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Um homem de 68 anos, professor aposentado, procura
atendimento neurológico devido à dificuldade progressiva para
caminhar há aproximadamente 3 anos. Refere que inicialmente
passou a andar mais lentamente e posteriormente a reduzir o
balanço do braço direito durante a marcha. A esposa relata que
há cerca de 2 anos vem observando que ele apresenta diminuição
da expressão facial, a voz está mais baixa e há dificuldade para
realizar tarefas manuais, como abotoar a camisa e escrever.
Negam ocorrência de tremor. Quando questionado, confirma ter
constipação intestinal e anosmia há vários anos. Está em
tratamento de depressão e ansiedade há 1 ano.
Ao exame neurológico, observa-se hipomimia facial e hipofonia.
Bradicinesia é identificada predominante à direita evidenciada
por redução da amplitude e velocidade dos movimentos
repetitivos dos dedos e das mãos. Há rigidez plástica em roda
denteada no membro superior direito. Não apresenta tremor de
repouso, postural ou cinético. A marcha é lentificada, base
estreita, encurta os passos à direita, com balanço reduzido do
membro superior direito e leve dificuldade nas mudanças de
direção. O teste de retropulsão é normal. Não há sinais
piramidais, cerebelares ou alterações da motricidade ocular. A
ressonância magnética de crânio mostra focos hiperintensos em
T2/FLAIR esparsos na substância branca supratentorial
compatível com gliose microangiopática (FAZEKAS=1).
A cintilografia cerebral com TRODAT mostrou hipocaptação do
radiofármaco nos núcleos da base, mais acentuada a esquerda,
compatível com degeneração nigroestriatal pré-sináptica.
Com base no quadro clínico e no resultado dos exames
complementares, o diagnóstico mais provável é de
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Uma mulher de 20 anos procura oftalmologista por estar
apresentando diplopia há algumas semanas, que inicialmente
piorava ao longo do dia e pela manhã desaparecia. Atualmente a
queixa é persistente e observa queda parcial da pálpebra direita.
O exame neurológico indica redução da fenda palpebral a direita e paresia dos movimentos oculares superior e inferior no olho direito. Este quadro piora quando a paciente pisca com força repetidamente ou quando permanece olhando para cima por alguns segundos e melhorou temporariamente com o teste do gelo. As pupilas são isocóricas e fotorreagentes. O restante do exame neurológico é normal.
Após confirmar a principal hipótese etiológica, o seguinte exame deve ser solicitado rotineiramente para investigar uma condição frequentemente associada a essa doença:
O exame neurológico indica redução da fenda palpebral a direita e paresia dos movimentos oculares superior e inferior no olho direito. Este quadro piora quando a paciente pisca com força repetidamente ou quando permanece olhando para cima por alguns segundos e melhorou temporariamente com o teste do gelo. As pupilas são isocóricas e fotorreagentes. O restante do exame neurológico é normal.
Após confirmar a principal hipótese etiológica, o seguinte exame deve ser solicitado rotineiramente para investigar uma condição frequentemente associada a essa doença:
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Paciente de 35 anos está em acompanhamento neurológico
desde os 20 anos. Sua doença teve início na juventude quando
percebeu que não conseguia assoviar por incapacidade de
oclusão dos lábios, evoluiu ao longo dos anos com fraqueza
proximal dos membros superiores, incapacidade de elevar os
braços acima da cabeça e atrofia da musculatura dos braços. Ao
exame neurológico atual apresenta diparesia facial, fraqueza
proximal dos membros superiores e distal dos membros
inferiores com marcha escarvante. Observa-se atrofia de bíceps e
tríceps. Ao solicitar que o paciente eleve os braços, observa-se
ascensão das escapulas com rotação medial. O seu pai tem
quadro semelhante.
A principal hipótese diagnóstica é
A principal hipótese diagnóstica é
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Paciente de 15 anos é levado para avaliação neurológica com
quadro progressivo há 1 ano de tremor postural em membros
superiores, lentidão nas atividades de vida diária, disartria,
disfagia e rouquidão. Ao exame neurológico foi identificado
rigidez plástica nos membros superiores, tremor em “bater de
asas”, bradicinesia nos movimentos das mãos e postura distônica
no pé esquerdo. A ressonância magnética de crânio evidencia
hipersinal em T2 em núcleos da base. Informam que o irmão mais
novo de 8 anos está investigando problemas no fígado.
