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Durante o aleitamento materno, qual é o primeiro passo para a mamada eficiente?
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Sobre a atuação fonoaudiológica na área materno infantil, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Para as ações de educação em saúde, o fonoaudiólogo pode se valer de metodologias ativas, com apresentação de situações-problema que envolvam questões de saúde no pré-natal.
( ) As gestantes serão incentivadas a discutir essas situações e a propor soluções.
( ) As situações-problemas e a resolução das mesmas tem por objetivo desenvolver uma postura ativa nas mulheres participantes, na busca de sua saúde e do seu futuro bebê.
( ) A construção de material educativo pelas próprias gestantes, e que seja organizado pelo fonoaudiólogo, também pode ser uma estratégia interessante para a adesão das mulheres ao programa.
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Na perda auditiva condutiva, o local da lesão encontra-se na orelha externa e/ou média. Assinale a alternativa que NÃO contempla as características da perda auditiva condutiva nos exames de audiometria tonal limiar e imitanciometria.
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A tradição empirista de desenvolvimento da linguagem representada pelo viés skinneriano obedece a condições universais. Assinale a alternativa que NÃO corresponde uma dessas condições.
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Começar a se exercitar depois dos 40 anos não é tarde
demais, diz estudo
demais, diz estudo
Pesquisadores compararam a função cardíaca de homens
que iniciaram a prática de exercícios antes dos 30 e depois
dos 40 anos — e constataram resultados praticamente
idênticos
que iniciaram a prática de exercícios antes dos 30 e depois
dos 40 anos — e constataram resultados praticamente
idênticos
Um estudo apresentado nesta sexta-feira no Congresso EuroPRevent 2014, na Holanda, apontou que começar a fazer exercícios intensos antes dos 30 ou depois dos 40 anos oferece os mesmos efeitos positivos ao coração. Com isso, os pesquisadores concluíram que iniciar a prática de atividade física após os 40 anos não é tarde demais para beneficiar a saúde cardíaca.
Segundo cientistas, começar a realizar exercícios intensos aos 30 ou 40 anos oferece os mesmos benefícios ao coração.
O estudo contou com a participação de 40 homens saudáveis, que não apresentavam riscos cardiovasculares, com idades entre 55 e 70 anos. Os participantes foram divididos de acordo com a quantidade de exercício que realizavam e a idade em que deixaram o sedentarismo. Dez voluntários nunca tinham se exercitado por mais de duas horas por semana em toda a vida e trinta se exercitavam por pelo menos 7 horas semanais por cinco anos seguidos. Dos participantes fisicamente ativos, dezesseis iniciaram na atividade física antes dos 30 anos e catorze depois dos 40. As modalidades escolhidas eram, sobretudo, ciclismo ou corrida. Cada um dos homens foi avaliado por teste ergométrico e ecocardiograma. Os exames constataram que a frequência cardíaca em repouso foi similar entre os dois grupos que faziam atividade física. No caso dos sedentários, a frequência era 10 batidas por minuto (bpm) mais rápida — ou seja, o coração deles precisa de mais batimentos para bombear sangue. O consumo máximo de oxigênio — medida de condicionamento físico — também foi parecido entre os que se exercitavam, mas foi significantemente menor nos sedentários.
Os cientistas constataram que a função diastólica (a capacidade do ventrículo esquerdo de se encher de sangue quando o coração está relaxado) foi melhor nos praticantes de atividades físicas, independentemente da idade em que tenham começado a se exercitar, do que entre sedentários. “Nunca é tarde demais para mudar o estilo de vida e começar a se exercitar. A atividade física sempre será benéfica para o coração e o bem-estar. Trocar o elevador pelas escadas já é um ótimo começo”, diz o coautor da pesquisa David Matelot, da Universidade de Rennes, na França.
Novatos na corrida
Existem regras básicas que valem para todos os iniciantes na corrida – independentemente de idade, condicionamento físico e histórico de saúde. A primeira das regras: embora a corrida seja um esporte prático que não exige equipamentos, é preciso ter um bom tênis. Não precisa ser o modelo mais caro ou mais novo da loja – basta que ele tenha bom amortecimento e seja confortável. Além disso, é indicado que pessoas que praticam corrida sigam uma planilha para controlar a evolução dos treinos. “O ideal é ter uma planilha feita por um professor. Mas, se não for possível, seguir treinos prontos publicados em revistas, por exemplo, é sempre melhor do que não seguir nenhum”, diz o educador físico Renato Dutra. Conhecer o seu próprio condicionamento físico é essencial para saber o ponto de partida da corrida – se mais moderado ou intenso. Por fim, alimentação e hidratação são essenciais antes, durante e depois da prática. “O ideal é beber 200 mililitros de água ou isotônico a cada 15 minutos de corrida”, diz o nutrólogo Celso Cukier.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/noticia/saude/comecar-a-se-exerciar- depois-dos-40-anos-nao-e-tarde-demais-diz-estudo.
Em “A atividade física sempre será benéfica...”, o termo destacado é
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A terapia de deglutição para a reabilitação do paciente disfágico pode ser feita com a utilização ou não de alimento. Assinale a alternativa que NÃO faz parte das manobras de aumento de input sensorial.
