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Homem, 38 anos, sem comorbidades prévias, procura pronto-socorro com queixa de dormência e formigamento nos pés associados a lombalgia iniciados há 3 dias. Foi avaliado e liberado para casa com analgesia. Uma semana depois, ele retorna com incapacidade para deambular e dormência nas mãos há 24 horas. Ao exame, apresenta paraparesia (MRC=2), reflexos aquileus e patelares abolidos, sinal de Lasegue positivo bilateralmente e exame da sensibilidade normal.
Nesse cenário clínico, a confirmação do diagnóstico depende de:
 

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Paciente feminina de 18 anos é levada ao neurologista com quadro de curso progressivo há 2 anos, de desequilíbrio de marcha e incoordenação motora apendicular, dificultando as atividades de vida diária. Ao exame são identificados nistagmo às miradas horizontais, disartria, dismetria nos quatro membros, arreflexia profunda, reflexo cutâneo-plantar em extensão bilateral e apalestesia distal em membros inferiores. Diagnóstico prévio de escoliose, sem outras comorbidades. Não há história familiar. Os pais são primos.
Uma causa genética foi aventada e confirmada com o seguinte exame:
 

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Mulher de 65 anos, hipertensa, apresentou, subitamente, perda de força em dimídio direito. Levada à emergência após duas horas do início dos sintomas, está acordada, não pronuncia nenhuma palavra e obedece a ordens verbais simples como abrir a boca e fechar os olhos. O médico confirma o déficit motor e observa desvio da comissura labial para a esquerda. PA = 210 x 120, FC = 80 bpm e ritmo cardíaco regular. A TC de crânio, realizada após 1 hora da entrada no hospital, evidenciou hipodensidade em região fronto-parietal esquerda (ASPECT = 9). Iniciada medicação anti-hipertensiva venosa e colhido exame de sangue. Após 1 hora, a PA estava 190 X 105 mmHg. Exames laboratoriais em andamento.
Em relação à conduta terapêutica de fase aguda, é correto afirmar que, neste momento:
 

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Criança de 5 anos de idade vem apresentando, na escola, episódios em que não responde quando é chamada, mantendo olhar fixo, com duração de segundos. A professora observa movimentos despropositados nos dedos das mãos e piscamentos. Esses episódios ocorrem 3 ou 4 vezes ao dia. Nascida de parto sem intercorrências, com desenvolvimento psicomotor normal até o momento. O exame neurológico é normal. O EEG mostra paroxismos frequentes de pontas ondas a 3 ciclos por segundo. Iniciou anticonvulsivante (carbamazepina 200 mg/dia) com aumento da frequência das crises.
As crises descritas são sugestivas do seguinte tipo de epilepsia:
 

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Paciente atendida no ambulatório de neurologia aos 23 anos de idade relata que, desde os 13 anos, apresenta crises caracterizadas por automatismos de membros superiores e movimentos mastigatórios, com perda de contato com os familiares. Nessas crises, o quadro rapidamente evolui para perda da consciência e postura tônica simétrica dos 4 membros, seguidas de atividade clônica, liberação esfincteriana, mordedura da língua e confusão mental no período pós-ictal. A frequência das crises é variável, mas elas têm sido mais frequentes nos últimos 2 anos.
Pela classificação da ILAE 2017, é correto classificar as crises epilépticas dessa paciente como:
 

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Mulher de 23 anos apresenta, desde a adolescência, cefaleia hemicraniana de média a forte intensidade, pulsátil, associada a foto e fonofobia, náuseas, que dura em geral de 6 a 8 horas, melhorando após o sono. Em função da frequência das crises de cefaleia, ela vem usando analgésicos comuns 15 dias por mês nos últimos 3 meses. A mãe apresentava, até os 50 anos de idade, quadro semelhante. Os exames laboratoriais e de neuroimagem foram normais.
Diante desse cenário, a conduta inicial é:
 

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Senhor com 62 anos e sem comorbidades vem à consulta acompanhado por sua esposa, que refere notar, há mais de seis meses, que ele está mais parado, andando com dificuldade. Diz que pela manhã ela precisa ajudá-lo a se levantar da cama. Há 3 meses surgiu discreto tremor na mão direita, que ela observa mais quando estão sentados vendo a novela. O neurologista examina o paciente e observa rigidez maior à direita, tremor de repouso intermitente na mão direita e bradicinesia. Prescreve então uma medicação de uso contínuo. O paciente retorna à consulta após 4 meses relatando melhora da mobilidade. Quando questionado sobre atividades que realiza no cotidiano, relata estar apresentando compulsão por jogos, o que não apresentava anteriormente.
A medicação relacionada a esse quadro é:
 

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Paciente de 25 anos, feminina, branca, acorda pela manhã com fraqueza de membro inferior direito. Após 1 semana, melhora mesmo sem tratamento. No momento do atendimento está assintomática. Ao exame neurológico, é observado reflexo cutâneo-plantar em extensão à direita. Solicitada ressonância magnética de crânio e coluna cervical e torácica. Diante do resultado, a paciente foi diagnosticada com esclerose múltipla e encaminhada para centro de referência.
Os achados da ressonância que corroboraram o diagnóstico foram:
 

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Paciente de 40 anos procura ambulatório de neurologia com queixa de fraqueza e atrofia nas mãos e pé direito se desenvolvendo há 6 meses. Ao exame neurológico, é constatada paresia para extensão da mão esquerda, abdução dos dedos da mão direita e fraqueza para dorsoflexão do pé direito, atrofia e arreflexia nos segmentos afetados. Exame da sensibilidade mostrou-se normal.
O diagnóstico sindrômico é consistente com:
 

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Paciente masculino de 10 anos é levado ao neurologista pelos pais, que relatam que a criança apresenta episódios de agitação poucas horas após adormecer. Eles descrevem que o filho grita, chora, parece estar assustado, mostra-se confuso ao ser questionado sobre o que está sentindo, chega a sentar na cama, fica vermelho e suado, e o coração dispara. Ao se acalmar, volta a dormir e, no dia seguinte, não se lembra do que acontece. Inicialmente achavam que era ansiedade, mas, pela recorrência, estão preocupados e buscam avaliação.
O transtorno do sono apresentado pelo paciente é:
 

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