Magna Concursos

Foram encontradas 1.633 questões.

Qualidade do tratamento de água: Geosmina é a ponta do iceberg

Mal começava o mês de janeiro e cerca de nove milhões de pessoas da região metropolitana do Rio de Janeiro passaram a sentir mau cheiro e gosto de terra na água que saía das torneiras de suas casas. Lentidão de respostas, especulações em relação às substâncias presentes na água, desinformação e falta de transparência rondaram esse processo que envolveu a maior estação de tratamento de água do mundo, a ETA Guandu. Até o fechamento desta reportagem, o fornecimento de água não havia voltado à normalidade.

Ainda no dia 7 de janeiro, a Cedae publicava a primeira nota informando que técnicos da empresa detectaram a presença da substância geosmina em amostras de água. O texto informava ainda que a substância orgânica não causava nenhum risco à saúde e que a água poderia ser consumida. No entanto, parte da população passou a relatar fortes cólicas e náuseas, e um grande contingente de pessoas percebeu gosto e cheiro diferentes: quem pôde, começou a recorrer à compra de água mineral engarrafada. A secretaria municipal de Saúde do Rio informou, por meio de nota enviada ao Portal EPSJV, que não há como comprovar relação dos sintomas com a presença da substância na água.

Uma semana depois, no dia 13, uma força-tarefa composta pel Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, por meio do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema/MPRJ), Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Fiocruz, Uerj, Inea e vigilância sanitária do município e do estado e representantes do Comitê de Bacia do Guandu também fizeram uma vistoria na ETA Guandu. Na ocasião, água da barragem principal de captação do Rio Guandu, do Reservatório Marapicu e dos pontos de coleta oficiais dos laboratórios da Cedae foi coletada. A Fiocruz, na ocasião, se colocou à disposição para a avaliação das informações e indicações técnicas aos órgãos envolvidos. Vale ressaltar que a instituição não ficou responsável pela análise da água. O relatório produzido foi entregue tanto ao MPRJ, quanto à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). “Somamos forças para que pudéssemos dar respostas à população e cobrar a Cedae que não estava sendo ágil nem transparente em todo esse processo”, informa a promotora Gisela Pequeno. do MPRJ.

No dia 15, 24 horas depois de a empresa publicar um laudo de parâmetros de análise da água, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) publicou uma nota contradizendo a avaliação da Cedae em relação à presença da geosmina na água. “Diferentemente do que havia sido anunciado pela Cedae, os laudos divulgados até a manhã do dia 15/1/2020 não fazem referência à identificação da presença de geosmina, corroborando assim para a permanência da incerteza relacionada à qualidade da água distribuída para a população, que continua recebendo água com turbidez e odor em alguns pontos da RMRJ”, dizia o texto.

De acordo com o professor-pesquisador da EPSJV/Fiocruz Alexandre Pessoa, que participou da vistoria, já era possível sentir forte odor no momento da captação da água. Para ele, ficou evidente a necessidade de investimento em operação, manutenção e conservação das estruturas da estação de tratamento. “A visita foi importante, pois possibilitou o diálogo com os técnicos da Cedae com relação ao controle operacional da estação eà entrada em operação do plano de contingência para o abastecimento de água do sistema Guandu. A partir desse encontro, percebemos inconsistências na execução desse plano, que indicava a abertura imediata das comportas das barragens e o fechamento dos canais de adução da água para estação de tratamento mediante a ocorrência de proliferação de algas”, explica e acrescenta:É urgente a necessidade de revisão do plano de contigência, com a inclusão de protocolo específico para a floração de algas e cianobactérias.

Viviane Tavares (Extraído e adaptado de: https://www.ecodebate.com.br/)

Mal começava o mês de janeiro e cerca de nove milhões de pessoas da região metropolitana do Rio de Janeiro passaram a sentir mau cheiro e gosto de terra na água que saia das torneiras de suas casas" (1º parágrafo).

