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LANÇADA NA ONU INICIATIVA PARA PROMOVER A INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA ATRAVÉS DA MÍDIA
A brasileira Patrícia Almeida, fundadora da GADIM (Aliança Global para Inclusão das Pessoas com Deficiência através da Mídia e do Entretenimento), participou da Programação oficial do Fórum Social 2016, na ONU, em Genebra, falando do papel da mídia no painel sobre a Implementação da Agenda 2030 à luz da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: O Futuro que Queremos. Ela defendeu a utilização dos meios de comunicação para desconstrução de esteriótipos e da cultura capacitista reinante, que considera pessoas com deficiência como tendo menos valor do que pessoas sem deficiência. A fundadora da GADIM citou como exemplos positivos de marketing social as novelas que incluem personagens com deficiência, construídos em parceria com organizações de pessoas com deficiência, e destacou a novela “Páginas da Vida”, da TV Globo, que, segundo ela, contribuiu para um avanço na transição do sistema de educação especial para a educação inclusiva. Ela concluiu chamando os países a cumprirem o Artigo 8 da Convenção, sobre Conscientização, que prevê a participação da mídia para a garantia dos direitos das pessoas com deficiência.
Cátia Malaquias, cofundadora da GADIM e fundadora da Starting with Julius, organização que promove a inclusão de modelos com deficiência na publicidade na Austrália, falou sobre a importância das pessoas com deficiência serem vistas como consumidoras, funcionárias e prestadoras de serviço.
Na conclusão do painel, Patrícia Almeida convocou o movimento social dos diferentes países a cobrar de seus governos medidas concretas em cumprimento do Artigo 8. Ela afirmou a cultura vigente gera discriminação e barreiras que impedem que outros artigos importantes da Convenção sejam cumpridos, e a inclusão na mídia de maneira positiva tem o poder de acelerar o processo de mudança cultural.
Fonte: http://www.inclusive.org.br/arquivos/29803
Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a seguir.
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Embora seja importante em todos os tipos de cuidado de pacientes, a comunicação efetiva é particularmente importante na assistência em saúde mental. Em relação à comunicação efetiva, assinale a alternativa correta.
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Paciente de 33 anos, sexo feminino, relata medo intenso, evitando situações ou lugares de que pode ser difícil ou constrangedor sair ou em que é possível não haver ajuda disponível. Relata ter medo de vir a ter um ataque de pânico ou sintomas de pânico e não poder chegar a algum lugar seguro. Pode-se afirmar que essa paciente está apresentando uma condição do tipo
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“OS DESAFIOS DA VIDA EM SOCIEDADE”.
Crônica do Major Irlando.
O instinto gregário naturalmente nos impulsiona a viver em grupo. Ninguém há que consiga viver tal qual um ermitão, um eremita, insulado de tudo e de todos. Afinal, precisamos uns dos outros! Mas… como viver em grupo sem conflitos?
A vida em sociedade impõe condutas que vão desde o respeito ao próximo, até o cumprimento de todas as regras e normas que nos são apresentadas, como forma de fruirmos uma convivência pacífica e harmoniosa. Desta forma, não cabem atitudes individualistas, egoísticas, as quais apenas atendem aos anseios próprios. Assim, a vontade individual jamais poderá se sobrepujar à coletiva. Infelizmente, nem todos são dotados desse nível de entendimento e consciência, e disso resultam os problemas, as intrigas, os conflitos, enfim.
A grande maioria de nós ainda precisa de polícia, a fim de fiscalizar as nossas atitudes. A sós, tendemos a infringir, a violar! Obviamente, não podemos generalizar, mas o nosso nível evolutivo ainda não está suficientemente avançado de modo a possibilitar-nos condutas retas, probas e dignas, em todos os aspectos.
Como o nosso orbe está sempre apresentando uma densidade demográfica exorbitante, pois atualmente já somamos mais de sete bilhões de seres humanos, urge a necessidade de uma mudança de atitude comportamental, de todos nós, a qual nos levará a uma convivência agradável, minimizando os inúmeros conflitos sociais.
