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Foram encontradas 40 questões.

2543550 Ano: 2017
Disciplina: Radiologia
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Os oligodendrogliomas são tumores de origem glial classificados como grau II e III pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Seu diagnóstico diferencial com os glioblastomas é muito importante e algumas sequências avançadas da ressonância magnética podem ajudar nessa tarefa. A sequência e o raciocínio radiológico corretos para ajudar nessa diferenciação são:
 

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2543313 Ano: 2017
Disciplina: Radiologia
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Paciente masculino de 25 anos de idade foi encontrado desacordado em uma festa universitária em que havia drogas, bebidas alcoólicas e recreativas, sendo levado por amigos ao hospital mais próximo. A ressonância magnética identificou necrose hemorrágica dos putâmens. Nesse contexto, a hipótese diagnóstica mais provável é:
 

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2542892 Ano: 2017
Disciplina: Radiologia
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Homem de 50 anos de idade, sofre queda do telhado de sua casa, caindo sobre o ombro direito, evoluindo com dor e limitação dos movimentos. O estudo por artrorressonância evidencia lesão do Iabrum superior (SLAP, superiorlabral anterior posterior), com extensão ao ligamento glenoumeral médio e ao tendão do bíceps, destacando parte de seu ancoramento na glenoide superior.
Em relação às lesões Iabrais do tipo SLAP, é correto afirmar que:
 

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2542828 Ano: 2017
Disciplina: Radiologia
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Homem de 65 anos de idade, diabético e hipertenso, apresenta intensa dor no esterno após pegar seu neto no colo. Realizou radiografia de tórax que evidenciou fratura do esterno, além de acentuada osteoporose. A tomografia com putadorizada da coluna revela lesões Iíticas com colapso vertebral em vários níveis. Na hipótese de mieloma múltiplo, NÃO é correto afirmar que:
 

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2542819 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
A humanização como dimensão pública
das políticas de saúde
No início de 2003, enfrentamos um debate no Ministério da Saúde defendendo a priorização do tema da humanização como aspecto fundamental a ser contemplado nas políticas públicas de saúde. O debate se fazia a partir da tensão entre concepções diferentes. Havia escolhas, de um lado, que visavam aos “focos e resultados dos programas" e, de outro, que problematizavam os processos de produção de saúde e de sujeitos, no plano mais amplo da alteração de modelos de atenção e de gestão. Neste contexto, apresentava-se para nós não só um desafio, mas principalmente a urgência de reavaliar conceitos e práticas nomeadas como humanizadas. Identificada a movimentos religiosos, filantrópicos ou paternalistas, a humanização era menosprezada por grande parte dos gestores, ridicularizada por trabalhadores e demandada pelos usuários.
O debate ia se montando em torno das condições precarizadas de trabalho, das dificuldades de pactuação das diferentes esferas do Sistema Único de Saúde (SUS), do descuido e da falta de compromisso na assistência ao usuário dos serviços de saúde. O diagnóstico ratificava a complexidade da tarefa de se construir de modo eficaz um sistema público que garantisse acesso universal, equânime e integral a todos os cidadãos brasileiros.
Não restava dúvida: o SUS é uma conquista nascida das lutas pela democracia no país que, em 1988, ganham estatuto constitucional. Garantir o “caráter constituinte" do SUS impõe que possamos identificar os problemas contemporâneos que se dão na relação entre Estado e as políticas públicas. É esta relação que queremos problematizar neste momento que o projeto de uma Política Nacional de Humanização (PNH) retoma o que está na base da reforma da saúde do porte daquela que resultou na criação do SUS.
Nos primeiros passos que demos imediatamente nos confrontamos com outro aspecto presente no âmbito do que se nomeava como programas de humanização: havia projetos, atividades, propostas, mas em todos era evidente o caráter fragmentado e separado dessas iniciativas não só na relação de baixa horizontalidade que se verificava entre elas, mas também no modo vertical como elas se organizavam dentro do Ministério da Saúde e do SUS. Tínhamos, então, um duplo problema: seja o da banalização do tema da humanização, seja o da fragmentação das práticas ligadas a diferentes programas de humanização da saúde. Na verdade, trata-se de um mesmo problema em uma dupla inscrição teórico-prática, daí a necessidade de enfrentarmos a tarefa de redefinição do conceito de humanização, bem como dos modos de construção de uma política pública e transversal de humanização da/na saúde.
Diante desse duplo problema, a Secretaria Executiva do Ministério da Saúde propôs a criação da PNH. Como política, a humanização deveria traduzir princípios e modos de operar no conjunto das relações entre todos que constituem o SUS. Era principalmente o modo coletivo e co-gestivo de produção de saúde e de sujeitos implicados nesta produção que deveria orientar a construção da PNH como política pública.
Regina Benevides
Eduardo Passos
Fragmento extraído de Revista Ciência & Saúde, Rio de Janeiro,
2005. (Disponível em:scielo.br/)
O trecho “Identificada a movimentos religiosos, filantrópicos ou paternalistas" (1º parágrafo) pode ser introduzido por um conectivo. A expressão que introduz corretamente a relação de sentido entre esse trecho e o restante da frase e:
 

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2542731 Ano: 2017
Disciplina: Radiologia
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Em relação às projeções de hiperflexão e hiperextensão das radiografias convencionais da coluna lombar, e correto afirmar que:
 

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2542681 Ano: 2017
Disciplina: Radiologia
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Mulher de 40 anos de idade apresenta dor em hipocôndrio direito. A ultrassonografia mostra espessamento parietal da região do fundo da vesícula, com múltiplos pequenos espaços císticos, alguns com focos ecogênicos no interior sugerindo pequeninos cálculos. Pensando nas colecistoses hiperplásicas, a principal hipótese diagnóstica e:
 

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2542632 Ano: 2017
Disciplina: Radiologia
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Paciente feminino, 24 anos de idade, com diagnóstico prévio de lúpus eritematoso sistêmico (LES), apresenta atrofia do nervo óptico à direita e fraqueza motora com disfunção vesical. A ressonância magnética das colunas cervical e torácica evidencia extensa lesão medular hiperintensa em T2, de aspecto tumefativo e contínuo, comprometendo mais de 3 corpos vertebrais, com área de cavitação central. Nesse contexto, a principal hipótese diagnóstica e:
 

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2542552 Ano: 2017
Disciplina: Radiologia
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Os oncocitomas são tumores benignos do epitélio tubular renal. Apesar de ser confundido com outras lesões malignas, alguns achados radiológicos podem sugerir esse diagnóstico. O achado de imagem que NÃO é sugestivo de oncocitoma é:
 

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2542317 Ano: 2017
Disciplina: Radiologia
Banca: SELECON
Orgão: FEAM RJ
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Paciente jovem, 18 anos de idade, apresenta cefaleia frontal, obstrução nasal e gotejamento pós-nasal ao exame físico. Na hipótese diagnóstica de sinusopatia, é correto afirmar que:
 

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