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Homem de 58 anos, portador de hepatite C crônica e cirrose hepática compensada (Child-Pugh A), é submetido à ultrassonografia de rotina que revela nódulo hepático hiperecogênico de 2,5 cm no segmento VII. Tomografia contrastada mostra captação arterial intensa com washout em fase portal. Alfafetoproteína = 180 ng/mL. O paciente encontrase com bom estado geral (ECOG 0) e função hepática preservada.

Para esse paciente, a conduta mais apropriada será
 

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Homem de 46 anos, natural de zona rural de Pernambuco, com história de hematêmese há dois dias. Refere episódios recorrentes de sangramento digestivo alto nos últimos três anos. Nega etilismo ou hepatopatia conhecida. Ao exame, encontra-se pálido, com esplenomegalia palpável. Sem ascite ou sinais de encefalopatia hepática.
Exames laboratoriais mostram bilirrubinas, transaminases e albumina dentro da normalidade; plaquetas = 78.000/mm³. Uma endoscopia digestiva alta revela varizes esofágicas de grosso calibre com pontos de sangramento recente. A ultrassonografia mostra fígado de tamanho e textura normais, esplenomegalia e veia porta dilatada com fluxo hepatopetal.

Nesse caso, a conduta mais apropriada para o tratamento a longo prazo será
 

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Um paciente de 49 anos, portador de hepatite C crônica, relata piora progressiva do estado geral, ascite de difícil controle, episódios de encefalopatia hepática e três internações por peritonite bacteriana espontânea no último ano. No exame físico, encontra-se em estado hipoativo, com flapping e icterícia. Laboratórios: bilirrubina total 6,3 mg/dL, INR 2,1, albumina 2,4 g/dL, creatinina 1,2 mg/dL, sódio 131 mEq/L. Escore MELD-Na calculado: 28. Endoscopia mostra varizes esofágicas com ligadura elástica recente.

Nesse caso, a melhor conduta para esse paciente será
 

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Uma paciente de 35 anos apresenta episódios recorrentes de confusão mental, sudorese intensa e tremores em jejum, melhorando após ingestão de alimentos doces. Ao exame, encontra-se normotensa, sem alterações físicas. Durante jejum supervisionado na sua enfermaria, apresentou glicemia de 38 mg/dL, insulina de 12 μU/mL (elevada), e peptídeo C elevado. Tomografia de abdome mostra nódulo hipervascular de 1,5 cm na cauda do pâncreas.

Para essa paciente, o diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica indicada são:
 

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Um paciente de 42 anos, previamente saudável, apresenta dor epigástrica crônica, diarreia aquosa e perda de 5 kg nos últimos 3 meses. Já foi tratado com IBP para úlcera duodenal, mas os sintomas persistem, mesmo com doses altas. Ao exame, encontra-se emagrecido, sem alterações focais. Uma endoscopia digestiva alta mostra múltiplas úlceras duodenais distais. A dosagem de gastrina sérica basal é 980 pg/mL (VN <150). O teste com secretina foi positivo.

O diagnóstico mais provável e a melhor conduta para localização e tratamento do tumor são
 

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Mulher de 59 anos, com história de epigastralgia crônica e uso intermitente de IBP, relata dor em queimação após refeições e náuseas persistentes. Foi submetida a três endoscopias nos últimos 12 meses, todas revelando úlcera gástrica antral de bordas regulares, sempre com biópsias negativas para malignidade. Realizou erradicação para H. pylori e segue com uso contínuo de IBP, mas sem melhora clínica. O último exame mostrou a mesma úlcera, com sinais de fibrose e estenose de antro.

Nesse caso, a conduta cirúrgica mais apropriada será
 

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Na emergência do hospital, um homem de 45 anos, tabagista e etilista, com história prévia de dor epigástrica crônica, dá entrada no pronto-socorro com dor abdominal súbita, intensa, de início há 3 horas, com irradiação para dorso e rigidez abdominal.
Ele refere náuseas e dispneia leve. Ao exame, encontra-se taquicárdico (FC 112 bpm), com abdome em tábua e sinais de peritonite difusa. Uma rotina de abdome agudo mostra ar livre subdiafragmático.

O diagnóstico mais provável e a conduta imediata a ser tomada são
 

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Homem de 58 anos, previamente hígido, foi diagnosticado com adenocarcinoma gástrico tipo intestinal localizado no corpo médio do estômago, sem invasão da cárdia ou do piloro.
A ecoendoscopia revelou invasão até a subserosa (T3), com linfonodos locorregionais aumentados (N1). A tomografia não evidenciou metástases à distância. O paciente está em bom estado clínico geral e sem comorbidades.

A melhor opção de tratamento, para esse paciente, será
 

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Uma paciente de 67 anos, tabagista, revela queixas de epigastralgia, plenitude pós-prandial e náuseas há cerca de 3 meses, além de perda ponderal de 6 kg. Nega vômitos ou hematêmese.
Ao exame físico, encontra-se emagrecida, sem visceromegalias ou linfadenopatia palpável. Endoscopia digestiva alta revelou lesão ulcerovegetante em antro gástrico, e a biópsia confirmou adenocarcinoma gástrico bem diferenciado. Os exames laboratoriais mostraram anemia ferropriva.

Diante desse quadro clínico, a sequência correta para o estadiamento e a definição do tratamento será
 

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Um paciente de 59 anos, previamente hígido, tem diagnóstico confirmado de adenocarcinoma de esôfago distal (junção esofagogástrica tipo I), bem diferenciado, com 4 cm de extensão. Apresenta disfagia leve, sem metástases à distância.

A ultrassonografia endoscópica revelou T3N1M0, mas o PET-CT não mostrou lesões fora da região. Está em bom estado geral, com função pulmonar e cardiovascular preservadas.

Portanto, o melhor tratamento para esse paciente será
 

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