Sócrates (370 a. C.), o eminente filósofo grego, já nos convidava à viagem interior, através da qual analisaríamos não os fatores externos que permeiam nossas vidas, mas a nossa essência espiritual, possibilitando o descobrimento das nossas mazelas morais para as trabalharmos, num eterno processo de burilamento do nosso caráter, da nossa personalidade. Diante do Oráculo de Delfos, o referido filósofo se deparou com uma frase inquietadora: “Homem, conhece-te a ti mesmo!” Isso nos levaria a essa autoanálise, ao autodescobrimento para, a partir daí, buscarmos seguir o valioso ensinamento de Santo Agostinho: sermos hoje melhores do que fomos ontem, e amanhã melhores do que estamos sendo hoje!
Sabemos que qualquer mudança no campo social se dá a longo prazo, porque envolve hábitos e costumes, os quais, via de regra, necessitam de tempo para serem alterados. Contudo, que possamos encetar os primeiros passos, buscando fazer a nossa parte, acreditando que estaremos semeando não para nós, mas, quiçá, para nossos descendentes, a fim de contribuirmos para um mundo melhor.
Texto adaptado. Fonte: http://macaubasonoff.com.br/os-desafios-davida- em-sociedade-cronica-do-major-irlando/
Assinale a alternativa em que está evidente o posicionamento do autor do texto.
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Paciente de 25 anos, sexo feminino, vem apresentando instabilidade afetiva, relacionamentos intensos e instáveis, impulsividade, instabilidade da autoimagem, sentimento crônico de vazio, esforços para evitar o abandono, raiva intensa e sem controle, autolesões repetitivas, tentativas de suicídio, ideação paranoide transitória e sintomas dissociativos. Essas são as principais características do transtorno da personalidade do tipo
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“OS DESAFIOS DA VIDA EM SOCIEDADE”.
Crônica do Major Irlando.
O instinto gregário naturalmente nos impulsiona a viver em grupo. Ninguém há que consiga viver tal qual um ermitão, um eremita, insulado de tudo e de todos. Afinal, precisamos uns dos outros! Mas… como viver em grupo sem conflitos?
A vida em sociedade impõe condutas que vão desde o respeito ao próximo, até o cumprimento de todas as regras e normas que nos são apresentadas, como forma de fruirmos uma convivência pacífica e harmoniosa. Desta forma, não cabem atitudes individualistas, egoísticas, as quais apenas atendem aos anseios próprios. Assim, a vontade individual jamais poderá se sobrepujar à coletiva. Infelizmente, nem todos são dotados desse nível de entendimento e consciência, e disso resultam os problemas, as intrigas, os conflitos, enfim.
A grande maioria de nós ainda precisa de polícia, a fim de fiscalizar as nossas atitudes. A sós, tendemos a infringir, a violar! Obviamente, não podemos generalizar, mas o nosso nível evolutivo ainda não está suficientemente avançado de modo a possibilitar-nos condutas retas, probas e dignas, em todos os aspectos.
Como o nosso orbe está sempre apresentando uma densidade demográfica exorbitante, pois atualmente já somamos mais de sete bilhões de seres humanos, urge a necessidade de uma mudança de atitude comportamental, de todos nós, a qual nos levará a uma convivência agradável, minimizando os inúmeros conflitos sociais.
Sócrates (370 a. C.), o eminente filósofo grego, já nos convidava à viagem interior, através da qual analisaríamos não os fatores externos que permeiam nossas vidas, mas a nossa essência espiritual, possibilitando o descobrimento das nossas mazelas morais para as trabalharmos, num eterno processo de burilamento do nosso caráter, da nossa personalidade. Diante do Oráculo de Delfos, o referido filósofo se deparou com uma frase inquietadora: “Homem, conhece-te a ti mesmo!” Isso nos levaria a essa autoanálise, ao autodescobrimento para, a partir daí, buscarmos seguir o valioso ensinamento de Santo Agostinho: sermos hoje melhores do que fomos ontem, e amanhã melhores do que estamos sendo hoje!
Sabemos que qualquer mudança no campo social se dá a longo prazo, porque envolve hábitos e costumes, os quais, via de regra, necessitam de tempo para serem alterados. Contudo, que possamos encetar os primeiros passos, buscando fazer a nossa parte, acreditando que estaremos semeando não para nós, mas, quiçá, para nossos descendentes, a fim de contribuirmos para um mundo melhor.
Texto adaptado. Fonte: http://macaubasonoff.com.br/os-desafios-davida- em-sociedade-cronica-do-major-irlando/
Assinale a alternativa cuja estrutura sintática aceita outra concordância verbal.
