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Um paciente portador de úlcera péptica duodenal que se mantém ativa após 12 semanas de tratamento possui indicação cirúrgica. A técnica adequada para resolução desse caso e:
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A tríade letal é comum em pacientes reanimados vítimas de grandes sangramentos ou em estado de choque decorrente de vários mecanismos. Alem da coagulopatia, essa tríade é composta de:
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A Resolução do Conselho Federal de Medicina nº 1.638/2002, determina a responsabilidade pela guarda dos prontuários, com EXCEÇAO de:
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A humanização como dimensão pública
das políticas de saúde
No início de 2003, enfrentamos um debate no Ministério da Saúde defendendo a priorização do tema da humanização como aspecto fundamental a ser contemplado nas políticas públicas de saúde. O debate se fazia a partir da tensão entre concepções diferentes. Havia escolhas, de um lado, que visavam aos “focos e resultados dos programas" e, de outro, que problematizavam os processos de produção de saúde e de sujeitos, no plano mais amplo da alteração de modelos de atenção e de gestão. Neste contexto, apresentava-se para nós não só um desafio, mas principalmente a urgência de reavaliar conceitos e práticas nomeadas como humanizadas. Identificada a movimentos religiosos, filantrópicos ou paternalistas, a humanização era menosprezada por grande parte dos gestores, ridicularizada por trabalhadores e demandada pelos usuários.
O debate ia se montando em torno das condições precarizadas de trabalho, das dificuldades de pactuação das diferentes esferas do Sistema Único de Saúde (SUS), do descuido e da falta de compromisso na assistência ao usuário dos serviços de saúde. O diagnóstico ratificava a complexidade da tarefa de se construir de modo eficaz um sistema público que garantisse acesso universal, equânime e integral a todos os cidadãos brasileiros.
Não restava dúvida: o SUS é uma conquista nascida das lutas pela democracia no país que, em 1988, ganham estatuto constitucional. Garantir o “caráter constituinte" do SUS impõe que possamos identificar os problemas contemporâneos que se dão na relação entre Estado e as políticas públicas. É esta relação que queremos problematizar neste momento que o projeto de uma Política Nacional de Humanização (PNH) retoma o que está na base da reforma da saúde do porte daquela que resultou na criação do SUS.
Nos primeiros passos que demos imediatamente nos confrontamos com outro aspecto presente no âmbito do que se nomeava como programas de humanização: havia projetos, atividades, propostas, mas em todos era evidente o caráter fragmentado e separado dessas iniciativas não só na relação de baixa horizontalidade que se verificava entre elas, mas também no modo vertical como elas se organizavam dentro do Ministério da Saúde e do SUS. Tínhamos, então, um duplo problema: seja o da banalização do tema da humanização, seja o da fragmentação das práticas ligadas a diferentes programas de humanização da saúde. Na verdade, trata-se de um mesmo problema em uma dupla inscrição teórico-prática, daí a necessidade de enfrentarmos a tarefa de redefinição do conceito de humanização, bem como dos modos de construção de uma política pública e transversal de humanização da/na saúde.
Diante desse duplo problema, a Secretaria Executiva do Ministério da Saúde propôs a criação da PNH. Como política, a humanização deveria traduzir princípios e modos de operar no conjunto das relações entre todos que constituem o SUS. Era principalmente o modo coletivo e co-gestivo de produção de saúde e de sujeitos implicados nesta produção que deveria orientar a construção da PNH como política pública.
Regina Benevides
Eduardo Passos
Fragmento extraído de Revista Ciência & Saúde, Rio de Janeiro,
2005. (Disponível em:scielo.br/)
No terceiro parágrafo, o emprego dos dois-pontos estabelece o seguinte sentido entre as partes da frase:
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Paciente masculino com 35 anos de idade, reside em zona rural do Rio de Janeiro, com passado de tuberculose pulmonar, inicia quadro de tosse seca e febre. Procura atendimento médico sendo solicitada radiografia de tórax que exibe opacidades arredondadas mal definidas em ambos os pulmões e Iinfonodomegalias mediastinais. A tomografia computadorizada mostra opacidades focais de vidro fosco circundadas por anel de consolidação completo denotando “sinal do halo invertido"; massa escavada no lobo superior direito, Iinfonodomegalias mediastinais e hílares; e hepatoesplenomegalia. A principal hipótese diagnóstica e:
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Paciente com diagnóstico de hepatite viral, apresentando os seguintes marcadores sorológicos: Hbs Ag positivo, Anti-Hbc IgM negativo, Anti-HCV negativo, Anti-HAV IgM positivo. Este paciente é portador de:
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2546179
Ano: 2017
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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O Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, publicado pela ANS em 2016, atualizou e incluiu diretrizes de utilização (DUT) para cobertura de procedimentos na saúde suplementar em relação ao exame de tomografia de coerência óptica (OCT). Essa cobertura não é obrigatória para a seguinte indicação clínica:
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Na visita de auditoria externa aos pacientes internados em hospital credenciado ao plano de saúde, o medico auditor discordou do pedido de uma ressonância nuclear magnética solicitada pelo médico assistente para um dos pacientes. A Resolução CREMERJ nº 182/2002 determina que o auditor deve:
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Sensação rotatória, como se a pessoa estivesse girando no ambiente, sensação de desequilíbrio, náuseas, vômitos, zumbido em um ou ambos os ouvidos e nistagmo. Esses dados descrevem, devido à frequência em nosso meio, a:
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2546108
Ano: 2017
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Segundo a Portaria nº 1246/2010 do MTE, Art.2º, não será permitida, de forma direta ou indireta, nos exames médicos por ocasião dos exames previstos no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) ou outros ligados ao emprego, a testagem do trabalhador quanto ao exame de:
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