Foram encontradas 120 questões.
Em saúde, as necessidades são infinitas e os recursos são finitos.
Blatt, C. R.; de Campos, C. M. T; Becker, I. R. T, 2016. Programação de Medicamentos in: Logística de medicamentos. Organização Eliana Elisabeth Dichl, Rosana Isabel dos Santos, Simone da Cruz Shaefer. Florianópolis: Ed. da UFSC, 2016.
Dessa forma, o farmacêutico é o profissional chave dentro da farmácia hospitalar, podendo atuar em todo o ciclo do medicamento, desde a programação, a aquisição, o armazenamento e a distribuição e até a garantia de seu uso seguro. Tais atividades exigem do farmacêutico conhecimento de gestão de recursos financeiros, materiais e humanos, além de constante atualização, especialmente referente aos medicamentos disponibilizados na instituição.
No que se refere às diferentes funções do profissional farmacêutico, tanto na gestão do medicamento quanto no seu uso seguro, julgue os itens a seguir:
A curva ABC é uma ferramenta empregada na gestão de estoques de medicamentos e recebe esse nome por classificar os itens, no caso medicamentos, em ordem decrescente considerando o percentual de recursos consumidos pelo item. Para isso, deve-se identificar o valor de consumo, ou seja, o valor unitário do item pelo número de dias em que ele foi consumido.
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A Portaria nº 3.390/2013;2do Ministério da Saúde, institui a Política Nacional de Atenção Hospitalar (PNHOP) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecendo-se as diretrizes para à organização do componente hospitalar da Rede de Atenção à Saúde (RAS).
A respeito desse tema, julgue os itens a seguir.
O modelo de atenção hospitalar contemplará um conjunto de dispositivos de cuidado que inviabilize o acesso, a qualidade da assistência e a segurança do paciente.
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A Portaria nº 3.390/2013;2do Ministério da Saúde, institui a Política Nacional de Atenção Hospitalar (PNHOP) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecendo-se as diretrizes para à organização do componente hospitalar da Rede de Atenção à Saúde (RAS).
A respeito desse tema, julgue os itens a seguir.
O Plano Terapêutico será elaborado de forma conjunta pelas equipes, especialmente quando se tratar de um usuário com quadro clínico complexo ou de alta vulnerabilidade, com o objetivo de reavaliar diagnósticos e redefinir as linhas de intervenção terapêutica, devendo ser registrado em prontuário unificado compartilhado pela equipe multiprofissional.
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A Portaria nº 3.390/2013;2do Ministério da Saúde, institui a Política Nacional de Atenção Hospitalar (PNHOP) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS), estabelecendo-se as diretrizes para à organização do componente hospitalar da Rede de Atenção à Saúde (RAS).
A respeito desse tema, julgue os itens a seguir.
Entre as diretrizes da PNHOSP, podem ser mencionadas a garantia» de universalidade de acesso, equidade e integralidade na atenção hospitalar; a continuidade do cuidado por meio da articulação do hospital com os demais pontos de atenção da RAS; a garantia da qualidade da atenção hospitalar e segurança do paciente e a garantia da efetividade dos serviços, com racionalização da utilização dos recursos, respeitando as especificidades regionais.
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Uma paciente de 40 anos de idade, reclama que há, pelos menos 20 anos utiliza antidepressivos, e que já passou pela mão de “vários psiquiatras”. Menciona que inicialmente consegue “ajuda”, mas, que, após um tempo (meses, anos), sente que nada lhes acrescentam e decide parar com as consultas e os antidepressivos. Diz que, desde sua adolescência, alterna períodos em que se sente muito bem, viva, capaz de tudo, mas que eventualmente tem declínio de seu humor de forma acentuada. Algumas vezes se sente tão bem, tão cheia de energia que suas amigas lhe questionam se estaria utilizando alguma substância ilícita, o que ela nega. A sua família, acompanhando a sua situação e percebendo que suas amigas se afastaram, a levam ao consultório de um famoso psiquiatra da cidade. Este, após longa e minuciosa avaliação clínica, a diagnostica com transtorno afetivo bipolar do tipo II. Inicia rigorosa psicoterapia e farmacoterapia com lítio, 600 mg ao dia.
Acerca dessa situação, julgue os itens a seguir.
Os fármacos ácido valproico e lamotrigina são alternativas eficazes para o tratamento do transtorno afetivo bipolar II (como estabilizadores de humor).
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Uma paciente de 40 anos de idade, reclama que há, pelos menos 20 anos utiliza antidepressivos, e que já passou pela mão de “vários psiquiatras”. Menciona que inicialmente consegue “ajuda”, mas, que, após um tempo (meses, anos), sente que nada lhes acrescentam e decide parar com as consultas e os antidepressivos. Diz que, desde sua adolescência, alterna períodos em que se sente muito bem, viva, capaz de tudo, mas que eventualmente tem declínio de seu humor de forma acentuada. Algumas vezes se sente tão bem, tão cheia de energia que suas amigas lhe questionam se estaria utilizando alguma substância ilícita, o que ela nega. A sua família, acompanhando a sua situação e percebendo que suas amigas se afastaram, a levam ao consultório de um famoso psiquiatra da cidade. Este, após longa e minuciosa avaliação clínica, a diagnostica com transtorno afetivo bipolar do tipo II. Inicia rigorosa psicoterapia e farmacoterapia com lítio, 600 mg ao dia.
