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Mulher de 21 anos retorna ao ambulatório seis meses após
tratamento de carcinoma folicular da tireoide. Foi submetida à
tireoidectomia total seguida de radioiodoterapia e encontra-se
em uso de levotiroxina 150 μg/dia.
Nas últimas semanas, passou a apresentar palpitações, tremor fino das mãos e intolerância ao calor. Nega dor cervical, disfagia ou perda ponderal importante. Ao exame, apresenta PA 118 × 70 mmHg, FC 104 bpm, tremor fino distal e ausência de massas ou linfonodomegalias cervicais palpáveis.
A avaliação atual demonstra: TSH: 0,06 mUI/L; T4 livre: 1,9 ng/dL (VR: 0,8–1,8); Tireoglobulina sob levotiroxina: 0,08 ng/mL; Anticorpo antitireoglobulina: não detectável; Ultrassonografia cervical: ausência de lesões no leito tireoidiano ou linfonodos suspeitos.
Considerando a resposta ao tratamento, o acompanhamento do carcinoma diferenciado da tireoide e a farmacologia da levotiroxina, assinale a opção que indica a conduta mais apropriada neste momento.
Nas últimas semanas, passou a apresentar palpitações, tremor fino das mãos e intolerância ao calor. Nega dor cervical, disfagia ou perda ponderal importante. Ao exame, apresenta PA 118 × 70 mmHg, FC 104 bpm, tremor fino distal e ausência de massas ou linfonodomegalias cervicais palpáveis.
A avaliação atual demonstra: TSH: 0,06 mUI/L; T4 livre: 1,9 ng/dL (VR: 0,8–1,8); Tireoglobulina sob levotiroxina: 0,08 ng/mL; Anticorpo antitireoglobulina: não detectável; Ultrassonografia cervical: ausência de lesões no leito tireoidiano ou linfonodos suspeitos.
Considerando a resposta ao tratamento, o acompanhamento do carcinoma diferenciado da tireoide e a farmacologia da levotiroxina, assinale a opção que indica a conduta mais apropriada neste momento.
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Homem de 58 anos, 85 kg, é admitido no serviço de emergência
com pneumonia comunitária grave, evoluindo nas últimas horas
com piora progressiva da dispneia e rebaixamento do nível de
consciência. Na avaliação inicial, encontra-se sonolento,
responde apenas a estímulos vigorosos, apresenta tosse ineficaz
e acúmulo de secreções em orofaringe.
Ao exame: PA 118 × 72 mmHg, FC 112 bpm, FR 34 irpm, temperatura 38,6 °C e SpO₂ 82% apesar de máscara com reservatório a 15 L/min. À ausculta pulmonar, apresenta crepitações difusas, mais intensas no hemitórax direito.
A gasometria arterial demonstra:
pH 7,24 | PaCO₂ 58 mmHg | PaO₂ 52 mmHg | HCO₃⁻ 24 mEq/L
Exames laboratoriais: Hb 13,1 g/dL; leucócitos 18.400/mm³; plaquetas 212.000/mm³; Na⁺ 138 mEq/L; K⁺ 4,2 mEq/L; creatinina 1,0 mg/dL; glicemia 126 mg/dL.
Diante da insuficiência respiratória aguda, hipoxemia grave e incapacidade progressiva de proteção da via aérea, indica-se intubação orotraqueal por sequência rápida. Após préoxigenação adequada, não são identificados história de hipertermia maligna, doença neuromuscular, queimaduras extensas ou outros fatores que contraindiquem o emprego da succinilcolina.
Considerando os princípios farmacológicos e a sequência apropriada dos medicamentos durante a intubação por sequência rápida, assinale a afirmativa correta.
Ao exame: PA 118 × 72 mmHg, FC 112 bpm, FR 34 irpm, temperatura 38,6 °C e SpO₂ 82% apesar de máscara com reservatório a 15 L/min. À ausculta pulmonar, apresenta crepitações difusas, mais intensas no hemitórax direito.
