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Uma paciente de 66 anos de idade, tabagista, hipertensa com tratamento irregular. Apresentou cefaleia súbita de severa intensidade associada a náuseas. Ao exame físico, observaramse AC = RR2T com BNF, FC = 100 bpm, AP = MVF sem RA, FR = 15 irpm, PA = 182 mmHg x 100 mmHg, SatO2 em ar ambiente = 97%, Glasgow 15, pupilas isofotorreagentes, sem deficits focais. TC crânio e arteriografia a seguir.



Fonte: Acervo pessoal.
Acerca desse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Segundo a classificação da World Federation of Neurological Societies (WFNS), a paciente seria classificada como grau 1.
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Um paciente de 31 anos de idade, com 90 kg, previamente hígido, foi trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), em imobilização padrão, após capotamento de automóvel. Relato de Glasgow 12 no momento da cena. AC = RC2T com BNF e FC = 112 bpm, AP = MVF sem RA e FR = 19 irpm, PA = 150 mmHg x 97 mmHg e SatO2 = 96%. Na avaliação inicial, apresenta abertura ocular ao estímulo doloroso com duração inferior a 10 segundos, localizando o estímulo doloroso e sons incompreensíveis, pupilas isocóricas e foto reagentes. A TC de crânio está reproduzida a seguir.

Fonte: Acervo pessoal.
Considerando esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A lesão primária, nesse caso, está associada a maior morbimortalidade quando comparado com hematomas epidurais
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Um paciente de 31 anos de idade, com 90 kg, previamente hígido, foi trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), em imobilização padrão, após capotamento de automóvel. Relato de Glasgow 12 no momento da cena. AC = RC2T com BNF e FC = 112 bpm, AP = MVF sem RA e FR = 19 irpm, PA = 150 mmHg x 97 mmHg e SatO2 = 96%. Na avaliação inicial, apresenta abertura ocular ao estímulo doloroso com duração inferior a 10 segundos, localizando o estímulo doloroso e sons incompreensíveis, pupilas isocóricas e foto reagentes. A TC de crânio está reproduzida a seguir.

Fonte: Acervo pessoal.
Considerando esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A hiperventilação profilática com PaCO2 < 25 mmHg está contraindicada para esse paciente após ser realizada a craniotomia descompressiva.
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Um paciente de 31 anos de idade, com 90 kg, previamente hígido, foi trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), em imobilização padrão, após capotamento de automóvel. Relato de Glasgow 12 no momento da cena. AC = RC2T com BNF e FC = 112 bpm, AP = MVF sem RA e FR = 19 irpm, PA = 150 mmHg x 97 mmHg e SatO2 = 96%. Na avaliação inicial, apresenta abertura ocular ao estímulo doloroso com duração inferior a 10 segundos, localizando o estímulo doloroso e sons incompreensíveis, pupilas isocóricas e foto reagentes. A TC de crânio está reproduzida a seguir.

Fonte: Acervo pessoal.
Considerando esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Para esse paciente estão indicados internação neurocirúrgica, cuidados neurocríticos e craniotomia descompressiva à esquerda por causa do sangramento arterial em tomografia.
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Um paciente de 31 anos de idade, com 90 kg, previamente hígido, foi trazido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), em imobilização padrão, após capotamento de automóvel. Relato de Glasgow 12 no momento da cena. AC = RC2T com BNF e FC = 112 bpm, AP = MVF sem RA e FR = 19 irpm, PA = 150 mmHg x 97 mmHg e SatO2 = 96%. Na avaliação inicial, apresenta abertura ocular ao estímulo doloroso com duração inferior a 10 segundos, localizando o estímulo doloroso e sons incompreensíveis, pupilas isocóricas e foto reagentes. A TC de crânio está reproduzida a seguir.

