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Paciente de 58 anos com adenocarcinoma de esôfago distal é
estadiado como T3N1M0 (estádio III) após EUS, PET/CT e biópsia.
Não há evidência de doença metastática a distância. O tumor é
considerado localmente avançado, porém potencialmente
ressecável.
A estratégia terapêutica de escolha para esse paciente é
A estratégia terapêutica de escolha para esse paciente é
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Durante endoscopia de vigilância de esôfago de Barrett, é
identificada uma lesão nodular de 1,2 cm. A ressecção
endoscópica de mucosa (EMR) é realizada, e o exame
histopatológico revela adenocarcinoma limitado à lâmina própria
(T1a), bem diferenciado, sem invasão linfovascular.
Com base nesses achados histopatológicos, a conduta terapêutica mais apropriada é
Com base nesses achados histopatológicos, a conduta terapêutica mais apropriada é
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Paciente de 62 anos com DRGE confirmada por pHmetria é
avaliado para cirurgia antirrefluxo laparoscópica. A manometria
esofágica de alta resolução pré-operatória revela peristalse
ineficaz do corpo esofágico, com múltiplas ondas de baixa
amplitude e falhas de progressão peristáltica em 80% das
deglutições, sem critérios para acalasia.
Diante desse achado manométrico, a conduta cirúrgica mais apropriada em relação ao tipo de fundoplicatura a ser realizada é
Diante desse achado manométrico, a conduta cirúrgica mais apropriada em relação ao tipo de fundoplicatura a ser realizada é
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Paciente de 55 anos, com sintomas típicos de DRGE refratários ao
uso de inibidor de bomba de prótons (IBP) por 8 semanas, é
encaminhado para avaliação pré-operatória de cirurgia
antirrefluxo. O cirurgião solicita um exame para quantificar
objetivamente a exposição ácida do esôfago distal antes de
indicar a fundoplicatura.
Assinale a opção que indica o exame considerado “padrão-ouro” para o diagnóstico objetivo de DRGE e o valor do escore utilizado que define exposição ácida anormal.
Assinale a opção que indica o exame considerado “padrão-ouro” para o diagnóstico objetivo de DRGE e o valor do escore utilizado que define exposição ácida anormal.
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Paciente de 40 anos procura atendimento ambulatorial relatando
episódios frequentes de sensação de queimação
retroesternal/epigástrica, sem irradiação para o dorso, que
pioram após refeições copiosas e ao deitar-se. Relata também,
ocasionalmente, sentir um gosto ácido na boca ao se curvar para
frente.
Os dois sintomas típicos mais prevalentes da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), descritos nesse caso, são:
Os dois sintomas típicos mais prevalentes da Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), descritos nesse caso, são:
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Durante uma colecistectomia videolaparoscópica eletiva por
colelitíase sintomática, para que a visão crítica de segurança seja
considerada adequadamente obtida, o seguinte critério deve ser
satisfeito:
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Um paciente de 68 anos, com diagnóstico confirmado de
coledocolitíase por colangiopancreatografia por ressonância
magnética (CPRM), sem sinais de colangite, pancreatite biliar ou
comorbidades graves, é encaminhado para tratamento definitivo
antes da colecistectomia programada.
A conduta terapêutica de primeira linha mais adequada nesse cenário é a
A conduta terapêutica de primeira linha mais adequada nesse cenário é a
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Paciente de 52 anos, sexo feminino, é atendida no prontosocorro com dor em cólica no hipocôndrio direito há 2 dias,
associada a colúria, icterícia escleral e leve acolia fecal. Nega
febre. Ao exame laboratorial, apresenta elevação de bilirrubinas
e fosfatase alcalina. A ultrassonografia abdominal evidencia
colelitíase e dilatação do colédoco (10 mm), sem sinais de
complicação adicional.