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Começar a se exercitar depois dos 40 anos não é tarde
demais, diz estudo
demais, diz estudo
Pesquisadores compararam a função cardíaca de homens
que iniciaram a prática de exercícios antes dos 30 e depois
dos 40 anos — e constataram resultados praticamente
idênticos
que iniciaram a prática de exercícios antes dos 30 e depois
dos 40 anos — e constataram resultados praticamente
idênticos
Um estudo apresentado nesta sexta-feira no Congresso EuroPRevent 2014, na Holanda, apontou que começar a fazer exercícios intensos antes dos 30 ou depois dos 40 anos oferece os mesmos efeitos positivos ao coração. Com isso, os pesquisadores concluíram que iniciar a prática de atividade física após os 40 anos não é tarde demais para beneficiar a saúde cardíaca.
Segundo cientistas, começar a realizar exercícios intensos aos 30 ou 40 anos oferece os mesmos benefícios ao coração.
O estudo contou com a participação de 40 homens saudáveis, que não apresentavam riscos cardiovasculares, com idades entre 55 e 70 anos. Os participantes foram divididos de acordo com a quantidade de exercício que realizavam e a idade em que deixaram o sedentarismo. Dez voluntários nunca tinham se exercitado por mais de duas horas por semana em toda a vida e trinta se exercitavam por pelo menos 7 horas semanais por cinco anos seguidos. Dos participantes fisicamente ativos, dezesseis iniciaram na atividade física antes dos 30 anos e catorze depois dos 40. As modalidades escolhidas eram, sobretudo, ciclismo ou corrida. Cada um dos homens foi avaliado por teste ergométrico e ecocardiograma. Os exames constataram que a frequência cardíaca em repouso foi similar entre os dois grupos que faziam atividade física. No caso dos sedentários, a frequência era 10 batidas por minuto (bpm) mais rápida — ou seja, o coração deles precisa de mais batimentos para bombear sangue. O consumo máximo de oxigênio — medida de condicionamento físico — também foi parecido entre os que se exercitavam, mas foi significantemente menor nos sedentários.
Os cientistas constataram que a função diastólica (a capacidade do ventrículo esquerdo de se encher de sangue quando o coração está relaxado) foi melhor nos praticantes de atividades físicas, independentemente da idade em que tenham começado a se exercitar, do que entre sedentários. “Nunca é tarde demais para mudar o estilo de vida e começar a se exercitar. A atividade física sempre será benéfica para o coração e o bem-estar. Trocar o elevador pelas escadas já é um ótimo começo”, diz o coautor da pesquisa David Matelot, da Universidade de Rennes, na França.
Novatos na corrida
Existem regras básicas que valem para todos os iniciantes na corrida – independentemente de idade, condicionamento físico e histórico de saúde. A primeira das regras: embora a corrida seja um esporte prático que não exige equipamentos, é preciso ter um bom tênis. Não precisa ser o modelo mais caro ou mais novo da loja – basta que ele tenha bom amortecimento e seja confortável. Além disso, é indicado que pessoas que praticam corrida sigam uma planilha para controlar a evolução dos treinos. “O ideal é ter uma planilha feita por um professor. Mas, se não for possível, seguir treinos prontos publicados em revistas, por exemplo, é sempre melhor do que não seguir nenhum”, diz o educador físico Renato Dutra. Conhecer o seu próprio condicionamento físico é essencial para saber o ponto de partida da corrida – se mais moderado ou intenso. Por fim, alimentação e hidratação são essenciais antes, durante e depois da prática. “O ideal é beber 200 mililitros de água ou isotônico a cada 15 minutos de corrida”, diz o nutrólogo Celso Cukier.
Adaptado de http://veja.abril.com.br/noticia/saude/comecar-a-se-exerciar- depois-dos-40-anos-nao-e-tarde-demais-diz-estudo.
Em “O estudo contou com a participação de 40 homens saudáveis, que não apresentavam riscos cardiovasculares, com idades entre 55 e 70 anos...” as vírgulas foram utilizadas para
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Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
“O sintoma vocal primário que o paciente portador de Miastenia Grave apresenta é , em decorrência da dos músculos esqueléticos (voluntários) do corpo e das pregas vocais”.
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Analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas no que tange à terapia das dislexias adquiridas.
I. Os estudos das dislexias adquiridas, sob o enfoque da neuropsicologia cognitiva, têm possibilitado compreender os diferentes mecanismos cognitivos envolvidos na leitura.
II. Os benefícios estão relacionados apenas à elaboração e à confirmação de modelos teóricos da habilidade de leitura.
III. O primeiro passo para a reabilitação da dislexia baseada na abordagem da neuropsicologia cognitiva é a realização de uma avaliação detalhada da leitura, a fim de determinar as vias íntegras e as comprometidas.
IV. É importante ressaltar que basta apenas o diagnóstico do tipo de dislexia para propor um tratamento de reabilitação.
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Assinale a alternativa correta que corresponde ao nome do exame descrito a seguir:
“Exame complementar no diagnóstico e no tratamento das alterações miofuncionais orofaciais, uma vez que registra os potenciais de ação das fibras musculares durante espaço e tempo determinados”.
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