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Mulher de 72 anos, com antecedentes de hipertensão e diabetes tipo 2, procura o pronto-socorro por dor súbita e intensa na região da virilha direita, há 18 horas. Nega febre, náuseas ou vômitos. Refere evacuação normal no dia anterior. Ao exame físico, apresenta massa inguinal direita de aproximadamente 2 cm, endurecida, pouco móvel, dolorosa à palpação, sem sinais inflamatórios cutâneos evidentes. Abdome flácido, indolor, ruídos hidroaéreos presentes. Não há distensão abdominal nem peritonismo. Exames laboratoriais: leucócitos 10.500/mm³, PCR discretamente elevada. Ultrassom de partes moles: imagem sugestiva de alça intestinal aprisionada parcialmente em saco herniário inguinal.

Assinale a opção que contém o diagnóstico mais provável e a conduta inicial para essa paciente.
 

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Um homem de 34 anos, saudável, vítima de colisão automobilística frontal, é admitido no pronto-socorro com queixa de dor abdominal difusa e escoriações no epigástrio associadas ao cinto de segurança. Está consciente, com PA 120/80 mmHg, FC 94 bpm, sem sinais de irritação peritoneal. A FAST (ultrassonografia focada no trauma) é inconclusiva, e exames laboratoriais revelam hemoglobina de 12 g/dL. Radiografias não mostram fraturas de pelve ou costelas inferiores.

A melhor conduta diagnóstica nesse momento será
 

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Homem de 63 anos, previamente hígido, procura atendimento por quadro de plenitude gástrica, desconforto abdominal pósprandial e episódios esporádicos de melena há 2 meses. Relata perda ponderal de 5 kg nesse período. Nega vômitos, disfagia ou dor intensa. Não é tabagista, nem etilista. Ao exame físico, há abdome flácido, indolor à palpação, sem visceromegalias palpáveis. Toque retal: fezes pastosas com sangue digerido.
Exames laboratoriais: hemoglobina 10,2 g/dL, leucócitos e plaquetas normais.
Realizou uma endoscopia digestiva alta que mostrou uma lesão subepitelial arredondada de 4,5 cm na curvatura maior do estômago, recoberta por mucosa aparentemente normal, com áreas de ulceração central.
Uma tomografia abdominal caracteriza uma lesão exofítica, homogênea, bem delimitada, sem adenomegalias.

Diante desse caso, o diagnóstico mais provável e a conduta inicial adequada são
 

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Paciente masculino, 48 anos, etilista crônico, com histórico de pancreatite aguda há 3 meses, retorna com queixa de dor abdominal persistente em andar superior, sensação de massa abdominal e episódios de plenitude gástrica precoce. Refere emagrecimento de 6 kg.
Ao exame físico: massa palpável em epigástrio, dolorosa, móvel à palpação superficial. Sem febre. Exames laboratoriais: leucócitos normais, função hepática preservada, amilase e lipase discretamente elevadas. TC de abdome com contraste: coleção cística bem delimitada, unilocular, de 10 cm, adjacente à cabeça e ao corpo pancreático, sem septações.

Nesse caso, o diagnóstico e a conduta inicial mais apropriados serão
 

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Um homem, 52 anos, previamente saudável, dá entrada na UTI com pancreatite aguda grave em evolução há 15 dias. Evolui com febre persistente (39 ºC), leucocitose de 19.000/mm³ e falência orgânica múltipla parcial (insuficiência renal e respiratória controladas com suporte). Tomografia abdominal com contraste demonstra extensa área de necrose pancreática e peripancreática ( > 50% do pâncreas), com presença de gás na coleção, sugerindo infecção da necrose. Cultura de punção percutânea guiada por TC confirma crescimento de E. coli.

Segundo as recomendações atuais, a conduta mais apropriada será
 

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Um homem de 56 anos, previamente saudável, apresenta aumento progressivo do volume abdominal nos últimos 6 meses, com sensação de distensão, náuseas e perda de peso de 8 kg. Não refere dor intensa, febre ou alteração importante do trânsito intestinal. Ao exame físico, nota-se abdome globoso, com ascite de aspecto mucoso à paracentese e massa palpável em fossa ilíaca direita.
Uma tomografia de abdome revela coleção mucinosa encapsulada em fossa ilíaca direita, associada a múltiplos implantes peritoneais e ascite mucinosa. O apêndice encontra-se dilatado e com parede espessada. Exames de marcadores tumorais mostram: CEA: 5,2 ng/mL; CA-19.9: 45 U/mL e CA-125: 90 U/mL.
Foi realizada biópsia percutânea do implante peritoneal, com diagnóstico de pseudomixoma peritoneal de origem apendicular.

A conduta terapêutica mais adequada nesse caso será
 

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Um paciente de 68 anos apresenta disfagia progressiva para sólidos e líquidos, halitose e episódios frequentes de regurgitação de alimentos não digeridos várias horas após as refeições. Relata sensação de “bolo na garganta” e episódios ocasionais de tosse pós-prandial. Uma esofagografia baritada revela uma protrusão sacular na parede posterior da junção faringoesofágica.

Com base no quadro clínico e nos achados de imagem, o diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica são
 

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Paciente de 68 anos, sexo feminino, apresenta queimação retroesternal crônica, regurgitação pós-prandial e anemia ferropriva. Em uma endoscopia digestiva alta, observa-se hérnia hiatal volumosa com esofagite grau C de Los Angeles.
A tomografia evidenciou migração intratorácica parcial do fundo gástrico, sem sinais de encarceramento. A paciente é estável clinicamente, mas relata impacto funcional significativo.

Para essa paciente, a conduta mais apropriada será
 

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Uma paciente de 62 anos apresenta dor abdominal discreta no flanco esquerdo e perda ponderal de 8 kg em 3 meses. Tomografia de abdome com contraste evidencia uma massa sólida de 3,8 cm na cauda do pâncreas, com envolvimento de linfonodos peripancreáticos, mas sem invasão de vasos maiores nem metástases à distância. A biópsia guiada por imagem confirmou adenocarcinoma ductal. Os exames laboratoriais mostram CA 19-9 discretamente elevado. ECOG 1.

Após análise e com base no estadiamento clínico T2N1M0 (estágio II), a conduta mais apropriada será
 

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Uma paciente de 44 anos, previamente saudável, apresenta icterícia de início súbito, colúria e acolia fecal há 4 dias. Relata episódios prévios de dor em hipocôndrio direito com irradiação para dorso, geralmente pós-prandiais. Nega febre ou emagrecimento. Exame físico revela icterícia e leve dor à palpação do quadrante superior direito.
Uma ultrassonografia mostra vesícula biliar com cálculos e colédoco com 9 mm de diâmetro, sem massa pancreática. Exames laboratoriais demonstram bilirrubina total de 6,8 mg/dL (direta 5,2), FA e GGT elevadas, AST e ALT discretamente aumentadas.

Diante desse quadro clínico, a conduta mais apropriada, nesse momento, será
 

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