Foram encontradas 80 questões.
Analise o gráfico abaixo.

Um mol de certo gás ideal monoatômico, no estado inicial !$ (P_A, V_A, T_B ) !$ deve ter sua pressão dobrada e seu volume reduzido á metade, atingindo o estado !$ (P_B , V_B , T_B ) !$. Para isso, dois processos distintos são testados separadamente: o processo 1 é isotérmico, com o gás cedendo ao meio externo um calor Q!$ _1 !$. Já no processo 2, a curva AB é retilínea, e o calor cedido pelo gás é !$ Q_2 = Q_1/0,92 !$. Sendo R a constante dos gases ideais, o produto !$ RT_A=U_0 !$ e !$ W_1 !$ o trabalho realizado sobre o gás no processo 1, a razão !$ W_1/U_0 !$ vale:
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Analise as figuras abaixo.
Cada uma das figuras acima mostra uma bobina de 200 espiras e um Imã cujos polos estão alinhados com o eixo central da bobina. Sendo assim, assinale a opção correta.
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Um raio luminoso parte do ponto A(-1, 6, 2), reflete na superfície refletora do plano x= -5, no ponto E, e atinge o ponto 8(2,2,4). Indique a somas das coordenadas do ponto E.
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Uma esfera homogênea de raio R, cuja densidade é de 2,7g/ cm!$ ^3 !$ e o calor específico vale 0,2 callgºC, está a uma temperatura de -100ºC. Coloca-se essa esfera em um reservatório, isolado termicamente e de capacidade térmica desprezível, que contém 0,1 litro de água a 0ºC. Qual o valor mínimo de R, em centímetros, para que toda a água congele?
Dados: massa específica da água = 1,0 g/cm³
calor latente de fusão da água = 80 ca//g.
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Which word best completes lhe question below?
How ___ do YOU look ai your phone?
The average user now picks up their device more than 1,500 times a week.
(http://www.dailymail.eo.uk/sciencetech)
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lf children lose contact with natura they won't fight for
According to recent research, even if lhe present rate of global decarbonisation were to double, we would still be on course for 6ºC of warming by lhe end of lhe century. Limiting lhe rise to 2ºC, which is lhe target of current policies, requires a six-time reduction in carbon intensity.
A new report shows that lhe UK has lost 20% of its breeding birds since 1966: once common species such as willow tits, lesser spotted woodpeckers and turtle doves have ali but collapsed; even house sparrows have fallen by two thirds. Ash dieback is just one of many terrifying plant diseases, mostly spread by trade. They now threaten our oaks, pines and chestnuts.
While lhe surveys show that lhe great majority of people would like to see lhe living planet protected, few are prepared to take action. This, I think, reflects a second environmental crisis: the removal of children from lhe natural world. The young people we might have expected to lead lhe defence of nature have less and less to do with it.
We don't have to undervalue lhe indoor world, which has its own rich ecosystem, to lament children's disconnection from lhe outdoor world. But lhe experiences lhe two spheres offer are entirely different. There is no substitute for what takes place outdoors, mostly because lhe greatest joys of nature are unplanned. The thought that most of our children will never swim among phosphorescent plankton at night, will never be startled by a salmon leaping, or a dolphin breaching is almost as sad as lhe thought that their children might not have lhe opportunity.
The remarkable collapse of children's engagement with nature - which is even faster than lhe collapse of lhe natural world - is recorded in Richard Louv's book Last Child in lhe Woods, and in a report published recently by lhe National Trust. Since lhe 1970s lhe area in which children may roam without supervision has decreased by almost 90%. ln one generation lhe proportion of children regularly playing in wild places in lhe UK has fallen from more than half to fewer than one in 10. ln the US, in just six years (1997-2003) children with particular outdoor hobbies fell by half. Eleven- to 15-yearolds in Britain now spend, on average, half their waking day in front of a screen.
There are several reasons for this collapse: parents' irrational fear of strangers and rational tear of traffic, the destruction of lhe fortifying lands where previous generations played, lhe quality of indoer entertainment, lhe structuring of children's time, lhe criminalisation of natural play. The great indoors, as a result, has become a far more dangerous place than lhe diminished world beyond.
The rise of obesity and asthma and lhe decline in cardio-respiratory fitness are well documented. Louv also links lhe indoor life to an increase in attention deficit hyperactivity disorder and other mental ill health. Research conducted at lhe University of Illinois suggests that playing among trees and grass is associated with a marked reduction in indications of ADHD, while playing indoors appears to increase them. The disorder, Louv suggests, "may be a set of symptoms aggravated by Jack of exposure to nature". Perhaps it's the environment, not the child, that has gane wrong.
ln her famous essay lhe Ecology of lmagination in Childhood, Edith Cobb proposed that contact with nature stimulates creativity. Reviewing lhe biographies of 300 "geniuses", she exposed a common theme: intense experiences of the natural world. in lhe middle age of childhood (between five and 12). Animais and plants, she argued, are among "the figures of speech in lhe rhetoric of play ... which lhe genius, in particular of later life, seems to remember.
Studies in several nations show that children's games are more creative in green places than in concrete playgrounds. Natural spaces encourage fantasy and roleplay, reasoning and observation. The social standing of children there depends less on physical dominance, more on inventiveness and language skills.
And here we meet lhe other great loss. Most of those I know who fight for nature are people who spent their childhoods immersed in it. Without a feel for the texture and function of lhe natural world, without an intensity of engagement almast impossible in the absence of early experience, people will not devote their lives to its protection.
Forest Schools, Outward Bound, Woodcraft Folk, the John Muir-Award, lhe Campaign for Adventure, Natural Connections, family nature clubs and many others are trying to bring children and the natural world back together. But ali of them are fighting forces which, if they cannot be changed, will deprive lhe living planet of lhe wonder and delight that for millennia have attracted children to lhe wilds.
(Adapted from: https://www. th eg uardian. com/commentisfree/20 12/nov /1 9/child ren-losecontact-with-nature
What's lhe meaning of the word "engagement" in paragraph 5?
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Analise a figura abaixo.

A figura acima mostra dois blocos A e B de massas m e 3m, respectivamente, ligados por uma corda inextensível e de massa desprezível passando por uma polia ideal sem atrito e através de um orifício O. No movimento da corda, considere que o orifício atua com uma força de atrito constante, F. Sabendo-se que a aceleração do sistema é g/3, onde g é a aceleração da gravidade, qual o módulo da força de atrito F ?
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Seja W o conjunto dos números múltiplos de 2 ou P, em que P é um primo impar. Sabendo que !$ \large 3 \over 5 !$ de W, que são múltiplos de P, são ímpares; !$ \large 2 \over 5 !$ de W são ímpares; e 77 elementos de W não são múltiplos de 2P, pode-se afirmar que a quantidade de elementos de W que são ímpares é um número múltiplo de:
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Não, os livros não vão acabar
Não sei se é a próxima chegada da Amazon ao Brasil ou a profecia maia do fim do mundo, mas o fato é que nunca vi tanta gente preocupada com o fim do livro. São estudantes que me escrevem motivados por pesquisas escolares, organizadores de eventos literários que me pedem palestras, leitores que manifestam sua apreensão. Em alguns casos, percebo uma espécie perversa de prazer apocalíptico, mas logo desaponto quem quer ver o mar pegando fogo para comer camarão cozido: é que absolutamente não acredito que o livro vai acabar.
Tenho escrito reiteradas vezes sobre o assunto; estou, aliás, numa posição bastante confortável para fazê lo. Gosto igualmente de livros e de tecnologia, e seria a primeira a abraçar meus dois amores reunidos num só objeto; mas embora o Kindle e os vários pads tenham o seu valor como readers, os livros em papel não estão tão próximos da extinção quanto, digamos, o tigre de Sumatra.
Para começo de conversa, é preciso lembrar que o negócio das editoras não é vender papel, mas sim vender histórias. O papel é apenas o suporte para os seus produtos. Aos poucos, em alguns casos, ele tende a ser mesmo substituldo pelos tablets. Não dou vida longa aos livros de referência em papel. Estes funcionam melhor, e podem ser mais , facilmente atualizados, em forma eletrônica. O caso clássico é o da Enciclopédia Britannica, cujos editores anunciaram, no começo do ano, que a edição corrente, de 201 O, seria a última impressa, marcando o fim de 244 anos de uma bela - e volumosa - história em papel.
Embora quase todos os conjuntos de folhas impressas reunidos entre duas capas recebam o mesmo nome de livro, nem todos exercem a mesma função. Há livros e livros. Um manual técnico é um animal completamente diferente de um romance; um livro escolar não guarda nenhuma semelhança com um livro de arte; uma antologia poética e um guia de viagem são produtos que só têm em comum o fato de serem vendidos no mesmo lugar.
Há livros que só funcionam em papel. É o caso dos livros que os povos angloparlantes denominam coffee table books, "livros de mesinha de centro" - aqueles livrões bonitos, em formato grande, cheios de ilustrações e muito incômodos de ler no colo, impossíveis de levar para a cama. Estes são objetos que se destacam pelo tamanho, pela qualidade de impressão, pela vista que fazem. Quem quer ver um livro desses num tablet? Quem quer presentear um desses em e-formato?
Há também os grandes clássicos, os romances que todos amamos e queremos ter ao alcance da mão. Esses são aqueles livros que, em geral, lemos pela primeira vez em formato de bolso, mas aos quais nos apegamos tanto que, não raro, acabamos comprando uma segunda edição, mais bonita, para nos fazer companhia pelo resto da vida.
Isso explica as lindas edições que a Zahar, por exemplo, tem feito de obras que já encantaram várias gerações, como "Peter Pan", "Os três mosqueteiros" ou "Vinte mil léguas submarinas": livros lindos de se ver e de se pegar, cujo esmero físico complementa a edição caprichada. Ganhar de presente um livro desses é uma alegria que não se tem com um vale para uma compra eletrônica. Fica a dica, aliás, já que o Natal vem aí.
Há prazeres e sensações que só tem com o papel. Gosto de perceber o tamanho de um livro á primeira vista. Um tablet pode me informar quantas páginas um volume tem, mas essa informação é abstrata. Saber que um livro tem 500 páginas ou ver que um livro tem 500 páginas são coisas diferentes. Gosto também de folhear um livro e de fazer uma espécie de leitura em diagonal antes de me decidir pela compra. Isso é impossível de fazer com ebooks.
Sem falar, é claro, do cheiro inigualável dos livros em papel.
RÓNAI, Cora. Jornal O Globo, Economia, 12.11.2012
Leia o fragmento a seguir.
"[ ... ] é que absolutamente não acredito que o livro vai acabar." (1 º§)
Assinale a opção em que o termo destacado apresenta a mesma classificação morfológica e o mesmo conteúdo semântico da expressão destacada acima.
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Não, os livros não vão acabar
Não sei se é a próxima chegada da Amazon ao Brasil ou a profecia maia do fim do mundo, mas o fato é que nunca vi tanta gente preocupada com o fim do livro. São estudantes que me escrevem motivados por pesquisas escolares, organizadores de eventos literários que me pedem palestras, leitores que manifestam sua apreensão. Em alguns casos, percebo uma espécie perversa de prazer apocalíptico, mas logo desaponto quem quer ver o mar pegando fogo para comer camarão cozido: é que absolutamente não acredito que o livro vai acabar.
Tenho escrito reiteradas vezes sobre o assunto; estou, aliás, numa posição bastante confortável para fazê lo. Gosto igualmente de livros e de tecnologia, e seria a primeira a abraçar meus dois amores reunidos num só objeto; mas embora o Kindle e os vários pads tenham o seu valor como readers, os livros em papel não estão tão próximos da extinção quanto, digamos, o tigre de Sumatra.
Para começo de conversa, é preciso lembrar que o negócio das editoras não é vender papel, mas sim vender histórias. O papel é apenas o suporte para os seus produtos. Aos poucos, em alguns casos, ele tende a ser mesmo substituído pelos tablets. Não dou vida longa aos livros de referência em papel. Estes funcionam melhor, e podem ser mais , facilmente atualizados, em forma eletrônica. O caso clássico é o da Enciclopédia Britânica, cujos editores anunciaram, no começo do ano, que a edição corrente, de 201 O, seria a última impressa, marcando o fim de 244 anos de uma bela - e volumosa - história em papel.
Embora quase todos os conjuntos de folhas impressas reunidos entre duas capas recebam o mesmo nome de livro, nem todos exercem a mesma função. Há livros e livros. Um manual técnico é um animal completamente diferente de um romance; um livro escolar não guarda nenhuma semelhança com um livro de arte; uma antologia poética e um guia de viagem são produtos que só têm em comum o fato de serem vendidos no mesmo lugar.
Há livros que só funcionam em papel. É o caso dos livros que os povos angloparlantes denominam coffee table books, "livros de mesinha de centro" - aqueles livrões bonitos, em formato grande, cheios de ilustrações e muito incômodos de ler no colo, impossíveis de levar para a cama. Estes são objetos que se destacam pelo tamanho, pela qualidade de impressão, pela vista que fazem. Quem quer ver um livro desses num tablet? Quem quer presentear um desses em e-formato?
Há também os grandes clássicos, os romances que todos amamos e queremos ter ao alcance da mão. Esses são aqueles livros que, em geral, lemos pela primeira vez em formato de bolso, mas aos quais nos apegamos tanto que, não raro, acabamos comprando uma segunda edição, mais bonita, para nos fazer companhia pelo resto da vida.
Isso explica as lindas edições que a Zahar, por exemplo, tem feito de obras que já encantaram várias gerações, como "Peter Pan", "Os três mosqueteiros" ou "Vinte mil léguas submarinas": livros lindos de se ver e de se pegar, cujo esmero físico complementa a edição caprichada. Ganhar de presente um livro desses é uma alegria que não se tem com um vale para uma compra eletrônica. Fica a dica, aliás, já que o Natal vem aí.
Há prazeres e sensações que só tem com o papel. Gosto de perceber o tamanho de um livro á primeira vista. Um tablet pode me informar quantas páginas um volume tem, mas essa informação é abstrata. Saber que um livro tem 500 páginas ou ver que um livro tem 500 páginas são coisas diferentes. Gosto também de folhear um livro e de fazer uma espécie de leitura em diagonal antes de me decidir pela compra. Isso é impossível de fazer com ebooks.
Sem falar, é claro, do cheiro inigualável dos livros em papel.
RÓNAI, Cora. Jornal O Globo, Economia, 12.11.2012
Leia o excerto a seguir.
"[ ... ] só têm em comum o fato de serem vendidos no mesmo lugar." (4°§)
Assinale a opção em que a classificação da oração sublinhada está apresentada corretamente.
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