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Foram encontradas 50 questões.

Com base na CLT e na NR 10, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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A biomecânica é uma matéria que contribui no processo de adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores. De acordo com esta matéria, assinale a alternativa correta.
 

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Na sala de professores de um colégio, temos 23 professores que passam por lá para aproveitar o intervalo entre as aulas. Quinze professores gostam de tomar café, nove gostam de tomar chá, e cinco não tomam nenhuma das duas bebidas. Sendo assim, o número de professores que tomam café e chá é
 

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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta. Nos termos do art. 9 da Lei Federal nº 12.550, de 15 de dezembro de 2011, a EBSERH será administrada por , com funções deliberativas, e por e contará ainda com e .
 

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A NR-23 estabelece as normas para Proteção contra Incêndios. Quanto às informações que o empregador deve providenciar para todos os

trabalhadores, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. Utilização dos equipamentos de combate ao incêndio.

II. Procedimentos para evacuação dos locais de trabalho com segurança.

III. Os exames médicos periódicos que o trabalhador deverá fazer, até 10 dias após um incêndio.

IV. Dispositivos de alarme existentes.

 

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Nos termos da Constituição Federal, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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Em relação à OIT - Organização Internacional do Trabalho, assinale a alternativa correta.
 

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A NR 17 – “Ergonomia” aborda, dentre outros assuntos, as condições ambientais de trabalho. Em relação a este assunto, de acordo com a NR 17 e a literatura clássica, assinale a alternativa correta.

 

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Por que ser gentil vale a pena Estudos mostram que gentileza traz felicidade a quem a pratica. Projetos se dedicam a multiplicar esta virtude
Verônica Mambrini
Quem tem tempo hoje em dia para segurar uma porta aberta para alguém, dar passagem a outros carros num trânsito cada vez mais maluco, ou cumprimentar as dezenas de pessoas que se chega a encontrar num dia? É difícil ser gentil, mas mais difícil ainda é conviver com a falta de gentileza dos outros. Principalmente ao dar com uma porta fechada na cara, ter a lataria do carro amassada por um apressadinho ou passar pela sensação de ser invisível. A ideia de que ser gentil vale a pena e traz benefícios tem sido comprovada por diversos estudos.
Além disso, vários projetos têm se dedicado a multiplicar essa virtude.
Esses pequenos atos fazem parte da rotina do empresário Ricardo Christe, 36 anos. Quando chega a um restaurante ou precisa ser atendido em um balcão, a primeira coisa que faz é procurar o nome do atendente num crachá, para cumprimentá-lo. “Eu acredito em melhorar como ser humano”, diz. “A forma mais difícil de se transformar é no cotidiano.” Para ele, que olha com desconfiança a sociedade com pessoas cada vez mais ensimesmadas, ouvir mais e se interessar por quem está ao seu redor é o componente básico da gentileza. “As pessoas estão tão ilhadas nos próprios problemas que não conseguem olhar em volta. Todo o resto fica irrelevante”, afirma Christe.
Robert Levine, professor de psicologia da Universidade do Estado da Califórnia, fez uma experiência que comprovou que o cotidiano das grandes cidades não faz nada bem à cortesia. Levine observou a relação entre pressa e gentileza em 36 cidades americanas, avaliando a frequência de gestos como devolver uma caneta que caiu “acidentalmente”, ajudar uma pessoa cega a atravessar a rua ou colocar na caixa de correio uma carta “perdida”. Nova York, terceira cidade mais rápida no estudo, foi considerada a menos gentil. RoRochester, no mesmo Estado, com um ritmo de vida bem mais lento, foi a mais prestativa. A experiência está relatada no livro “A Geografia do Tempo”, de Levine.
Mas, afinal, vale a pena ser gentil? Para a ciência, a resposta é sim. Em um estudo da Universidade da Califórnia, a psicóloga Sonja Lyubomirsky pediu aos participantes que praticassem ações gentis durante dez semanas. Todos registraram aumento na felicidade durante o estudo. Os que praticaram ações variadas, como se oferecer para ajudar a lavar a louça, fazer elogios ou segurar a porta aberta para um estranho passar, registraram níveis mais altos e prolongados de felicidade, em comparação com quem repetiu sempre a mesma atitude com diferentes pessoas. “Gentileza e boa vontade estão relacionadas à felicidade e as pessoas que tentam ser mais gentis no dia a dia tendem a experimentar mais emoções positivas e se tornaram mais alegres”, afirma Sonja. O mecanismo que explica essa relação foi mais esclarecido por um estudo da Universidade Hebraica, em Israel, de 2005. A gentileza está ligada ao gene que libera a dopamina, neurotransmissor que proporciona bem-estar.
Para algumas pessoas, ser gentil não é uma escolha, mas um ofício. É o caso de Carlos de Sá Barbosa, 35 anos, funcionário da Pel Consultoria, responsável pela segurança do Hospital Copa d’Or, no Rio de Janeiro. “Trabalhamos com um público estressado. Ninguém vai a um hospital a passeio”, diz. Na rotina do supervisor de segurança, sorrisos e ouvidos dispostos a escutar são fundamentais. “Você está aqui para resolver o conflito, e não aumentá-lo”, diz. Existem técnicas para não estressar mais a pessoa, como nunca abordar um cliente nervoso pedindo calma, sempre olhar nos olhos do interlocutor e dar uma atenção especial a quem está mais exaltado. “Eu trabalho na área da supervisão - lido com 55 funcionários sob minha responsabilidade, além do público externo. Se não gostar de pessoas, não dá certo”, afirma Barbosa. Marcos Simões, da RH Fácil, empresa que treinou a equipe do Copa d’Or, dá esse tipo de treinamento há 20 anos. “As técnicas existem, mas é importante ter um interesse real no cliente e saber ouvir com atenção”, afirma. A gentileza profissional pode ter um roteiro, mas sem envolvimento sincero não convence.
Adaptado de http://www.istoe.com.br/reportagens/18737_POR%20 QUE%20SER%20GENTIL%20VALE%20A%20PENA/
Assinale a alternativa em que a palavra destacada NÃO é um adjetivo.
 

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Qual é a negação da sentença “Nayara é japonesa ou Luana é morena”?
 

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