Os seguintes exames devem ser solicitados para confirmar a principal hipótese etiológica:
Os seguintes exames devem ser solicitados para confirmar a principal hipótese etiológica:
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Paciente de 25 anos foi diagnosticado com esclerose múltipla
remitente-recorrente altamente ativa. Foi indicado tratamento
preventivo com Natalizumabe, um anticorpo monoclonal
endovenoso.
A principal e mais temida complicação relacionada a esse tratamento é a
A principal e mais temida complicação relacionada a esse tratamento é a
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Paciente de 58 anos é levada à Emergência por apresentar
quadro súbito de perda de força em membro inferior esquerdo.
Nega HAS. Tem dislipidemia e intolerância oral a glicose e
hipoteireoidismo. Realizou tomografia computadorizada de
crânio que evidenciou pequeno hematoma intraparenquimatoso.
A seguinte topografia da lesão melhor justifica o quadro clínico:
A seguinte topografia da lesão melhor justifica o quadro clínico:
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Paciente de 73 anos apresenta quadro progressivo de
desequilíbrio de marcha há 2 anos. Neste período passou a
necessitar de auxílio-locomoção com bengala e no momento usa
um andador mesmo em ambiente domiciliar. Mais recentemente
relata estar apresentando urgência urinária com episódios de
incontinência. Nega queixas cognitivas, mas esposa relata que ele
está apresentando quadro depressivo por estar mais apático com
embotamento no pensamento e nas ações. O exame neurológico
evidencia marcha lentificada com aumento da base e passos
curtos com necessidade de apoio bilateral. Não há alteração
objetiva no exame dos nervos cranianos, força, reflexos, tônus,
sensibilidade ou coordenação.
O seguinte resultado de neuroimagem define o diagnóstico etiológico:
O seguinte resultado de neuroimagem define o diagnóstico etiológico:
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A autopercepção de queixas cognitivas pode fazer parte do
envelhecimento normal ou da fase inicial do envelhecimento
patológico. O comprometimento cognitivo leve (CCL) é uma
condição intermediária entre o envelhecimento normal e a
demência.
Assinale a afirmativa correta a respeito de um tipo de comprometimento cognitivo leve (CCL).
Assinale a afirmativa correta a respeito de um tipo de comprometimento cognitivo leve (CCL).
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No período do almoço, um adolescente sofre uma queda de
bicicleta e bate a cabeça na calçada. Após um breve desmaio,
recupera a consciência e conversa normalmente com o guarda
que viu a queda. Recusa-se a ir à emergência, apesar de sentir
muita dor ao palpar o local do trauma, no lado direito do crânio,
porque precisa estudar para uma prova.
À noite, é encontrado, pela mãe, desacordado em sua cama. Levado ao hospital, apresenta anisocoria, pupilas midriáticas à direita e perda de força muscular à esquerda.
A TCC confirma a existência de uma complicação do TCE e há indicação de cirurgia imediata
Esse quadro clínico sugere a seguinte complicação do TCE:
À noite, é encontrado, pela mãe, desacordado em sua cama. Levado ao hospital, apresenta anisocoria, pupilas midriáticas à direita e perda de força muscular à esquerda.
A TCC confirma a existência de uma complicação do TCE e há indicação de cirurgia imediata
Esse quadro clínico sugere a seguinte complicação do TCE:
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Uma mulher de 34 anos, jornalista, durante uma gravação
externa para a TV, subitamente parou de falar, ficou com o olhar
fixo, não respondeu à ordem de continuar a entrevista, e, após 2
minutos, voltou ao contato com os colegas, ainda meio confusa,
sem saber o que havia acontecido.
Familiares foram chamados e referiram que notavam esporadicamente, em casa, que a jornalista ficava por segundos, meio “fora do ar” . Nunca presenciaram crise convulsiva, exceto quando criança, quando tinha febre muito alta.
A ressonância de crânio evidenciou sinais de esclerose mesial do hipocampo.
Entre os seguintes padrões eletroencefalográficos, assinale o achado interictal mais característico esperado para o caso dessa paciente.
Familiares foram chamados e referiram que notavam esporadicamente, em casa, que a jornalista ficava por segundos, meio “fora do ar” . Nunca presenciaram crise convulsiva, exceto quando criança, quando tinha febre muito alta.
A ressonância de crânio evidenciou sinais de esclerose mesial do hipocampo.
Entre os seguintes padrões eletroencefalográficos, assinale o achado interictal mais característico esperado para o caso dessa paciente.
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