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Paciente 45 anos, com histórico de nefrolitíase de repetição Urinálise mostra o seguinte cálculo:

Considerando que esse tipo de cristal é associado a medicação, qual provável patologia de base do paciente:
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Mulher, 26 anos de idade, apresentando quadro de hematúria dismórfica associada a proteinúria de 1800 mg/24 e piora de função renal no último ano (Cr 1.8 mg/dL).
Sorologias virais negativas. FAN não reagente. Anti-DNA não reagente. C3 75 mg/dL; C4 20 mg/dL
Foi realizada biópsia renal, com detecção de expansão e hipercelularidade mesangial, proliferação endocapilar, reação de membrana basal glomerular com formação de dupla membrana; A Imunofluorescência com resultado parcial indicando depósitos localizados em mesângio, subepitélio e intramembrana. Há presença de crescentes.
Dentre as alternativas abaixo, qual provável diagnóstico da paciente:
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Paciente de 62 anos de idade, internado em UTI devido a sepse urinária, evoluindo com oligúria e acidose metabólica. Apresenta o seguinte valor de exames laboratoriais:
- gasometria: pH 7.11 HCO3 14 pcO2 34 SatO2 99% PO2 150
- ureia 101 Cr 1.9 mg/Dl Albumina serica de 2,5 g/dL
- Na 136 mEq/L Cl 110 mEq/L K 5,5 mEq/L
A correta classificação do distúrbio hidroeletrolítico do paciente é:
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A nefropatia por IgA é a glomeruolpatia primária mais comum do mundo. Recentemente, no KDIGO 2025, trouxeram novas atualizações sobre o diagnóstico e tratamento da doença, dentre elas pode se destacar:
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Sobre a Doença Renal Policistica Autossômica dominante (DRPAD), é correto afirmar que:
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Paciente masculino, 52 anos de idade, portador de HAS + DM2, em uso atual de losartana 50 mg 12/12h; dapagliflozina 10 mg 1x ao dia; anlodipina 5 mg 12/12h; metformina 500 mg 12/12h, com último exame laboratorial mostrando os seguintes valores: Hb 12,5 g/dL; Leuco 9000; U 14 mg/dL; Cr 1,1 mg/dL; Na 142 mEq/L; K 5,0 mEq/L; HbA1c 6,8% relação albumina/creatinina: 298 mg/g em spot urinário. Paciente clinicamente estável, PA 145 x 90 mmHg, repetida e confirmada em duas consultas. Para melhor controle de progressão de Doença Renal Crônica, está indicado:
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Sobre o KFRE, equação para estimar o risco de progressão de Doença Renal, é corretor afirmar que:
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Sobre o manejo da Doença Mineral Óssea relacionada à Doença Renal Crônica, em pacientes em hemodiálise, é correto afirmar que:
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Paciente jovem, 22 anos, mulher, em investigação por quadro sistêmico de boca seca, hiperemia ocular e dificuldade de deglutição. Apresenta função renal preservada, sem proteinúria ou hematúria. USG de vias urinárias mostrando cálculos urinários bilaterais. A alternativa que indica corretamente a principal hipótese diagnóstica e uma alteração laboratorial comumente associada a esse quadro é:
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Quanto ao manejo da anemia em paciente com Doença Renal Crônica, de acordo com as orientações do KDIGO 2026, é correto afirmar que:
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