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- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
Seja a proposição p: Maria é estagiária e a proposição q: Marcos é estudante. A negação da frase “ Maria é estagiária ou Marcos é estudante” é equivalente a:
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Sobre a Resolução 453/2012 do Conselho Nacional da Saúde, que define funcionamento dos conselhos de saúde, assinale a alternativa incorreta:
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Sejam as afirmações:
I. Se o valor lógico de uma proposição p é falso e o valor lógico de uma proposição q é verdadeiro, então o valor lógico da conjunção entre p e q é verdadeiro.
II. Se todo X é Y, então todo Y é X.
III. Se uma proposição p implica numa proposição q, então a proposição q implica na proposição p.
Pode-se afirmar que são verdadeiras:
I. Se o valor lógico de uma proposição p é falso e o valor lógico de uma proposição q é verdadeiro, então o valor lógico da conjunção entre p e q é verdadeiro.
II. Se todo X é Y, então todo Y é X.
III. Se uma proposição p implica numa proposição q, então a proposição q implica na proposição p.
Pode-se afirmar que são verdadeiras:
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As raízes do racismo
Drauzio Varella
Drauzio Varella
Somos seres tribais que dividem o mundo em dois grupos:
o "nosso" e o "deles". Esse é o início de um artigo sobre racismo
publicado na revista "Science", como parte de uma seção sobre
conflitos humanos, leitura que recomendo a todos.
Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.
Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam.
Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.
A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos.
Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".
Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.
Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?
Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agruparse foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.
A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.
Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.
A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros".
Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.
Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.
Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.
O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.
A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.
Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.
Tensões e suspeições intergrupais são responsáveis pela violência entre muçulmanos e hindus, católicos e protestantes, palestinos e judeus, brancos e negros, heterossexuais e homossexuais, corintianos e palmeirenses.
Num experimento clássico dos anos 1950, psicólogos americanos levaram para um acampamento adolescentes que não se conheciam.
Ao descer do ônibus, cada participante recebeu aleatoriamente uma camiseta de cor azul ou vermelha. A partir desse momento, azuis e vermelhos faziam refeições em horários diferentes, dormiam em alojamentos separados e formavam equipes adversárias em todas as brincadeiras e práticas esportivas.
A observação precisou ser interrompida antes da data prevista, por causa da violência na disputa de jogos e das brigas que irrompiam entre azuis e vermelhos.
Nos anos que se seguiram, diversas experiências semelhantes, organizadas com desconhecidos reunidos de forma arbitrária, demonstraram que consideramos os membros de nosso grupo mais espertos, justos, inteligentes e honestos do que os "outros".
Parte desse prejulgamento que fazemos "deles" é inconsciente. Você se assusta quando um adolescente negro se aproxima da janela do carro, antes de tomar consciência de que ele é jovem e tem pele escura, porque o preconceito contra homens negros tem raízes profundas.
Nos últimos 40 anos, surgiu vasta literatura científica para explicar por que razão somos tão tribais. Que fatores em nosso passado evolutivo condicionaram a necessidade de armar coligações que não encontram justificativa na civilização moderna? Por que tanta violência religiosa? Qual o sentido de corintianos se amarem e odiarem palmeirenses?
Seres humanos são capazes de colaborar uns com os outros numa escala desconhecida no reino animal, porque viver em grupo foi essencial à adaptação de nossa espécie. Agruparse foi a necessidade mais premente para escapar de predadores, obter alimentos e construir abrigos seguros para criar os filhos.
A própria complexidade do cérebro humano evoluiu, pelo menos em parte, em resposta às solicitações da vida comunitária.
Pertencer a um agrupamento social, no entanto, muitas vezes significou destruir outros. Quando grupos antagônicos competem por território e bens materiais, a habilidade para formar coalizões confere vantagens logísticas capazes de assegurar maior probabilidade de sobrevivência aos descendentes dos vencedores.
A contrapartida do altruísmo em relação aos "nossos" é a crueldade dirigida contra os "outros".
Na violência intergrupal do passado remoto estão fincadas as raízes dos preconceitos atuais. As interações negativas entre nossos antepassados deram origem aos comportamentos preconceituosos de hoje, porque no tempo deles o contato com outros povos era tormentoso e limitado.
Foi com as navegações e a descoberta das Américas que indivíduos de etnias diversificadas foram obrigados a conviver, embora de forma nem sempre pacífica. Estaria nesse estranhamento a origem das idiossincrasias contra negros e índios, por exemplo, povos fisicamente diferentes dos colonizadores brancos.
Preconceito racial não é questão restrita ao racismo, faz parte de um fenômeno muito mais abrangente que varia de uma cultura para outra e que se modifica com o passar do tempo. Em apenas uma geração, o apartheid norte-americano foi combatido a ponto de um negro chegar à Presidência do país.
O preconceito contra "eles" cai mais pesado sobre os homens, porque eram do sexo masculino os guerreiros que atacavam nossos ancestrais. Na literatura, essa constatação recebeu o nome de hipótese do guerreiro masculino.
A evolução moldou nosso medo de homens que pertencem a outros grupos. Para nos defendermos deles, criamos fronteiras que agrupam alguns e separam outros em obediência a critérios de cor da pele, religião, nacionalidade, convicções políticas, dialetos e até times de futebol.
Demarcada a linha divisória entre "nós" e "eles", discriminamos os que estão do lado de lá. Às vezes com violência.
I. O autor afirma que a ciência comprova que há, naturalmente, grupos superiores a outros e isso justifica o racismo.
II. O autor afirma que apenas os homens tribais, não evoluídos, apresentam preconceito.
Está correto o que se afirma em
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O psicólogo, a partir de sua prática profissional,
constantemente pode ser solicitado a apresentar
informações documentais a respeito de sua atuação para
objetivos diversos. É comum a solicitação dos seguintes
documentos:
I. Laudo psicológico II. Atestado psicológico III. Declaração IV. Parecer psicológico
De acordo com a Resolução do Conselho Federal de Psicologia CFP N.º 07/2003, que institui o Manual de Elaboração de Documentos Escritos produzidos pelo psicólogo, não são documentos decorrentes da avaliação psicológica:
I. Laudo psicológico II. Atestado psicológico III. Declaração IV. Parecer psicológico
De acordo com a Resolução do Conselho Federal de Psicologia CFP N.º 07/2003, que institui o Manual de Elaboração de Documentos Escritos produzidos pelo psicólogo, não são documentos decorrentes da avaliação psicológica:
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O atual Código de Ética do Psicólogo está dividido em
três grandes partes, sendo elas: Princípios Fundamentais,
Das Responsabilidades do Psicólogo, e Disposições
Gerais. Nas disposições gerais estão caracterizadas como
serão aplicadas as penalidades no caso de transgressões
dos preceitos éticos deste Código, e as penalidades que
podem ser aplicadas. Assinale a alternativa que não se
caracteriza como uma penalidade a uma infração
disciplinar:
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O Artigo nono do Código de Ética do Psicólogo afirma
que “É dever do psicólogo respeitar o sigilo profissional
a fim de proteger, por meio da confidencialidade, a
intimidade das pessoas, grupos ou organizações, a que
tenha acesso no exercício profissional”. Com relação ao
sigilo profissional previsto no Código de Ética do Psicólogo
em vigor, julgue as afirmações abaixo como verdadeira
(V) ou falsa (F):
( ) O psicólogo poderá decidir pela quebra de sigilo em situações específicas.
( ) O psicólogo não deverá fazer nenhum tipo de registro que envolva informação acerca das pessoas atendidas nos documentos compartilhados por uma equipe multiprofissional.
( ) No atendimento a crianças, deve ser compartilhado com os pais ou responsáveis todas as informações e dados produzidos durante os atendimentos.
A sequência correta, de cima para baixo das afirmações é:
( ) O psicólogo poderá decidir pela quebra de sigilo em situações específicas.
( ) O psicólogo não deverá fazer nenhum tipo de registro que envolva informação acerca das pessoas atendidas nos documentos compartilhados por uma equipe multiprofissional.
( ) No atendimento a crianças, deve ser compartilhado com os pais ou responsáveis todas as informações e dados produzidos durante os atendimentos.
A sequência correta, de cima para baixo das afirmações é:
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O conceito de redução de danos vem sendo consolidado
como um dos eixos norteadores da política do Ministério
da Saúde para o álcool e outras drogas na perspectiva da
lógica ampliada. Assinale a alternativa que corresponde
à definição correta do conceito:
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Na década de 90, alguns acontecimentos foram
responsáveis por contribuir para que entrasse em vigor
no Brasil as primeiras normas federais regulamentando
a implantação de serviços de atenção diária à saúde
mental, fundamentados nas propostas da Reforma
Psiquiátrica. Assinale a alternativa que corresponde aos
acontecimentos referidos:
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O psicólogo, ao elaborar seus documentos, deverá adotar
como princípios norteadores as técnicas da linguagem
escrita e os princípios éticos, técnicos e científicos da
profissão. Julgue as afirmações abaixo como verdadeiras
(V) ou falsas (F) com relação aos princípios técnicos na
elaboração de documentos escritos:
( ) O processo de avaliação psicológica deve considerar que os objetos deste procedimento têm determinações históricas, sociais, econômicas e políticas, sendo as mesmas elementos constitutivos no processo de subjetivação, sendo que dessa forma o documento deve considerar a natureza definitiva do seu objeto de estudo.
( ) Os psicólogos, ao produzirem documentos escritos, devem se basear exclusivamente nos instrumentais técnicos que se configuram como métodos e técnicas psicológicas para a coleta de dados, estudos e interpretações de informações a respeito da pessoa ou grupo atendidos.
( ) A linguagem nos documentos deve ser precisa, clara, inteligível e concisa, ou seja, deve-se restringir pontualmente às informações que se fizerem necessárias, recusando qualquer tipo de consideração que não tenha relação com a finalidade do documento específico.
A ordem correta de cima para baixo é:
( ) O processo de avaliação psicológica deve considerar que os objetos deste procedimento têm determinações históricas, sociais, econômicas e políticas, sendo as mesmas elementos constitutivos no processo de subjetivação, sendo que dessa forma o documento deve considerar a natureza definitiva do seu objeto de estudo.
( ) Os psicólogos, ao produzirem documentos escritos, devem se basear exclusivamente nos instrumentais técnicos que se configuram como métodos e técnicas psicológicas para a coleta de dados, estudos e interpretações de informações a respeito da pessoa ou grupo atendidos.
( ) A linguagem nos documentos deve ser precisa, clara, inteligível e concisa, ou seja, deve-se restringir pontualmente às informações que se fizerem necessárias, recusando qualquer tipo de consideração que não tenha relação com a finalidade do documento específico.
A ordem correta de cima para baixo é:
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