Foram encontradas 80 questões.
Um homem de 74 anos, com diagnóstico de divertículo de Zenker
há 2 anos, retorna ao pronto-socorro com febre, disfagia intensa
e dor cervical à palpação. Ele apresenta taquicardia e elevação
dos leucócitos no hemograma. A tomografia de pescoço revela
enfisema subcutâneo e abscesso parafaríngeo.
A complicação mais provável e a conduta inicial são, respectivamente,
A complicação mais provável e a conduta inicial são, respectivamente,
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Paciente de 60 anos apresenta disfagia e regurgitação noturna há
vários meses. Nega tosse ou halitose. A endoscopia mostrou
esofagite leve no terço distal. A esofagografia baritada revelou
um divertículo único, localizado na face direita do esôfago distal,
cerca de 5 cm acima do hiato esofágico. A manometria esofágica
demonstrou hipertonia do esfíncter esofágico inferior.
A conduta terapêutica mais apropriada é
A conduta terapêutica mais apropriada é
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Homem de 72 anos procura atendimento por disfagia
progressiva, halitose e episódios de regurgitação de alimentos
não digeridos, especialmente várias horas após a alimentação.
Relata também episódios de tosse noturna e sensação de massa
cervical intermitente. A endoscopia digestiva foi difícil de realizar
devido à retenção alimentar no esôfago proximal. A esofagografia
baritada evidenciou um grande divertículo em bolsa, projetandose posteriormente a partir da hipofaringe.
O diagnóstico mais provável e o tratamento indicado para o caso são, respectivamente,
O diagnóstico mais provável e o tratamento indicado para o caso são, respectivamente,
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Homem de 68 anos, com história de DRGE e diagnóstico prévio
de esôfago de Barrett, passou a apresentar disfagia para sólidos,
anemia e perda de peso. A endoscopia revelou lesão infiltrativa
no esôfago distal. Biópsia confirmou adenocarcinoma. PET-CT
não evidenciou metástases.
A abordagem terapêutica mais indicada é a
A abordagem terapêutica mais indicada é a
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Mulher de 63 anos, com DRGE mal controlada, apresenta disfagia
progressiva há 2 meses, principalmente para sólidos. A
endoscopia digestiva mostrou estenose distal de esôfago com
mucosa hiperemiada, sem sinais de neoplasia. Biópsias revelaram
inflamação crônica sem displasia.
O tratamento inicial mais indicado é a
O tratamento inicial mais indicado é a
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Homem de 55 anos, com histórico de DRGE de longa data,
realizou endoscopia que revelou mucosa esofágica com aspecto
salmão acima da junção esofagogástrica. A biópsia identificou
metaplasia intestinal com células caliciformes. O paciente está
assintomático no momento.
A conduta mais apropriada, nesse caso, é
A conduta mais apropriada, nesse caso, é
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Homem de 47 anos relata pirose e regurgitação pós-prandial há
mais de 1 ano, com piora em posição supina. Ele já utilizou
inibidores de bomba de prótons (IBP) por 12 semanas, com alívio
parcial dos sintomas. A endoscopia digestiva alta revelou
esofagite erosiva grau C de Los Angeles, e a pHmetria esofágica
confirmou exposição ácida aumentada. O paciente é refratário ao
tratamento clínico e deseja uma abordagem definitiva.
A melhor conduta terapêutica nesse caso é
A melhor conduta terapêutica nesse caso é
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Paciente de 58 anos, previamente saudável, foi submetido à
esofagectomia por adenocarcinoma de esôfago distal após
quimiorradioterapia neoadjuvante. Durante a cirurgia, foi
realizada esofagectomia trans-hiatal com linfadenectomia. Não
houve evidência de doença residual macroscópica. A equipe
cirúrgica agora avalia a melhor técnica de reconstrução do
trânsito alimentar.
A técnica mais comumente utilizada para reconstrução do trânsito alimentar após esofagectomia, entre as listadas a seguir, é a
A técnica mais comumente utilizada para reconstrução do trânsito alimentar após esofagectomia, entre as listadas a seguir, é a
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Uma mulher de 61 anos com adenocarcinoma de esôfago distal
apresenta dor óssea difusa. A cintilografia óssea revelou múltiplas
metástases esqueléticas. Ela mantém disfagia moderada para
sólidos, mas sem perda ponderal acentuada.
A melhor estratégia terapêutica é
A melhor estratégia terapêutica é
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Homem de 66 anos apresenta tosse ao deglutir e perda ponderal.
A endoscopia revelou lesão estenosante do esôfago médio. A
broncoscopia mostrou fístula traqueoesofágica. A biópsia
confirmou carcinoma epidermoide. PET-CT descartou metástases
à distância, mas evidenciou invasão da parede traqueal.
O próximo passo terapêutico mais adequado é
O próximo passo terapêutico mais adequado é
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