As palavras "mal" e "mau" pertencem, respectivamente, às classes de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Qualidade do tratamento de água: Geosmina é a ponta do iceberg

Mal começava o mês de janeiro e cerca de nove milhões de pessoas da região metropolitana do Rio de Janeiro passaram a sentir mau cheiro e gosto de terra na água que saía das torneiras de suas casas. Lentidão de respostas, especulações em relação às substâncias presentes na água, desinformação e falta de transparência rondaram esse processo que envolveu a maior estação de tratamento de água do mundo, a ETA Guandu. Até o fechamento desta reportagem, o fornecimento de água não havia voltado à normalidade.

Ainda no dia 7 de janeiro, a Cedae publicava a primeira nota informando que técnicos da empresa detectaram a presença da substância geosmina em amostras de água. O texto informava ainda que a substância orgânica não causava nenhum risco à saúde e que a água poderia ser consumida. No entanto, parte da população passou a relatar fortes cólicas e náuseas, e um grande contingente de pessoas percebeu gosto e cheiro diferentes: quem pôde, começou a recorrer à compra de água mineral engarrafada. A secretaria municipal de Saúde do Rio informou, por meio de nota enviada ao Portal EPSJV, que não há como comprovar relação dos sintomas com a presença da substância na água.

Uma semana depois, no dia 13, uma força-tarefa composta pel Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, por meio do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema/MPRJ), Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Fiocruz, Uerj, Inea e vigilância sanitária do município e do estado e representantes do Comitê de Bacia do Guandu também fizeram uma vistoria na ETA Guandu. Na ocasião, água da barragem principal de captação do Rio Guandu, do Reservatório Marapicu e dos pontos de coleta oficiais dos laboratórios da Cedae foi coletada. A Fiocruz, na ocasião, se colocou à disposição para a avaliação das informações e indicações técnicas aos órgãos envolvidos. Vale ressaltar que a instituição não ficou responsável pela análise da água. O relatório produzido foi entregue tanto ao MPRJ, quanto à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). “Somamos forças para que pudéssemos dar respostas à população e cobrar a Cedae que não estava sendo ágil nem transparente em todo esse processo”, informa a promotora Gisela Pequeno. do MPRJ.

No dia 15, 24 horas depois de a empresa publicar um laudo de parâmetros de análise da água, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) publicou uma nota contradizendo a avaliação da Cedae em relação à presença da geosmina na água. “Diferentemente do que havia sido anunciado pela Cedae, os laudos divulgados até a manhã do dia 15/1/2020 não fazem referência à identificação da presença de geosmina, corroborando assim para a permanência da incerteza relacionada à qualidade da água distribuída para a população, que continua recebendo água com turbidez e odor em alguns pontos da RMRJ”, dizia o texto.

De acordo com o professor-pesquisador da EPSJV/Fiocruz Alexandre Pessoa, que participou da vistoria, já era possível sentir forte odor no momento da captação da água. Para ele, ficou evidente a necessidade de investimento em operação, manutenção e conservação das estruturas da estação de tratamento. “A visita foi importante, pois possibilitou o diálogo com os técnicos da Cedae com relação ao controle operacional da estação eà entrada em operação do plano de contingência para o abastecimento de água do sistema Guandu. A partir desse encontro, percebemos inconsistências na execução desse plano, que indicava a abertura imediata das comportas das barragens e o fechamento dos canais de adução da água para estação de tratamento mediante a ocorrência de proliferação de algas”, explica e acrescenta:É urgente a necessidade de revisão do plano de contigência, com a inclusão de protocolo específico para a floração de algas e cianobactérias.

Viviane Tavares (Extraído e adaptado de: https://www.ecodebate.com.br/)

Mal começava o mês de janeiro e cerca de nove milhões de pessoas da região metropolitana do Rio de Janeiro passaram a sentir mau cheiro e gosto de terra na água que saia das torneiras de suas casas" (1º parágrafo).