Acerca dessa situação, julgue os itens a seguir.
As doses de lítio usadas no transtorno afetivo bipolar II são menores que as usadas no transtorno afetivo bipolar I, por isso não precisam de acompanhamento (litemia).
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Uma paciente de 40 anos de idade, reclama que há, pelos menos 20 anos utiliza antidepressivos, e que já passou pela mão de “vários psiquiatras”. Menciona que inicialmente consegue “ajuda”, mas, que, após um tempo (meses, anos), sente que nada lhes acrescentam e decide parar com as consultas e os antidepressivos. Diz que, desde sua adolescência, alterna períodos em que se sente muito bem, viva, capaz de tudo, mas que eventualmente tem declínio de seu humor de forma acentuada. Algumas vezes se sente tão bem, tão cheia de energia que suas amigas lhe questionam se estaria utilizando alguma substância ilícita, o que ela nega. A sua família, acompanhando a sua situação e percebendo que suas amigas se afastaram, a levam ao consultório de um famoso psiquiatra da cidade. Este, após longa e minuciosa avaliação clínica, a diagnostica com transtorno afetivo bipolar do tipo II. Inicia rigorosa psicoterapia e farmacoterapia com lítio, 600 mg ao dia.
Acerca dessa situação, julgue os itens a seguir.
Mesmo sendo o fármaco de escolha para o transtorno afetivo bipolar I, o lítio não é o fármaco de escolha para o tratamento do transtorno afetivo bipolar II.
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Uma paciente de 40 anos de idade, reclama que há, pelos menos 20 anos utiliza antidepressivos, e que já passou pela mão de “vários psiquiatras”. Menciona que inicialmente consegue “ajuda”, mas, que, após um tempo (meses, anos), sente que nada lhes acrescentam e decide parar com as consultas e os antidepressivos. Diz que, desde sua adolescência, alterna períodos em que se sente muito bem, viva, capaz de tudo, mas que eventualmente tem declínio de seu humor de forma acentuada. Algumas vezes se sente tão bem, tão cheia de energia que suas amigas lhe questionam se estaria utilizando alguma substância ilícita, o que ela nega. A sua família, acompanhando a sua situação e percebendo que suas amigas se afastaram, a levam ao consultório de um famoso psiquiatra da cidade. Este, após longa e minuciosa avaliação clínica, a diagnostica com transtorno afetivo bipolar do tipo II. Inicia rigorosa psicoterapia e farmacoterapia com lítio, 600 mg ao dia.
Acerca dessa situação, julgue os itens a seguir.
Os antidepressivos, em monoterapia, podem induzir estados hipomaníacos em pacientes com transforno afetivo bipolar.
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Uma paciente de 40 anos de idade, reclama que há, pelos menos 20 anos utiliza antidepressivos, e que já passou pela mão de “vários psiquiatras”. Menciona que inicialmente consegue “ajuda”, mas, que, após um tempo (meses, anos), sente que nada lhes acrescentam e decide parar com as consultas e os antidepressivos. Diz que, desde sua adolescência, alterna períodos em que se sente muito bem, viva, capaz de tudo, mas que eventualmente tem declínio de seu humor de forma acentuada. Algumas vezes se sente tão bem, tão cheia de energia que suas amigas lhe questionam se estaria utilizando alguma substância ilícita, o que ela nega. A sua família, acompanhando a sua situação e percebendo que suas amigas se afastaram, a levam ao consultório de um famoso psiquiatra da cidade. Este, após longa e minuciosa avaliação clínica, a diagnostica com transtorno afetivo bipolar do tipo II. Inicia rigorosa psicoterapia e farmacoterapia com lítio, 600 mg ao dia.
Acerca dessa situação, julgue os itens a seguir.
O transtorno afetivo bipolar do tipo II é uma forma menos severa do tipo I. Alterna sintomas maníacos ou hipomaníacos com manifestações depressivas. Esse cenário faz com que seu diagnóstico seja mais difícil e geralmente seja confundido com depressão.
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Um homem 18 anos de idade, tem preocupado e muito a sua família. Esta relata que ele mudou radicalmente de comportamento: há, pelo menos, 6 meses, começou a conversar com as pombas que rodeiam a sua casa, eventualmente foge delas alegando que as aves estariam gravando suas conversas. Quando ele começou a se desfazer dos aparelhos eletrônicos (o estariam monitorando de forma contínua) e alternar momentos de extrema agitação com isolamento, a sua tia, parente mais próximo (há 2 anos, seus pais morreram em um acidente de trânsito, ele foi o único sobrevivente) decide levá-lo à consulta com um psiquiatra. Este, após avaliação criteriosa, o diagnostica com esquizofrenia. O médico prescreve, então, o antipsicótico clozapina, com dose inicial de 12,5 mg ao dia, aumentando progressivamente, até a dose de 300 mg por dia (após algumas semanas). Depois de 60 dias, ele aparenta estar bem, mas reclama de alguns incômodos efeitos adversos.
A respeito desse caso e com base em seus conhecimentos, julgue os itens.
O médico poderia ter iniciado com a dose que pretendia utilizar, não há na verdade justificativa para o escalonamento proposto.
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