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Foram encontradas 80 questões.

Uma primigesta de 32 semanas, oriunda da Baixada Fluminense, chega à maternidade com febre há 3 dias, associada a cefaleia, dor retrorbitária e prostração e mialgia, além de apresentar vômitos persistentes, hipotensão postural, letargia e sangramento de mucosa.
Diante desse quadro compatível com dengue, essa gestante deve ser classificada como grupo:
 

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A magnitude da violência entre parceiros íntimos ainda é elevada durante a gestação. Uma possível repercussão desse fato na saúde do feto, no que se refere a desfechos pré-natais não letais, é:
 

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Uma puérpera HIV positivo, controlada clinicamente durante toda a gestação, encontra-se na 4ª hora pós-parto normal. A equipe de obstetrícia contraindicou o aleitamento natural e prescreveu corretamente cabergolina da seguinte forma:
 

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Uma gestante de 25 anos, gesta 2 para 1, parto normal há 3 anos, a termo, recebeu, na 12ª semana de idade gestacional da gestação atual, o diagnóstico de sífilis recente. Porém, ela é alérgica a penicilina.
Nesse caso, o tratamento a ser instituído é:
 

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Uma puérpera no terceiro dia pós-parto normal apresenta ingurgitamento mamário, como consequência da retenção de leite e distensão alveolar.
Uma recomendação acertada a ser dada nesse caso é:
 

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Em uma gestante no início de trabalho de parto, cuja cultura de rastreio para infecção pelo estreptococo do grupo B (GBS) não foi realizada durante seu pré-natal numa unidade básica de saúde, será necessário fazer a profilaxia antibiótica intraparto caso esteja presente o seguinte fator de risco:
 

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Uma secundigesta de 34 anos, durante o início do pré-natal, apresentou resultado da sorologia para toxoplasmose IgG + e IgM +. O teste de IgG da mesma amostra revelou baixa avidez, o que levou o obstetra a suspeitar, no pré-natal, de possível infecção. Conversando com a gestante, optou-se pela realização do PCR no líquido amniótico, colhido na 19ª semana de gestação. O resultado foi positivo.
Nesse caso, o tratamento a ser instituído é:
 

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Fernando Magalhães vaticinou, em tempos pretéritos, que o parto do futuro seria natural ou cesáreo. Para uma primigesta de 26 anos, uma cesariana planejada aumenta, em relação ao parto normal, a probabilidade de:
 

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Uma mulher de 44 anos, com história de duas perdas gestacionais anteriores no 2° trimestre, por volta de 16- 17 semanas de gestação, sempre na ausência de trabalho de parto ou descolamento prematuro de placenta, encontra-se novamente grávida, atualmente na 15ª semana de gestação, de acordo com ultrassom morfológico de primeiro trimestre realizado na 12ª semana. Realizou biópsia de vilo corial com 13 semanas.
No entanto, a equipe médica não realizou a cerclagem cervical preventiva devido ao fato de a gestante apresentar como contraindicação:
 

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Uma tercípara de 30 anos, com dois partos normais anteriores, em período expulsivo prolongado, apresenta, ao exame obstétrico, colo 100% apagado, dilatação total, apresentação cefálica, plano +2 de De Lee, bolsa rota há 1 hora e cabeça profundamente encravada em transversa e BCF de 130 bpm, regular.
Diante disso, para encurtar o período expulsivo, o obstetra de plantão utilizou-se corretamente de fórceps de:
 

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