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Uma criança de 8 anos foi levada a consulta em uma unidade básica de saúde com queixa de baixo rendimento escolar e "apagões". Após colher a anamnese, e suspeitando de um diagnóstico, o médico fez a manobra de hiperventilação. Durante a manobra, a criança apresentou breves interrupções de consciência: ela ficava ausente e estática por alguns segundos e, em seguida, retornava ao ponto em que ocorrera a perda de consciência. Esses episódios breves eram acompanhados de discretos movimentos das pálpebras. Os pais relataram que esses episódios ocorriam várias vezes ao dia, mas que, devido à sua curta duração, tiveram dificuldade em observá-los. A paciente foi tratada com sucesso pelo médico da UBS com medicação antiepiléptica (etossuximida). No entanto, a mãe relatou a ocorrência de um fenômeno estranho após o início da medicação: a criança passou a ver coisas que não existiam e acreditava nessas coisas que só ela via.
A melhor conduta frente a esse caso é:
 

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Um paciente de 48 anos é levado pelos filhos ao Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) devido a quadro de etilismo. Os filhos relatam que o paciente bebe destilados quase diariamente e pouco se alimenta, e há 5 dias encontra-se caindo e confuso. Negam traumatismo cranioencefálico. Está sem fazer o uso de bebidas alcoólicas há 3 dias, sem melhora do quadro. Ao exame, o médico nota o paciente bastante emagrecido, desorientado no tempo e no espaço, desatento, com dificuldade de manter o equilíbrio, marcha instável e com nistagmo horizontal bilateral.
Frente a esse caso agudo, a principal hipótese diagnóstica é:
 

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Uma paciente de 76 anos, em tratamento de longa data para diabetes mellitus tipo 2, dislipidemia e hipertensão arterial sistêmica, procura consultório psiquiátrico queixando-se de que há 1 ano liga para seus filhos várias vezes por dia com medo de que "algo ruim possa acontecer a eles". Relata também que anda "com os nervos à flor da pele", irritada e com muita dor muscular. Aproveitando a consulta, também se queixa de formigamento e dor em queimação em seus pés iniciados há 2 anos, com piora progressiva.
Considerando as comorbidades da paciente, a melhor terapia medicamentosa nesse caso é:
 

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Uma paciente de 65 anos chega na emergência com relato de dois dias de muita prostração, febre de 39 °C, tosse produtiva com expectoração purulenta e cansaço progressivo. Estava lúcida e orientada, com PA 80 x 60 mmHg, FC 100 bom, FR 20 irpm. A radiografia de tórax mostrava consolidação em lobo inferior direito. Os exames laboratoriais registraram ureia de 35 mg/dL, creatinina 1,1 e PCR de 12 mg/dL. O diagnóstico foi de pneumonia comunitária. Diante desse contexto da paciente foi decidida a internação hospitalar.
Os parâmetros que justificam melhor essa decisão são:
 

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Uma paciente de 72 anos, coronariopata, interna-se com insuficiência cardíaca descompensada. No quarto dia de hospitalização, apresenta febre e piora dos marcadores inflamatórios do sangue periférico. A radiografia de tórax no leito sugere aumento do acúmulo de líquido pleural à direita, agora sugerindo infecção associada do mesmo lado. Foi realizada toracocentese guiada por ultrassonografia à beira do leito.
O resultado com melhor prognóstico para esse procedimento foi:
 

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Uma mulher de 68 anos queixa-se de falta de ar ao andar no plano, necessitando parar algumas vezes para recuperar o fôlego. Refere, também, tosse com expectoração acinzentada, principalmente pela manhã ao acordar.
Tabagista de 40 anos-maço. HAS em uso de losartana 50 mg de 12 em 12 horas. Nega DM, hepatites e alergias. Ao exame físico: lúcida, orientada, hidratada, acianótica e afebril. PA 130 x 90 mmHg, FR 18 irpm, FC 80 bpm. AP: MV diminuído sem ruídos adventícios. Sat 02 95% em ar ambiente, sem esforço respiratório em repouso. Realizou espirometria, que revelou CVF normal, VEF1/CVF 66% pós-BD e VFE1 de 52%. Prova broncodilatadora negativa.
Nesse cenário clínico, a classificação de gravidade, segundo os critérios do GOLD, levando em consideração os parâmetros espirométricos, é:
 

