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Um homem 18 anos de idade, tem preocupado e muito a sua família. Esta relata que ele mudou radicalmente de comportamento: há, pelo menos, 6 meses, começou a conversar com as pombas que rodeiam a sua casa, eventualmente foge delas alegando que as aves estariam gravando suas conversas. Quando ele começou a se desfazer dos aparelhos eletrônicos (o estariam monitorando de forma contínua) e alternar momentos de extrema agitação com isolamento, a sua tia, parente mais próximo (há 2 anos, seus pais morreram em um acidente de trânsito, ele foi o único sobrevivente) decide levá-lo à consulta com um psiquiatra. Este, após avaliação criteriosa, o diagnostica com esquizofrenia. O médico prescreve, então, o antipsicótico clozapina, com dose inicial de 12,5 mg ao dia, aumentando progressivamente, até a dose de 300 mg por dia (após algumas semanas). Depois de 60 dias, ele aparenta estar bem, mas reclama de alguns incômodos efeitos adversos.
A respeito desse caso e com base em seus conhecimentos, julgue os itens.
A esquizofrenia geralmente manifesta-se na adolescência ou no início da vida adulta, dependendo, muitas vezes, de fatores externos, como os ambientais (traumas, por exemplo).
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Um homem 18 anos de idade, tem preocupado e muito a sua família. Esta relata que ele mudou radicalmente de comportamento: há, pelo menos, 6 meses, começou a conversar com as pombas que rodeiam a sua casa, eventualmente foge delas alegando que as aves estariam gravando suas conversas. Quando ele começou a se desfazer dos aparelhos eletrônicos (o estariam monitorando de forma contínua) e alternar momentos de extrema agitação com isolamento, a sua tia, parente mais próximo (há 2 anos, seus pais morreram em um acidente de trânsito, ele foi o único sobrevivente) decide levá-lo à consulta com um psiquiatra. Este, após avaliação criteriosa, o diagnostica com esquizofrenia. O médico prescreve, então, o antipsicótico clozapina, com dose inicial de 12,5 mg ao dia, aumentando progressivamente, até a dose de 300 mg por dia (após algumas semanas). Depois de 60 dias, ele aparenta estar bem, mas reclama de alguns incômodos efeitos adversos.
A respeito desse caso e com base em seus conhecimentos, julgue os itens.
No decorrer do tratamento, todos os antipsicóticos podem manifestar efeitos adversos extrapiramidais. Estes efeitos adversos tendem a ser mais frequentes e intensos no haloperidol.
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Um homem 18 anos de idade, tem preocupado e muito a sua família. Esta relata que ele mudou radicalmente de comportamento: há, pelo menos, 6 meses, começou a conversar com as pombas que rodeiam a sua casa, eventualmente foge delas alegando que as aves estariam gravando suas conversas. Quando ele começou a se desfazer dos aparelhos eletrônicos (o estariam monitorando de forma contínua) e alternar momentos de extrema agitação com isolamento, a sua tia, parente mais próximo (há 2 anos, seus pais morreram em um acidente de trânsito, ele foi o único sobrevivente) decide levá-lo à consulta com um psiquiatra. Este, após avaliação criteriosa, o diagnostica com esquizofrenia. O médico prescreve, então, o antipsicótico clozapina, com dose inicial de 12,5 mg ao dia, aumentando progressivamente, até a dose de 300 mg por dia (após algumas semanas). Depois de 60 dias, ele aparenta estar bem, mas reclama de alguns incômodos efeitos adversos.
A respeito desse caso e com base em seus conhecimentos, julgue os itens.
Fármacos como a risperidona e a quetiapina, que pertencem à classe dos antipsicóticos atípicos, poderiam ter sido indicados, uma vez que tendem produzir efeitos adversos menos pronunciados (pelo menos, em um primeiro momento).
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Um homem 18 anos de idade, tem preocupado e muito a sua família. Esta relata que ele mudou radicalmente de comportamento: há, pelo menos, 6 meses, começou a conversar com as pombas que rodeiam a sua casa, eventualmente foge delas alegando que as aves estariam gravando suas conversas. Quando ele começou a se desfazer dos aparelhos eletrônicos (o estariam monitorando de forma contínua) e alternar momentos de extrema agitação com isolamento, a sua tia, parente mais próximo (há 2 anos, seus pais morreram em um acidente de trânsito, ele foi o único sobrevivente) decide levá-lo à consulta com um psiquiatra. Este, após avaliação criteriosa, o diagnostica com esquizofrenia. O médico prescreve, então, o antipsicótico clozapina, com dose inicial de 12,5 mg ao dia, aumentando progressivamente, até a dose de 300 mg por dia (após algumas semanas). Depois de 60 dias, ele aparenta estar bem, mas reclama de alguns incômodos efeitos adversos.
A respeito desse caso e com base em seus conhecimentos, julgue os itens.
Fármacos como a clorpromazina e haloperidol pertencem à classe dos antipsicóticos típicos e geralmente são mais eficazes que a clozapina em casos de esquizofrenia.
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Um homem 18 anos de idade, tem preocupado e muito a sua família. Esta relata que ele mudou radicalmente de comportamento: há, pelo menos, 6 meses, começou a conversar com as pombas que rodeiam a sua casa, eventualmente foge delas alegando que as aves estariam gravando suas conversas. Quando ele começou a se desfazer dos aparelhos eletrônicos (o estariam monitorando de forma contínua) e alternar momentos de extrema agitação com isolamento, a sua tia, parente mais próximo (há 2 anos, seus pais morreram em um acidente de trânsito, ele foi o único sobrevivente) decide levá-lo à consulta com um psiquiatra. Este, após avaliação criteriosa, o diagnostica com esquizofrenia. O médico prescreve, então, o antipsicótico clozapina, com dose inicial de 12,5 mg ao dia, aumentando progressivamente, até a dose de 300 mg por dia (após algumas semanas). Depois de 60 dias, ele aparenta estar bem, mas reclama de alguns incômodos efeitos adversos.
A respeito desse caso e com base em seus conhecimentos, julgue os itens.
A clozapina, fármaco atípico, é uma boa escolha para tratamento, em casos de diagnóstico de esquizofrenia.
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Uma paciente 37 anos de idade, após insistência dos seus familiares, chega à consulta clínica dizendo que, nas últimas semanas, vivencia um grande sentimento de “não dar conta das coisas”. Afirma que, há 3 meses, sem prévio aviso, o marido a abandonou, deixando-a sozinha com os seus dois filhos pequenos. Relata que sempre teve problemas de insônia, mas, desde essa época, não tem conseguido dormir mais que 3 horas por noite. Relata ainda que seu apetite está diminuído e que perdeu 7 kg. Diz que nada mais lhe interessa e que não consegue se concentrar “nem para ler um jornal”, seu rendimento no trabalho caiu de forma significativa. Seu nível de energia está baixo e, desde que o marido partiu, vem tomando duas taças vinho, segundo ela, “para poder dormir”. Tem pensado na morte, mas afirma que não quer fazer nada em função dos seus filhos. Nega qualquer planos de suicídio. O médico que a recebe diagnostica um quadro de depressão, a encaminha para psicoterapia e entende necessário o uso de farmacoterapia, por isso lhe prescreve fluoxetina, 20 mg, pela manhã. Após 1 mês, ela retorna ao consultório, diz sentir-se um pouco melhor, porém reclama que seus problemas de sono estão piorando.
Em relação a esse caso, julgue os itens a seguir.
Enquanto não surgem os efeitos plenos dos antidepressivos, poderia ter sido prescrito um hipnótico, como clonazepam ou zolpidem, para auxiliar no sono dela, desde que lhe fosse restrito o consumo de bebidas alcoólicas.
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Uma paciente 37 anos de idade, após insistência dos seus familiares, chega à consulta clínica dizendo que, nas últimas semanas, vivencia um grande sentimento de “não dar conta das coisas”. Afirma que, há 3 meses, sem prévio aviso, o marido a abandonou, deixando-a sozinha com os seus dois filhos pequenos. Relata que sempre teve problemas de insônia, mas, desde essa época, não tem conseguido dormir mais que 3 horas por noite. Relata ainda que seu apetite está diminuído e que perdeu 7 kg. Diz que nada mais lhe interessa e que não consegue se concentrar “nem para ler um jornal”, seu rendimento no trabalho caiu de forma significativa. Seu nível de energia está baixo e, desde que o marido partiu, vem tomando duas taças vinho, segundo ela, “para poder dormir”. Tem pensado na morte, mas afirma que não quer fazer nada em função dos seus filhos. Nega qualquer planos de suicídio. O médico que a recebe diagnostica um quadro de depressão, a encaminha para psicoterapia e entende necessário o uso de farmacoterapia, por isso lhe prescreve fluoxetina, 20 mg, pela manhã. Após 1 mês, ela retorna ao consultório, diz sentir-se um pouco melhor, porém reclama que seus problemas de sono estão piorando.
Em relação a esse caso, julgue os itens a seguir.
A agomelatina, fármaco antidepressivo, agonista de receptores da melatonina, poderia ser uma escolha adequada neste caso, uma vez que, entre seus efeitos, está a sonolência
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Uma paciente 37 anos de idade, após insistência dos seus familiares, chega à consulta clínica dizendo que, nas últimas semanas, vivencia um grande sentimento de “não dar conta das coisas”. Afirma que, há 3 meses, sem prévio aviso, o marido a abandonou, deixando-a sozinha com os seus dois filhos pequenos. Relata que sempre teve problemas de insônia, mas, desde essa época, não tem conseguido dormir mais que 3 horas por noite. Relata ainda que seu apetite está diminuído e que perdeu 7 kg. Diz que nada mais lhe interessa e que não consegue se concentrar “nem para ler um jornal”, seu rendimento no trabalho caiu de forma significativa. Seu nível de energia está baixo e, desde que o marido partiu, vem tomando duas taças vinho, segundo ela, “para poder dormir”. Tem pensado na morte, mas afirma que não quer fazer nada em função dos seus filhos. Nega qualquer planos de suicídio. O médico que a recebe diagnostica um quadro de depressão, a encaminha para psicoterapia e entende necessário o uso de farmacoterapia, por isso lhe prescreve fluoxetina, 20 mg, pela manhã. Após 1 mês, ela retorna ao consultório, diz sentir-se um pouco melhor, porém reclama que seus problemas de sono estão piorando.
Em relação a esse caso, julgue os itens a seguir.
Fármacos como os inibidores seletivos da receptação da serotonina (fluoxetina, sertralina, escitalopram) apresentam efeitos positivos em manifestações compulsivas. Como é possível que o consumo de bebidas alcoólicas por parte dela esteja a isso relacionado, é possível que a escolha da fluoxetina também seja decorrente disto.
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Uma paciente 37 anos de idade, após insistência dos seus familiares, chega à consulta clínica dizendo que, nas últimas semanas, vivencia um grande sentimento de “não dar conta das coisas”. Afirma que, há 3 meses, sem prévio aviso, o marido a abandonou, deixando-a sozinha com os seus dois filhos pequenos. Relata que sempre teve problemas de insônia, mas, desde essa época, não tem conseguido dormir mais que 3 horas por noite. Relata ainda que seu apetite está diminuído e que perdeu 7 kg. Diz que nada mais lhe interessa e que não consegue se concentrar “nem para ler um jornal”, seu rendimento no trabalho caiu de forma significativa. Seu nível de energia está baixo e, desde que o marido partiu, vem tomando duas taças vinho, segundo ela, “para poder dormir”. Tem pensado na morte, mas afirma que não quer fazer nada em função dos seus filhos. Nega qualquer planos de suicídio. O médico que a recebe diagnostica um quadro de depressão, a encaminha para psicoterapia e entende necessário o uso de farmacoterapia, por isso lhe prescreve fluoxetina, 20 mg, pela manhã. Após 1 mês, ela retorna ao consultório, diz sentir-se um pouco melhor, porém reclama que seus problemas de sono estão piorando.
Em relação a esse caso, julgue os itens a seguir.
O médico poderia ter prescrito um antidepressivo tricíclico logo de início, uma vez que se trata de uma classe de primeira escolha.
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Uma paciente 37 anos de idade, após insistência dos seus familiares, chega à consulta clínica dizendo que, nas últimas semanas, vivencia um grande sentimento de “não dar conta das coisas”. Afirma que, há 3 meses, sem prévio aviso, o marido a abandonou, deixando-a sozinha com os seus dois filhos pequenos. Relata que sempre teve problemas de insônia, mas, desde essa época, não tem conseguido dormir mais que 3 horas por noite. Relata ainda que seu apetite está diminuído e que perdeu 7 kg. Diz que nada mais lhe interessa e que não consegue se concentrar “nem para ler um jornal”, seu rendimento no trabalho caiu de forma significativa. Seu nível de energia está baixo e, desde que o marido partiu, vem tomando duas taças vinho, segundo ela, “para poder dormir”. Tem pensado na morte, mas afirma que não quer fazer nada em função dos seus filhos. Nega qualquer planos de suicídio. O médico que a recebe diagnostica um quadro de depressão, a encaminha para psicoterapia e entende necessário o uso de farmacoterapia, por isso lhe prescreve fluoxetina, 20 mg, pela manhã. Após 1 mês, ela retorna ao consultório, diz sentir-se um pouco melhor, porém reclama que seus problemas de sono estão piorando.
Em relação a esse caso, julgue os itens a seguir.
Como alternativa à fluoxetina, poderia ser utilizada a imipramina, um antidepressivo tricíclico: além de produzir sonolência, este fármaco poderia melhorar o apetite da paciente.
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