A expressão "cerca de" indica valor de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Qualidade do tratamento de água: Geosmina é a ponta do iceberg

Mal começava o mês de janeiro e cerca de nove milhões de pessoas da região metropolitana do Rio de Janeiro passaram a sentir mau cheiro e gosto de terra na água que saía das torneiras de suas casas. Lentidão de respostas, especulações em relação às substâncias presentes na água, desinformação e falta de transparência rondaram esse processo que envolveu a maior estação de tratamento de água do mundo, a ETA Guandu. Até o fechamento desta reportagem, o fornecimento de água não havia voltado à normalidade.

Ainda no dia 7 de janeiro, a Cedae publicava a primeira nota informando que técnicos da empresa detectaram a presença da substância geosmina em amostras de água. O texto informava ainda que a substância orgânica não causava nenhum risco à saúde e que a água poderia ser consumida. No entanto, parte da população passou a relatar fortes cólicas e náuseas, e um grande contingente de pessoas percebeu gosto e cheiro diferentes: quem pôde, começou a recorrer à compra de água mineral engarrafada. A secretaria municipal de Saúde do Rio informou, por meio de nota enviada ao Portal EPSJV, que não há como comprovar relação dos sintomas com a presença da substância na água.

Uma semana depois, no dia 13, uma força-tarefa composta pel Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, por meio do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema/MPRJ), Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Fiocruz, Uerj, Inea e vigilância sanitária do município e do estado e representantes do Comitê de Bacia do Guandu também fizeram uma vistoria na ETA Guandu. Na ocasião, água da barragem principal de captação do Rio Guandu, do Reservatório Marapicu e dos pontos de coleta oficiais dos laboratórios da Cedae foi coletada. A Fiocruz, na ocasião, se colocou à disposição para a avaliação das informações e indicações técnicas aos órgãos envolvidos. Vale ressaltar que a instituição não ficou responsável pela análise da água. O relatório produzido foi entregue tanto ao MPRJ, quanto à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). “Somamos forças para que pudéssemos dar respostas à população e cobrar a Cedae que não estava sendo ágil nem transparente em todo esse processo”, informa a promotora Gisela Pequeno. do MPRJ.

No dia 15, 24 horas depois de a empresa publicar um laudo de parâmetros de análise da água, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) publicou uma nota contradizendo a avaliação da Cedae em relação à presença da geosmina na água. “Diferentemente do que havia sido anunciado pela Cedae, os laudos divulgados até a manhã do dia 15/1/2020 não fazem referência à identificação da presença de geosmina, corroborando assim para a permanência da incerteza relacionada à qualidade da água distribuída para a população, que continua recebendo água com turbidez e odor em alguns pontos da RMRJ”, dizia o texto.

De acordo com o professor-pesquisador da EPSJV/Fiocruz Alexandre Pessoa, que participou da vistoria, já era possível sentir forte odor no momento da captação da água. Para ele, ficou evidente a necessidade de investimento em operação, manutenção e conservação das estruturas da estação de tratamento. “A visita foi importante, pois possibilitou o diálogo com os técnicos da Cedae com relação ao controle operacional da estação eà entrada em operação do plano de contingência para o abastecimento de água do sistema Guandu. A partir desse encontro, percebemos inconsistências na execução desse plano, que indicava a abertura imediata das comportas das barragens e o fechamento dos canais de adução da água para estação de tratamento mediante a ocorrência de proliferação de algas”, explica e acrescenta:É urgente a necessidade de revisão do plano de contigência, com a inclusão de protocolo específico para a floração de algas e cianobactérias.

Viviane Tavares (Extraído e adaptado de: https://www.ecodebate.com.br/)

Mal começava o mês de janeiro e cerca de nove milhões de pessoas da região metropolitana do Rio de Janeiro passaram a sentir mau cheiro e gosto de terra na água que saia das torneiras de suas casas" (1º parágrafo).

