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Gestante de 30 anos, G2P1, com 32 semanas e 4 dias de gestação, em pré-natal regular, sem comorbidades conhecidas. Ultrassonografia obstétrica realizada por suspeita de baixo ganho ponderal materno evidencia: peso fetal estimado: percentil 6; circunferência abdominal: percentil 4; líquido amniótico normal; placenta grau II, posterior. A Dopplerfluxometria mostrou artéria umbilical com índice de pulsatilidade elevado, fluxo diastólico presente; artéria cerebral média: índice de pulsatilidade reduzido; relação cérebro-placentária (RCP): < percentil 5 e ducto venoso: onda “a” preservada. Cardiotocografia basal reativa.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Gestante de 36 anos, G3P2, com 34 semanas de gestação, procura atendimento na emergência obstétrica por sangramento transvaginal súbito, indolor, de moderada intensidade, iniciado há cerca de 1 hora. Nega contrações uterinas, dor abdominal ou trauma. Refere pré-natal regular.
Ao exame: PA: 120 × 80 mmHg, FC: 92 bpm, útero flácido, indolor. Altura uterina compatível com a idade gestacional. Ao exame obstétrico: toque vaginal não realizado. Ultrassonografia obstétrica recente (há 5 dias) demonstra placenta prévia centro-total, com feto único, vivo, em apresentação cefálica. Monitorização fetal atual mostra FCF normal e reativa.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Gestante de 32 anos, G2P1, com 38 semanas de gestação, dá entrada na maternidade com queixa de dor abdominal súbita e intensa, associada a sangramento vaginal escuro em pequena quantidade. Refere diminuição da movimentação fetal nas últimas horas. Nega trauma. Ao exame: PA: 140 × 90 mmHg, FC: 102 bpm, útero hipertônico e doloroso à palpação. Altura uterina compatível com a idade gestacional. Ao exame obstétrico: colo uterino com 4 cm de dilatação e bolsa íntegra. Monitorização fetal: batimentos cardíacos fetais com bradicardia e variabilidade mínima. Ultrassonografia sugere área retroplacentária compatível com descolamento. Feto único e vivo.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Primigesta de 27 anos, com 40 semanas de gestação, encontra-se em trabalho de parto sob analgesia peridural. Evoluiu para dilatação cervical completa há 3 horas, com dinâmica uterina adequada. Ao exame obstétrico no período expulsivo, observa-se: apresentação cefálica fletida, variedade de posição occipitotransversa direita (OTD), altura da apresentação em plano +3 de DeLee, batimentos cardíacos fetais normais. Peso fetal estimado: 3.200 g. Pelvimetria clínica adequada. A paciente é cooperativa, faz puxos espontâneos durante a contração, ainda que não haja evolução do período expulsivo.
Considerando que a paciente começa a dar sinais de exaustão, a conduta mais adequada é
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Multigesta de 28 anos, G3P2, com 39 semanas e 2 dias de gestação, em trabalho de parto espontâneo, sem comorbidades. Bolsa rota espontaneamente há 6 horas, líquido claro com grumos. Refere 2 contrações em 10 minutos, durante 30 segundos. Não realizou analgesia. Ao exame obstétrico: dilatação cervical: 7 cm, apagamento: 90%, apresentação cefálica em plano +1, variedade de posição occipitoanterior, contrações uterinas: 2 em 10 minutos, batimentos cardíacos fetais normais, boa variabilidade. Peso fetal estimado: 3.300 g. Pelvimetria clínica adequada. Partograma mostra lentificação da progressão da dilatação, sem ultrapassar a linha de ação.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Primigesta de 26 anos, 39 semanas e 4 dias de gestação, em trabalho de parto espontâneo, sem comorbidades. Bolsa rota espontaneamente há 14 horas, líquido tinto de mecônio. Analgesia peridural instalada há 4 horas. Partograma mostra: dilatação completa há 4 horas, contrações uterinas 5–6 em 10 minutos, altura da apresentação estacionada em plano 0 há 3 horas, variedade de posição occipitoanterior, batimentos cardíacos fetais com diminuição da variabilidade. Peso fetal estimado: 4.500 g. Pelvimetria clínica sem alterações evidentes.
A conduta mais adequada nesse momento é
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Gestante de 29 anos, G1P0, com 34 semanas de gestação, previamente hígida, procura emergência por cefaleia intensa de início súbito, associada a náuseas, turvação visual e episódio de confusão mental transitória nas últimas horas. Refere também um episódio breve de escotomas cintilantes. Nega trauma, febre ou uso de drogas ilícitas.
Ao exame: PA: 150 × 109 mmHg, confirmada após repouso; FC: 96 bpm; FR: 18 irpm; Glasgow 14 (desorientação temporoespacial leve); sem déficits motores focais. Exames laboratoriais iniciais: glicemia capilar: 60 mg/dL, eletrólitos: normais, relação proteinúria/creatininúria de 0,8. Ressonância magnética de encéfalo evidencia áreas de hipersinal em T2/FLAIR, bilaterais e simétricas, predominando nas regiões parieto-occipitais, com padrão compatível com edema vasogênico.
O diagnóstico mais provável é
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Gestante de 34 anos, G2P1, com 37 semanas e 1 dia de gestação, previamente hígida, comparece à maternidade por cefaleia leve e mal-estar. Nega escotomas, epigastralgia intensa ou dispneia. Movimentos fetais presentes.
Ao exame: PA: 150 × 112 mmHg, confirmada após 15 minutos de repouso, FC: 88 bpm, FR: 18 irpm. Sistema respiratório normal. Exames laboratoriais: plaquetas: 92.000/mm³; AST: 86 U/L; ALT: 91 U/L; Creatinina: 1,3 mg/dL; Proteinúria: 3+ em fita; CTG: reativo. Ultrassonografia fetal: feto único, crescimento adequado, líquido amniótico normal.
A conduta mais adequada é
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Gestante de 29 anos, G3P2, com 24 semanas de gestação, moradora de rua, procura atendimento com tosse produtiva há 2 meses, emagrecimento, sudorese noturna e febre vespertina. Refere diagnóstico prévio de tuberculose pulmonar há 8 meses, tendo iniciado tratamento, porém abandonou o esquema após 2 meses. Não realizou seguimento.
Na avaliação atual, baciloscopia de escarro é positiva (++) e o teste molecular rápido para tuberculose detecta resistência à rifampicina. Radiografia de tórax compatível com TB ativa. A paciente encontra-se clinicamente estável, sem sinais de insuficiência respiratória. Sorologia para HIV negativa.
A conduta mais adequada é
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Gestante de 26 anos, G1P0, com 32 semanas de gestação, procura atendimento no 5º dia de doença, com história de febre alta nos dias anteriores, cefaleia, mialgia intensa e dor retro-orbitária. Evoluiu nas últimas 24 horas com dor abdominal contínua, náuseas e vômitos persistentes e diminuição da ingesta oral. Nega sangramentos vaginais ou gengivais. Ao exame: PA 100/65 mmHg, FC 112 bpm, FR 22 irpm, temperatura 37,6 ºC, extremidades frias. Exames laboratoriais: hematócrito: 46% (pré-natal inicial: 38%), plaquetas: 88.000/mm³, leucócitos: 3.000/mm³, AST/ALT: moderadamente elevadas Teste rápido para dengue positivo.
A conduta mais adequada é
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