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Foram encontradas 50 questões.

1356608 Ano: 2013
Disciplina: Sociologia
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
Em 2013, nos grandes centros urbanos do país, presenciamos nas ruas ou acompanhamos pelos meios de comunicação a mobilização de centenas de milhares de pessoas reivindicando por melhorias em torno dos problemas urbanos. No que se refere aos movimentos sociais em áreas sociais e prestação de serviços públicos como educação, saúde e setor de transportes, é correto afirmar que:
 

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1356504 Ano: 2013
Disciplina: Sociologia
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
Sobre as definições e características de projeto social, assinale a alternativa correta.
 

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1356408 Ano: 2013
Disciplina: Sociologia
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
O conceito de cultura é uma das mais importantes noções na Sociologia. As crenças e práticas culturais são extremamente diversas tanto quanto pode ser a experiência humana e, geralmente, ocasionam um “choque cultural” entre indivíduos de culturas diferentes.
Sobre o etnocentrismo e o relativismo cultural, analise as afirmativas abaixo.
I. Foi através do relativismo cultural que o desrespeito às diversidades culturais levou ao longo da história das sociedades a discriminação de minorias religiosas e étnicas como judeus e negros, por exemplo.
II. O relativismo cultural ensina que uma cultura deve ser compreendida, aceita, respeitada nos seus próprios padrões, mesmo que estes pareçam estranhos, jamais considerando que uma cultura é melhor do que a outra.
III. O relativismo cultural é uma visão do mundo onde o nosso próprio grupo é tomado como centro de tudo e todos os outros grupos são pensados e sentidos através dos nossos valores, nossos modelos, nossas definições do que é a existência.
IV. O etnocentrismo pode ser manifestado no comportamento agressivo ou em atitudes de superioridade que resultam em preconceito e discriminação de sociedades ou grupos por serem considerados estranhos, inferiores ou diferentes do nosso grupo ou sociedade.
V. Etnocentrismo e relativismo cultural são conceitos similares e significam a compreensão, a aceitação e o respeito de grupos e sociedades que possuem seus próprios valores, costumes e regras de organização social.
A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
 

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1323338 Ano: 2013
Disciplina: Sociologia
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
O desenvolvimento industrial, além de promover o crescimento econômico, apresenta uma série de contradições inerentes a sua própria lógica de acumulação. É nesse contexto que emerge a problemática do desenvolvimento sustentável. Sobre esse tema, é correto afirmar que:
 

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Leia o Texto I para responder à questão.
Texto I
A democracia e suas brechas
“É a pior forma de governo, salvo todas as demais.” Quem ofereceu este diagnóstico sobre o sistema democrático foi um campeão no combate contra o nazifascismo, a mais infame tirania dos últimos 500 anos: Winston Churchill, em 11 de novembro de 1947, há quase 66 anos.
Os seis ministros do Tribunal Superior Eleitoral que vetaram a criação de mais um partido, a Rede Sustentabilidade, cumpriram estritamente o ritual da legalidade: a ex-ministra e ex-senadora Marina Silva não conseguiu o número mínimo de assinaturas exigido pelos estatutos eleitorais. Faltaram 50 mil. A letra da lei não pode ser desrespeitada, esta é uma cláusula pétrea do Estado de Direito.
Os radicais do Partido Republicano que controlam a Câmara dos Deputados dos EUA têm o direito de impedir o aumento do teto da dívida pública, de exigir a revogação do plano de saúde do presidente Obama, de levar o país ao calote e a uma recessão ainda maior do que a de 2008. Foram eleitos num pleito livre, controlam uma das câmaras legislativas e o equilíbrio entre os poderes é um dos pilares do sistema representativo.
E, no entanto, esses dramáticos episódios exibem de forma clara e perturbadora as penosas contradições da democracia quando a obediência às leis nas instâncias máximas passa ao largo das ilegalidades e aberrações instaladas em sua base.
O símbolo da justiça deveria mudar, mais apropriado substituí-lo pela jarra de água para lavar as mãos. Os meritíssimos do TSE alegam que não cabe a eles verificar a validade das assinaturas, o questionamento dos cartórios eleitorais deve ser feito de baixo para cima – pelos líderes da agremiação que pretendem fundar ou pelos eleitores cujas assinaturas foram embargadas. Correto: porém o mesmo sistema cartorial e a máquina burocrática onde se aninha acabam de aprovar, sem restrições, em uma incrível coincidência, a criação de dois novos partidos, o PROS e o Solidariedade, um deles ostensivamente pró-governo, o outro intransigentemente solidário com o poder.
Uma minoria fanática, irresponsável, pode levar uma poderosa democracia como a americana à beira do abismo. Os radicais do Tea Party abominam o Estado, endeusam o mercado, acreditam que só ele é capaz de reparar injustiças. A maioria dos despossuídos e remediados sabe que não é verdade, sujeitam-se. A chantagem que a direita está fazendo com o presidente Obama ao exigir que abra mão da implantação do seu plano de saúde em troca da ampliação do teto da dívida é uma das maiores imoralidades que a democracia já ofereceu.
André Malraux, brilhante intelectual, combatente antifascista em diversas frentes e ministro da Cultura da França, na mesma época também se debruçou sobre os sistemas políticos: “Vi as democracias intervirem contra quase tudo. Menos contra os fascismos”. Ele sabia o que dizia: viu o fascismo triunfar na Espanha e entregar a França ao facínora Hitler.
A derrota de Marina Silva e de seus "sonháticos" frente aos pragmáticos não é propriamente ideológica. Candidata à Presidência da República pela Rede, a ambientalista evangélica – tão intransigente em matéria de ética e coerência que não consegue adaptar-se ao jogo político – teria condições de enfrentar a herdeira do imbatível Lula da Silva.
A democracia dará a última palavra. Se não agora, para 2014, certamente em 2018. Churchill e Malraux, nos seus respectivos ceticismos, não levaram em conta a inexorabilidade do calendário eleitoral.
Por Alberto Dines em 05/10/2013 na edição 766, publicado originalmente no Correio Popular (Campinas, SP) e Gazeta do Povo (Curitiba, PR),
5/10/2103; Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/a_democracia_e_suas_brechas. Acesso em 20 setembro 2013.
O adjetivo destacado em “A letra da lei não pode ser desrespeitada, esta é uma cláusula pétrea do Estado de Direito.” (2º parágrafo) pode ser substituído, mantendo o mesmo sentido pretendido pelo autor, por:
 

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1317923 Ano: 2013
Disciplina: Sociologia
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
Na virada do século XIX para o XX, o Brasil passou por um elevado fluxo migratório vindo do continente europeu.
A política brasileira de imigração tinha como propósito:
 

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1317613 Ano: 2013
Disciplina: Sociologia
Banca: UEPA
Orgão: FAPESPA
O sistema de cotas raciais nas universidades públicas do Brasil consiste na reserva de um número de vagas em cursos universitários para homens e mulheres negros que concorrem ao vestibular. Sobre os argumentos favoráveis à adoção de cotas para negros nas universidades brasileiras é correto afirmar que:
I. As cotas para negros nas universidades constituem uma discriminação positiva, pois têm por objetivo incluir e promover a igualdade de condições.
II. As cotas criariam ou beneficiariam uma elite negra e não os negros mais pobres.
III. É preciso melhorar a qualidade do ensino público, isto é, garantir sem discriminação, acesso às políticas públicas de forma universal.
IV. A adoção de cotas não diminuirá a qualidade da universidade pública, ao contrário, ela elevará com o aumento da diversidade e do intercâmbio de valores, histórias e experiências.
V. Os negros já são discriminados, independentemente de serem beneficiados pelas cotas, e não deixarão de ser se não entrarem na universidade pelas cotas; a escolha é ser discriminado com ou sem diploma universitário.
A alternativa que contém todas as afirmativas corretas é:
 

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Leia o Texto I para responder à questão.
Texto I
A democracia e suas brechas
“É a pior forma de governo, salvo todas as demais.” Quem ofereceu este diagnóstico sobre o sistema democrático foi um campeão no combate contra o nazifascismo, a mais infame tirania dos últimos 500 anos: Winston Churchill, em 11 de novembro de 1947, há quase 66 anos.
Os seis ministros do Tribunal Superior Eleitoral que vetaram a criação de mais um partido, a Rede Sustentabilidade, cumpriram estritamente o ritual da legalidade: a ex-ministra e ex-senadora Marina Silva não conseguiu o número mínimo de assinaturas exigido pelos estatutos eleitorais. Faltaram 50 mil. A letra da lei não pode ser desrespeitada, esta é uma cláusula pétrea do Estado de Direito.
Os radicais do Partido Republicano que controlam a Câmara dos Deputados dos EUA têm o direito de impedir o aumento do teto da dívida pública, de exigir a revogação do plano de saúde do presidente Obama, de levar o país ao calote e a uma recessão ainda maior do que a de 2008. Foram eleitos num pleito livre, controlam uma das câmaras legislativas e o equilíbrio entre os poderes é um dos pilares do sistema representativo.
E, no entanto, esses dramáticos episódios exibem de forma clara e perturbadora as penosas contradições da democracia quando a obediência às leis nas instâncias máximas passa ao largo das ilegalidades e aberrações instaladas em sua base.
O símbolo da justiça deveria mudar, mais apropriado substituí-lo pela jarra de água para lavar as mãos. Os meritíssimos do TSE alegam que não cabe a eles verificar a validade das assinaturas, o questionamento dos cartórios eleitorais deve ser feito de baixo para cima – pelos líderes da agremiação que pretendem fundar ou pelos eleitores cujas assinaturas foram embargadas. Correto: porém o mesmo sistema cartorial e a máquina burocrática onde se aninha acabam de aprovar, sem restrições, em uma incrível coincidência, a criação de dois novos partidos, o PROS e o Solidariedade, um deles ostensivamente pró-governo, o outro intransigentemente solidário com o poder.
Uma minoria fanática, irresponsável, pode levar uma poderosa democracia como a americana à beira do abismo. Os radicais do Tea Party abominam o Estado, endeusam o mercado, acreditam que só ele é capaz de reparar injustiças. A maioria dos despossuídos e remediados sabe que não é verdade, sujeitam-se. A chantagem que a direita está fazendo com o presidente Obama ao exigir que abra mão da implantação do seu plano de saúde em troca da ampliação do teto da dívida é uma das maiores imoralidades que a democracia já ofereceu.
André Malraux, brilhante intelectual, combatente antifascista em diversas frentes e ministro da Cultura da França, na mesma época também se debruçou sobre os sistemas políticos: “Vi as democracias intervirem contra quase tudo. Menos contra os fascismos”. Ele sabia o que dizia: viu o fascismo triunfar na Espanha e entregar a França ao facínora Hitler.
A derrota de Marina Silva e de seus "sonháticos" frente aos pragmáticos não é propriamente ideológica. Candidata à Presidência da República pela Rede, a ambientalista evangélica – tão intransigente em matéria de ética e coerência que não consegue adaptar-se ao jogo político – teria condições de enfrentar a herdeira do imbatível Lula da Silva.
A democracia dará a última palavra. Se não agora, para 2014, certamente em 2018. Churchill e Malraux, nos seus respectivos ceticismos, não levaram em conta a inexorabilidade do calendário eleitoral.
Por Alberto Dines em 05/10/2013 na edição 766, publicado originalmente no Correio Popular (Campinas, SP) e Gazeta do Povo (Curitiba, PR),
5/10/2103; Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/a_democracia_e_suas_brechas. Acesso em 20 setembro 2013.
Nos termos em destaque em “André Malraux, brilhante intelectual, combatente antifascista em diversas frentes e ministro da Cultura da França, na mesma época também se debruçou sobre os sistemas políticos [...]“, foi empregada a regência do verbo em completo acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
Assinale a alternativa em que a regência verbal esteja de acordo com a norma-padrão.
 

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As autarquias, que têm função de regular a atuação do setor privado prestadores de serviços públicos, foram criadas sob regime especial, que compreende basicamente:
 

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De acordo com as determinações da Lei Complementar Nº 101/2000, é correto afirmar que:
 

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