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Denomina-se grupo de risco um conjunto de pessoas que, por apresentarem determinados atributos, ou por terem sido expostas a circunstâncias específicas, denominadas fatores de risco, passam a ter maior probabilidade de desenvolver uma doença ou condição clínica. Assinale a alternativa que corresponde a fatores de risco para o suicídio.
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LANÇADA NA ONU INICIATIVA PARA PROMOVER A INCLUSÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA ATRAVÉS DA MÍDIA
A brasileira Patrícia Almeida, fundadora da GADIM (Aliança Global para Inclusão das Pessoas com Deficiência através da Mídia e do Entretenimento), participou da Programação oficial do Fórum Social 2016, na ONU, em Genebra, falando do papel da mídia no painel sobre a Implementação da Agenda 2030 à luz da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência: O Futuro que Queremos. Ela defendeu a utilização dos meios de comunicação para desconstrução de esteriótipos e da cultura capacitista reinante, que considera pessoas com deficiência como tendo menos valor do que pessoas sem deficiência. A fundadora da GADIM citou como exemplos positivos de marketing social as novelas que incluem personagens com deficiência, construídos em parceria com organizações de pessoas com deficiência, e destacou a novela “Páginas da Vida”, da TV Globo, que, segundo ela, contribuiu para um avanço na transição do sistema de educação especial para a educação inclusiva. Ela concluiu chamando os países a cumprirem o Artigo 8 da Convenção, sobre Conscientização, que prevê a participação da mídia para a garantia dos direitos das pessoas com deficiência.
Cátia Malaquias, cofundadora da GADIM e fundadora da Starting with Julius, organização que promove a inclusão de modelos com deficiência na publicidade na Austrália, falou sobre a importância das pessoas com deficiência serem vistas como consumidoras, funcionárias e prestadoras de serviço.
Na conclusão do painel, Patrícia Almeida convocou o movimento social dos diferentes países a cobrar de seus governos medidas concretas em cumprimento do Artigo 8. Ela afirmou a cultura vigente gera discriminação e barreiras que impedem que outros artigos importantes da Convenção sejam cumpridos, e a inclusão na mídia de maneira positiva tem o poder de acelerar o processo de mudança cultural.
Fonte: http://www.inclusive.org.br/arquivos/29803
“A brasileira Patricia Almeida, fundadora da GADIM (Aliança Global para Inclusão das Pessoas com Deficiência através da Mídia e do Entretenimento), participou da Programação oficial do Fórum Social 2016, na ONU, em Genebra [...]”. Assinale a alternativa correta quanto ao que se afirma a respeito da pontuação desse excerto.
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O pesar é um estado subjetivo de respostas emocionais, físicas e sociais à perda de uma entidade a que se dá valor. Em relação aos estágios do pesar e os sentimentos e comportamentos que um indivíduo apresenta em resposta a uma perda real, percebida ou esperada, relacione os estágios às suas respectivas descrições, e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Negação.
2. Raiva.
3. Barganha.
4. Depressão.
5. Aceitação.
( ) Durante esse estágio é sentido todo o impacto da perda. A sensação da perda é intensa e os sentimentos de tristeza predominam.
( ) Surge quando o indivíduo começa a considerar a hipótese da perda, e perante isso tenta negociar, na maioria das vezes com Deus, para que esta não seja verdade. As negociações com Deus são sempre sob forma de promessas ou sacrifícios.
( ) Esse estágio traz um sentimento de paz em relação à perda ocorrida. É um período de expectativa tranquila e de resignação. O foco é na realidade da perda e em seu significado para os indivíduos por ela afetados.
( ) Esse é um estágio de choque e descrença. A realidade da perda não é reconhecida. É um mecanismo protetor que possibilita ao indivíduo um ajuste imediato enquanto organiza estratégias de defesa mais eficazes.
( ) São comuns a inveja e o ressentimento em relação aos indivíduos não afetados pela perda. Pode ser dirigida a si próprio ou deslocada para os entes queridos, responsáveis pelo cuidado, ou até mesmo Deus. Pode haver uma preocupação com uma imagem idealizada daquilo que se perdeu.
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Em relação ao papel e às funções do enfermeiro em saúde mental ou psiquiatria, assinale a alternativa INCORRETA.
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