No trecho, a palavra "mal" tem sentido equivalente ao de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Qualidade do tratamento de água: Geosmina é a ponta do iceberg

Mal começava o mês de janeiro e cerca de nove milhões de pessoas da região metropolitana do Rio de Janeiro passaram a sentir mau cheiro e gosto de terra na água que saía das torneiras de suas casas. Lentidão de respostas, especulações em relação às substâncias presentes na água, desinformação e falta de transparência rondaram esse processo que envolveu a maior estação de tratamento de água do mundo, a ETA Guandu. Até o fechamento desta reportagem, o fornecimento de água não havia voltado à normalidade.

Ainda no dia 7 de janeiro, a Cedae publicava a primeira nota informando que técnicos da empresa detectaram a presença da substância geosmina em amostras de água. O texto informava ainda que a substância orgânica não causava nenhum risco à saúde e que a água poderia ser consumida. No entanto, parte da população passou a relatar fortes cólicas e náuseas, e um grande contingente de pessoas percebeu gosto e cheiro diferentes: quem pôde, começou a recorrer à compra de água mineral engarrafada. A secretaria municipal de Saúde do Rio informou, por meio de nota enviada ao Portal EPSJV, que não há como comprovar relação dos sintomas com a presença da substância na água.

Uma semana depois, no dia 13, uma força-tarefa composta pel Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, por meio do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema/MPRJ), Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Fiocruz, Uerj, Inea e vigilância sanitária do município e do estado e representantes do Comitê de Bacia do Guandu também fizeram uma vistoria na ETA Guandu. Na ocasião, água da barragem principal de captação do Rio Guandu, do Reservatório Marapicu e dos pontos de coleta oficiais dos laboratórios da Cedae foi coletada. A Fiocruz, na ocasião, se colocou à disposição para a avaliação das informações e indicações técnicas aos órgãos envolvidos. Vale ressaltar que a instituição não ficou responsável pela análise da água. O relatório produzido foi entregue tanto ao MPRJ, quanto à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). “Somamos forças para que pudéssemos dar respostas à população e cobrar a Cedae que não estava sendo ágil nem transparente em todo esse processo”, informa a promotora Gisela Pequeno. do MPRJ.

No dia 15, 24 horas depois de a empresa publicar um laudo de parâmetros de análise da água, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) publicou uma nota contradizendo a avaliação da Cedae em relação à presença da geosmina na água. “Diferentemente do que havia sido anunciado pela Cedae, os laudos divulgados até a manhã do dia 15/1/2020 não fazem referência à identificação da presença de geosmina, corroborando assim para a permanência da incerteza relacionada à qualidade da água distribuída para a população, que continua recebendo água com turbidez e odor em alguns pontos da RMRJ”, dizia o texto.

De acordo com o professor-pesquisador da EPSJV/Fiocruz Alexandre Pessoa, que participou da vistoria, já era possível sentir forte odor no momento da captação da água. Para ele, ficou evidente a necessidade de investimento em operação, manutenção e conservação das estruturas da estação de tratamento. “A visita foi importante, pois possibilitou o diálogo com os técnicos da Cedae com relação ao controle operacional da estação eà entrada em operação do plano de contingência para o abastecimento de água do sistema Guandu. A partir desse encontro, percebemos inconsistências na execução desse plano, que indicava a abertura imediata das comportas das barragens e o fechamento dos canais de adução da água para estação de tratamento mediante a ocorrência de proliferação de algas”, explica e acrescenta:É urgente a necessidade de revisão do plano de contigência, com a inclusão de protocolo específico para a floração de algas e cianobactérias.

Viviane Tavares (Extraído e adaptado de: https://www.ecodebate.com.br/)

No quarto parágrafo, a incerteza mencionada se deve ao seguinte aspecto:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Qualidade do tratamento de água: Geosmina é a ponta do iceberg

Mal começava o mês de janeiro e cerca de nove milhões de pessoas da região metropolitana do Rio de Janeiro passaram a sentir mau cheiro e gosto de terra na água que saía das torneiras de suas casas. Lentidão de respostas, especulações em relação às substâncias presentes na água, desinformação e falta de transparência rondaram esse processo que envolveu a maior estação de tratamento de água do mundo, a ETA Guandu. Até o fechamento desta reportagem, o fornecimento de água não havia voltado à normalidade.

