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(RM - Obstetrícia) Para uma assistência pré-natal efetiva, deve-se procurar garantir a Classificação do Risco Gestacional (em toda consulta) e encaminhamento, quando necessário, ao pré-natal de alto risco ou à urgência/emergência obstétrica; Acompanhamento periódico e contínuo de todas as gestantes para assegurar seu seguimento durante toda a gestação, em intervalos preestabelecidos (mensalmente, até a 28ª semana; quinzenalmente, da 28ª até a 36ª semana; semanalmente, no termo), acompanhando-as tanto nas unidades de saúde quanto em seus domicílios, bem como em reuniões comunitárias, até o momento do pré-parto/parto, objetivando seu encaminhamento oportuno ao centro obstétrico, a fim de evitar sofrimento fetal por pós-datismo. Toda gestante com 41 semanas deve ser encaminhada para a avaliação do bem-estar fetal, incluindo avaliação do índice do líquido amniótico e monitoramento cardíaco fetal; Avaliação do estado nutricional e acompanhamento do ganho de peso no decorrer da gestação; Busca ativa das gestantes faltosas ao pré-natal e à consulta na primeira semana após o parto. No contexto da assistência integral à saúde da mulher, a assistência pré-natal deve ser organizada para atender às reais necessidades da população de gestantes, mediante a utilização dos conhecimentos técnico-científicos existentes e dos meios e recursos disponíveis mais adequados para cada caso. As ações de saúde devem estar voltadas para a cobertura de toda a população-alvo da área de abrangência da unidade de saúde, assegurando minimamente 6 (seis) consultas de pré-natal e continuidade no atendimento, no acompanhamento e na avaliação do impacto destas ações sobre a saúde materna e perinatal. Para uma assistência pré-natal efetiva (Brasil, 2012), deve-se procurar garantir dentre outras ações:
I - A classificação do risco gestacional (em toda consulta) e encaminhamento, quando necessário, ao pré-natal de alto risco ou à urgência/emergência obstétrica;
II - O acompanhamento periódico e contínuo de todas as gestantes, para assegurar seu seguimento durante toda a gestação, em intervalos preestabelecidos (mensalmente, até a 28ª semana; quinzenalmente, da 28ª até a 36ª semana; semanalmente, no termo), acompanhando-as tanto nas unidades de saúde quanto em seus domicílios, bem como em reuniões comunitárias, até o momento do pré-parto/parto, objetivando seu encaminhamento oportuno ao centro obstétrico, a fim de evitar sofrimento fetal por pós-datismo. Toda gestante com 41 semanas deve ser encaminhada para a avaliação do bem-estar fetal, incluindo avaliação do índice do líquido amniótico e monitoramento cardíaco fetal;
III - A avaliação do estado nutricional e acompanhamento do ganho de peso no decorrer da gestação;
IV - A busca ativa das gestantes faltosas ao pré-natal e à consulta na primeira semana após o parto;
V - A atenção à puérpera e ao recém-nascido na primeira semana após o parto e na consulta puerperal (até o 52º dia após o parto).
Analisando as opções acima, marque a alternativa CORRETA:
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(RM - Obstetrícia) De acordo com a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) e o Cofen (2009), em consonância com o arcabouço legal da profissão, a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE) com implementação do Processo de Enfermagem deve ser realizado em todo cuidado profissional de Enfermagem de forma transversal. Esse deve ser baseado em um suporte teórico organizado em etapas inter-relacionadas, interdependentes e recorrentes, quais sejam:
I - Histórico de Enfermagem (coleta de dados);
II - Diagnóstico de Enfermagem;
III - Planejamento de Enfermagem;
IV - Implementação;
V - Avaliação de Enfermagem.
Alisando as opções acima, marque a alternativa CORRETA:
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(RM - Obstetrícia) O acolhimento e a orientação são elementos importantes para uma atenção de qualidade e humanizada às mulheres em situação de abortamento. Acolher, segundo o dicionário Aurélio é: “dar acolhida a atender, dar crédito a, dar ouvidos a, admitir, aceitar, tomar em consideração”. Pode também ser definido como “receber bem, ouvir a demanda, buscar formas de compreendê-la e solidarizar-se com ela” (Paidéia, 2002). Nesse sentido, podemos afirmar que:
I - Acolhimento e escuta qualificada são sinônimos, porém, a mulher em situação de abortamento não tem direito ao acompanhante.
II - Acolhimento é o tratamento digno ao usuário, contudo, compete a equipe de saúde decidir sobre as melhores escolhas do processo assistencial.
III - Acolhimento é o tratamento digno e respeitoso, a escuta, o reconhecimento e a aceitação das diferenças, o respeito ao direito de decidir de mulheres e homens, assim como o acesso e a resolubilidade da assistência à saúde.
Alisando as opções acima, marque a alternativa CORRETA:
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(RM - Obstetrícia) "O abortamento representa um grave problema de saúde pública. Estima-se que ocorram, considerando apenas o Brasil, mais de um milhão de abortamentos induzidos ao ano, sendo uma das principais causas de morte materna no País. Por atravessar um emaranhado de aspectos sociais, culturais, econômicos, jurídicos, religiosos e ideológicos, é tema que incita passionalidade e dissensão, parecendo, sob consideráveis perspectivas, distante de saída. Compreender sua abrangência e (re)pensar soluções demanda tanto investimento em educação e informação – vitais no aprimoramento da capacidade crítica – quanto o comprometimento constante do Estado, dos profissionais de saúde e da sociedade em geral com o ordenamento jurídico nacional e alguns de seus mais basilares princípios: a democracia, a laicidade do Estado, a igualdade de gênero e a dignidade da pessoa humana" (Brasil, 2011). A inclusão de um modelo humanizado de atenção às mulheres com abortamento tem sido prioridade nas discussões técnicas do Ministério da Saúde. Isso não apenas como norma em guias de cuidados, mas também na intenção de oferecer às mulheres, aos serviços de saúde e à sociedade um novo paradigma que torne seguro, sustentável e efetivo a atenção às mulheres em situação de abortamento. Contudo, para que esse modelo possa ser implantado faz-se necessário a inclusão dos seguintes elementos essenciais: Leia as opções abaixo e correlacione:
Coluna 1
1. Rede integrada
2. Acolhimento e orientação
3. Atenção clínica
4. Oferecimento de serviços
5. Integração com outros serviços
Coluna 2
( ) adequada ao abortamento e suas complicações, segundo referenciais éticos, legais e bioéticos.
( ) de planejamento reprodutivo às mulheres pós-abortamento, inclusive orientações para aquelas que desejam nova gestação.
( ) para responder às necessidades de saúde mental e física das mulheres, além de outras preocupações que possam surgir.
( ) de atenção integral à saúde e de inclusão social para as mulheres.
( ) com a comunidade e com os prestadores de serviço para a prevenção das gestações indesejadas e do abortamento inseguro, para a mobilização de recursos e para a garantia de que os serviços reflitam as necessidades da comunidade e satisfaçam suas expectativas.
Após correlacionar as colunas, marque a alternativa CORRETA:
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- Gerenciamento em EnfermagemAuditoria e Gestão de QualidadeQualidade em Saúde
- Programa Nacional de Segurança do PacienteProtocolos Básicos de Segurança do Paciente
(RM - Obstetrícia) No Brasil, a Atenção Primária à Saúde (APS) ou Atenção Básica (AB) possui uma trajetória de ampla expansão e desenvolvimento em busca de sua consolidação, alcançando inclusive uma concepção de equivalência entre esses dois termos. Nesse processo, a Enfermagem ocupa uma histórica e importante inserção, o que vem a exigir-lhe uma constante busca pela qualidade do cuidado prestado por seus profissionais, obtida não somente pelas vias de uma formação de qualidade, mas com a adoção de tecnologias e instrumentos que estabeleçam diretrizes que possam nortear e qualificar as suas práticas, como por exemplo, os protocolos (Cofen, 2018). O uso desses protocolos apresenta várias vantagens, podemos afirmar que:
I - reduz a variabilidade do cuidado
II - norteia o profissional para a tomada de decisão em relação às condutas
III - incorpora novas tecnologias
IV - respalda legalmente as ações
V - dá maior transparência e controle dos custos.
Alisando as opções acima, marque a alternativa CORRETA:
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(RM - Obstetrícia) No início da década de 1970, enfermeiros e educadores nos Estados Unidos descobriram que os enfermeiros, de modo independente, diagnosticavam e tratavam “algo” relacionado aos pacientes e suas famílias que era diferente dos diagnósticos médicos. Essa descoberta abriu uma nova porta à taxonomia dos diagnósticos de enfermagem e à criação da organização profissional atualmente conhecida como NANDA International (NANDA-I). Considerando os focos dos diagnósticos de enfermagem da Taxonomia II da NANDA-I, a sistematização da assistência de enfermagem que deve ser implantada nas consultas de pré-natal em gestantes, podemos citar como possíveis diagnósticos de enfermagem:
I - Náusea
II - Dor
III - Padrão de alimentação
IV – Autocuidado.
