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Texto l ( Texto para responder a questão )
O declínio da desigualdade racial
As disparidades raciais fazem parte do nosso cotidiano e, em determinados contextos, tendem a dificultar o processo de desenvolvimento das nações. Apesar disso, existe crescente conscientização sobre os desafios dessa agenda e progressivo aumento da pressão para endereçá-la com o cuidado que merece.
O caso dos Estados Unidos é emblemático. O viés racial daquele país tende a se manifestar de forma explícita. A morte de George Floyd, conjuntamente com a onda de protestos antirracistas de 2020, pode dar a impressão de que a situação racial não está evoluindo. Alguns acreditam que as relações raciais lá são piores que a discriminação, relativamente implícita, da sociedade brasileira.
De fato, os americanos ainda precisam enfrentar diversos desafios. Porém, há progressos tanto na redução quanto no diagnóstico empírico das disparidades.
De acordo com Robert Margo, da Universidade de Boston, a razão da renda per capita dos negros sobre a dos brancos aumentou significativamente entre 1870 e 2010.
Em um período de cerca de cinco ou seis gerações, essa proporção passou de pouco mais de 25% para cerca de 66%. A título de comparação, no caso brasileiro , esse número em 2019 foi aproximadamente 52%.
Em ambos os casos, para progredir na convergência de rendimentos e na redução das disparidades, será necessário avançar no enfrentamento da discriminação e da lacuna educacional.
Em uma análise, usando os dados de 1979 de pesquisa realizada por Roland Flyer, da Universidade de Harvard, os homens negros americanos ganhavam 39,4% a menos do que os homens brancos. Já as mulheres negras apresentavam rendimentos cerca de 13,1% menores do que as brancas.
No entanto, quando levamos em consideração o desempenho educacional obtido em outro teste, esse diferencial caiu para 10,9% entre os homens e para 12,7% entre as mulheres.
Flyer também encontrou efeitos do desempenho
educacional sobre o desemprego, o encarceramento e a saúde. Desse modo, o pesquisador advoga que o principal problema racial americano recente é procurar diminuir a lacuna da performance educacional.
Estudos apontam que essa lacuna começa na infância. Crianças negras enfrentam obstáculos que comprometem o seu progresso. De um lado, o contexto de vulnerabilidade socioeconômica influencia negativamente as suas trajetórias. Do outro, tem-se que as manifestações discriminatórias implicam vivências distintas das crianças brancas.
Reconhecendo esse desafio, o governo e a sociedade civil americana criaram, nas últimas cinco décadas, uma série de intervenções com o intuito de diminuir as disparidades educacionais.
Isso permitiu considerável avanço da literatura empírica. Diversas evidências sugerem que as políticas voltadas para a primeira infância representam poderosos instrumentos na luta contra as desigualdades.
Michael França (Folha de S. Paulo, 04 de maio de 2021)
No primeiro parágrafo, as duas frases se articulam por meio do recurso linguístico de:
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Texto l ( Texto para responder a questão )
O declínio da desigualdade racial
As disparidades raciais fazem parte do nosso cotidiano e, em determinados contextos, tendem a dificultar o processo de desenvolvimento das nações. Apesar disso, existe crescente conscientização sobre os desafios dessa agenda e progressivo aumento da pressão para endereçá-la com o cuidado que merece.
O caso dos Estados Unidos é emblemático. O viés racial daquele país tende a se manifestar de forma explícita. A morte de George Floyd, conjuntamente com a onda de protestos antirracistas de 2020, pode dar a impressão de que a situação racial não está evoluindo. Alguns acreditam que as relações raciais lá são piores que a discriminação, relativamente implícita, da sociedade brasileira.
De fato, os americanos ainda precisam enfrentar diversos desafios. Porém, há progressos tanto na redução quanto no diagnóstico empírico das disparidades.
De acordo com Robert Margo, da Universidade de Boston, a razão da renda per capita dos negros sobre a dos brancos aumentou significativamente entre 1870 e 2010.
Em um período de cerca de cinco ou seis gerações, essa proporção passou de pouco mais de 25% para cerca de 66%. A título de comparação, no caso brasileiro , esse número em 2019 foi aproximadamente 52%.
Em ambos os casos, para progredir na convergência de rendimentos e na redução das disparidades, será necessário avançar no enfrentamento da discriminação e da lacuna educacional.
Em uma análise, usando os dados de 1979 de pesquisa realizada por Roland Flyer, da Universidade de Harvard, os homens negros americanos ganhavam 39,4% a menos do que os homens brancos. Já as mulheres negras apresentavam rendimentos cerca de 13,1% menores do que as brancas.
No entanto, quando levamos em consideração o desempenho educacional obtido em outro teste, esse diferencial caiu para 10,9% entre os homens e para 12,7% entre as mulheres.
Flyer também encontrou efeitos do desempenho
educacional sobre o desemprego, o encarceramento e a saúde. Desse modo, o pesquisador advoga que o principal problema racial americano recente é procurar diminuir a lacuna da performance educacional.
Estudos apontam que essa lacuna começa na infância. Crianças negras enfrentam obstáculos que comprometem o seu progresso. De um lado, o contexto de vulnerabilidade socioeconômica influencia negativamente as suas trajetórias. Do outro, tem-se que as manifestações discriminatórias implicam vivências distintas das crianças brancas.
Reconhecendo esse desafio, o governo e a sociedade civil americana criaram, nas últimas cinco décadas, uma série de intervenções com o intuito de diminuir as disparidades educacionais.
Isso permitiu considerável avanço da literatura empírica. Diversas evidências sugerem que as políticas voltadas para a primeira infância representam poderosos instrumentos na luta contra as desigualdades.
Michael França (Folha de S. Paulo, 04 de maio de 2021)
Na opinião do autor, em relação à desigualdade racial nota-se um processo de:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: EMGEPRON
A NR 10 define 3 áreas nas proximidades de pontos energizados. Para garantir a segurança de pessoas não advertidas, é necessário que estas pessoas estejam:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: EMGEPRON
As instalações sanitárias no local de trabalho, de acordo com a NR 24, devem:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: EMGEPRON
A classe do extintor para equipamentos elétricos é a:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: EMGEPRON
De acordo com a NR 15, o trabalhador que tem direito de receber adicional de insalubridade em grau máximo é o:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: EMGEPRON
De acordo com a NR 20, líquido inflamável é todo aquele que possui ponto de fulgor:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: EMGEPRON
De acordo com a NR 35, quando se for usar acessórios e sistemas de ancoragem é obrigatório o uso de absorvedor de energia que tenha um fator de queda:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: EMGEPRON
De acordo com a NR 10, entre fases ou entre fase e terra é considerada alta tensão (AT) a tensão superior a:
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Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: EMGEPRON
O curso básico e o curso complementar de NR 10 têm que ter carga horária, respectivamente, de:
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