Ainda no dia 7 de janeiro, a Cedae publicava a primeira nota informando que técnicos da empresa detectaram a presença da substância geosmina em amostras de água. O texto informava ainda que a substância orgânica não causava nenhum risco à saúde e que a água poderia ser consumida. No entanto, parte da população passou a relatar fortes cólicas e náuseas, e um grande contingente de pessoas percebeu gosto e cheiro diferentes: quem pôde, começou a recorrer à compra de água mineral engarrafada. A secretaria municipal de Saúde do Rio informou, por meio de nota enviada ao Portal EPSJV, que não há como comprovar relação dos sintomas com a presença da substância na água.

Uma semana depois, no dia 13, uma força-tarefa composta pel Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, por meio do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema/MPRJ), Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Fiocruz, Uerj, Inea e vigilância sanitária do município e do estado e representantes do Comitê de Bacia do Guandu também fizeram uma vistoria na ETA Guandu. Na ocasião, água da barragem principal de captação do Rio Guandu, do Reservatório Marapicu e dos pontos de coleta oficiais dos laboratórios da Cedae foi coletada. A Fiocruz, na ocasião, se colocou à disposição para a avaliação das informações e indicações técnicas aos órgãos envolvidos. Vale ressaltar que a instituição não ficou responsável pela análise da água. O relatório produzido foi entregue tanto ao MPRJ, quanto à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). “Somamos forças para que pudéssemos dar respostas à população e cobrar a Cedae que não estava sendo ágil nem transparente em todo esse processo”, informa a promotora Gisela Pequeno. do MPRJ.

No dia 15, 24 horas depois de a empresa publicar um laudo de parâmetros de análise da água, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) publicou uma nota contradizendo a avaliação da Cedae em relação à presença da geosmina na água. “Diferentemente do que havia sido anunciado pela Cedae, os laudos divulgados até a manhã do dia 15/1/2020 não fazem referência à identificação da presença de geosmina, corroborando assim para a permanência da incerteza relacionada à qualidade da água distribuída para a população, que continua recebendo água com turbidez e odor em alguns pontos da RMRJ”, dizia o texto.

De acordo com o professor-pesquisador da EPSJV/Fiocruz Alexandre Pessoa, que participou da vistoria, já era possível sentir forte odor no momento da captação da água. Para ele, ficou evidente a necessidade de investimento em operação, manutenção e conservação das estruturas da estação de tratamento. “A visita foi importante, pois possibilitou o diálogo com os técnicos da Cedae com relação ao controle operacional da estação eà entrada em operação do plano de contingência para o abastecimento de água do sistema Guandu. A partir desse encontro, percebemos inconsistências na execução desse plano, que indicava a abertura imediata das comportas das barragens e o fechamento dos canais de adução da água para estação de tratamento mediante a ocorrência de proliferação de algas”, explica e acrescenta:É urgente a necessidade de revisão do plano de contigência, com a inclusão de protocolo específico para a floração de algas e cianobactérias.

Viviane Tavares (Extraído e adaptado de: https://www.ecodebate.com.br/)

A discussão central desenvolvida no texto se baseia na seguinte questão:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Qualidade do tratamento de água: Geosmina é a ponta do iceberg

Mal começava o mês de janeiro e cerca de nove milhões de pessoas da região metropolitana do Rio de Janeiro passaram a sentir mau cheiro e gosto de terra na água que saía das torneiras de suas casas. Lentidão de respostas, especulações em relação às substâncias presentes na água, desinformação e falta de transparência rondaram esse processo que envolveu a maior estação de tratamento de água do mundo, a ETA Guandu. Até o fechamento desta reportagem, o fornecimento de água não havia voltado à normalidade.