Alisando as opções acima, marque a alternativa CORRETA:
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- Saúde da MulherRotinas de Atenção no Pré-NatalComplicações da Gestação
- Saúde da MulherPartoObstetrícia
(RM - Obstetrícia) A gestação é um fenômeno fisiológico e, por isso, sua evolução se dá, na maior parte dos casos, sem intercorrências. Apesar desse fato, existe parcela pequena de gestantes que por serem portadoras de alguma doença, sofrerem algum agravo ou desenvolverem problemas, apresentam mais probabilidade de evolução desfavorável – seja para o feto como para a mãe (NOTA técnica, 2019). A morbimortalidade materna, fetal e infantil está diretamente relacionada a morbidades durante a gestação. O acompanhamento rotineiro do pré-natal deve garantir ações de prevenção e diagnóstico precoce dessas morbidades, bem como o pronto estabelecimento da abordagem terapêutica, o controle de cura e estabilização e o monitoramento clínico até o final da gestação, de acordo com as diretrizes clínicas (Ministério da Saúde, 2019). Diante dessa consideração, são morbidades:
I - Gastrite, a pneumonia, a infecção do trato urinário (ITU) e a doença periodontal;
II - Doença hipertensiva, o diabetes mellitus, a infecção do trato urinário (ITU), a sífilis materna e a doença periodontal;
III - Doença ocular, diabetes mellitus e sífilis materna.
Analisando as opções acima, marque a alternativa CORRETA:
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(RM - Obstetrícia) O plano de parto é um documento elaborado pela gestante sobre suas preferências, desejos e expectativas com relação ao parto e ao nascimento, incluindo alguns procedimentos dos profissionais, contido nas Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal (Ministério da Saúde, 2019). Considerando que a mulher neste plano pode definir como dito anteriormente, sobre suas preferências, desejos e expectativas com relação ao parto e ao nascimento, incluindo alguns procedimentos dos profissionais, marque V (verdadeiro) e F (falso) nas sentenças abaixo:
I - Os acompanhantes que deseja que estejam presentes;
II - As condições do ambiente em que será realizado o parto, como iluminação, música, realização de fotos ou vídeos, entre outros;
III - Os métodos para alívio da dor;
IV - O tipo de alimentação ou bebidas que vai ingerir;
V - A posição de expulsão do bebê e quem corta o cordão umbilical.
Alisando as opções acima, de acordo com o que foi considerado V (verdadeiro) ou F (falso), marque a alternativa CORRETA:
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(RM - Obstetrícia) O aconselhamento pré-concepcional é parte integrante dos cuidados pré-natais e tem por objetivo conhecer precocemente as expectativas em relação à gravidez, o momento que a família está vivenciando e a sua história de vida, além de identificar fatores de risco ou doenças que possam interferir no prognóstico da futura gestação. Deve ser realizada com o casal, preferencialmente antes da suspensão da anticoncepção. Nesse sentido, algumas ações da equipe de saúde devem ser imediatas após a confirmação da gestação.
Preencha a ação com as palavras corretas: Orientar as _______________ e suas famílias sobre a _________________do pré-natal, da amamentação e da vacinação.
I - mulheres – importância;
II - companheiro – importância;
III - companheiro – aceitação.
IV - crianças – necessidade.
Alisando as opções acima, marque a alternativa CORRETA:
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(RM - Obstetrícia) Sífilis é uma doença infecciosa causada pela bactéria Treponema pallidum. Os maiores sintomas ocorrem nas duas primeiras fases, período em que a doença é mais contagiosa. O terceiro estágio pode não apresentar sintoma e, por isso, dá a falsa impressão de cura da doença. Todas as pessoas sexualmente ativas devem realizar o teste para diagnosticar a sífilis, principalmente as gestantes, pois a sífilis congênita pode causar aborto, má formação do feto e/ou morte ao nascer (Sinan, 2008; Brasil, 2022). Nesse sentido, são critérios para definição de caso de sífilis em gestantes:
I - SITUAÇÃO 1 - Mulher assintomática para sífilis que, durante o pré-natal, parto e/ou puerpério, apresente pelo menos um teste reagente – treponêmico e/ou não treponêmico com qualquer titulação – e que não tenha registro de tratamento prévio.
II - SITUAÇÃO 2 - Mulher sintomática para sífilis que, durante o pré-natal, parto e/ou puerpério, apresente pelo menos um teste reagente – treponêmico e/ou não treponêmico – com qualquer titulação.
III - SITUAÇÃO 3 - Mulher que, durante o pré-natal, o parto e/ou o puerpério, apresente teste não treponêmico reagente com qualquer titulação e teste treponêmico reagente, independentemente de sintomatologia da sífilis e de tratamento prévio.
IV - SITUAÇÃO 4 - Mulher assintomática para sífilis que, antes do pré-natal, apresente pelo menos um teste reagente – treponêmico e/ou não treponêmico.
Alisando as opções acima, marque a alternativa CORRETA:
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