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1077656 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP

O mundo abriga hoje aproximadamente 500 mil pessoas centenárias, e esse número deverá aumentar na próxima década.

Foi no final do século XIX que a expectativa de vida começou a aumentar nos países europeus que se industrializavam, apesar de continuar em patamares medíocres em diversas partes do mundo.

Nas últimas décadas, no entanto, a desigualdade diminuiu e a expectativa de vida mundial praticamente duplicou. Hoje os países pobres têm expectativa média de vida semelhante à dos que eram considerados ricos nos anos 1900.

Cem anos atrás, a expectativa de vida de quem nascia na Índia ou na Coreia era de apenas 23 anos. Atualmente, esse número quase triplicou. No Brasil, uma criança que completasse dez anos de idade em 1950 podia alimentar a esperança de viver mais 53 anos. As que chegaram aos dez anos em 2015 devem viver mais 67 anos.

Esses aumentos na longevidade aconteceram graças a avanços no conhecimento. O declínio da mortalidade foi resultado de ideias novas no campo da saúde e dos benefícios trazidos por melhores condições de nutrição e saneamento básico, pela vacinação em massa e pela descoberta dos antibióticos.

No decorrer do século XXI, será possível duplicar mais uma vez a expectativa de vida?

Em um trabalho publicado na revista Nature, pesquisadores desmentiram essa hipótese. Os autores concluíram que aumentos da sobrevida tendem a declinar depois dos 100 anos. A longevidade atingiria um teto ao redor dos 115 anos.

(Adaptado de: VARELLA, Drauzio. Disponível em: folha.uol.com.br)

Considerado o contexto, afirma-se corretamente:
 

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1077654 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP

A ideia de dor e sofrimento foi se tornando marginal. Nossa cultura difunde a ideia de que você é mais autêntico e mais realizado quando sofre menos; você tem que ter boa saúde, boa forma... Do ponto de vista moral ocorre a mesma coisa. Queremos que as sensações psíquicas cumpram o mesmo modelo das sensações físicas agradáveis. Assim, vou sempre em busca de uma espécie de autossuficiência. Só me tornando autossuficiente eu não corro o risco do desprazer, porque o outro sempre pode me frustrar. Você tenta retirar da vida mental e sentimental as frustrações, as desilusões e os lutos, que são inevitáveis. O indivíduo hoje já nasce recebendo a indicação de que não deve sofrer. Vamos pegar duas "dores" comuns de hoje, as frustrações profissionais e as frustrações amorosas. Hoje, seja para o insucesso amoroso, seja para o profissional, receita-se um antidepressivo. Não há esforço nenhum dos indivíduos. Esse é o pior dos mundos. Mas podemos construir um mundo humano onde caiba o sofrimento, sem que ele seja dilacerante.

(Adaptado de: COSTA, Jurandir Freire. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)

Depreende-se do texto que o autor
 

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1077652 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP

O mundo abriga hoje aproximadamente 500 mil pessoas centenárias, e esse número deverá aumentar na próxima década.

Foi no final do século XIX que a expectativa de vida começou a aumentar nos países europeus que se industrializavam, apesar de continuar em patamares medíocres em diversas partes do mundo.

Nas últimas décadas, no entanto, a desigualdade diminuiu e a expectativa de vida mundial praticamente duplicou. Hoje os países pobres têm expectativa média de vida semelhante à dos que eram considerados ricos nos anos 1900.

Cem anos atrás, a expectativa de vida de quem nascia na Índia ou na Coreia era de apenas 23 anos. Atualmente, esse número quase triplicou. No Brasil, uma criança que completasse dez anos de idade em 1950 podia alimentar a esperança de viver mais 53 anos. As que chegaram aos dez anos em 2015 devem viver mais 67 anos.

Esses aumentos na longevidade aconteceram graças a avanços no conhecimento. O declínio da mortalidade foi resultado de ideias novas no campo da saúde e dos benefícios trazidos por melhores condições de nutrição e saneamento básico, pela vacinação em massa e pela descoberta dos antibióticos.

No decorrer do século XXI, será possível duplicar mais uma vez a expectativa de vida?

Em um trabalho publicado na revista Nature, pesquisadores desmentiram essa hipótese. Os autores concluíram que aumentos da sobrevida tendem a declinar depois dos 100 anos. A longevidade atingiria um teto ao redor dos 115 anos.

(Adaptado de: VARELLA, Drauzio. Disponível em: folha.uol.com.br)

Estabelece-se relação de causa e consequência, respectivamente, entre as seguintes ideias do texto:
 

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1077651 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP

O mundo abriga hoje aproximadamente 500 mil pessoas centenárias, e esse número deverá aumentar na próxima década.

Foi no final do século XIX que a expectativa de vida começou a aumentar nos países europeus que se industrializavam, apesar de continuar em patamares medíocres em diversas partes do mundo.

Nas últimas décadas, no entanto, a desigualdade diminuiu e a expectativa de vida mundial praticamente duplicou. Hoje os países pobres têm expectativa média de vida semelhante à dos que eram considerados ricos nos anos 1900.

Cem anos atrás, a expectativa de vida de quem nascia na Índia ou na Coreia era de apenas 23 anos. Atualmente, esse número quase triplicou. No Brasil, uma criança que completasse dez anos de idade em 1950 podia alimentar a esperança de viver mais 53 anos. As que chegaram aos dez anos em 2015 devem viver mais 67 anos.

Esses aumentos na longevidade aconteceram graças a avanços no conhecimento. O declínio da mortalidade foi resultado de ideias novas no campo da saúde e dos benefícios trazidos por melhores condições de nutrição e saneamento básico, pela vacinação em massa e pela descoberta dos antibióticos.

No decorrer do século XXI, será possível duplicar mais uma vez a expectativa de vida?

Em um trabalho publicado na revista Nature, pesquisadores desmentiram essa hipótese. Os autores concluíram que aumentos da sobrevida tendem a declinar depois dos 100 anos. A longevidade atingiria um teto ao redor dos 115 anos.

(Adaptado de: VARELLA, Drauzio. Disponível em: folha.uol.com.br)

Nas últimas décadas, no entanto, a desigualdade diminuiu e a expectativa de vida mundial praticamente duplicou.

Sem prejuízo do sentido original e da correção, e sem que nenhuma outra modificação seja feita na frase, o segmento sublinhado acima pode ser substituído por

 

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1077648 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP

Em janeiro de 1968, estreava na Europa e nos Estados Unidos um filme considerado o primeiro da nova era do cinema hollywoodiano, por quebrar tabus e fazer sucesso entre o público jovem. Era Bonnie e Clyde, de Arthur Penn. Tratava-se da história de dois jovens apaixonados, ladrões de banco, que circulavam pelo centro dos Estados Unidos durante a Grande Depressão. O casal reforçava nos jovens a ideia da quebra de todas as regras.

Lançado num país que ainda se recuperava do trauma do assassinato do presidente John Kennedy e via aumentar a tensão provocada por conflitos raciais, o filme causou repulsa e indignação entre os críticos. Por adotar, com humor, o ponto de vista dos criminosos, foi visto como subversivo.

Paralelamente ao lançamento do filme, surgiam produtos que se destinavam exclusivamente aos jovens e que passariam a depender do consumo destes. Esses produtos atravessavam as fronteiras nacionais com uma facilidade sem precedentes e a cultura de massas tornou-se internacional por definição.

(Adaptado de: ZAPPA, Regina e SOTO, Ernesto. 1968: Eles só queriam mudar o mundo. Rio de Janeiro: Zahar, edição digital)

Está adequada a pontuação do seguinte período:
 

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1077646 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP

O mundo abriga hoje aproximadamente 500 mil pessoas centenárias, e esse número deverá aumentar na próxima década.

Foi no final do século XIX que a expectativa de vida começou a aumentar nos países europeus que se industrializavam, apesar de continuar em patamares medíocres em diversas partes do mundo.

Nas últimas décadas, no entanto, a desigualdade diminuiu e a expectativa de vida mundial praticamente duplicou. Hoje os países pobres têm expectativa média de vida semelhante à dos que eram considerados ricos nos anos 1900.

Cem anos atrás, a expectativa de vida de quem nascia na Índia ou na Coreia era de apenas 23 anos. Atualmente, esse número quase triplicou. No Brasil, uma criança que completasse dez anos de idade em 1950 podia alimentar a esperança de viver mais 53 anos. As que chegaram aos dez anos em 2015 devem viver mais 67 anos.

Esses aumentos na longevidade aconteceram graças a avanços no conhecimento. O declínio da mortalidade foi resultado de ideias novas no campo da saúde e dos benefícios trazidos por melhores condições de nutrição e saneamento básico, pela vacinação em massa e pela descoberta dos antibióticos.

No decorrer do século XXI, será possível duplicar mais uma vez a expectativa de vida?

Em um trabalho publicado na revista Nature, pesquisadores desmentiram essa hipótese. Os autores concluíram que aumentos da sobrevida tendem a declinar depois dos 100 anos. A longevidade atingiria um teto ao redor dos 115 anos.

(Adaptado de: VARELLA, Drauzio. Disponível em: folha.uol.com.br)

Infere-se corretamente do texto:
 

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1077645 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP

O mundo abriga hoje aproximadamente 500 mil pessoas centenárias, e esse número deverá aumentar na próxima década.

Foi no final do século XIX que a expectativa de vida começou a aumentar nos países europeus que se industrializavam, apesar de continuar em patamares medíocres em diversas partes do mundo.

Nas últimas décadas, no entanto, a desigualdade diminuiu e a expectativa de vida mundial praticamente duplicou. Hoje os países pobres têm expectativa média de vida semelhante à dos que eram considerados ricos nos anos 1900.

Cem anos atrás, a expectativa de vida de quem nascia na Índia ou na Coreia era de apenas 23 anos. Atualmente, esse número quase triplicou. No Brasil, uma criança que completasse dez anos de idade em 1950 podia alimentar a esperança de viver mais 53 anos. As que chegaram aos dez anos em 2015 devem viver mais 67 anos.

Esses aumentos na longevidade aconteceram graças a avanços no conhecimento. O declínio da mortalidade foi resultado de ideias novas no campo da saúde e dos benefícios trazidos por melhores condições de nutrição e saneamento básico, pela vacinação em massa e pela descoberta dos antibióticos.

No decorrer do século XXI, será possível duplicar mais uma vez a expectativa de vida?

Em um trabalho publicado na revista Nature, pesquisadores desmentiram essa hipótese. Os autores concluíram que aumentos da sobrevida tendem a declinar depois dos 100 anos. A longevidade atingiria um teto ao redor dos 115 anos.

(Adaptado de: VARELLA, Drauzio. Disponível em: folha.uol.com.br)

Está correta a redação do seguinte comentário:
 

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1077641 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP

A ideia de dor e sofrimento foi se tornando marginal. Nossa cultura difunde a ideia de que você é mais autêntico e mais realizado quando sofre menos; você tem que ter boa saúde, boa forma... Do ponto de vista moral ocorre a mesma coisa. Queremos que as sensações psíquicas cumpram o mesmo modelo das sensações físicas agradáveis. Assim, vou sempre em busca de uma espécie de autossuficiência. Só me tornando autossuficiente eu não corro o risco do desprazer, porque o outro sempre pode me frustrar. Você tenta retirar da vida mental e sentimental as frustrações, as desilusões e os lutos, que são inevitáveis. O indivíduo hoje já nasce recebendo a indicação de que não deve sofrer. Vamos pegar duas "dores" comuns de hoje, as frustrações profissionais e as frustrações amorosas. Hoje, seja para o insucesso amoroso, seja para o profissional, receita-se um antidepressivo. Não há esforço nenhum dos indivíduos. Esse é o pior dos mundos. Mas podemos construir um mundo humano onde caiba o sofrimento, sem que ele seja dilacerante.

(Adaptado de: COSTA, Jurandir Freire. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)

O segmento redigido com correção e lógica encontra-se em:
 

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1077640 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP

Cem anos atrás, pessoas que ..I.. (nascer) na Índia ou na Coreia ..II.. . (ter) uma expectativa de vida de apenas 23 anos.

Considerando a adequada correlação verbal, preenchem as lacunas I e II da frase acima, respectivamente:

 

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1077765 Ano: 2018
Disciplina: Serviço Social
Banca: FCC
Orgão: FCRIA-AP
A pessoa deficiente que faz jus à concessão do Benefício da Prestação Continuada, previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS) − Lei Federal n° 8.742/1993, é a
Questão Anulada

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