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Foram encontradas 50 questões.

2294343 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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A proposição p → q é equivalente a
 

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2294342 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Minha mãe fez uma jarra de suco de laranja. Eu tomei 2/5 da quantidade de suco que havia na jarra e, em seguida, meu irmão bebeu 1/3 do restante. Qual é a fração da quantidade inicial de suco que meu irmão bebeu?
 

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2294341 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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A lista de desejos Rosely Sayao
Acabou a graça de dar presentes em situações de comemoração e celebração, não é? Hoje, temos listas para quase todas as ocasiões: casamento, chá de cozinha e seus similares – e há similares espantosos, como chá de lingerie –, nascimento de filho e chá de bebê, e agora até para aniversário.

Presente para os filhos? Tudo eles já pediram e apenas mudam, de vez em quando ou frequentemente, a ordem das suas prioridades. Quem tem filho tem sempre à sua disposição uma lista de pedidos de presentes feita por ele, que pode crescer diariamente, e que tanto pode ser informal quanto formal.

A filha de uma amiga, por exemplo, tem uma lista na bolsa escrita à mão pelo filho, que tem a liberdade de sacá-la a qualquer momento para fazer as mudanças que ele julgar necessárias. Ah! E ela funciona tanto como lista de pedidos como também de “checklist" porque, dessa maneira, o garoto controla o que já recebeu e o que ainda está por vir. Sim: essas listas são quase uma garantia de conseguir ter o pedido atendido.

Ninguém mais precisa ter trabalho ao comprar um presente para um conhecido, para um colega de trabalho, para alguma criança e até amigo. Sabe aquele esforço de pensar na pessoa que vai receber o presente e de imaginar o que ela gostaria de ganhar, o que tem relação com ela e seu modo de ser e de viver? Pois é: agora, basta um telefonema ou uma passada rápida nas lojas físicas ou virtuais em que as listas estão, ou até mesmo pedir para uma outra pessoa realizar tal tarefa, e pronto! Problema resolvido!

Não é preciso mais o investimento pessoal do pensar em algo, de procurar até encontrar, de bater perna e cabeça até sentir-se satisfeito com a escolha feita que, além de tudo, precisaria estar dentro do orçamento disponível para tal. Hoje, o presente custa só o gasto financeiro e nem precisa estar dentro do orçamento porque, para não transgredir a lista, às vezes é preciso parcelar o presente em diversas prestações...

E, assim que os convites chegam, acompanhados sem discrição alguma das listas, é uma correria dos convidados para efetuar sem demora sua compra. É que os presentes menos custosos são os primeiros a serem ticados nas listas, e quem demora para cumprir seu compromisso acaba gastando um pouco mais do que gostaria.

Se, por um lado, dar presentes deixou de dar trabalho, por outro deixou também totalmente excluído do ato de presentear o relacionamento entre as pessoas envolvidas. Ganho para o mercado de consumo, perda para as relações humanas afetivas.

Os presentes se tornaram impessoais, objetos de utilidade ou de luxo desejados. Acabou-se o que era doce no que já foi, num passado recente, uma demonstração pessoal de carinho.

Sabe, caro leitor, aquela expressão de surpresa gostosa, ou de um pequeno susto que insiste em se expressar, apesar da vontade de querer que ele passe despercebido, quando recebíamos um mimo? Ou aquela frase transparente de criança, que nunca deixa por menos: “Eu não quero isso!"? Tudo isso acabou. Hoje, tudo o que ocorre é uma operação mental dupla. Quem recebe apenas tica algum item da lista elaborada, e quem presenteia dá-se por satisfeito por ter cumprido seu compromisso.

Que tempos mais chatos. Resta, a quem tiver coragem, a possibilidade de transgredir essas tais listas. Assim, é possível tornar a vida mais saborosa.

Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
roselysayao/2014/07/1489356-a-lista-de-desejos.shtml
Em “... às vezes é preciso parcelar o presente em diversas prestações...”, podemos afirmar que nesse caso a crase foi utilizada
 

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1025094 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Relato Clínico: Um cirurgião plástico do hospital solicitou ao psicólogo que faça uma apreciação clínica documentada de maior abrangência possível sobre uma paciente. Relata que essa paciente já fez algumas cirurgias de pequeno porte. Na última consulta no hospital, a paciente manifestou um sofrimento psíquico intenso, com uma marca no corpo. Diz a paciente que tal marca lhe impede de viver bem, causando prejuízos para sua vida social e ocupacional. O cirurgião relata que a paciente traz marcas reais e outras que ele acredita não se justificarem intervenção. São, porém, percebidas por ela de modo diferente. Tais percepções são provocadas por uma insatisfação corporal intensa. O médico acrescenta, ao seu relato, que ela apresenta um corpo com tatuagens e outros sinais. Sua insatisfação com seu corpo é constante e em diversas partes. Agora ela incomodou-se com locais no corpo onde não há relevância para intervenção. A paciente acredita que os olhares nos ambientes em que frequenta são dirigidos para essa marca, motivo que a faz solicitar ao médico agendamento de nova intervenção.


O psicólogo insere também no seu documento a classificação de sua hipótese diagnóstica para apresentar ao médico. Esse profissional utiliza da Classificação Internacional de Doenças (CID–10) para indicar as possibilidades do transtorno mental e comportamental descrito. De acordo com o relato clínico, a situação enquadra-se no código

 

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1025093 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Relato Clínico: Um cirurgião plástico do hospital solicitou ao psicólogo que faça uma apreciação clínica documentada de maior abrangência possível sobre uma paciente. Relata que essa paciente já fez algumas cirurgias de pequeno porte. Na última consulta no hospital, a paciente manifestou um sofrimento psíquico intenso, com uma marca no corpo. Diz a paciente que tal marca lhe impede de viver bem, causando prejuízos para sua vida social e ocupacional. O cirurgião relata que a paciente traz marcas reais e outras que ele acredita não se justificarem intervenção. São, porém, percebidas por ela de modo diferente. Tais percepções são provocadas por uma insatisfação corporal intensa. O médico acrescenta, ao seu relato, que ela apresenta um corpo com tatuagens e outros sinais. Sua insatisfação com seu corpo é constante e em diversas partes. Agora ela incomodou-se com locais no corpo onde não há relevância para intervenção. A paciente acredita que os olhares nos ambientes em que frequenta são dirigidos para essa marca, motivo que a faz solicitar ao médico agendamento de nova intervenção.


Ao ouvir a solicitação do médico da equipe, o primeiro raciocínio que o psicólogo identifica em seu pensamento diz respeito ao fato de a

 

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1025092 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Acerca das atitudes diante da morte e do morrer (estágios: negação e isolamento; raiva; barganha; depressão e aceitação) vividos pelo paciente terminal e seus familiares, é correto afirmar que
 

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1025022 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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No contexto da análise institucional, hospital como instituição, torna-se altamente ansiogênico o contato diário com os problemas como doença e/ou morte. Manifestações defensivas podem emergir no comportamento dos profissionais no hospital.

Um tipo comum e de fácil reconhecimento, que gera tensão nas equipes, identifica-se pela

 

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1025021 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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O hospitalismo e a burocratização que envolve o ser doente significam, em última instância, a alienação e o esvaziamento da condição humana. A psicologia institucional aplicada aos hospitais é eficaz e contribui na promoção da saúde. A proposta inovadora, inserindo o psicólogo no campo hospitalar, originou-se do trabalho de
 

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1025020 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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O trabalho em psicologia institucional requer cada vez mais investigações que nos permitam ter clareza sobre os métodos e técnicas empregadas. No âmbito da psicologia institucional, o método utilizado é
 

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1025019 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Sobre a ética aplicada à pratica da saúde mental, o psicólogo inserido nestas equipes hospitalares tem uma ética própria que se aplica ao aspecto
 

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