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Um paciente de 72 anos, com peso predito de 65 quilos, portador de DPOC agudizada por causa de infecção respiratória, está intubado e ventilado mecanicamente há 10 dias por pneumonia. Apresenta boa evolução com melhora do quadro infeccioso e no momento está sendo ventilado com PSV = 15 cmH2O, volume corrente = 350 ml, FR = 25 ipm; gasometria arterial mostra pH = 7,35, paO2 = 60 mmHg, paCO2 = 50 cmH2O. Bicarbonato = 28 com FiO2 0,40. Quando se tenta diminuir a pressão de suporte para 8 cmH2O e se mantém a PEEP em 5 cmH2O, a FR aumenta para 32 ipm e o volume corrente cai para 200 ml com o paciente bastante desconfortável.
Diante do quadro acima citado, a explicação mais provável para essa situação é:
 

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Uma mulher de 56 anos, com história prévia de DPOC, deu entrada na emergência com febre, dispneia progressiva e tosse produtiva. Fazia uso regular de broncodilatadores, aproximadamente 4 vezes ao dia. Na última semana, ela refere piora da tolerância ao exercício, evoluindo para dispneia em repouso apesar do uso frequente da medicação. No exame físico, ela apresentava-se taquipneica, mas alerta e responsiva. A temperatura axilar era 38°C, FC=110 bpm, f- 28 ipm, pressão arterial 110 x 70mmHg. Havia uso de musculatura acessória, porém a paciente conseguia completar pequenas sentenças. A ausculta respiratória mostrava diminuição do murmúrio vesicular bilateralmente e um padrão de respiração com expiração prolongada era percebida. A radiografia de tórax revelava hiperinsuflação. Gasometria arterial com O2 a 2L/min por catéter nasal: pH = 7.30, pO2 = 58 mmHg, pCO2 = 60 mmHg, HCO3- 21 mmHg e SatO2= 88%.
Além de monitorização intensiva na UTI, a conduta mais apropriada para a paciente nesse momento é:
 

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Paciente de 55 anos, obesa (IMC 34) e portadora de hipertensão arterial sistêmica, é submetida a colecistectomia por via laparoscópica. No decorrer do procedimento anestésico, observa-se, durante a capnografia, queda progressiva do CO2 expirado. O aspecto da onda de capnografia é normal.
O diagnóstico mais provável dessa situação e a melhor conduta a ser traçada são:
 

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Um paciente do sexo masculino de 70 anos foi encaminhado para investigação diagnóstica de dispneia progressiva. Após exame físico detalhado e anamnese cuidadosa, referia ser ex-tabagista (carga tabágica de 20 anos-maço), portador de hipertensão arterial sistêmica em uso de losartana. Paciente relatava dispneia progressiva com início há dois anos e piora significativa nos últimos oito meses. Negou febre, dor torácica, poliartralgia, poliartrite e sudorese noturna. Sempre trabalhou em escritório, sem qualquer tipo de exposição ambiental no trabalho ou na residência. O paciente trouxe diversos exames, como espirometria, que sugeria distúrbio ventilatório restritivo grave. A tomografia computadorizada de tórax, realizada recentemente, evidenciou infiltrado intersticial reticular bilateral, simétrico, predominando na periferia do parênquima pulmonar com diversas áreas de faveolamento na periferia do parênquima. O padrão radiológico era típico de pneumonia intersticial usual (PIU). Além disso, o paciente trouxe diversos marcadores de autoimunidade, todos não reagentes.
Considerando-se a história clínica e os achados radiológicos e funcionais, a suspeita diagnóstica seria de:
 

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