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Estabilizar o paciente é o primeiro passo para abordagem de qualquer tipo de hemorragia digestiva, porém quando se trata da HDB, algumas medidas específicas podem ser tomadas, como:
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Sobre Hemorragia digestiva baixa (HDB), leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
I - O marco anatômico para definir se é alta ou baixa é o ligamento de Treitz (região anatômica que determina o fim do duodeno e início do jejuno). A hemorragia digestiva baixa, portanto, corresponde aos sangramentos que ocorrem a partir do ligamento de Treitz.
II - A colonoscopia é o método diagnóstico e tratamento inicial das HDB, nos pacientes estáveis, deve ser realizada após o preparo do colón e até as primeiras 24h. Após afastar HDA, a presença de sangue não coagulado no íleo terminal ou depois da válvula ileocecal, indica hemorragia no intestino delgado.
III - A endoscopia digestiva alta (EDA) possui alta sensibilidade, especificidade e baixa morbidade associada. O ideal é que seja realizada dentro das primeiras 24h quando o paciente estiver estável
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Causa de Hemorragia digestiva baixa (HDB) entre crianças e adolescentes, assinale a alternativa correta:
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O câncer de intestino é uma doença tratável e frequentemente curável.
Leia as alternativas a seguir e assinale a incorreta:
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Os sintomas mais frequentemente associados ao câncer do intestino são, exceto:
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Megacólon é definido como uma dilatação do cólon que não é causada por uma obstrução mecânica.O megacólon agudo trata-se de uma pseudo-obstrução colônica (ou intestinal) aguda, caracterizada por achados físicos e radiológicos iguais àqueles associados com a obstrução mecânica dos cólons, porém sem causa orgânica de distensão colônica. O megacólon agudo está associado com várias doenças, sejam elas traumáticas, obstétricas, cirúrgicas, cardiorrespiratórias ou neurológicas.
Sobre este analise as afirmativas e assinale a alternativa correta:
I - Anormalidades metabólicas, incluindo insuficiência renal, hipotireoidismo e hipertireoidismo; Perturbações eletrolíticas, que podem alterar a função autonômica.
II - Causas obstétricas, geralmente associadas com cirurgia de cesariana, devido a alteração da inervação autonômica; Doença inflamatória intestinal, incluindo colite ulcerosa e doença de Crohn.
III - Infecções, incluindo vírus (herpes zoster, varicela zoster, citomegalovírus e dengue grave), Clostridium difficile (colite pseudomembranosa), Trypanosoma cruzi (doença de Chagas) e Entamoeba histolytica (disenteria amebiana).
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As fístulas surgem espontaneamente ou são secundárias à drenagem de um abscesso perirretal. A maioria das fístulas tem origem nas criptas anorretais.
Algumas causas predisponentes são, exceto:
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A obstrução do intestino é um bloqueio que interrompe completamente ou compromete gravemente a passagem de alimentos, líquido, secreções digestivas e gás pelo intestino. Analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
I - Se uma obstrução interromper o fornecimento de sangue para intestino, a condição é conhecida como estrangulamento. O estrangulamento ocorre em aproximadamente 25% das pessoas com obstrução do intestino delgado. Geralmente, o estrangulamento ocorre quando parte do intestino fica presa em uma abertura anormal (hérnia estrangulada), vólvulo ou intussuscepção. Pode ocorrer gangrena em cerca de seis horas. Com a gangrena, a parede intestinal gangrena, normalmente provocando uma ruptura que leva à peritonite, choque e, se não for tratada, morte.
II - Tratamento da obstrução intestinal: Sucção via sonda nasogástrica; líquidos administrados por via intravenosa; cirurgia para estrangulamento e algumas vezes uma colostomia.
III - O médico examina o abdômen para tentar encontrar zonas sensíveis, inchaço ou massas. Quando uma obstrução ocorre, o abdômen fica quase sempre inchado. Os sons normais provocados pelo funcionamento do intestino (ruídos intestinais), audíveis com a ajuda de um estetoscópio, podem aumentar muito de volume e ficar mais agudos ou podem não estar presentes. Normalmente, o abdômen não fica muito sensível quando o médico o pressiona, a menos que a ruptura tenha causado peritonite.
Os médicos também costumam fazer exames de imagem do abdômen como, por exemplo, radiografia ou tomografia computadorizada.
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No tratamento de diverticulite, leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
I - A antibioticoterapia empírica deve ser dirigida contra bactérias gram-negativas e anaeróbias. Há evidência de que a monoterapia sistêmica seja igualmente eficaz às associações de antibióticos. A antibioticoterapia é usualmente mantida por sete a 10 dias. Melhora sintomática é esperada entre dois e três dias após a introdução do tratamento, após esse período a dieta pode ser progredida.
II - O risco de uma nova crise de diverticulite está estimado entre 26% e 30%21. Há evidência de que o emprego do antibiótico de largo espectro por via oral rifaximina, na dose de 800 mg, pelo período de uma semana a cada mês, seja superior à suplementação de fibras isoladamente na prevenção de uma nova crise de diverticulite aguda (RR = 2,4; p < 0,05).
III - Pacientes imunossuprimidos (transplantados, com insuficiência renal e com a síndrome da imunodeficiência adquirida) e aqueles com afecções do tecido conjuntivo são mais susceptíveis a infecção, têm deficiência do processo de cicatrização e maior incidência de complicações da diverticulite aguda.
Para esses pacientes, o tratamento cirúrgico eletivo está indicado após o diagnóstico de uma crise de diverticulite aguda.
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Sobre a diverticulite, leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta:
I - Pacientes com sintomas leves de dor abdominal, sem sinais sistêmicos (febre e queda do estado geral), com trânsito normal, e capazes de assumir dieta oral e com cognição razoável para entender as explicações sobre as indicações de sofrer reavaliação, podem ser tratados sem hospitalização.
II - A TC de multidetectores (MDCT) é um avanço tecnológico com utilização crescente nas condições de abdome agudo, tendo como principais vantagens a rapidez do exame e a possibilidade de reconstruções multiplanares de excelente resolução.
III - Devido ao risco de desbloqueio de um divertículo já perfurado ou mesmo de nova perfuração resultante da insuflação de ar ou progressão do aparelho, a endoscopia do sigmóide está historicamente contraindicada na suspeita de diverticulite aguda.
No entanto, a sigmoidoscopia cuidadosa é útil para excluir a presença de câncer, colite inespecífica ou isquêmica.
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