está para nascer o ser humano imune a tanto apelo. Ensinálas nesse ambiente adverso dá mais trabalho. Passa pelo exemplo e pelo convencimento, ou você ouvirá da sua filha de quatro anos que seu armário também está cheio de roupas, quando a ela for negado um novo brinquedinho no mesmo dia em que você tiver comprado uma blusa.
Lá em casa, chegada a hora de se desfazer de brinquedos e roupas, sempre rolam discussões e argumentações que aos poucos constroem nas crianças um pouco dos princípios nos quais eu e meu marido acreditamos. É preciso abrir mão enquanto o brinquedo e a roupa forem úteis e bons a quem os herdar. Não podemos ter vergonha daquilo que estamos doando. E se sentir saudade depois daquilo que perdeu, ótimo, faz parte do crescimento também saber lidar com perdas.
Crianças que possuem demais sofrem do mesmo mal do adulto obrigado a fazer escolhas em demasia todos os dias, não valorizam o que têm, perdem tempo e sentem-se perdidas.
Essa é a lógica que procuro empregar na minha vida, mas quem ouviu aquele disparate da filha de quatro anos fui eu.
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/isabel-clemente/
Em “Lá em casa, chegada a hora de se desfazer de brinquedos e roupas...”, a vírgula foi utilizada
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Unidade de Terapia Intensiva Adulto, com capacidade operacional ativa de 20 leitos, deve dispor de, no mínimo,
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Mulher, 79 anos, internada na Unidade de Terapia Intensiva há 42 dias, com traqueostomia devida à ventilação mecânica prolongada, apresenta úlcera por pressão em região sacral com 18cm de diâmetro com necrose em todo leito da ferida e bordas de espessura fina com tecido granuloso sangrante. Diante desse caso, a classificação da úlcera por pressão e o produto mais adequado para o seu tratamento, respectivamente, é
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Gustavo comeu 3 pedaços de uma pizza inteira, cada pedaço com !$ {\large 1 \over 6} !$ do total. Sendo assim, quanto dessa pizza Gustavo comeu?
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Mulher, 32 anos, com 78Kg de peso corporal, 1,65m de altura, sem antecedentes pessoais, engenheira química, residente no Estado do Paraná, cursava o Programa de Pós-Graduação – Nível Doutorado em São Paulo-SP. Durante o período de disciplinas obrigatórias, permaneceu em um apartamento locado próximo à Universidade, mas, no último semestre de seu curso, retornou para a cidade de origem, onde passava o dia sentada ao computador, digitando dados e redigindo sua tese; foram poucas as vezes que teve que se encontrar com sua orientadora em São Paulo nesse ínterim e para isso utilizou transporte aéreo. Sua defesa pública foi programada para o início de 2014 e no final do ano passado, teve que viajar novamente para São Paulo para orientações finais, mas, com a chegada da época festiva, teve dificuldade para adquirir passagens aéreas, realizando suas viagens de ônibus, tanto na ida como na volta, cada trecho com cerca de 12 horas de duração. Após voltar da segunda viagem em transporte rodoviário, sentia-se fadigada e dispneica aos pequenos esforços, ainda passava grande parte do dia sentada à mesa digitando no computador e, ao procurar o médico com os membros inferiores edemaciados, ele prescreveu ansiolítico, por acreditar que se tratava de estresse. Depois disso, teve que ir mais uma vez para São Paulo de ônibus e, na volta, ligou para seu irmão ir buscá-la de carro devido a uma exaustão intensa. Chegando à cidade de sua residência, foi levada pelo irmão ao hospital e transferida para a Unidade de Terapia Intensiva, devido ao quadro sugestivo de
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Crianças que possuem demais Elas já tendem a acumular muita tralha, não comece essa loucura antes mesmo de elas nascerem, pelo bem delas e do planeta
Isabel Clemente
[...]O excesso que pauta a ideia do que precisamos ter para viver está tirando a noção de muita gente. Desde que os sacos de pipoca quadruplicaram de tamanho passamos a acumular em casa e no corpo os excessos da vida insustentável. Consumimos e comemos demais. A obesidade como epidemia, inclusive entre crianças, é a prova material disso. Está faltando freio. Ostentar virou um modo de vida numa sociedade cheia de peças faltando. E abro um parêntese importante aqui para dizer que mania de acumulação não é privilégio dos ricos, muito menos dos famosos. Pode ser que as celebridades, depois das declarações públicas, promovam uma doação em peso de tudo que ganharam e, para não magoar ninguém, façam segredo disso. Vai saber.
O apego é um hábito ruim e democrático: assola pessoas das mais variadas classes. E não afetam só o fulano que pode se tornar um consumidor compulsivo eternamente insatisfeito, como até pesquisas mostram. Há males nesse comportamento que prejudicam todos ao redor.
Pesquisadores da Northwestern University (EUA ) encontraram uma forte correlação entre indivíduos materialistas e um comportamento antissocial, egoísta e competitivo. Segundo esse estudo, que foi publicado em 2012, a tendência da pessoa materialista é apresentar um nível maior de ansiedade e insatisfação com a própria vida. São pessoas que costumam dar ênfase demais a si mesmas e não se envolvem de forma profunda e colaborativa com os demais, de acordo com os experimentos conduzidos por psicólogos e médicos.
O egoísta é aquele que depois vai, no mínimo, estacionar o carro na vaga de cadeirante ou de idoso sem pertencer a nenhuma das duas categorias porque “precisava urgentemente”. A urgência dele é sempre maior do que a do outro.
A identidade de uma pessoa não depende apenas de sua índole. Sofre influência do ambiente e da interação até circunstancial com os outros. Por um complexo sistema de trocas subjetivas é que o aprendizado acontece enquanto incorpora valores nos quais acredita. Se ela cresce acostumada à ideia de que precisa de muito, jamais saberá o que é lidar com pouco, não entenderá a diferença entre o que é e o que tem, desenvolvendo grandes chances de buscar aceitação social por aquilo que possui.
Dosar as posses dos nossos filhos é algo que está em nossas mãos durante um certo (e curto) período da vida deles. É uma atitude que, por um lado, ensina um pouco sobre desprendimento e, por outro, auxilia na organização da própria vida. Cabe aos responsáveis estabelecer regras e apresentar propostas sadias para que o quarto do filho - e consequentemente a vida dele - não se torne um depósito infinito de tudo que ele irá ganhar durante a vida.
Crianças requerem atenção redobrada porque são seres em formação. Estão mais propensas a terem o foco desviado. Presas fáceis dos comerciais na televisão, conhecem todos os brinquedos que não têm. Querem quase tudo porque está para nascer o ser humano imune a tanto apelo. Ensinálas nesse ambiente adverso dá mais trabalho. Passa pelo exemplo e pelo convencimento, ou você ouvirá da sua filha de quatro anos que seu armário também está cheio de roupas, quando a ela for negado um novo brinquedinho no mesmo dia em que você tiver comprado uma blusa.
Lá em casa, chegada a hora de se desfazer de brinquedos e roupas, sempre rolam discussões e argumentações que aos poucos constroem nas crianças um pouco dos princípios nos quais eu e meu marido acreditamos. É preciso abrir mão enquanto o brinquedo e a roupa forem úteis e bons a quem os herdar. Não podemos ter vergonha daquilo que estamos doando. E se sentir saudade depois daquilo que perdeu, ótimo, faz parte do crescimento também saber lidar com perdas.
Crianças que possuem demais sofrem do mesmo mal do adulto obrigado a fazer escolhas em demasia todos os dias, não valorizam o que têm, perdem tempo e sentem-se perdidas.
Essa é a lógica que procuro empregar na minha vida, mas quem ouviu aquele disparate da filha de quatro anos fui eu.
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“Segundo esse estudo, que foi publicado em 2012, a tendência da pessoa materialista...” No período acima, a oração destacada
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Mulher, 50 anos, diabética, chega ao Setor de Emergência torporosa, desidratada, com respiração profunda, pausa inspiratória, aumento da frequência respiratória e hálito cetônico, sendo transferida para a Unidade de Terapia Intensiva, onde se constatou glicemia capilar de 499mg/ dL e foram obtidos os seguintes resultados na gasometria arterial: pH= 7,10; PaCO2 = 20mmHg; BR = 5mM/L; BE= -18. Diante desse caso, qual é a provável alteração primária do equilíbrio ácidobásico?
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