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Memória Potencial para o futuro

Treinar a memória equivale a treinar os músculos

do corpo ⎯ é preciso usá-la ou ela atrofia. Há duas boas

maneiras para fazer isso: a primeira é a leitura, porque,

no instante em que se lê algo, ativam-se as memórias

visual, auditiva, verbal e lingüística. “A qualidade do que

se lê importa mais que a quantidade, porque gostar do

assunto gera interesse”, diz o médico e pesquisador

Iván Izquierdo, diretor do Centro de Memória da Pontifícia

Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A memória

sofre influência do humor e da atenção, despertada

quando existe interesse em determinado assunto ou

trabalho ⎯ o desinteresse, ao contrário, é uma espécie

de “sedativo”, que faz a pessoa memorizar mal. A outra

forma de deixar a memória viva é o convívio com

familiares e amigos, com quem se podem trocar idéias

e experiências. “Palavras cruzadas são inferiores à

leitura, mas também ajudam. Da mesma forma que ouvir

uma música e tentar lembrar a letra ou visitar uma cidade

para onde já se viajou e relembrar os pontos mais

importantes”, afirma Izquierdo.

É preciso corrigir o estilo de vida para manter a

memória funcionando bem. “Uma pessoa de 40 anos

só sofre de esquecimento se viver estressada e tiver

um suprimento de informações acima do que é capaz

de processar. Não dá para esperar o mesmo nível de

retenção de informação quando se lê um e-mail enquanto

se conversa ao telefone e é interrompido pela secretária.

É preciso dar tempo para o cérebro”, explica o psiquiatra

Orestes Forlenza, da USP.

Segundo Barry Gordon, professor da Johns Hopkins

Medical Institution, a memória “comum” focaliza coisas

específicas, requer grande quantidade de energia mental

e tem capacidade limitada, deteriorando-se com a idade.

Já a “inteligente” é um processo que conecta pedaços

de memória e conhecimentos a fim de gerar novas

idéias. É a que ajuda a tomar decisões diárias, aquela

“luz” que se acende quando se encontra a solução de

um problema. Por exemplo: a comum esquece o

aniversário da mulher; a inteligente lembra o que poderia

ser um presente especial para ela. A comum esquece

o nome de um conhecido encontrado na rua; a

inteligente lembra o nome da mulher dele e onde ele

trabalha, pistas que acabam levando ao nome da

pessoa.

CLEMENTE, Ana Tereza; VEIGA, Aida. Receitas para a inteligência. Revista Época. 31 out.2005. p.77-78.

Assinale a opção cuja estrutura apresenta o verbo na voz ativa.
 

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Memória Potencial para o futuro

Treinar a memória equivale a treinar os músculos

do corpo ⎯ é preciso usá-la ou ela atrofia. Há duas boas

maneiras para fazer isso: a primeira é a leitura, porque,

no instante em que se lê algo, ativam-se as memórias

visual, auditiva, verbal e lingüística. “A qualidade do que

se lê importa mais que a quantidade, porque gostar do

assunto gera interesse”, diz o médico e pesquisador

Iván Izquierdo, diretor do Centro de Memória da Pontifícia

Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A memória

sofre influência do humor e da atenção, despertada

quando existe interesse em determinado assunto ou

trabalho ⎯ o desinteresse, ao contrário, é uma espécie

de “sedativo”, que faz a pessoa memorizar mal. A outra

forma de deixar a memória viva é o convívio com

familiares e amigos, com quem se podem trocar idéias

e experiências. “Palavras cruzadas são inferiores à

leitura, mas também ajudam. Da mesma forma que ouvir

uma música e tentar lembrar a letra ou visitar uma cidade

para onde já se viajou e relembrar os pontos mais

importantes”, afirma Izquierdo.

É preciso corrigir o estilo de vida para manter a

memória funcionando bem. “Uma pessoa de 40 anos

só sofre de esquecimento se viver estressada e tiver

um suprimento de informações acima do que é capaz

de processar. Não dá para esperar o mesmo nível de

retenção de informação quando se lê um e-mail enquanto

se conversa ao telefone e é interrompido pela secretária.

É preciso dar tempo para o cérebro”, explica o psiquiatra

Orestes Forlenza, da USP.

Segundo Barry Gordon, professor da Johns Hopkins

Medical Institution, a memória “comum” focaliza coisas

específicas, requer grande quantidade de energia mental

e tem capacidade limitada, deteriorando-se com a idade.

Já a “inteligente” é um processo que conecta pedaços

de memória e conhecimentos a fim de gerar novas

idéias. É a que ajuda a tomar decisões diárias, aquela

“luz” que se acende quando se encontra a solução de

um problema. Por exemplo: a comum esquece o

aniversário da mulher; a inteligente lembra o que poderia

ser um presente especial para ela. A comum esquece

o nome de um conhecido encontrado na rua; a

inteligente lembra o nome da mulher dele e onde ele

trabalha, pistas que acabam levando ao nome da

pessoa.

CLEMENTE, Ana Tereza; VEIGA, Aida. Receitas para a inteligência. Revista Época. 31 out.2005. p.77-78.

Reescrevendo a passagem "A memória sofre influência do humor e da atenção, despertada quando existe interesse em determinado assunto ou trabalho — " (l. 9-12), o sentido mantém-se em uma das opções. Assinale-a.

 

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Treinar a memória equivale a treinar os músculos

do corpo ⎯ é preciso usá-la ou ela atrofia. Há duas boas

maneiras para fazer isso: a primeira é a leitura, porque,

no instante em que se lê algo, ativam-se as memórias

visual, auditiva, verbal e lingüística. “A qualidade do que

se lê importa mais que a quantidade, porque gostar do

assunto gera interesse”, diz o médico e pesquisador

Iván Izquierdo, diretor do Centro de Memória da Pontifícia

Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A memória

sofre influência do humor e da atenção, despertada

quando existe interesse em determinado assunto ou

trabalho ⎯ o desinteresse, ao contrário, é uma espécie

de “sedativo”, que faz a pessoa memorizar mal. A outra

forma de deixar a memória viva é o convívio com

familiares e amigos, com quem se podem trocar idéias

e experiências. “Palavras cruzadas são inferiores à

leitura, mas também ajudam. Da mesma forma que ouvir

uma música e tentar lembrar a letra ou visitar uma cidade

para onde já se viajou e relembrar os pontos mais

importantes”, afirma Izquierdo.

É preciso corrigir o estilo de vida para manter a

memória funcionando bem. “Uma pessoa de 40 anos

só sofre de esquecimento se viver estressada e tiver

um suprimento de informações acima do que é capaz

de processar. Não dá para esperar o mesmo nível de

retenção de informação quando se lê um e-mail enquanto

se conversa ao telefone e é interrompido pela secretária.

É preciso dar tempo para o cérebro”, explica o psiquiatra

Orestes Forlenza, da USP.

Segundo Barry Gordon, professor da Johns Hopkins

Medical Institution, a memória “comum” focaliza coisas

específicas, requer grande quantidade de energia mental

e tem capacidade limitada, deteriorando-se com a idade.

Já a “inteligente” é um processo que conecta pedaços

de memória e conhecimentos a fim de gerar novas

idéias. É a que ajuda a tomar decisões diárias, aquela

“luz” que se acende quando se encontra a solução de

um problema. Por exemplo: a comum esquece o

aniversário da mulher; a inteligente lembra o que poderia

ser um presente especial para ela. A comum esquece

o nome de um conhecido encontrado na rua; a

inteligente lembra o nome da mulher dele e onde ele

trabalha, pistas que acabam levando ao nome da

pessoa.

CLEMENTE, Ana Tereza; VEIGA, Aida. Receitas para a inteligência. Revista Época. 31 out.2005. p.77-78.

O último parágrafo é fundamentado na opinião de outro autor cuja argumentação estrutura-se basicamente por:

 

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Treinar a memória equivale a treinar os músculos

do corpo ⎯ é preciso usá-la ou ela atrofia. Há duas boas

maneiras para fazer isso: a primeira é a leitura, porque,

no instante em que se lê algo, ativam-se as memórias

visual, auditiva, verbal e lingüística. “A qualidade do que

se lê importa mais que a quantidade, porque gostar do

assunto gera interesse”, diz o médico e pesquisador

Iván Izquierdo, diretor do Centro de Memória da Pontifícia

Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A memória

sofre influência do humor e da atenção, despertada

quando existe interesse em determinado assunto ou

trabalho ⎯ o desinteresse, ao contrário, é uma espécie

de “sedativo”, que faz a pessoa memorizar mal. A outra

forma de deixar a memória viva é o convívio com

familiares e amigos, com quem se podem trocar idéias

e experiências. “Palavras cruzadas são inferiores à

leitura, mas também ajudam. Da mesma forma que ouvir

uma música e tentar lembrar a letra ou visitar uma cidade

para onde já se viajou e relembrar os pontos mais

importantes”, afirma Izquierdo.

É preciso corrigir o estilo de vida para manter a

memória funcionando bem. “Uma pessoa de 40 anos

só sofre de esquecimento se viver estressada e tiver

um suprimento de informações acima do que é capaz

de processar. Não dá para esperar o mesmo nível de

retenção de informação quando se lê um e-mail enquanto

se conversa ao telefone e é interrompido pela secretária.

É preciso dar tempo para o cérebro”, explica o psiquiatra

Orestes Forlenza, da USP.

Segundo Barry Gordon, professor da Johns Hopkins

Medical Institution, a memória “comum” focaliza coisas

específicas, requer grande quantidade de energia mental

e tem capacidade limitada, deteriorando-se com a idade.

Já a “inteligente” é um processo que conecta pedaços

de memória e conhecimentos a fim de gerar novas

idéias. É a que ajuda a tomar decisões diárias, aquela

“luz” que se acende quando se encontra a solução de

um problema. Por exemplo: a comum esquece o

aniversário da mulher; a inteligente lembra o que poderia

ser um presente especial para ela. A comum esquece

o nome de um conhecido encontrado na rua; a

inteligente lembra o nome da mulher dele e onde ele

trabalha, pistas que acabam levando ao nome da

pessoa.

CLEMENTE, Ana Tereza; VEIGA, Aida. Receitas para a inteligência. Revista Época. 31 out.2005. p.77-78.

No segundo parágrafo, a opinião do psiquiatra Orestes Forlenza em relação ao tópico frasal (afirmação inicial):

 

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do corpo ⎯ é preciso usá-la ou ela atrofia. Há duas boas

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no instante em que se lê algo, ativam-se as memórias

visual, auditiva, verbal e lingüística. “A qualidade do que

se lê importa mais que a quantidade, porque gostar do

assunto gera interesse”, diz o médico e pesquisador

Iván Izquierdo, diretor do Centro de Memória da Pontifícia

Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A memória

sofre influência do humor e da atenção, despertada

quando existe interesse em determinado assunto ou

trabalho ⎯ o desinteresse, ao contrário, é uma espécie

de “sedativo”, que faz a pessoa memorizar mal. A outra

forma de deixar a memória viva é o convívio com

familiares e amigos, com quem se podem trocar idéias

e experiências. “Palavras cruzadas são inferiores à

leitura, mas também ajudam. Da mesma forma que ouvir

uma música e tentar lembrar a letra ou visitar uma cidade

para onde já se viajou e relembrar os pontos mais

importantes”, afirma Izquierdo.

É preciso corrigir o estilo de vida para manter a

memória funcionando bem. “Uma pessoa de 40 anos

só sofre de esquecimento se viver estressada e tiver

um suprimento de informações acima do que é capaz

de processar. Não dá para esperar o mesmo nível de

retenção de informação quando se lê um e-mail enquanto

se conversa ao telefone e é interrompido pela secretária.

É preciso dar tempo para o cérebro”, explica o psiquiatra

Orestes Forlenza, da USP.

Segundo Barry Gordon, professor da Johns Hopkins

Medical Institution, a memória “comum” focaliza coisas

específicas, requer grande quantidade de energia mental

e tem capacidade limitada, deteriorando-se com a idade.

Já a “inteligente” é um processo que conecta pedaços

de memória e conhecimentos a fim de gerar novas

idéias. É a que ajuda a tomar decisões diárias, aquela

“luz” que se acende quando se encontra a solução de

um problema. Por exemplo: a comum esquece o

aniversário da mulher; a inteligente lembra o que poderia

ser um presente especial para ela. A comum esquece

o nome de um conhecido encontrado na rua; a

inteligente lembra o nome da mulher dele e onde ele

trabalha, pistas que acabam levando ao nome da

pessoa.

CLEMENTE, Ana Tereza; VEIGA, Aida. Receitas para a inteligência. Revista Época. 31 out.2005. p.77-78.

O texto estabelece entre memória/músculo do corpo e memória comum/memória inteligente relações que se caracterizam, respectivamente, pela:

 

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do corpo ⎯ é preciso usá-la ou ela atrofia. Há duas boas

maneiras para fazer isso: a primeira é a leitura, porque,

no instante em que se lê algo, ativam-se as memórias

visual, auditiva, verbal e lingüística. “A qualidade do que

se lê importa mais que a quantidade, porque gostar do

assunto gera interesse”, diz o médico e pesquisador

Iván Izquierdo, diretor do Centro de Memória da Pontifícia

Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A memória

sofre influência do humor e da atenção, despertada

quando existe interesse em determinado assunto ou

trabalho ⎯ o desinteresse, ao contrário, é uma espécie

de “sedativo”, que faz a pessoa memorizar mal. A outra

forma de deixar a memória viva é o convívio com

familiares e amigos, com quem se podem trocar idéias

e experiências. “Palavras cruzadas são inferiores à

leitura, mas também ajudam. Da mesma forma que ouvir

uma música e tentar lembrar a letra ou visitar uma cidade

para onde já se viajou e relembrar os pontos mais

importantes”, afirma Izquierdo.

É preciso corrigir o estilo de vida para manter a

memória funcionando bem. “Uma pessoa de 40 anos

só sofre de esquecimento se viver estressada e tiver

um suprimento de informações acima do que é capaz

de processar. Não dá para esperar o mesmo nível de

retenção de informação quando se lê um e-mail enquanto

se conversa ao telefone e é interrompido pela secretária.

É preciso dar tempo para o cérebro”, explica o psiquiatra

Orestes Forlenza, da USP.

Segundo Barry Gordon, professor da Johns Hopkins

Medical Institution, a memória “comum” focaliza coisas

específicas, requer grande quantidade de energia mental

e tem capacidade limitada, deteriorando-se com a idade.

Já a “inteligente” é um processo que conecta pedaços

de memória e conhecimentos a fim de gerar novas

idéias. É a que ajuda a tomar decisões diárias, aquela

“luz” que se acende quando se encontra a solução de

um problema. Por exemplo: a comum esquece o

aniversário da mulher; a inteligente lembra o que poderia

ser um presente especial para ela. A comum esquece

o nome de um conhecido encontrado na rua; a

inteligente lembra o nome da mulher dele e onde ele

trabalha, pistas que acabam levando ao nome da

pessoa.

CLEMENTE, Ana Tereza; VEIGA, Aida. Receitas para a inteligência. Revista Época. 31 out.2005. p.77-78.

Assinale a opção procedente em relação às idéias que o texto apresenta.

 

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62117 Ano: 2006
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: CESGRANRIO
Orgão: EPE

Enunciado 3672485-1

Um motor DC (corrente contínua), cujo esquema está apresentado na figura e cujas variáveis envolvidas estão definidas na tabela, tem o campo excitado por um ímã permanente e tem o seu modelo matemático representado pelas seguintes equações diferenciais:

\( L{\large{di_a \over dt}}+Ri_a(t)+v_{emf}(t)=v_a(t) \) Onde: \( v_{emf}(t)=K_b ω(t) \)

\( J {\large{d ω \over dt}}+K_f ω(t)= \tau(t) \) \( \tau(t)=K_Ti_a(t) \)

Considere o Motor DC como um sistema onde a entrada é a tensão na armadura, a saída é a velocidade angular do motor e um vetor de estado é definido como: x1 a corrente da armadura e x2 a velocidade angular. A matriz da dinâmica para uma representação em espaço de estado de 2ª ordem deste sistema é:

 

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62116 Ano: 2006
Disciplina: Física
Banca: CESGRANRIO
Orgão: EPE

A temperatura interna da parede de um forno industrial é 45 ºC, sendo que seu lado externo é resfriado por uma corrente de ar ambiente cuja temperatura vale 25 ºC. Esta parede é feita de um material de 10 cm de espessura e sua condutividade térmica é igual a 0,2 \( \large{W \over mºc} \). Considerando que a taxa de transferência de calor por unidade de área vale 20 \( \large{W \over m^2} \), o valor do coeficiente de filme do ar ambiente é:

 

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O valor máximo de \( y=x \sqrt{3-x} (x \le 3) \) é:

 

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Treinar a memória equivale a treinar os músculos

do corpo ⎯ é preciso usá-la ou ela atrofia. Há duas boas

maneiras para fazer isso: a primeira é a leitura, porque,

no instante em que se lê algo, ativam-se as memórias

visual, auditiva, verbal e lingüística. “A qualidade do que

se lê importa mais que a quantidade, porque gostar do

assunto gera interesse”, diz o médico e pesquisador

Iván Izquierdo, diretor do Centro de Memória da Pontifícia

Universidade Católica do Rio Grande do Sul. A memória

sofre influência do humor e da atenção, despertada

quando existe interesse em determinado assunto ou

trabalho ⎯ o desinteresse, ao contrário, é uma espécie

de “sedativo”, que faz a pessoa memorizar mal. A outra

forma de deixar a memória viva é o convívio com

familiares e amigos, com quem se podem trocar idéias

e experiências. “Palavras cruzadas são inferiores à

leitura, mas também ajudam. Da mesma forma que ouvir

uma música e tentar lembrar a letra ou visitar uma cidade

para onde já se viajou e relembrar os pontos mais

importantes”, afirma Izquierdo.

É preciso corrigir o estilo de vida para manter a

memória funcionando bem. “Uma pessoa de 40 anos

só sofre de esquecimento se viver estressada e tiver

um suprimento de informações acima do que é capaz

de processar. Não dá para esperar o mesmo nível de

retenção de informação quando se lê um e-mail enquanto

se conversa ao telefone e é interrompido pela secretária.

É preciso dar tempo para o cérebro”, explica o psiquiatra

Orestes Forlenza, da USP.

Segundo Barry Gordon, professor da Johns Hopkins

Medical Institution, a memória “comum” focaliza coisas

específicas, requer grande quantidade de energia mental

e tem capacidade limitada, deteriorando-se com a idade.

Já a “inteligente” é um processo que conecta pedaços

de memória e conhecimentos a fim de gerar novas

idéias. É a que ajuda a tomar decisões diárias, aquela

“luz” que se acende quando se encontra a solução de

um problema. Por exemplo: a comum esquece o

aniversário da mulher; a inteligente lembra o que poderia

ser um presente especial para ela. A comum esquece

o nome de um conhecido encontrado na rua; a

inteligente lembra o nome da mulher dele e onde ele

trabalha, pistas que acabam levando ao nome da

pessoa.

CLEMENTE, Ana Tereza; VEIGA, Aida. Receitas para a inteligência. Revista Época. 31 out.2005. p.77-78.

Em relação ao comentário gramatical, assinale o item INCORRETO.

Questão Desatualizada

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