A gasometria arterial demonstra:
pH 7,24 | PaCO₂ 58 mmHg | PaO₂ 52 mmHg | HCO₃⁻ 24 mEq/L
Exames laboratoriais: Hb 13,1 g/dL; leucócitos 18.400/mm³; plaquetas 212.000/mm³; Na⁺ 138 mEq/L; K⁺ 4,2 mEq/L; creatinina 1,0 mg/dL; glicemia 126 mg/dL.
Diante da insuficiência respiratória aguda, hipoxemia grave e incapacidade progressiva de proteção da via aérea, indica-se intubação orotraqueal por sequência rápida. Após préoxigenação adequada, não são identificados história de hipertermia maligna, doença neuromuscular, queimaduras extensas ou outros fatores que contraindiquem o emprego da succinilcolina.
Considerando os princípios farmacológicos e a sequência apropriada dos medicamentos durante a intubação por sequência rápida, assinale a afirmativa correta.
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Homem de 68 anos, tabagista de 55 anos-maço, com diagnóstico
prévio de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), procura
emergência por piora progressiva da dispneia há 3 dias, associada
a aumento do volume do escarro e mudança de sua coloração
para amarelo-esverdeada. Faz uso regular de tiotrópio e
formoterol. Nega febre, dor torácica ou hemoptise.
Ao exame: consciente e cooperativo, frequência respiratória de 32 irpm, frequência cardíaca de 108 bpm, pressão arterial de 138 × 82 mmHg, temperatura de 36,8 °C e SpO₂ de 84% em ar ambiente. Apresenta uso de musculatura acessória, tempo expiratório prolongado e sibilos difusos bilateralmente. Não há edema periférico.
Radiografia de tórax demonstra hiperinsuflação pulmonar, sem consolidações ou pneumotórax. Exames laboratoriais mostram: leucócitos 12.800/mm³, hemoglobina 15,1 g/dL, creatinina 0,9 mg/dL, sódio 138 mEq/L e potássio 4,0 mEq/L.
Após início de oxigenoterapia controlada, com SpO₂ de 90%, a gasometria arterial revela: pH 7,28 | PaCO₂ 68 mmHg | PaO₂ 61 mmHg | HCO₃⁻ 31 mEq/L
Considerando o diagnóstico mais provável, os achados clínicos e gasométricos e os mecanismos farmacológicos envolvidos, assinale a opção que apresenta a conduta inicial mais adequada.
Ao exame: consciente e cooperativo, frequência respiratória de 32 irpm, frequência cardíaca de 108 bpm, pressão arterial de 138 × 82 mmHg, temperatura de 36,8 °C e SpO₂ de 84% em ar ambiente. Apresenta uso de musculatura acessória, tempo expiratório prolongado e sibilos difusos bilateralmente. Não há edema periférico.
Radiografia de tórax demonstra hiperinsuflação pulmonar, sem consolidações ou pneumotórax. Exames laboratoriais mostram: leucócitos 12.800/mm³, hemoglobina 15,1 g/dL, creatinina 0,9 mg/dL, sódio 138 mEq/L e potássio 4,0 mEq/L.
Após início de oxigenoterapia controlada, com SpO₂ de 90%, a gasometria arterial revela: pH 7,28 | PaCO₂ 68 mmHg | PaO₂ 61 mmHg | HCO₃⁻ 31 mEq/L
Considerando o diagnóstico mais provável, os achados clínicos e gasométricos e os mecanismos farmacológicos envolvidos, assinale a opção que apresenta a conduta inicial mais adequada.
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Paciente de 68 anos, sexo masculino, permaneceu internado por
sepse urinária, recebendo antibioticoterapia de amplo espectro
por 28 dias. Duas semanas após a alta, evolui com diarreia
aquosa, dor abdominal e teste positivo para Clostridioides
difficile.
A seguinte alteração fisiológica da microbiota intestinal contribuiu mais diretamente para o desenvolvimento dessa infecção:
A seguinte alteração fisiológica da microbiota intestinal contribuiu mais diretamente para o desenvolvimento dessa infecção:
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Paciente de 38 anos, sexo feminino, submetida à colocação de
balão intragástrico há cinco meses para tratamento da
obesidade, procura o pronto-socorro por início súbito de dor
abdominal intensa, náuseas e vômitos. Relata que, há dois dias,
observou coloração azulada-esverdeada da urina. Ao exame
físico, apresenta distensão abdominal e dor difusa à palpação. A
tomografia evidencia sinais de obstrução do intestino delgado.
O diagnóstico mais provável é
O diagnóstico mais provável é
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Paciente de 55 anos, sexo masculino, obeso (IMC 36 kg/m²),
portador de diabetes mellitus tipo 2 e hipertensão arterial, é
encaminhado para investigação de esteatose hepática
identificada à ultrassonografia. Nega etilismo significativo. Os
exames laboratoriais demonstram ALT de 72 U/L, AST de 58 U/L,
sorologias para hepatites B e C negativas e FIB-4 elevado. A
elastografia hepática transitória (FibroScan®) evidencia rigidez
hepática de 16,4 kPa.
A conduta mais apropriada é
A conduta mais apropriada é
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Paciente de 66 anos, sexo masculino, procura atendimento por
icterícia progressiva, colúria e perda ponderal de 7 kg nos últimos
três meses. A tomografia computadorizada evidencia aumento
focal da cabeça do pâncreas, medindo 3,5 cm, associado à
dilatação da via biliar principal. O CA 19-9 é de 74 U/mL (VR <37
U/mL) e a dosagem sérica de IgG4 encontra-se elevada.
A conduta mais apropriada nesse momento é
A conduta mais apropriada nesse momento é
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Paciente de 66 anos, sexo masculino, foi submetido à
colonoscopia oito semanas após recuperação completa do
segundo episódio de diverticulite aguda não complicada em três
anos. O exame evidencia diverticulose predominante em cólon
esquerdo, acometendo múltiplos segmentos, com edema e
hiperemia da mucosa interdiverticular, sem estenoses, fístulas ou
sinais de colite segmentar associada à diverticulose (SCAD). O
endoscopista decide aplicar o Diverticular Inflammation and
Complication Assessment (DICA).
A principal finalidade desse escore é
A principal finalidade desse escore é
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Paciente de 72 anos, sexo feminino, hipertensa, diabética,
tabagista e portadora de doença arterial periférica, refere dor
abdominal em cólica iniciada cerca de 30 minutos após as
refeições, com duração aproximada de uma hora, há seis meses.
Relata perda ponderal de 11 kg no período e redução importante
da ingestão alimentar por receio de desencadear a dor. A
endoscopia digestiva alta, colonoscopia, tomografia de abdome e
exames laboratoriais não evidenciaram alterações relevantes.
O exame mais apropriado para confirmar a principal hipótese diagnóstica é a
O exame mais apropriado para confirmar a principal hipótese diagnóstica é a
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Paciente de 61 anos, sexo masculino, portador de cirrose
hepática por esteato-hepatite associada à disfunção metabólica,
é encaminhado para avaliação de colecistectomia eletiva por
colelitíase sintomática.
Ao exame físico, apresenta ascite controlada com diuréticos, sem história de encefalopatia hepática. Os exames laboratoriais demonstram: bilirrubina total de 2,8 mg/dL, albumina sérica de 2,9 g/dL e INR de 1,8.
Com base nesses dados, a melhor conduta, em relação ao tratamento cirúrgico, é
Ao exame físico, apresenta ascite controlada com diuréticos, sem história de encefalopatia hepática. Os exames laboratoriais demonstram: bilirrubina total de 2,8 mg/dL, albumina sérica de 2,9 g/dL e INR de 1,8.
Com base nesses dados, a melhor conduta, em relação ao tratamento cirúrgico, é
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