Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

4108010 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: EMATER-MG

Texto para a questão.

 

TEXTO I

O Brasil deve voltar aos trilhos

 

Alberto Pinto Coelho* 

 

[§1] O quase colapso que o Brasil viveu recentemente com a paralisação dos caminhoneiros serviu para deixar exposto, como nunca, o risco que oferece a infraestrutura de transportes do País, na medida em que 67% das cargas e mercadorias são movimentadas pelo modal rodoviário, enquanto apenas 20%, ou ainda menos, são atendidas pelas ferrovias, complementadas por hidrovias.

 

[§2] Isto deixa meridianamente claro que a concepção de um ousado plano de expansão das ferrovias no Brasil não responde apenas a uma decisão dos governantes, mas implica na adoção de uma verdadeira política de Estado, ou seja, uma determinação estratégica para o desenvolvimento nacional de modo a ter continuidade no tempo, até que haja maior equilíbrio na matriz de transportes do País, que não pode ficar refém de uma modalidade dominante, como acontece hoje.

 

[§3] Cabe ressaltar o que essa matriz de transportes nacional representa em termos de custo logístico e, portanto, do chamado “custo Brasil”. Para dimensionar o desafio que se apresenta à competitividade internacional do Brasil, existe uma referência mundialmente adotada no custo do transporte, chamada de TKU (tonelagem transportada útil), que se obtém multiplicando a tonelagem transportada pela distância percorrida.

 

[§4] É de causar pasmo a diferença, pois o TKU do transporte rodoviário é da ordem de 130 dólares, enquanto o do transporte ferroviário é de apenas 22 dólares!... Ou seja, a continuar com a sua atual matriz de transportes, o Brasil permanecerá à margem da concorrência internacional em termos de custos, sendo hoje uma das causas de sua baixa participação no comércio exterior.

 

[§5] Precisamos da execução de um autêntico plano de expansão ferroviária no Brasil. Não podemos perder esse trem da história.

 

* Ex-governador de Minas Gerais. 

Estado de Minas, Caderno Opinião, 18 jul. 2018, p. 7. Adaptado.

 

TEXTO II

 

Enunciado 4473541-1

Disponível em: <https://bibocaambiental.blogspot.com/2015/02/por-que-o-transporte-ferroviario-e-tao.html>. Acesso em: 18 jul. 2018.

 

Leia a seguinte passagem transcrita do texto.

 

“O quase colapso que o Brasil viveu recentemente com a paralisação dos caminhoneiros serviu para deixar exposto, como nunca, o risco que oferece a infraestrutura de transportes do País...”. [§1]

 

Considerando as quatro palavras em destaque, na ordem em que cada uma aparece nesse período, existem, respectivamente,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4108009 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: EMATER-MG

Texto para a questão.

 

TEXTO I

O Brasil deve voltar aos trilhos

 

Alberto Pinto Coelho* 

 

[§1] O quase colapso que o Brasil viveu recentemente com a paralisação dos caminhoneiros serviu para deixar exposto, como nunca, o risco que oferece a infraestrutura de transportes do País, na medida em que 67% das cargas e mercadorias são movimentadas pelo modal rodoviário, enquanto apenas 20%, ou ainda menos, são atendidas pelas ferrovias, complementadas por hidrovias.

 

[§2] Isto deixa meridianamente claro que a concepção de um ousado plano de expansão das ferrovias no Brasil não responde apenas a uma decisão dos governantes, mas implica na adoção de uma verdadeira política de Estado, ou seja, uma determinação estratégica para o desenvolvimento nacional de modo a ter continuidade no tempo, até que haja maior equilíbrio na matriz de transportes do País, que não pode ficar refém de uma modalidade dominante, como acontece hoje.

