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Mulher de 56 anos, com histórico de histerectomia por via laparotômica há 3 anos, apresenta quadro de dor abdominal em cólica, distensão e episódios de vômitos nos últimos dois dias. Refere eliminação de flatos, mas sem evacuação nas últimas 36 horas. Ao exame físico, o abdome está distendido, com ruídos hidroaéreos aumentados e dor difusa sem sinais de peritonite. Radiografia de abdome em pé revela níveis hidroaéreos em alças delgadas. Tomografia com contraste oral e endovenoso mostra alças distendidas de delgado com ponto de transição único, sem sinais de isquemia ou perfuração. Paciente está hemodinamicamente estável, sem febre.
A conduta mais adequada nesse momento é
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A melhor conduta terapêutica para esse caso será
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A conduta mais adequada nesse caso será
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Um homem de 54 anos apresenta disfagia progressiva para sólidos e líquidos, regurgitação de alimentos não digeridos e perda de peso de 8 kg nos últimos seis meses. Nega tabagismo e etilismo. A endoscopia digestiva alta revela esôfago dilatado com acúmulo de resíduos alimentares e resistência na passagem para o estômago, sem lesões mucosas. A esofagografia baritada mostra dilatação esofágica com estreitamento distal em “bico de pássaro”. A manometria esofágica evidencia ausência de peristalse e hipertonia do esfíncter esofágico inferior.
Com base no quadro clínico e nos achados de exames, o diagnóstico mais provável e a melhor conduta terapêutica para o caso são, respectivamente,
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Um homem de 65 anos, tabagista e etilista crônico, apresenta disfagia progressiva para sólidos há três meses, perda de peso de 10 kg e episódios de odinofagia. A endoscopia digestiva alta revela lesão ulcerada e estenosante no terço médio do esôfago, com biópsia confirmando carcinoma espinocelular. A tomografia computadorizada de tórax e abdome mostra espessamento da parede esofágica sem evidência de metástases.
Com base no quadro clínico e nos achados de imagem, o estadiamento clínico mais provável e a melhor conduta terapêutica inicial são
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Com base nesse quadro, a conduta mais apropriada é
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Paciente do sexo masculino, 64 anos, com histórico de dor epigástrica crônica e uso irregular de anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs), é admitido no pronto-socorro com dor abdominal súbita, intensa, difusa, acompanhada de rigidez abdominal e taquicardia. Ao exame físico, há abdome em tábua, com sinal de Blumberg positivo. Radiografia de tórax em ortostatismo evidencia ar-livre subdiafragmático. O paciente está hemodinamicamente estável após reposição volêmica inicial.
Diante desse quadro, a melhor conduta inicial a ser adotada para esse paciente será
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Das condutas abaixo, a mais adequada nesse momento é
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A conduta apropriada é
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Em sua enfermaria está um paciente de 73 anos, que tem perda ponderal de 15 kg em 4 meses, dor epigástrica persistente e vômitos pós-prandiais frequentes, é submetido à endoscopia digestiva alta, que revela lesão vegetante ulcerada no antro gástrico. A biópsia confirma adenocarcinoma gástrico pouco diferenciado. A tomografia de tórax, abdome e pelve demonstra linfonodomegalia retroperitoneal, ascite e nódulos hepáticos múltiplos. A laparoscopia diagnóstica confirma carcinomatose peritoneal, impossibilitando a ressecção cirúrgica.
Na sessão clínica, a conduta a ser aplicada é discutida e concluiu se que, nesse caso, a melhor conduta será
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