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Atualmente o processo saúde-doença é considerado resultante de fatores biopsicossociais. Essa concepção permeia todas as políticas públicas para a saúde instituídas após a Constituição brasileira de 1988, que define a saúde como resultante de inúmeros fatores, pois reafirma que é um direito de todos os cidadãos e um dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução dos riscos de adoecer e ao acesso universal e igualitário às ações e aos serviços.
Com base nessas informações, quanto aos determinantes do processo saúde-doença, julgue os itens a seguir.
Na assistência de enfermagem voltada à prevenção das doenças, os determinantes do processo saúde-doença devem ser devidamente identificados, mensurados e documentados de modo a subsidiar a elaboração da prescrição dos cuidados, previstos na Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE).
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Atualmente o processo saúde-doença é considerado resultante de fatores biopsicossociais. Essa concepção permeia todas as políticas públicas para a saúde instituídas após a Constituição brasileira de 1988, que define a saúde como resultante de inúmeros fatores, pois reafirma que é um direito de todos os cidadãos e um dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução dos riscos de adoecer e ao acesso universal e igualitário às ações e aos serviços.
Com base nessas informações, quanto aos determinantes do processo saúde-doença, julgue os itens a seguir.
A Lei Orgânica da Saúde (Lei nº 8.080/1990) define que a saúde tem como fatores determinantes e condicionantes, entre outros, a alimentação, a moradia, o saneamento básico, o meio ambiente, o trabalho, a renda, a educação, o transporte, o lazer e o acesso aos bens e serviços essenciais.
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Neuropatia diabética é o distúrbio neurológico demonstrável clinicamente ou por métodos laboratoriais em pacientes diabéticos, quando excluídas outras causas de neuropatia.
Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
Em diabéticos portadores de disautonomia gastrintestinal por neuropatia autonômica, são cuidados de enfermagem importantes evitar mudanças posturais bruscas, indicar o uso de meias ou calças compressivas e manter a elevação da cabeceira do leito (30 cm).
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Neuropatia diabética é o distúrbio neurológico demonstrável clinicamente ou por métodos laboratoriais em pacientes diabéticos, quando excluídas outras causas de neuropatia.
Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
O algodão ou monofilamento de Semmes-Weinstein 5 g, 10 g, 20 g e 30 g é indicado para que o enfermeiro avalie a sensibilidade dolorosa do membro inferior com suspeita de neuropatia diabética.
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Neuropatia diabética é o distúrbio neurológico demonstrável clinicamente ou por métodos laboratoriais em pacientes diabéticos, quando excluídas outras causas de neuropatia.
Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
A prevalência da neuropatia diabética alcança níveis elevados com a evolução temporal da doença, chegando geralmente a frequências de 50% de lesão neuropática em diferentes grupos de pacientes analisados nos âmbitos nacional e internacional.
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Neuropatia diabética é o distúrbio neurológico demonstrável clinicamente ou por métodos laboratoriais em pacientes diabéticos, quando excluídas outras causas de neuropatia.
Acerca desse tema, julgue os itens a seguir.
Distúrbio neurológico pode ser detectado precocemente na evolução de diabetes mellitus (DM) do tipo 1 (DM1), muitas vezes desde o momento do diagnóstico, enquanto, nos pacientes diabéticos do tipo 2, normalmente surge cinco anos ou mais após o diagnóstico de DM.
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Um paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, com politraumatismos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) adulto, transferido do centro cirúrgico em estado grave, após cirurgia de urgência. Chega à unidade intubado, com cateter venoso central em jugular direita, cateter vesical de demora, dreno de tórax do lado esquerdo em selo d’água. Sinais de choque hipovolêmico importante, Escala de Coma de Glasgow (ECGI) = 6, o que pode caracterizar traumatismo cranioencefálico (TCE) grave. Iniciado monitorização invasiva por PAI, eletrocardiográfica, drogas vasoativas e sedação. Na avaliação e ausculta cardíaca, evidenciaram-se bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão foi solicitado concentrado de hemácias com urgência, no entanto, devido à falha de comunicação, o sangue não foi entregue pela agência transfusional. O paciente fez uma parada cardiorrespiratória, revertida com sucesso após manobras e ressuscitação.
Com base no caso clínico apresentado, com relação à assistência de enfermagem ao paciente politraumatizado, julgue os itens a seguir.
