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Foram encontradas 50 questões.

1025076 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Tricotilomania (arrancar o próprio cabelo, a sobrancelha ou os cílios) é um forte indício de doença
 

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1025075 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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As parestesias corporais, quando de origem não neurológica, acometem pacientes
 

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1025074 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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O nascimento de uma criança com doença grave representa, para os pais, uma ruptura das expectativas construídas em torno do filho “normal”, tornando a condição insustentável. Após esse diagnóstico, essa reação dos pais é explicada pelo mecanismo de
 

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1025073 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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A psicoterapia breve infantil pode ser dividida em fases. São elas
 

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1025072 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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São técnicas que podem ser usadas em terapia grupal com pacientes somáticos, EXCETO
 

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1025071 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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A área da psicologia da saúde, que envolve relações humanas e de trabalho, atua
 

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1025070 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Um aspecto da psicologia da saúde que é tema recorrente em pesquisa é/são:
 

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1024971 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Existem doentes, ao invés de doença. Ao ampliar o enfoque da doença para além do corpo real, orgânico, abre-se para o enfoque biopsicossocial e espiritual. Sendo assim, os pacientes se excluem ou se incluem no contexto ora doença, ora doente. Os doentes que se excluem dessa visão são os pacientes
 

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1024965 Ano: 2015
Disciplina: Psicologia
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
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Pacientes com enfermidade renal crônica, em tratamento hemodialítico, apresentam como queixa principal a adaptação ao tratamento e questões relacionadas à morte. Nessa perspectiva, o trabalho do psicólogo em uma unidade de hemodiálise abrange não só o paciente. Os planos de trabalho possíveis são:
 

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2294282 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: AOCP
Orgão: EBSERH
Para coibir falsificações, remédios devem
ganhar “RG" até o final de 2016

Débora Nogueira - Do UOL - 23/07/2015

A caixinha de remédio como você conhece deve mudar em breve. A partir do final de 2016, deve começar a valer a lei de rastreabilidade dos medicamentos, que determina que cada caixinha será rastreável a partir de um código 2D (em duas dimensões). Estima-se que um a cada cinco medicamentos vendidos no Brasil seja falsificado, segundo a OMS.

Essa espécie de “RG dos remédios" servirá para que as agências regulatórias como a Anvisa possam saber o caminho que um medicamento faz, desde o momento da fabricação até a comercialização. O consumidor também terá parte nisso: será possível verificar a partir do código da caixa se o remédio é verdadeiro. As indústrias farmacêuticas que operam no Brasil devem ter três lotes testes rastreáveis até dezembro de 2015 e todo o sistema implantado até dezembro de 2016.

Porém, há uma disputa em jogo que pode levar o prazo de adequação para só depois de 2025. As informações sobre o consumo de medicamentos de todos os brasileiros, e portanto as informações de demanda e vendas, são muito valiosas.

Hoje, a indústria farmacêutica gasta um grande valor para obter informações sobre a venda de remédios para poder definir estratégias de marketing e a atuação dos representantes de laboratórios junto aos médicos (que podem até ganhar dinheiro e viagens pelo número de prescrições). Existem empresas que pagam farmácias para obter dados de médicos, números de vendas etc. e, então, os vendem à indústria.

Com a lei, aprovada em 2009, toda essa informação seria passada para o governo. Mas a regulamentação feita pela Anvisa em 2013 não explicita como seriam armazenadas essas informações e quem teria acesso a elas. Apenas fica determinado que a indústria é responsável pela segurança da cadeia desde a saída da fábrica até chegar ao consumidor final.

As redes de drogarias e farmácias, representadas pela Abrafarma (Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias), criticam o fato das farmácias terem de reportar cada venda às farmacêuticas. Com a lei da rastreabilidade, cada modificação de lugar do medicamento (da fábrica para a farmácia e farmácia para o consumidor) deve ser informada. “Isto é um verdadeiro absurdo contra a privacidade da informação prevista na Constituição. Com todas essas informações à mão, fabricantes poderão alijar empresas, manipular preços e dominar a concorrência", afirmou o presidente executivo da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto, em nota.


Além disso, as redes de farmácias pedem um prazo maior. “Mais de 180 mil estabelecimentos - entre farmácias, hospitais e postos de saúde – terão de se adequar tecnologicamente. Será uma complexa operação logística", disse.

Há um projeto de lei em tramitação no Senado que pede alterações no envio de informações sobre os medicamentos e propõe um prazo maior para adequação. No projeto, do senador Humberto Costa (PT), é proposto que cada membro da cadeia tenha seu próprio banco de dados, acessível pelo Sistema Nacional de Controle de Medicamentos -- para que o governo federal construa seu próprio banco de dados para armazenar e consultar todas as movimentações dos medicamentos. Junto a essa demanda, o senador pede mais 10 anos após a aprovação da lei para que todos se adequem, ou seja, o rastreamento só passaria a valer a partir de 2025. O senador afirmou que o prazo de dez anos pode não ser necessário e que o projeto de lei pode ser modificado antes de ser colocado em votação.

A Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), que reúne 55 empresas farmacêuticas que respondem por mais de 50% dos medicamentos comercializados no Brasil, afirma estar preparada para se adequar à lei e produzir cerca de 4 bilhões de caixinhas por ano com o código individual para o rastreamento. “Já estamos preparados para cumprir as diretrizes. A lei de rastreabilidade é muito importante não só para evitar a falsificação mas também para aumentar a transparência ao longo da cadeia farmacêutica com o recolhimento correto de tributos e o combate ao roubo de cargas", afirmou o diretor de assuntos econômicos da Interfarma, Marcelo Liebhardt.

Segundo a Anvisa, a adaptação não deve encarecer o produto final: “a implantação do rastreamento de medicamentos promove um retorno significativo na redução de custos de produção, de controles e gerenciamento de estoques, evitando perdas e impulsionando o processo produtivo e de disponibilização de produtos".

Texto adaptado. Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/...
De acordo com o texto, é possível afirmar que, com a nova lei,
Questão Anulada

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