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Mulher de 62 anos com cirrose alcoólica é avaliada para choque hipovolêmico. Ela foi hospitalizada há 24 horas com hemorragia digestiva alta e submetida a endoscopia digestiva alta, que revelou sangramento de varizes esofágicas, sendo realizada a injeção de epinefrina e ligadura elástica com sucesso. Todavia, há cerca de 1 hora, ela apresenta hematêmese com sangue vivo (300 mL). Os medicamentos atuais são lactulose, rifaximina, omeprazol, ceftriaxona e terlipressina. Ao exame físico: pressão arterial: 77 x 52 mmHg; frequência cardíaca: 105/min; frequência respiratória: 24/min; SatO2: 94% com cateter nasal (3 L/min); ascite e esplenomegalia estão presentes. Exames séricos 3 horas antes da hematêmese: hemoglobina: 8 g/dL; plaquetas: 74 000/mm3; coagulograma com RNI/INR: 1,4.
Nesse momento, a conduta de escolha é
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Homem de 53 anos apresenta quadro de tosse, febre, calafrios, mialgia e prostração há 4 dias. Ao exame físico: temperatura: 38,8 ºC; pressão arterial: 82 x 40 mmHg; frequência cardíaca: 128/min; frequência respiratória: 17/min; SatO2: 92%; cardíaco: normal; pulmões: limpos à ausculta; extremidades quentes; restante do exame não é contributivo. Exames séricos: hemoglobina: 10 g/dL; leucócitos: 18 000/mm3. Gasometria arterial: pH: 7,32; PCO2: 32 mmHg; PO2: 66 mmHg; bicarbonato: 16 mEq/L; lactato: 4,6 mmol/L. Radiografia de tórax: opacidades em vidro fosco em bases pulmonares. Eletrocardiograma: taquicardia sinusal.
Nesse momento, o próximo passo recomendado é
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Homem de 24 anos é internado na UTI após ter tido queimaduras profundas de espessura parcial e total em 54% da superfície corporal, acometendo rosto, tronco e braços. Após 72 horas de internação, o paciente está euvolêmico, com adequada analgesia, mas evolui com significativa taquicardia sinusal e aumento do débito cardíaco.
Nesse momento, a melhor opção para tratar a taquicardia, prevenir o estresse cardíaco e subsequente disfunção miocárdica é
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Idoso frágil de 82 anos é internado na UTI com insuficiência respiratória secundária a pneumonia bacteriana. Ele está confuso, sonolento e uma sonda nasoentérica é inserida. Além de antibioticoterapia, suporte clínico e oxigênio por cateter, a dieta enteral é iniciada. Cerca de 48 horas após, o paciente desenvolve fraqueza muscular global e sinais e sintomas de insuficiência cardíaca. A causa mais provável da evolução nesses últimos dois dias é:
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Mulher de 63 anos tem histórico de hipertensão arterial, diabete tipo 2, revascularização cirúrgica do miocárdio e doença renal crônica de estágio final em diálise. Recentemente, ela foi internada na UTI com episódios de hematêmese, necessitando de transfusão. Durante a evolução, ela apresenta plaquetopenia, sendo diagnosticada trombocitopenia induzida por heparina. Hoje, ela precisa realizar a sessão de hemodiálise. Nessa paciente, em relação à anticoagulação durante a diálise, a recomendação ideal é
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Homem de 34 anos é hospitalizado por insuficiência respiratória aguda após overdose e aspiração de heroína. Os medicamentos atuais são propofol, heparina e omeprazol. Ao exame físico: temperatura: 37,7 ºC; pressão arterial: 114 x 77 mmHg; frequência cardíaca: 74/min. Peso corporal ideal é de 56 kg. Configurações do ventilador em modo controlado por volume: frequência respiratória: 16/min; FiO2: 50%; pressão expiratória final positiva (PEEP): 8 cmH2O; volume corrente: 660 mL. Gasometria arterial: pH: 7,36; PCO2: 38 mmHg; PO2: 76 mmHg. Radiografia de tórax: opacidades bilaterais.
Nesse momento, o próximo passo mais apropriado é
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Homem de 24 anos é admitido na UTI por quadro de lesão renal aguda. Ele tem histórico de febre e sinusite aguda recente, tratada com amoxicilina-clavulanato. Ao exame físico: temperatura: 37,6 ºC; nota-se erupções cutâneas e dor nas articulações. Exames séricos: hemoglobina: 14,3 g/dL; leucócitos: 12 500/mm3 com eosinofilia; plaquetas: 256 000/mm3; sódio: 137 mEq/L; potássio: 5,8 mEq/L; cloreto: 106 mEq/L; bicarbonato: 22 mEq/L; ureia: 48 mg/dL; creatinina: 2,6 mg/dL; glicemia: 176 mg/dL. O exame de urina mostra alguns eritrócitos e eosinófilos. Radiografia de tórax: normal.
Nesse paciente, a próxima conduta correta é
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Homem de 75 anos, com histórico de implante de válvula aórtica transcateter para estenose aórtica há 3 anos, foi admitido no hospital, há 1 mês, com diverticulite, sendo tratado com antibioticoterapia. Há 2 semanas, ele evolui com falta de ar e febre intermitente. Sua única medicação atual é aspirina em baixas doses. Ao exame físico: temperatura: 37,8 ºC; pressão arterial: 145 x 72 mmHg; frequência cardíaca: 90/min; cardíaco: 1a e 2a bulhas normais, sem evidência de insuficiência cardíaca. Eletrocardiograma: sem achados notáveis. Ecocardiograma transtorácico: fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 55%, com função ventricular direita normal; valva aórtica bioprotética é evidente, com folhetos móveis e de aparência normal. Três pares de hemoculturas são negativos. Nesse momento, o exame diagnóstico mais adequado é
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Homem de 43 anos apresenta quadro de progressiva dificuldade para deambular, dor lombar constante e febre há 3 dias. Refere histórico de abuso de álcool e cirrose hepática. Ao exame físico, ele apresenta paraparesia. Considerando a principal hipótese diagnóstica, o exame complementar que deve ser solicitado é
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Homem de 74 anos intubado em ventilação mecânica na UTI é avaliado por sepse e hipotensão. Um cateter venoso central acaba de ser inserido na veia jugular interna esquerda sob visualização ultrassonográfica para iniciar noradrenalina. À medida que a linha do cateter está sendo fixada, o paciente fica subitamente mais hipotenso. Os medicamentos em uso são fentanil, propofol, piperacilina- tazobactam e vancomicina. Ao exame físico: temperatura: 37,8 ºC; pressão arterial: 74 x 55 mmHg; frequência cardíaca: 118/min; frequência respiratória: 18/min em ventilação mecânica; pressão expiratória final positiva (PEEP): 12 cmH2O; SatO2: 91% com FiO2 de 100%.
Além do suporte hemodinâmico, a próxima conduta recomendada é
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