Algumas medidas são importantes para controle da PIC como: manter cabeceira do leito elevada, manter temperatura corporal normal, evitar estímulos nocivos (como, por exemplo, aspirações excessivas, procedimentos dolorosos), evitar administração de oxigênio e manter pressão de perfusão cerebral > 70 mmHg.
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Um paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, com politraumatismos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) adulto, transferido do centro cirúrgico em estado grave, após cirurgia de urgência. Chega à unidade intubado, com cateter venoso central em jugular direita, cateter vesical de demora, dreno de tórax do lado esquerdo em selo d’água. Sinais de choque hipovolêmico importante, Escala de Coma de Glasgow (ECGI) = 6, o que pode caracterizar traumatismo cranioencefálico (TCE) grave. Iniciado monitorização invasiva por PAI, eletrocardiográfica, drogas vasoativas e sedação. Na avaliação e ausculta cardíaca, evidenciaram-se bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão foi solicitado concentrado de hemácias com urgência, no entanto, devido à falha de comunicação, o sangue não foi entregue pela agência transfusional. O paciente fez uma parada cardiorrespiratória, revertida com sucesso após manobras e ressuscitação.
Com base no caso clínico apresentado, com relação à assistência de enfermagem ao paciente politraumatizado, julgue os itens a seguir.
No atendimento a pacientes vítimas de trauma torácico, é importante observar sinais de tamponamento cardíaco (tríade de Beck: bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão), com realização da pericardiocentese pelo médico, quando indicado.
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Um paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, com politraumatismos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) adulto, transferido do centro cirúrgico em estado grave, após cirurgia de urgência. Chega à unidade intubado, com cateter venoso central em jugular direita, cateter vesical de demora, dreno de tórax do lado esquerdo em selo d’água. Sinais de choque hipovolêmico importante, Escala de Coma de Glasgow (ECGI) = 6, o que pode caracterizar traumatismo cranioencefálico (TCE) grave. Iniciado monitorização invasiva por PAI, eletrocardiográfica, drogas vasoativas e sedação. Na avaliação e ausculta cardíaca, evidenciaram-se bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão foi solicitado concentrado de hemácias com urgência, no entanto, devido à falha de comunicação, o sangue não foi entregue pela agência transfusional. O paciente fez uma parada cardiorrespiratória, revertida com sucesso após manobras e ressuscitação.
Com base no caso clínico apresentado, com relação à assistência de enfermagem ao paciente politraumatizado, julgue os itens a seguir.
A hemotransfusão é uma prática comum no cuidado ao paciente crítico, e alguns cuidados são essenciais para garantia da segurança do paciente durante esta prática, como: verificar exames laboratoriais pré-transfusionais; conferir prescrição médica; conferir identificação do paciente (dupla checagem); providenciar acesso venoso exclusivo e calibroso e, no caso de reação transfusional, interromper imediatamente a transfusão, comunicar o médico responsável e descartar imediatamente a bolsa juntamente com o equipo.
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Um paciente de 20 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, com politraumatismos, deu entrada na unidade de terapia intensiva (UTI) adulto, transferido do centro cirúrgico em estado grave, após cirurgia de urgência. Chega à unidade intubado, com cateter venoso central em jugular direita, cateter vesical de demora, dreno de tórax do lado esquerdo em selo d’água. Sinais de choque hipovolêmico importante, Escala de Coma de Glasgow (ECGI) = 6, o que pode caracterizar traumatismo cranioencefálico (TCE) grave. Iniciado monitorização invasiva por PAI, eletrocardiográfica, drogas vasoativas e sedação. Na avaliação e ausculta cardíaca, evidenciaram-se bulhas cardíacas abafadas ou distantes, turgência jugular e hipotensão foi solicitado concentrado de hemácias com urgência, no entanto, devido à falha de comunicação, o sangue não foi entregue pela agência transfusional. O paciente fez uma parada cardiorrespiratória, revertida com sucesso após manobras e ressuscitação.
Com base no caso clínico apresentado, com relação à assistência de enfermagem ao paciente politraumatizado, julgue os itens a seguir.
As Diretrizes de 2015 da American Heart Association (AHA) para ressuscitação cardiopulmonar (RCP) e atendimento cardiovascular de emergência (ACE) enfatizam a necessidade de uma RCP de alta qualidade, incluindo: frequência de compressão de 100 a 120 por minuto e profundidade de compressão mínima de 2 polegadas (5 cm) até 2,4 polegadas (6 cm), em adultos.
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