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Paciente de 34 anos apresenta placa eritematosa descamativa, pruriginosa, de crescimento centrífugo, com bordas ativas bem delimitadas, localizada no tronco. O exame histopatológico evidencia hifas septadas no estrato córneo, destacadas por coloração especial, sem invasão dérmica. O diagnóstico mais compatível é:
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O sistema de estadiamento TNM (do inglês, Tumor–Node–Metastasis), adotado internacionalmente, é fundamental para a padronização diagnóstica, prognóstica e terapêutica das neoplasias cutâneas. Considerando sua aplicação em tumores cutâneos, de acordo com os critérios atuais de estadiamento, é coerente afirmar que:
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As classificações mais recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS) para os tumores cutâneos incorporaram avanços morfológicos, imuno-histoquímicos e moleculares, impactando diretamente o diagnóstico e a estratificação prognóstica. À luz dessas atualizações, a Classificação da OMS mais atual para tumores cutâneos versa que o(a):
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As doenças que acometem as glândulas sudoríparas e sebáceas apresentam características clínicas e histopatológicas próprias, fundamentais para o correto diagnóstico em dermatopatologia. Considerando os achados histopatológicos clássicos dessas afecções, a correta descrição de uma doença das glândulas sudoríparas écrinas é:
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Na investigação anatomopatológica das dermatoses inflamatórias, infecciosas e bolhosas, técnicas complementares, como a imunohistoquímica, a imunofluorescência e as colorações histoquímicas especiais, são fundamentais para a correta caracterização do processo patológico e para o diagnóstico definitivo. Nesse aspecto, uma técnica complementar em dermatopatologia e sua correta descrição consistem em:
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O diagnóstico das lesões melanocíticas pode representar um desafio, especialmente nos casos limítrofes entre nevos atípicos e melanoma. Nessas situações, técnicas auxiliares têm papel relevante ao complementar a avaliação morfológica convencional, contribuindo para maior acurácia diagnóstica. Diante disso, a técnica mais indicada como método auxiliar na diferenciação entre nevos melanocíticos e melanoma, no contexto histopatológico, é:
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Na avaliação histopatológica das lesões melanocíticas, o reconhecimento de critérios arquiteturais e citológicos é fundamental para diferenciar nevos melanocíticos comuns, nevos especiais e lesões melanocíticas atípicas, evitando tanto o subdiagnóstico quanto o excesso de diagnósticos de melanoma. Entre os achados histopatológicos abaixo, aquele mais compatível com nevo melanocítico displásico é:
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Paciente de 28 anos apresenta pápula eritematosa, bem delimitada, de crescimento lento, localizada no couro cabeludo. A lesão é assintomática e sangra facilmente ao trauma mínimo. A biópsia revela proliferação lobular de capilares, separados por estroma edemaciado, sem atipias celulares significativas. A lesão descrita corresponde mais provavelmente a:
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Paciente de 55 anos apresenta lesão pigmentada assimétrica no dorso, com crescimento progressivo nos últimos 8 meses. Ao exame dermatoscópico, observa-se padrão multicomponente. A biópsia excisional evidencia proliferação melanocítica atípica, com ninhos irregulares e células isoladas na epiderme (disseminação pagetoide), ausência de maturação progressiva na derme e mitoses ocasionais. A correlação clínico-histopatológica mais adequada para o caso descrito é:
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Na dermatopatologia tumoral, o reconhecimento dos critérios histológicos que diferenciam neoplasias epiteliais benignas das malignas é essencial para o diagnóstico correto e para a definição do prognóstico. Alguns tumores compartilham arquitetura semelhante, exigindo atenção a detalhes microscópicos específicos. Considerando esses princípios, no que diz respeito às neoplasias epiteliais cutâneas, pode-se afirmar que o(a):
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