Ainda no dia 7 de janeiro, a Cedae publicava a primeira nota informando que técnicos da empresa detectaram a presença da substância geosmina em amostras de água. O texto informava ainda que a substância orgânica não causava nenhum risco à saúde e que a água poderia ser consumida. No entanto, parte da população passou a relatar fortes cólicas e náuseas, e um grande contingente de pessoas percebeu gosto e cheiro diferentes: quem pôde, começou a recorrer à compra de água mineral engarrafada. A secretaria municipal de Saúde do Rio informou, por meio de nota enviada ao Portal EPSJV, que não há como comprovar relação dos sintomas com a presença da substância na água.

Uma semana depois, no dia 13, uma força-tarefa composta pel Ministério Público Estadual do Rio de Janeiro, por meio do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema/MPRJ), Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Fiocruz, Uerj, Inea e vigilância sanitária do município e do estado e representantes do Comitê de Bacia do Guandu também fizeram uma vistoria na ETA Guandu. Na ocasião, água da barragem principal de captação do Rio Guandu, do Reservatório Marapicu e dos pontos de coleta oficiais dos laboratórios da Cedae foi coletada. A Fiocruz, na ocasião, se colocou à disposição para a avaliação das informações e indicações técnicas aos órgãos envolvidos. Vale ressaltar que a instituição não ficou responsável pela análise da água. O relatório produzido foi entregue tanto ao MPRJ, quanto à Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). “Somamos forças para que pudéssemos dar respostas à população e cobrar a Cedae que não estava sendo ágil nem transparente em todo esse processo”, informa a promotora Gisela Pequeno. do MPRJ.

No dia 15, 24 horas depois de a empresa publicar um laudo de parâmetros de análise da água, a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) publicou uma nota contradizendo a avaliação da Cedae em relação à presença da geosmina na água. “Diferentemente do que havia sido anunciado pela Cedae, os laudos divulgados até a manhã do dia 15/1/2020 não fazem referência à identificação da presença de geosmina, corroborando assim para a permanência da incerteza relacionada à qualidade da água distribuída para a população, que continua recebendo água com turbidez e odor em alguns pontos da RMRJ”, dizia o texto.

De acordo com o professor-pesquisador da EPSJV/Fiocruz Alexandre Pessoa, que participou da vistoria, já era possível sentir forte odor no momento da captação da água. Para ele, ficou evidente a necessidade de investimento em operação, manutenção e conservação das estruturas da estação de tratamento. “A visita foi importante, pois possibilitou o diálogo com os técnicos da Cedae com relação ao controle operacional da estação eà entrada em operação do plano de contingência para o abastecimento de água do sistema Guandu. A partir desse encontro, percebemos inconsistências na execução desse plano, que indicava a abertura imediata das comportas das barragens e o fechamento dos canais de adução da água para estação de tratamento mediante a ocorrência de proliferação de algas”, explica e acrescenta:É urgente a necessidade de revisão do plano de contigência, com a inclusão de protocolo específico para a floração de algas e cianobactérias.

Viviane Tavares (Extraído e adaptado de: https://www.ecodebate.com.br/)

No título, a expressão "ponta do iceberg" tem o significado de:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2187003 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: SELECON
Orgão: EMGEPRON

A figura a seguir mostra um sistema de transmissão mecânica que utiliza polias. A polia 1 tem um diâmetro de 200 mm e está acoplada a um motor elétrico que disponibiliza ao sistema uma rotação de 1200 rpm. A polia 2 está acoplado ao eixo de um ventilador industrial que, ao ser acionado pela correia, desenvolve uma rotação de 600 rpm.

Enunciado 2187003-1

De acordo com a figura e o descrito acima, é correto afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2187002 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: SELECON
Orgão: EMGEPRON

A bomba hidráulica classificada como bomba hidrodinâmica (turbobomba) é a:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2187001 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: SELECON
Orgão: EMGEPRON

Um sistema básico de refrigeração é composto de Evaporador, Compressor, Condensador e Válvula de Expansão. Com relação à pressão do fluido refrigerante no sistema de refrigeração, observa-se que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2187000 Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: SELECON
Orgão: EMGEPRON

A sequência correta dos quatro processos que ocorrem no motor a combustão interna do tipo ciclo Otto é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas