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Foram encontradas 96 questões.

2803290 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Assinale a alternativa cujo termo em destaque pode ser substituído por um pronome pessoal reto.

 

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2803289 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Marque a alternativa em que há erro de regência nominal.

 

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2803288 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

O grau do adjetivo destacado em “[...] Se soubesse, não teria falado, mas falei pela veneração, pela estima, pelo afeto, para cumprir um dever amargo, um dever amaríssimo.” (Machado de Assis) é classificado como

 

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2803287 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Leia.

"O sertanejo é, antes de tudo, um forte. Não tem o raquitismo exaustivo dos mestiços neurastênicos do litoral.

A sua aparência, entretanto, ao primeiro lance de vista, revela o contrário. Falta-lhe a plástica impecável, o desempenho, a estrutura corretíssima das organizações atléticas.

É desgracioso, desengonçado, torto. Hércules- Quasímodo, reflete no aspecto a fealdade típica dos fracos.”

(Euclides da Cunha)

Marque a alternativa cujo termo retirado do trecho acima classifica-se em aposto.

 

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2803286 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

No trecho Como eu não podia caminhar, Melissa veio ao meu encontro, a oração em destaque é classificada como oração subordinada

 

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2803285 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Considerando os termos em destaque, coloque (CN) para complemento nominal e (AA) para adjunto adnominal. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) “Leonardo deu pouca atenção a isso (...)” (Manuel Antônio de Almeida)

( ) “O céu bordado d’estrelas, / A terra de aromas cheia” (Casimiro de Abreu)

( ) “Não me peças que aceite dez anos de prisão.” (Camilo Castelo Branco)

( ) “Era uma luta de morte a que ia se travar (...)” (José de Alencar)

 

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2803284 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Marque a alternativa que contém período composto somente por coordenação.

 

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2803283 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Ao reescrever o trecho A secretária chega à sala da diretora e diz: “Senhora, passarei nas salas de aula para dar o recado.” para o discurso indireto, o verbo em destaque assume a seguinte forma:

 

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2803281 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Divagação sobre as ilhas

Carlos Drumnond de Andrade

Quando me acontecer alguma pecúnia, passante de um milhão de cruzeiros, compro uma ilha; não muito longe do litoral, que o litoral faz falta; nem tão perto, também que de lá possa eu aspirar a fumaça e a graxa do porto. Minha ilha (e só de a imaginar já me considero seu habitante) ficará no justo ponto de latitude e longitude, que, pondo-me a coberto de ventos, sereias e pestes, nem me afaste demasiado dos homens nem me obrigue a praticá-los diuturnamente. Porque esta é a ciência e, direi, a arte do bem-viver; uma fuga relativa, e uma não muito estouvada confraternização.

De há muito sonho esta ilha, se é que não a sonhei sempre. (...)

E por que nos seduz a ilha? As composições de sombra e luz, o esmalte das relvas, a cristalinidade dos regatos – tudo isso existe fora das ilhas, não é privilégio dela. A mesma solidão existe, com diferentes pressões, nos mais diversos locais, inclusive os de população densa, em terra firme e longa. Resta ainda o argumento da felicidade – “aqui eu não sou feliz”, declara o poeta, para enaltecer, pelo contraste, a sua pasárgada: mas será que se procura realmente nas ilhas uma ocasião de ser feliz ou modo de sê-lo? E só se alcançaria tal mercê, de índole extremamente subjetiva, no regaço de uma ilha, e não igualmente em terra comum?

Quando penso em comprar uma ilha, nenhuma dessas excelências me seduz mais que as outras, nem todas juntas constituem a razão de meu desejo. (...)

A ilha me satisfaz por ser uma porção curta de terra (falo de ilhas individuais, não me tentam aventuras marajoaras), um resumo prático, substantivo, dos estirões deste vasto mundo, sem os inconvenientes dele, e com a vantagem de ser quase ficção sem deixar de constituir uma realidade.

Presença da Literatura Brasileira. Modernismo. 5ª. edição.

A questão refere-se ao texto acima.

Leia o texto a seguir.

“Vou-me embora pra Pasárgada / Lá sou amigo do rei / Lá tenho a mulher que eu quero / Na cama que escolherei (...) / (...) Aqui eu não sou feliz / Lá a existência é uma aventura (...)” (Manuel Bandeira)

I- Em ambos os textos, o autor demonstra o desejo de fugir da realidade concreta e adentrar uma realidade idealizada.

II- Pode-se afirmar que o autor de “Divagação sobre as ilhas” se opõe ao mundo real, pois afirma “aqui eu não sou feliz”.

III- Pasárgada pode ser considerada um local perfeito para se viver.

IV- O recurso da antítese está presente na crônica “Divagação sobre as ilhas”.

Está correto o que se afirma em

 

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2803280 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: DIRENS Aeronáutica
Orgão: EEAr

Divagação sobre as ilhas

Carlos Drumnond de Andrade

Quando me acontecer alguma pecúnia, passante de um milhão de cruzeiros, compro uma ilha; não muito longe do litoral, que o litoral faz falta; nem tão perto, também que de lá possa eu aspirar a fumaça e a graxa do porto. Minha ilha (e só de a imaginar já me considero seu habitante) ficará no justo ponto de latitude e longitude, que, pondo-me a coberto de ventos, sereias e pestes, nem me afaste demasiado dos homens nem me obrigue a praticá-los diuturnamente. Porque esta é a ciência e, direi, a arte do bem-viver; uma fuga relativa, e uma não muito estouvada confraternização.

De há muito sonho esta ilha, se é que não a sonhei sempre. (...)

E por que nos seduz a ilha? As composições de sombra e luz, o esmalte das relvas, a cristalinidade dos regatos – tudo isso existe fora das ilhas, não é privilégio dela. A mesma solidão existe, com diferentes pressões, nos mais diversos locais, inclusive os de população densa, em terra firme e longa. Resta ainda o argumento da felicidade – “aqui eu não sou feliz”, declara o poeta, para enaltecer, pelo contraste, a sua pasárgada: mas será que se procura realmente nas ilhas uma ocasião de ser feliz ou modo de sê-lo? E só se alcançaria tal mercê, de índole extremamente subjetiva, no regaço de uma ilha, e não igualmente em terra comum?

Quando penso em comprar uma ilha, nenhuma dessas excelências me seduz mais que as outras, nem todas juntas constituem a razão de meu desejo. (...)

A ilha me satisfaz por ser uma porção curta de terra (falo de ilhas individuais, não me tentam aventuras marajoaras), um resumo prático, substantivo, dos estirões deste vasto mundo, sem os inconvenientes dele, e com a vantagem de ser quase ficção sem deixar de constituir uma realidade.

Presença da Literatura Brasileira. Modernismo. 5ª. edição.

A questão refere-se ao texto acima.

A ideia principal do 5º parágrafo é a de que a ilha

 

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