Diante desse quadro clínico e ultrassonográfico, a principal hipótese diagnóstica é
Diante desse quadro clínico e ultrassonográfico, a principal hipótese diagnóstica é
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Paciente de 60 anos é submetido a uma hepatectomia direita por
colangiocarcinoma hilar (tumor de Klatskin). Durante o
procedimento, o cirurgião necessita expor a bifurcação dos
ductos hepáticos direito e esquerdo para realizar a ressecção
biliar proximal. Para isso, realiza uma incisão na base do
segmento IV, elevando o fígado das estruturas biliares
sobrejacentes – técnica conhecida como "rebaixamento da placa
hilar".
Com base na anatomia descrita, o fundamento anatômico que torna essa técnica segura e viável nessa região específica se deve ao fato de que
Com base na anatomia descrita, o fundamento anatômico que torna essa técnica segura e viável nessa região específica se deve ao fato de que
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Sua equipe médica presta atendimento a um homem de 29 anos,
que é admitido no serviço de emergência após colisão frontal
entre dois automóveis em alta velocidade. O resgate informa
deformidade importante do veículo e necessidade de
desencarceramento. Quando da admissão, encontra-se
consciente, ansioso e pálido, referindo dor abdominal difusa e
intensa.
Ao exame físico apresenta: Frequência cardíaca: 118 bpm; Pressão arterial: 102/68 mmHg; Frequência respiratória: 28 irpm; Saturação de O₂: 96% com máscara facial; Tempo de enchimento capilar: 3 segundos; Extremidades frias; Escore de Glasgow: 15; Abdome distendido, com equimose em faixa compatível com sinal do cinto de segurança, dor difusa à palpação, defesa involuntária e dor à descompressão brusca; Pelve estável; Sem sinais de traumatismo craniano grave.
Após acesso venoso calibroso e início da reposição com concentrado de hemácias, o protocolo ATLS é seguido. O exame FAST mostra grande quantidade de líquido livre nos quatro quadrantes. Em seguida, realiza-se tomografia computadorizada contrastada porque o paciente apresenta resposta hemodinâmica transitória à reposição volêmica, demonstrando: Laceração hepática grau IV com extravasamento ativo de contraste; Laceração esplênica grau V com grande hematoma periesplênico; Contusão renal esquerda grau III sem extravasamento urinário; Grande quantidade de hemoperitônio.; Ausência de pneumoperitônio.
Durante a realização do exame, o paciente mantém taquicardia persistente e necessita de transfusão contínua.
Com base no quadro clínico e nos achados de imagem, assinale a opção que apresenta a melhor interpretação diagnóstica e a conduta definitiva mais adequada.
Ao exame físico apresenta: Frequência cardíaca: 118 bpm; Pressão arterial: 102/68 mmHg; Frequência respiratória: 28 irpm; Saturação de O₂: 96% com máscara facial; Tempo de enchimento capilar: 3 segundos; Extremidades frias; Escore de Glasgow: 15; Abdome distendido, com equimose em faixa compatível com sinal do cinto de segurança, dor difusa à palpação, defesa involuntária e dor à descompressão brusca; Pelve estável; Sem sinais de traumatismo craniano grave.
Após acesso venoso calibroso e início da reposição com concentrado de hemácias, o protocolo ATLS é seguido. O exame FAST mostra grande quantidade de líquido livre nos quatro quadrantes. Em seguida, realiza-se tomografia computadorizada contrastada porque o paciente apresenta resposta hemodinâmica transitória à reposição volêmica, demonstrando: Laceração hepática grau IV com extravasamento ativo de contraste; Laceração esplênica grau V com grande hematoma periesplênico; Contusão renal esquerda grau III sem extravasamento urinário; Grande quantidade de hemoperitônio.; Ausência de pneumoperitônio.
Durante a realização do exame, o paciente mantém taquicardia persistente e necessita de transfusão contínua.
Com base no quadro clínico e nos achados de imagem, assinale a opção que apresenta a melhor interpretação diagnóstica e a conduta definitiva mais adequada.
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