Fonte: Acervo pessoal.
Considerando esse caso clínico e com base nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
O paciente se encontra em Glasgow 9 e apresenta hematoma subdural agudo com desvio de linha média.
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Uma paciente de 67 anos de idade, com 72 kg, foi trazida em imobilização padrão pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), após queda de escada. Relatou dificuldade de movimento em membros superiores e cervicalgia. Negou outras queixas e (ou) alergias. Ao exame físico, AC = RC2T com BNF e FC = 102 bpm, AP = MVF sem RA e FR = 18 irpm, PA = 164 mmHg x 90 mmHg e SatO2 = 97%. Glasgow 15. Tetraparesia flácida com força grau 4 em membros inferiores; membro superior direito força grau 4 em ombro, flexão e extensão cotovelo e grau 2 em preensão palmar e extensão dos dedos; membro superior esquerdo força grau 3 em ombro, flexão e extensão cotovelo e grau 0 em preensão palmar e extensão dos dedos. Sensibilidade diminuída abaixo dos ombros. Sem diurese espontânea até o momento. Tomografia de coluna cervical com importantes alterações degenerativas difusas e sem evidência de fratura traumática aguda.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Deve-se otimizar o controle dos níveis pressóricos da paciente para manter a PAM entre 85 mmHg x 90 mmHg para manter a perfusão medular nos primeiros dias após o trauma.
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Uma paciente de 67 anos de idade, com 72 kg, foi trazida em imobilização padrão pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), após queda de escada. Relatou dificuldade de movimento em membros superiores e cervicalgia. Negou outras queixas e (ou) alergias. Ao exame físico, AC = RC2T com BNF e FC = 102 bpm, AP = MVF sem RA e FR = 18 irpm, PA = 164 mmHg x 90 mmHg e SatO2 = 97%. Glasgow 15. Tetraparesia flácida com força grau 4 em membros inferiores; membro superior direito força grau 4 em ombro, flexão e extensão cotovelo e grau 2 em preensão palmar e extensão dos dedos; membro superior esquerdo força grau 3 em ombro, flexão e extensão cotovelo e grau 0 em preensão palmar e extensão dos dedos. Sensibilidade diminuída abaixo dos ombros. Sem diurese espontânea até o momento. Tomografia de coluna cervical com importantes alterações degenerativas difusas e sem evidência de fratura traumática aguda.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A ressonância na incidência T2WI é útil para identificar o edema medular.
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Uma paciente de 67 anos de idade, com 72 kg, foi trazida em imobilização padrão pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), após queda de escada. Relatou dificuldade de movimento em membros superiores e cervicalgia. Negou outras queixas e (ou) alergias. Ao exame físico, AC = RC2T com BNF e FC = 102 bpm, AP = MVF sem RA e FR = 18 irpm, PA = 164 mmHg x 90 mmHg e SatO2 = 97%. Glasgow 15. Tetraparesia flácida com força grau 4 em membros inferiores; membro superior direito força grau 4 em ombro, flexão e extensão cotovelo e grau 2 em preensão palmar e extensão dos dedos; membro superior esquerdo força grau 3 em ombro, flexão e extensão cotovelo e grau 0 em preensão palmar e extensão dos dedos. Sensibilidade diminuída abaixo dos ombros. Sem diurese espontânea até o momento. Tomografia de coluna cervical com importantes alterações degenerativas difusas e sem evidência de fratura traumática aguda.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
A paciente apresenta nível sensitivo a partir de C3.
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Uma paciente de 67 anos de idade, com 72 kg, foi trazida em imobilização padrão pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), após queda de escada. Relatou dificuldade de movimento em membros superiores e cervicalgia. Negou outras queixas e (ou) alergias. Ao exame físico, AC = RC2T com BNF e FC = 102 bpm, AP = MVF sem RA e FR = 18 irpm, PA = 164 mmHg x 90 mmHg e SatO2 = 97%. Glasgow 15. Tetraparesia flácida com força grau 4 em membros inferiores; membro superior direito força grau 4 em ombro, flexão e extensão cotovelo e grau 2 em preensão palmar e extensão dos dedos; membro superior esquerdo força grau 3 em ombro, flexão e extensão cotovelo e grau 0 em preensão palmar e extensão dos dedos. Sensibilidade diminuída abaixo dos ombros. Sem diurese espontânea até o momento. Tomografia de coluna cervical com importantes alterações degenerativas difusas e sem evidência de fratura traumática aguda.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Como a paciente está com deficit motor, a indicação de descompressão cirúrgica imediata é indiscutível.
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Uma paciente de 67 anos de idade, com 72 kg, foi trazida em imobilização padrão pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), após queda de escada. Relatou dificuldade de movimento em membros superiores e cervicalgia. Negou outras queixas e (ou) alergias. Ao exame físico, AC = RC2T com BNF e FC = 102 bpm, AP = MVF sem RA e FR = 18 irpm, PA = 164 mmHg x 90 mmHg e SatO2 = 97%. Glasgow 15. Tetraparesia flácida com força grau 4 em membros inferiores; membro superior direito força grau 4 em ombro, flexão e extensão cotovelo e grau 2 em preensão palmar e extensão dos dedos; membro superior esquerdo força grau 3 em ombro, flexão e extensão cotovelo e grau 0 em preensão palmar e extensão dos dedos. Sensibilidade diminuída abaixo dos ombros. Sem diurese espontânea até o momento. Tomografia de coluna cervical com importantes alterações degenerativas difusas e sem evidência de fratura traumática aguda.
Com base nesse caso clínico e nos conhecimentos médicos correlatos, julgue os itens a seguir.
Trata-se de um quadro de provável síndrome centro-medular.
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