Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

2289123 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
“F. é uma mulher de meia idade que, após internação com problemas renais, precisará realizar hemodiálise. Como ela nunca fez procedimento parecido e pouco conhece sobre o assunto, encontra-se muito ansiosa com a notícia recém-recebida, sendo que a primeira sessão será no dia seguinte. Diante do caso, assinale a alternativa que corresponde à melhor conduta a ser adotada pelo psicólogo hospitalar.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2289104 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Considerando o Capítulo intitulado “Das Responsabilidades do Psicólogo” segundo o Código de Ética Profissional vigente, assinale a alternativa INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2288882 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
“O paciente precisará passar por um processo psicológico de elaboração de perda e reestruturação de sua imagem corporal e, consequentemente, reorganização do seu eu físico”. O psicólogo hospitalar depara-se com várias situações em sua atuação. A partir da descrição apresentada, assinale a alternativa INCORRETA acerca do procedimento correspondente.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2288768 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
“R. é uma mulher de 48 anos, que está em tratamento por púrpura trombocitopênica idiopática há dois anos. Sempre muito vaidosa, quando descobriu as primeiras manchas roxas em seu corpo, como elas vinham com facilidade, entrou em choque. Ao longo dos anos também teve que se adaptar ao tratamento, que inclui várias internações e uso de corticoides ”. Sobre os aspectos psicológicos da doença crônica, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Crianças que possuem demais Elas já tendem a acumular muita tralha, não comece essa loucura antes mesmo de elas nascerem, pelo bem delas e do planeta

Isabel Clemente

[...]O excesso que pauta a ideia do que precisamos ter para viver está tirando a noção de muita gente. Desde que os sacos de pipoca quadruplicaram de tamanho passamos a acumular em casa e no corpo os excessos da vida insustentável. Consumimos e comemos demais. A obesidade como epidemia, inclusive entre crianças, é a prova material disso. Está faltando freio. Ostentar virou um modo de vida numa sociedade cheia de peças faltando. E abro um parêntese importante aqui para dizer que mania de acumulação não é privilégio dos ricos, muito menos dos famosos. Pode ser que as celebridades, depois das declarações públicas, promovam uma doação em peso de tudo que ganharam e, para não magoar ninguém, façam segredo disso. Vai saber.

O apego é um hábito ruim e democrático: assola pessoas das mais variadas classes. E não afetam só o fulano que pode se tornar um consumidor compulsivo eternamente insatisfeito, como até pesquisas mostram. Há males nesse comportamento que prejudicam todos ao redor.

Pesquisadores da Northwestern University (EUA ) encontraram uma forte correlação entre indivíduos materialistas e um comportamento antissocial, egoísta e competitivo. Segundo esse estudo, que foi publicado em 2012, a tendência da pessoa materialista é apresentar um nível maior de ansiedade e insatisfação com a própria vida. São pessoas que costumam dar ênfase demais a si mesmas e não se envolvem de forma profunda e colaborativa com os demais, de acordo com os experimentos conduzidos por psicólogos e médicos.

O egoísta é aquele que depois vai, no mínimo, estacionar o carro na vaga de cadeirante ou de idoso sem pertencer a nenhuma das duas categorias porque “precisava urgentemente”. A urgência dele é sempre maior do que a do outro.

A identidade de uma pessoa não depende apenas de sua índole. Sofre influência do ambiente e da interação até circunstancial com os outros. Por um complexo sistema de trocas subjetivas é que o aprendizado acontece enquanto incorpora valores nos quais acredita. Se ela cresce acostumada à ideia de que precisa de muito, jamais saberá o que é lidar com pouco, não entenderá a diferença entre o que é e o que tem, desenvolvendo grandes chances de buscar aceitação social por aquilo que possui.

Dosar as posses dos nossos filhos é algo que está em nossas mãos durante um certo (e curto) período da vida deles. É uma atitude que, por um lado, ensina um pouco sobre desprendimento e, por outro, auxilia na organização da própria vida. Cabe aos responsáveis estabelecer regras e apresentar propostas sadias para que o quarto do filho - e consequentemente a vida dele - não se torne um depósito infinito de tudo que ele irá ganhar durante a vida.

Crianças requerem atenção redobrada porque são seres em formação. Estão mais propensas a terem o foco desviado. Presas fáceis dos comerciais na televisão, conhecem todos os brinquedos que não têm. Querem quase tudo porque está para nascer o ser humano imune a tanto apelo. Ensinálas nesse ambiente adverso dá mais trabalho. Passa pelo exemplo e pelo convencimento, ou você ouvirá da sua filha de quatro anos que seu armário também está cheio de roupas, quando a ela for negado um novo brinquedinho no mesmo dia em que você tiver comprado uma blusa.

Lá em casa, chegada a hora de se desfazer de brinquedos e roupas, sempre rolam discussões e argumentações que aos poucos constroem nas crianças um pouco dos princípios nos quais eu e meu marido acreditamos. É preciso abrir mão enquanto o brinquedo e a roupa forem úteis e bons a quem os herdar. Não podemos ter vergonha daquilo que estamos doando. E se sentir saudade depois daquilo que perdeu, ótimo, faz parte do crescimento também saber lidar com perdas.

Crianças que possuem demais sofrem do mesmo mal do adulto obrigado a fazer escolhas em demasia todos os dias, não valorizam o que têm, perdem tempo e sentem-se perdidas.

Essa é a lógica que procuro empregar na minha vida, mas quem ouviu aquele disparate da filha de quatro anos fui eu.

http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/isabel-clemente/

Em “Estão mais propensas a terem o foco desviado.”, a oração destacada exerce função de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2288461 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Considerando a atuação do psicólogo na atenção primária à saúde, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2288054 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
A atuação do profissional “psi” compondo equipes multiprofissionais no tratamento de dependência química vem ganhando espaço cada dia mais. Entretanto, alguns pressupostos básicos são importantes quando se trata do dependente químico. Sobre isso, assinale a INCORRETA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Crianças que possuem demais Elas já tendem a acumular muita tralha, não comece essa loucura antes mesmo de elas nascerem, pelo bem delas e do planeta
Isabel Clemente
[...]O excesso que pauta a ideia do que precisamos ter para viver está tirando a noção de muita gente. Desde que os sacos de pipoca quadruplicaram de tamanho passamos a acumular em casa e no corpo os excessos da vida insustentável. Consumimos e comemos demais. A obesidade como epidemia, inclusive entre crianças, é a prova material disso. Está faltando freio. Ostentar virou um modo de vida numa sociedade cheia de peças faltando. E abro um parêntese importante aqui para dizer que mania de acumulação não é privilégio dos ricos, muito menos dos famosos. Pode ser que as celebridades, depois das declarações públicas, promovam uma doação em peso de tudo que ganharam e, para não magoar ninguém, façam segredo disso. Vai saber.
O apego é um hábito ruim e democrático: assola pessoas das mais variadas classes. E não afetam só o fulano que pode se tornar um consumidor compulsivo eternamente insatisfeito, como até pesquisas mostram. Há males nesse comportamento que prejudicam todos ao redor.
Pesquisadores da Northwestern University (EUA ) encontraram uma forte correlação entre indivíduos materialistas e um comportamento antissocial, egoísta e competitivo. Segundo esse estudo, que foi publicado em 2012, a tendência da pessoa materialista é apresentar um nível maior de ansiedade e insatisfação com a própria vida. São pessoas que costumam dar ênfase demais a si mesmas e não se envolvem de forma profunda e colaborativa com os demais, de acordo com os experimentos conduzidos por psicólogos e médicos.
O egoísta é aquele que depois vai, no mínimo, estacionar o carro na vaga de cadeirante ou de idoso sem pertencer a nenhuma das duas categorias porque “precisava urgentemente”. A urgência dele é sempre maior do que a do outro.
A identidade de uma pessoa não depende apenas de sua índole. Sofre influência do ambiente e da interação até circunstancial com os outros. Por um complexo sistema de trocas subjetivas é que o aprendizado acontece enquanto incorpora valores nos quais acredita. Se ela cresce acostumada à ideia de que precisa de muito, jamais saberá o que é lidar com pouco, não entenderá a diferença entre o que é e o que tem, desenvolvendo grandes chances de buscar aceitação social por aquilo que possui.
Dosar as posses dos nossos filhos é algo que está em nossas mãos durante um certo (e curto) período da vida deles. É uma atitude que, por um lado, ensina um pouco sobre desprendimento e, por outro, auxilia na organização da própria vida. Cabe aos responsáveis estabelecer regras e apresentar propostas sadias para que o quarto do filho - e consequentemente a vida dele - não se torne um depósito infinito de tudo que ele irá ganhar durante a vida.
Crianças requerem atenção redobrada porque são seres em formação. Estão mais propensas a terem o foco desviado. Presas fáceis dos comerciais na televisão, conhecem todos os brinquedos que não têm. Querem quase tudo porque está para nascer o ser humano imune a tanto apelo. Ensinálas nesse ambiente adverso dá mais trabalho. Passa pelo exemplo e pelo convencimento, ou você ouvirá da sua filha de quatro anos que seu armário também está cheio de roupas, quando a ela for negado um novo brinquedinho no mesmo dia em que você tiver comprado uma blusa.
Lá em casa, chegada a hora de se desfazer de brinquedos e roupas, sempre rolam discussões e argumentações que aos poucos constroem nas crianças um pouco dos princípios nos quais eu e meu marido acreditamos. É preciso abrir mão enquanto o brinquedo e a roupa forem úteis e bons a quem os herdar. Não podemos ter vergonha daquilo que estamos doando. E se sentir saudade depois daquilo que perdeu, ótimo, faz parte do crescimento também saber lidar com perdas.
Crianças que possuem demais sofrem do mesmo mal do adulto obrigado a fazer escolhas em demasia todos os dias, não valorizam o que têm, perdem tempo e sentem-se perdidas.
Essa é a lógica que procuro empregar na minha vida, mas quem ouviu aquele disparate da filha de quatro anos fui eu.
http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/isabel-clemente/
“A obesidade como epidemia, inclusive entre crianças, é a prova material disso.” O termo destacado no excerto acima se refere
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2287179 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Assinale a alternativa INCORRETA sobre Análise Institucional.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2286963 Ano: 2014
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Sobre a relação entre a família do paciente e a hospitalização, assinale a alternativa correta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas