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Foram encontradas 120 questões.

1746273 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 41 anos de idade procurou atendimento médico com relato de que, há cerca de uma semana, vem apresentando dor torácica na face anterior do tórax, de moderada intensidade, progressiva e que piora com a inspiração profunda. Informou ainda que a dor tinha irradiação para a face lateral esquerda do pescoço e para a borda do músculo trapézio, à esquerda. A dor era praticamente constante, não tinha qualquer relação com o esforço físico e não melhorava com o repouso. A paciente negou doenças prévias, varizes e tabagismo. Ao exame físico: pressão arterial = 120 mmHg x 80 mmHg, frequência cardíaca = 98 bpm, frequência respiratória = 22 irpm, saturação de oxigênio (ar ambiente) = 96%, ritmo cardíaco regular, bulhas normofonéticas, presença de ruído áspero, semelhante a couro rangendo, com características trifásicas, mais bem audível no final da expiração, com a paciente sentada, inclinando o tórax para frente e com o diafragma no estetoscópio. Pulsos carotídeos, palpáveis e simétricos. Sem turgência jugular. Aparelho respiratório e abdome sem alterações. Marcadores de necrose miocárdica, ureia, creatinina e dímero-D dentro dos limites da normalidade. A paciente foi internada e realizou eletrocardiogramas (ECGs) seriados.

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Frequentemente, a depressão horizontal ou descendente (downsloping) do segmento PR do ECG pode ser observada na maior parte das derivações eletrocardiográficas, no estágio 1 eletrocardiográfico dessa condição clínica.
 

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1746272 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 41 anos de idade procurou atendimento médico com relato de que, há cerca de uma semana, vem apresentando dor torácica na face anterior do tórax, de moderada intensidade, progressiva e que piora com a inspiração profunda. Informou ainda que a dor tinha irradiação para a face lateral esquerda do pescoço e para a borda do músculo trapézio, à esquerda. A dor era praticamente constante, não tinha qualquer relação com o esforço físico e não melhorava com o repouso. A paciente negou doenças prévias, varizes e tabagismo. Ao exame físico: pressão arterial = 120 mmHg x 80 mmHg, frequência cardíaca = 98 bpm, frequência respiratória = 22 irpm, saturação de oxigênio (ar ambiente) = 96%, ritmo cardíaco regular, bulhas normofonéticas, presença de ruído áspero, semelhante a couro rangendo, com características trifásicas, mais bem audível no final da expiração, com a paciente sentada, inclinando o tórax para frente e com o diafragma no estetoscópio. Pulsos carotídeos, palpáveis e simétricos. Sem turgência jugular. Aparelho respiratório e abdome sem alterações. Marcadores de necrose miocárdica, ureia, creatinina e dímero-D dentro dos limites da normalidade. A paciente foi internada e realizou eletrocardiogramas (ECGs) seriados.

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

No estágio 1 eletrocardiográfico dessa condição clínica são geralmente observadas elevações difusas do segmento ST do ECG (com concavidade para cima) em quase todas as derivações (tanto do plano frontal, quanto do plano horizontal), e as ondas T são concordantes nessas derivações (em que há elevação do segmento ST).
 

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1746271 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 41 anos de idade procurou atendimento médico com relato de que, há cerca de uma semana, vem apresentando dor torácica na face anterior do tórax, de moderada intensidade, progressiva e que piora com a inspiração profunda. Informou ainda que a dor tinha irradiação para a face lateral esquerda do pescoço e para a borda do músculo trapézio, à esquerda. A dor era praticamente constante, não tinha qualquer relação com o esforço físico e não melhorava com o repouso. A paciente negou doenças prévias, varizes e tabagismo. Ao exame físico: pressão arterial = 120 mmHg x 80 mmHg, frequência cardíaca = 98 bpm, frequência respiratória = 22 irpm, saturação de oxigênio (ar ambiente) = 96%, ritmo cardíaco regular, bulhas normofonéticas, presença de ruído áspero, semelhante a couro rangendo, com características trifásicas, mais bem audível no final da expiração, com a paciente sentada, inclinando o tórax para frente e com o diafragma no estetoscópio. Pulsos carotídeos, palpáveis e simétricos. Sem turgência jugular. Aparelho respiratório e abdome sem alterações. Marcadores de necrose miocárdica, ureia, creatinina e dímero-D dentro dos limites da normalidade. A paciente foi internada e realizou eletrocardiogramas (ECGs) seriados.

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

O fato de o ruído cardíaco áspero relatado no caso clínico ser trifásico indica que, do ponto de vista estetoacústico, esse som possui componentes de alta, de média e de baixa frequências sonoras.
 

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1746270 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 41 anos de idade procurou atendimento médico com relato de que, há cerca de uma semana, vem apresentando dor torácica na face anterior do tórax, de moderada intensidade, progressiva e que piora com a inspiração profunda. Informou ainda que a dor tinha irradiação para a face lateral esquerda do pescoço e para a borda do músculo trapézio, à esquerda. A dor era praticamente constante, não tinha qualquer relação com o esforço físico e não melhorava com o repouso. A paciente negou doenças prévias, varizes e tabagismo. Ao exame físico: pressão arterial = 120 mmHg x 80 mmHg, frequência cardíaca = 98 bpm, frequência respiratória = 22 irpm, saturação de oxigênio (ar ambiente) = 96%, ritmo cardíaco regular, bulhas normofonéticas, presença de ruído áspero, semelhante a couro rangendo, com características trifásicas, mais bem audível no final da expiração, com a paciente sentada, inclinando o tórax para frente e com o diafragma no estetoscópio. Pulsos carotídeos, palpáveis e simétricos. Sem turgência jugular. Aparelho respiratório e abdome sem alterações. Marcadores de necrose miocárdica, ureia, creatinina e dímero-D dentro dos limites da normalidade. A paciente foi internada e realizou eletrocardiogramas (ECGs) seriados.

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Na situação clínica em tela, estão descritos elementos que permitem o diagnóstico de pulso paradoxal.
 

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1746269 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 41 anos de idade procurou atendimento médico com relato de que, há cerca de uma semana, vem apresentando dor torácica na face anterior do tórax, de moderada intensidade, progressiva e que piora com a inspiração profunda. Informou ainda que a dor tinha irradiação para a face lateral esquerda do pescoço e para a borda do músculo trapézio, à esquerda. A dor era praticamente constante, não tinha qualquer relação com o esforço físico e não melhorava com o repouso. A paciente negou doenças prévias, varizes e tabagismo. Ao exame físico: pressão arterial = 120 mmHg x 80 mmHg, frequência cardíaca = 98 bpm, frequência respiratória = 22 irpm, saturação de oxigênio (ar ambiente) = 96%, ritmo cardíaco regular, bulhas normofonéticas, presença de ruído áspero, semelhante a couro rangendo, com características trifásicas, mais bem audível no final da expiração, com a paciente sentada, inclinando o tórax para frente e com o diafragma no estetoscópio. Pulsos carotídeos, palpáveis e simétricos. Sem turgência jugular. Aparelho respiratório e abdome sem alterações. Marcadores de necrose miocárdica, ureia, creatinina e dímero-D dentro dos limites da normalidade. A paciente foi internada e realizou eletrocardiogramas (ECGs) seriados.

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Nessa paciente, podem-se identificar elementos que compõem a tríade de Beck.
 

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1746268 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 41 anos de idade procurou atendimento médico com relato de que, há cerca de uma semana, vem apresentando dor torácica na face anterior do tórax, de moderada intensidade, progressiva e que piora com a inspiração profunda. Informou ainda que a dor tinha irradiação para a face lateral esquerda do pescoço e para a borda do músculo trapézio, à esquerda. A dor era praticamente constante, não tinha qualquer relação com o esforço físico e não melhorava com o repouso. A paciente negou doenças prévias, varizes e tabagismo. Ao exame físico: pressão arterial = 120 mmHg x 80 mmHg, frequência cardíaca = 98 bpm, frequência respiratória = 22 irpm, saturação de oxigênio (ar ambiente) = 96%, ritmo cardíaco regular, bulhas normofonéticas, presença de ruído áspero, semelhante a couro rangendo, com características trifásicas, mais bem audível no final da expiração, com a paciente sentada, inclinando o tórax para frente e com o diafragma no estetoscópio. Pulsos carotídeos, palpáveis e simétricos. Sem turgência jugular. Aparelho respiratório e abdome sem alterações. Marcadores de necrose miocárdica, ureia, creatinina e dímero-D dentro dos limites da normalidade. A paciente foi internada e realizou eletrocardiogramas (ECGs) seriados.

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

Nessa condição clínica, a dor irradiada para a borda do músculo trapézio (à esquerda) é mediada pelo nervo frênico.
 

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1746267 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Uma paciente de 41 anos de idade procurou atendimento médico com relato de que, há cerca de uma semana, vem apresentando dor torácica na face anterior do tórax, de moderada intensidade, progressiva e que piora com a inspiração profunda. Informou ainda que a dor tinha irradiação para a face lateral esquerda do pescoço e para a borda do músculo trapézio, à esquerda. A dor era praticamente constante, não tinha qualquer relação com o esforço físico e não melhorava com o repouso. A paciente negou doenças prévias, varizes e tabagismo. Ao exame físico: pressão arterial = 120 mmHg x 80 mmHg, frequência cardíaca = 98 bpm, frequência respiratória = 22 irpm, saturação de oxigênio (ar ambiente) = 96%, ritmo cardíaco regular, bulhas normofonéticas, presença de ruído áspero, semelhante a couro rangendo, com características trifásicas, mais bem audível no final da expiração, com a paciente sentada, inclinando o tórax para frente e com o diafragma no estetoscópio. Pulsos carotídeos, palpáveis e simétricos. Sem turgência jugular. Aparelho respiratório e abdome sem alterações. Marcadores de necrose miocárdica, ureia, creatinina e dímero-D dentro dos limites da normalidade. A paciente foi internada e realizou eletrocardiogramas (ECGs) seriados.

Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.

A principal hipótese diagnóstica é embolia pulmonar.
 

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1746266 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Enunciado 1746266-1

Na RCVB, as linhas B de Kerley são imagens decorrentes de derrame pleural loculado consequente ao aumento da pressão arterial pulmonar.
 

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1746265 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Enunciado 1746265-1

Podem ser identificados sinais indicativos de sobrecarga do átrio direito na descrição da RCVB.
 

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1746264 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IADES
Orgão: FEPECS

Enunciado 1746264-1

No laudo do eletrocardiograma, a descrição de aumento da área da fase negativa terminal da onda P na derivação V1 constitui o chamado sinal de Peñaloza e Tranchesi; é um sinal eletrocardiográfico indireto de sobrecarga ventricular direita.
 

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