 

[§3] Cabe ressaltar o que essa matriz de transportes nacional representa em termos de custo logístico e, portanto, do chamado “custo Brasil”. Para dimensionar o desafio que se apresenta à competitividade internacional do Brasil, existe uma referência mundialmente adotada no custo do transporte, chamada de TKU (tonelagem transportada útil), que se obtém multiplicando a tonelagem transportada pela distância percorrida.

 

[§4] É de causar pasmo a diferença, pois o TKU do transporte rodoviário é da ordem de 130 dólares, enquanto o do transporte ferroviário é de apenas 22 dólares!... Ou seja, a continuar com a sua atual matriz de transportes, o Brasil permanecerá à margem da concorrência internacional em termos de custos, sendo hoje uma das causas de sua baixa participação no comércio exterior.

 

[§5] Precisamos da execução de um autêntico plano de expansão ferroviária no Brasil. Não podemos perder esse trem da história.

 

* Ex-governador de Minas Gerais. 

Estado de Minas, Caderno Opinião, 18 jul. 2018, p. 7. Adaptado.

 

TEXTO II

 

Enunciado 4473540-1

Disponível em: <https://bibocaambiental.blogspot.com/2015/02/por-que-o-transporte-ferroviario-e-tao.html>. Acesso em: 18 jul. 2018.

 

Na frase “Isto deixa meridianamente claro que a concepção de um ousado plano de expansão das ferrovias no Brasil não responde apenas a uma decisão dos governantes...” [§2], qual das palavras seguintes não corresponde ao sentido que o autor quis dar ao advérbio “meridianamente”?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4108008 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: EMATER-MG

Texto para a questão.

 

TEXTO I

O Brasil deve voltar aos trilhos

 

Alberto Pinto Coelho* 

 

[§1] O quase colapso que o Brasil viveu recentemente com a paralisação dos caminhoneiros serviu para deixar exposto, como nunca, o risco que oferece a infraestrutura de transportes do País, na medida em que 67% das cargas e mercadorias são movimentadas pelo modal rodoviário, enquanto apenas 20%, ou ainda menos, são atendidas pelas ferrovias, complementadas por hidrovias.

 

[§2] Isto deixa meridianamente claro que a concepção de um ousado plano de expansão das ferrovias no Brasil não responde apenas a uma decisão dos governantes, mas implica na adoção de uma verdadeira política de Estado, ou seja, uma determinação estratégica para o desenvolvimento nacional de modo a ter continuidade no tempo, até que haja maior equilíbrio na matriz de transportes do País, que não pode ficar refém de uma modalidade dominante, como acontece hoje.

 

[§3] Cabe ressaltar o que essa matriz de transportes nacional representa em termos de custo logístico e, portanto, do chamado “custo Brasil”. Para dimensionar o desafio que se apresenta à competitividade internacional do Brasil, existe uma referência mundialmente adotada no custo do transporte, chamada de TKU (tonelagem transportada útil), que se obtém multiplicando a tonelagem transportada pela distância percorrida.

 

[§4] É de causar pasmo a diferença, pois o TKU do transporte rodoviário é da ordem de 130 dólares, enquanto o do transporte ferroviário é de apenas 22 dólares!... Ou seja, a continuar com a sua atual matriz de transportes, o Brasil permanecerá à margem da concorrência internacional em termos de custos, sendo hoje uma das causas de sua baixa participação no comércio exterior.

 

[§5] Precisamos da execução de um autêntico plano de expansão ferroviária no Brasil. Não podemos perder esse trem da história.

 

* Ex-governador de Minas Gerais. 

Estado de Minas, Caderno Opinião, 18 jul. 2018, p. 7. Adaptado.

 

TEXTO II

 

Enunciado 4473539-1

Disponível em: <https://bibocaambiental.blogspot.com/2015/02/por-que-o-transporte-ferroviario-e-tao.html>. Acesso em: 18 jul. 2018.

 

O sentido pretendido pelo autor do texto para a palavra ou expressão em destaque não está explicado corretamente em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4108007 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: EMATER-MG

Texto para a questão.

