Foram encontradas 80 questões.
Uma mulher de 50 anos procura clínico geral porque vem
apresentando dor de cabeça contínua há mais de 1 mês. A dor é
holocraniana, de intensidade moderada. Na última semana,
apresentou episódios de vômitos e mal-estar. Por mais de uma
vez, durante este mês, sentiu por minutos um cheiro
desagradável em associação com sensação de
“desconhecimento” do ambiente, e hoje, pela manhã, após sentir
o cheiro ruim, apresentou, segundo a família, uma convulsão. Na
emergência, o exame neurológico era normal, exceto por edema
de papila bilateral ao exame do fundo do olho.
A conduta obrigatória neste momento é:
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Um paciente de 60 anos queixa-se de parestesias e dor em pés
iniciadas há mais de 3 anos, que vêm se agravando lentamente e
afetaram as mãos no último ano. O exame neurológico
demonstra leve hipoestesia tátil, térmica e dolorosa distalmente
abaixo dos cotovelos e joelhos. Apresenta força grau V nos 4
membros com reflexos preservados bilateralmente e
propriocepção preservada. Não há comorbidades conhecidas.
Quanto à investigação desse tipo de neuropatia, é correto afirmar que:
Quanto à investigação desse tipo de neuropatia, é correto afirmar que:
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Paciente de 68 anos apresenta quadro agudo de dor no olho
direito, acompanhado de ptose e paralisia para adução e
movimentos verticais desse olho. Ao exame neurológico,
observam-se as alterações citadas, estrabismo divergente do olho
direito ao repouso e preservação do reflexo fotomotor direto e
consensual. Não há outras alterações neurológicas.
Uma hipótese etiológica para este quadro é:
Uma hipótese etiológica para este quadro é:
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Paciente, 30 anos, sexo feminino, obesa e tabagista, procura
avaliação neurológica com queixa de dor em queimação na
região palmar da mão direita, que se estende do 1º dedo à
metade radial do 4º dedo. A dor é mais intensa à noite. Ao
exame, observa-se discreta atrofia da região tenar e incapacidade
de realizar a oponência do polegar.
O diagnóstico topográfico é consistente com nervo:
O diagnóstico topográfico é consistente com nervo:
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Homem, 38 anos, sem comorbidades prévias, procura
pronto-socorro com queixa de dormência e formigamento nos
pés associados a lombalgia iniciados há 3 dias. Foi avaliado e
liberado para casa com analgesia. Uma semana depois, ele
retorna com incapacidade para deambular e dormência nas mãos
há 24 horas. Ao exame, apresenta paraparesia (MRC=2), reflexos
aquileus e patelares abolidos, sinal de Lasegue positivo
bilateralmente e exame da sensibilidade normal.
Nesse cenário clínico, a confirmação do diagnóstico depende de:
Nesse cenário clínico, a confirmação do diagnóstico depende de:
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Mulher de 23 anos apresenta, desde a adolescência, cefaleia
hemicraniana de média a forte intensidade, pulsátil, associada a
foto e fonofobia, náuseas, que dura em geral de 6 a 8 horas,
melhorando após o sono. Em função da frequência das crises de
cefaleia, ela vem usando analgésicos comuns 15 dias por mês nos
últimos 3 meses. A mãe apresentava, até os 50 anos de idade,
quadro semelhante. Os exames laboratoriais e de neuroimagem
foram normais.
Diante desse cenário, a conduta inicial é:
Diante desse cenário, a conduta inicial é:
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Paciente feminina, 59 anos, com diagnóstico de esclerose
múltipla há 10 anos, sem tratamento preventivo, procura
neurologista com quadro de episódios recorrentes de dor facial
unilateral em região mandibular à esquerda em choque e de forte
intensidade há 1 mês. A dor dura segundos. A ressonância
magnética de crânio evidenciou lesões hiperintensas em T2/FLAIR
em substância branca periventricular e justacortical bilateral, sem
captação de contraste.
A opção terapêutica de escolha é:
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Homem de 34 anos procura neurologista por estar apresentando,
há 3 meses, dor na cabeça, que a cada dia se agrava. Nos últimos
dias não pôde trabalhar por vômitos pela manhã, mal-estar e
tonteira. Nega diabetes, hipertensão e trauma craniano. Recordase de parotidite há 6 meses. O exame neurológico é normal
exceto pela perda de contorno papilar com áreas de hemorragia
retiniana bilateralmente e paresia bilateral da abdução do globo
ocular.
A tomografia de crânio excluiu processos expansivos e indicou a causa, sendo o paciente encaminhado para neurocirurgia com o seguinte diagnóstico:
A tomografia de crânio excluiu processos expansivos e indicou a causa, sendo o paciente encaminhado para neurocirurgia com o seguinte diagnóstico:
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Uma mulher de 42 anos é atendida na emergência com intensa
dor na cabeça iniciada três dias antes. Relata ter dor de cabeça
há muitos anos, de forma periódica, com períodos de acalmia,
diagnosticada como enxaqueca. Sua mãe também sofrera disso
até a velhice. Diferentemente das crises anteriores, desta vez a
dor não melhorou com analgésicos, é holocraniana e contínua e
irradia para a nuca. Além da dor, está vendo os objetos
“duplicados” e hoje acordou sem conseguir abrir o olho direito. O
exame confirma a queixa e indica midríase paralitica à direita.
Diante desse quadro a hipótese etiológica é:
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Um paciente de 46 anos é levado ao pronto-socorro por seus
familiares por ter apresentado crise convulsiva em sua residência.
Segundo o relato, ele iniciara, há 4 dias, um quadro de cefaleia de
forte intensidade, com alterações comportamentais e febre alta.
Ao exame, encontrava-se desorientado, sonolento e com
hemiparesia à esquerda. A pressão arterial era de 110 x 88 mmHg
e a frequência cardíaca, de 98 batimentos por minuto. Foi
realizada uma ressonância nuclear magnética, em que foram
evidenciadas áreas de hiperintensidade nos lobos temporais
bilateralmente. Em seguida, foi realizada uma punção liquórica.
No líquor, foi encontrado um aumento de proteínas e leucócitos
(com predomínio de linfócitos). Os demais exames solicitados no
líquor ainda estavam pendentes.
Diante dessa apresentação clínica e da possibilidade de encefalite herpética, além da terapia de suporte clínico, a conduta mais adequada é:
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