 

TEXTO I

O Brasil deve voltar aos trilhos

 

Alberto Pinto Coelho* 

 

[§1] O quase colapso que o Brasil viveu recentemente com a paralisação dos caminhoneiros serviu para deixar exposto, como nunca, o risco que oferece a infraestrutura de transportes do País, na medida em que 67% das cargas e mercadorias são movimentadas pelo modal rodoviário, enquanto apenas 20%, ou ainda menos, são atendidas pelas ferrovias, complementadas por hidrovias.

 

[§2] Isto deixa meridianamente claro que a concepção de um ousado plano de expansão das ferrovias no Brasil não responde apenas a uma decisão dos governantes, mas implica na adoção de uma verdadeira política de Estado, ou seja, uma determinação estratégica para o desenvolvimento nacional de modo a ter continuidade no tempo, até que haja maior equilíbrio na matriz de transportes do País, que não pode ficar refém de uma modalidade dominante, como acontece hoje.

 

[§3] Cabe ressaltar o que essa matriz de transportes nacional representa em termos de custo logístico e, portanto, do chamado “custo Brasil”. Para dimensionar o desafio que se apresenta à competitividade internacional do Brasil, existe uma referência mundialmente adotada no custo do transporte, chamada de TKU (tonelagem transportada útil), que se obtém multiplicando a tonelagem transportada pela distância percorrida.

 

[§4] É de causar pasmo a diferença, pois o TKU do transporte rodoviário é da ordem de 130 dólares, enquanto o do transporte ferroviário é de apenas 22 dólares!... Ou seja, a continuar com a sua atual matriz de transportes, o Brasil permanecerá à margem da concorrência internacional em termos de custos, sendo hoje uma das causas de sua baixa participação no comércio exterior.

 

[§5] Precisamos da execução de um autêntico plano de expansão ferroviária no Brasil. Não podemos perder esse trem da história.

 

* Ex-governador de Minas Gerais. 

Estado de Minas, Caderno Opinião, 18 jul. 2018, p. 7. Adaptado.

 

TEXTO II

 

Enunciado 4473538-1

Disponível em: <https://bibocaambiental.blogspot.com/2015/02/por-que-o-transporte-ferroviario-e-tao.html>. Acesso em: 18 jul. 2018.

 

Avalie as afirmações a respeito do que é possível inferir a partir da leitura dos textos.

 

I. O transporte ferroviário é tão precário no Brasil porque somos um país que privilegia política e economicamente as estradas e o caminhão.

 

II. Um trem lança na atmosfera menos gás carbônico por tonelada do que um caminhão e um navio juntos.

 

III. Existem, nos dois textos, duas abordagens diferentes sobre a valorização do modal ferroviário: o primeiro promove uma crítica e o segundo, uma desconstrução dessa crítica.

 

IV. A leitura dos textos permite inferir que o país é dependente do tranporte rodoviário, o que se comprova pela ocorrência de um fato marcadamente histórico recente e pela ausência de visibilidade acerca do que se considera sustentável.

 

V. Ambos os textos veiculam o retrato simplista de uma situação momentaneamente vigente no país, baseado em dados do senso comum.

 

Está correto apenas o que se afirma em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4108006 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: EMATER-MG

A ortoépia ou ortoepia se refere à correta articulação dos grupos vocálicos e dos fonemas consonantais, determinando as normas que guiam a pronúncia certa das palavras. Os desvios ocorridos nesta área normalmente se refletem na escrita, dado que as pessoas têm tendência para escrever as palavras tal como dizem, dando origem a erros. Por exemplo, se uma pessoa normalmente fala “rúbrica” (ato de assinar um documento), quando for escrever a palavra terá a tendência para grafá-la da forma errada, como proparoxítona, mesmo que a forma correta seja “rubrica” (paroxítona).

 

A esse respeito, leia, com atenção, as duas tirinhas a seguir.

Enunciado 4473537-1

Disponível em: <http://sosriosdobrasil.blogspot.com/2012/07/salvem-o-manguezal-tirinha-menino.html>. Acesso em: 17 jul. 2018.
Adaptado.

 

Enunciado 4473537-2

Disponível em: <https://decifrandoalingua.wordpress.com/2013/09/26/atividades-com-pronomes/>. Acesso em: 17 jul. 2018.

 

Imagine que o leitor da charge e da tirinha desconheça a grafia e a pronúncia certas das palavras CARANGUEJOS e VERRUGA e de outras tantas que fazem parte do acervo lexical da nossa língua.

 

Considerando essa possibilidade, qual dos pares a seguir não apresenta um erro de ortoépia?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4108005 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: EMATER-MG

Leia a estrofe do poema “Os anos são degraus”, de Fernanda de Castro.

 

“Mas tudo são degraus; tudo é fugir

à humana condição.

Degrau após degrau,

tudo é lenta ascensão.”

 

Disponível em: http://fernanda-decastro.blogspot.com/p/poemas.html. Acesso em: 24 jul. 2018.

 

Avalie as explicações dadas sobre a concordância do verbo “ser” em “tudo são degraus”.

 

I. A norma culta da língua portuguesa só aceita a concordância com o verbo “ser” no singular: “Tudo é degraus”.

 

II. “Tudo é degraus” está correto, pois o verbo no singular aparece em concordância com o pronome indefinido.

 

III. “Tudo são degraus” está correto, pois o verbo “ser” concorda com o predicativo expresso por um substantivo no plural.

 

IV. Quando o sujeito é constituído de uma expressão numérica que se considera em sua totalidade, o verbo “ser” fica no singular: “Tudo é degraus”.

 

Está correto apenas o que se afirma em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4108004 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FADECIT
Orgão: EMATER-MG

Leia a charge a seguir, que traz uma reflexão bem humorada acerca do Novo Acordo Ortográfico.

 

Enunciado 4473535-1

Disponível em: https://blogdoenem.com.br/gramatica-enem-hifen/. Acesso em: 24 jul. 2018.

 

Considerando que o Novo Acordo Ortográfico alterou o emprego do hífen em palavras compostas, a sequência de palavras hifenizadas grafadas corretamente é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia, com atenção, o texto seguinte.

 

“Atravessa ruas, dobra esquinas, sobe escadas, bate em portas, entra, pergunta, olha, sai, torna a andar.”

 

SABINO, Fernando. O encontro marcado. Rio de Janeiro: Record, 1998. 

 

Sobre a pontuação presente no trecho, é correto afirmar que a vírgula está empregada para separar

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia o fragmento transcrito do texto “O pastel e a crise”, de Otto Lara Resende.

 

“Quando a crise convida ao pessimismo ou ameaça descambar na depressão, está na hora de ler. Poesia ou prosa, tanto faz. A partir de certa altura, bom mesmo é reler. Reler, sobretudo, o que nunca se leu, como repeti outro dia a um amigo que não é chegado à leitura.”

 

RESENDE, Otto Lara. IN: SANTOS, J. F. As cem melhores crônicas brasileiras. Rio de Janeiro: Objetiva, 2007. 

 

Avalie as duas asserções sobre a colocação pronominal nos termos destacados no fragmento de Otto Lara Resende e a relação proposta entre elas.

 

I . O pronome oblíquo átono presente na frase destacada encontra-se proclítico

 

PORQUE

 

II . o pronome relativo “que” exige o emprego do pronome oblíquo “se” antes do verbo.

 

Sobre essas asserções, é correto afirmar que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Leia a conversa entre os personagens da história em quadrinhos a seguir e complete corretamente as lacunas com a grafia do porquê correspondente.

 

Enunciado 4473532-1

A sequência que preenche corretamente as lacunas do diálogo é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas