Foram encontradas 50 questões.
As comissões do Conselho Nacional de Saúde (CNS) estão constituídas pela Lei nº 8.080/90 e têm a finalidade de articular políticas e programas de interesse para a saúde. As comissões previstas em lei são:
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Em Epidemiologia, é correto afirmar que:
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Na sociedade contemporânea, tem sido crescente a busca por estratégias que visem à redução de custos, refletindo o enfoque da política neoliberal de redução dos gastos estatais, até mesmo nas ações de saúde. A assistência prestada por meio da visita domiciliar (VD) constitui um instrumento de atenção à saúde que possibilita, a partir do conhecimento da realidade do indivíduo e sua família in loco, fortalecer os vínculos do paciente, da terapêutica e do profissional, assim como atuar na promoção de saúde, prevenção, tratamento e reabilitação de doenças e agravos. Podemos afirmar que são objetivos da visita domiciliar:
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Serviço criado pelo Governo Federal e indicado para pessoas que apresentam dificuldades temporárias ou definitivas de sair do espaço da casa para chegar a uma unidade de saúde, ou ainda para pessoas que estejam em situações nas quais a atenção domiciliar é a mais indicada para o seu tratamento. Criado em 08 de novembro de 2011. Trata-se do:
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Campanha contra tabagismo no AM conscientiza sobre riscos à saúde
A Campanha Municipal Sem Tabaco tem como objetivo sensibilizar e mobilizar a população sobre os riscos à saúde decorrentes do uso do tabaco. Além de ações de orientações, está prevista a inauguração de mais um Ambulatório de Tratamento e Controle do Tabagismo na capital.
A Gerência de Promoção da Saúde da Secretaria de Saúde de Manaus (Semsa) desenvolverá várias ações nos ambulatórios da rede de saúde do município, promovendo o início do tratamento ao fumante e atividades de conscientização a serem desenvolvidas por especialistas e técnicos em diferentes locais da cidade.
Nas atividades programadas estão previstas a realização de palestras, apresentações de vídeos, avaliação do dióxido de carbono, Teste de Fagerstron, rodas de conversa para gestantes, puérperas e nutrizes fumantes, além da entrega de material informativo e inscrição no Programa Municipal de Controle do Tabaco para usuários que desejam parar de fumar.
Segundo o secretário municipal de Saúde, Homero de Miranda Leão Neto, o tratamento aos fumantes é oferecido gratuitamente pela rede municipal de saúde, por meio dos 19 ambulatórios. “Eles foram implantados nas Unidades Básicas de Saúde da Semsa e contam com equipes multidisciplinares compostas de psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais, médicos, enfermeiros e fisioterapeutas”, destacou.
A Gerência de Promoção à Saúde da Semsa, anunciou que, dentre as atividades programadas na Campanha Municipal Sem Tabaco 2016, está prevista a inauguração, com data a ser confirmada, de mais um Ambulatório de Tratamento e Controle do Tabagismo, desta vez na Policlínica Anna Barreto Pereira.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o tabagismo a principal causa de morte evitável. O hábito de fumar mata mais de seis milhões de pessoas por ano em todo o mundo. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, o número de fumantes com mais de 18 anos alcança 11,3% da população total.
São mais de 40 doenças relacionadas ao tabagismo, que diminuem o tempo de vida dos homens em dez anos e o das mulheres em 14 anos.
(www.g1.globo.com)
Segundo o texto, pode-se afirmar corretamente que:
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Instrumento que possibilita a vinculação dos procedimentos executados no âmbito do SUS ao usuário, ao profissional que os realizou e também à unidade de saúde onde foram realizados. Para seu funcionamento se faz necessária a construção de cadastros de usuários, de profissionais de saúde e de unidade de saúde. Com tais cadastros, os usuários do SUS e os profissionais de saúde recebem um número nacional de identificação. Esse dispositivo de identificação é chamado de:
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Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Campanha contra tabagismo no AM conscientiza sobre riscos à saúde
A Campanha Municipal Sem Tabaco tem como objetivo sensibilizar e mobilizar a população sobre os riscos à saúde decorrentes do uso do tabaco. Além de ações de orientações, está prevista a inauguração de mais um Ambulatório de Tratamento e Controle do Tabagismo na capital.
A Gerência de Promoção da Saúde da Secretaria de Saúde de Manaus (Semsa) desenvolverá várias ações nos ambulatórios da rede de saúde do município, promovendo o início do tratamento ao fumante e atividades de conscientização a serem desenvolvidas por especialistas e técnicos em diferentes locais da cidade.
Nas atividades programadas estão previstas a realização de palestras, apresentações de vídeos, avaliação do dióxido de carbono, Teste de Fagerstron, rodas de conversa para gestantes, puérperas e nutrizes fumantes, além da entrega de material informativo e inscrição no Programa Municipal de Controle do Tabaco para usuários que desejam parar de fumar.
Segundo o secretário municipal de Saúde, Homero de Miranda Leão Neto, o tratamento aos fumantes é oferecido gratuitamente pela rede municipal de saúde, por meio dos 19 ambulatórios. “Eles foram implantados nas Unidades Básicas de Saúde da Semsa e contam com equipes multidisciplinares compostas de psicólogos, nutricionistas, assistentes sociais, médicos, enfermeiros e fisioterapeutas”, destacou.
A Gerência de Promoção à Saúde da Semsa, anunciou que, dentre as atividades programadas na Campanha Municipal Sem Tabaco 2016, está prevista a inauguração, com data a ser confirmada, de mais um Ambulatório de Tratamento e Controle do Tabagismo, desta vez na Policlínica Anna Barreto Pereira.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera o tabagismo a principal causa de morte evitável. O hábito de fumar mata mais de seis milhões de pessoas por ano em todo o mundo. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, o número de fumantes com mais de 18 anos alcança 11,3% da população total.
São mais de 40 doenças relacionadas ao tabagismo, que diminuem o tempo de vida dos homens em dez anos e o das mulheres em 14 anos.
(www.g1.globo.com)
Assinale a alternativa em que haja apenas análises corretas.
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O processo de educação em saúde do usuário deverá ser contínuo e iniciado na primeira consulta. A avaliação inicial visa determinar se existe um problema associado que requeira tratamento imediato ou investigação mais detalhada. É de competência do enfermeiro realizar consulta de enfermagem para pessoas com maior risco para desenvolver DM tipo 2 abordando fatores de risco, estratificação de risco cardiovascular e orientação sobre mudanças no estilo de vida. Recomenda-se a utilização do escore de Framinghan para estratificação de risco cardiovascular. Sobre a estratificação com a utilização do escore de Framinghan, analise as seguintes afirmativas.
I. O processo de estratificação de Framinghan possui três etapas. A primeira corresponde à coleta de informações sobre fatores de risco prévio. Na segunda etapa são avaliados a idade, o sexo, exames de LDLc, HDLc, PA, DM e tabagismo. Já na terceira etapa estabelece-se uma pontuação e, a partir dela, obtém-se o risco percentual de evento cardiovascular em dez anos para homens e mulheres.
II. Após a primeira etapa, que corresponde à coleta de informações sobre fatores de risco prévios, se o usuário apresenta apenas um fator de risco baixo/intermediário, não há necessidade de calcular o escore, pois ele é considerado com alto risco cardiovascular. O cálculo será realizado quando o usuário apresentar mais de um fator de risco baixo/intermediário.
III. O paciente será classificado como risco baixo quando existir menos de 5% de chance de um evento cardiovascular ocorrer em dez anos. O seguimento dos indivíduos com PA limítrofe poderá ser anual após orientá-los sobre estilo de vida saudável.
IV. Quando existir mais de 20% de chance de um evento cardiovascular ocorrer em dez anos ou houver a presença de lesão de órgão-alvo, classificamos o doente com alto risco.
Está correto o que se afirma em:
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeArts. 8º ao 14-B: Organização, Direção e Gestão
A Comissão Intergestores Tripartite (CIT) atua na direção nacional do SUS, sendo composta por:
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No Estado de São Paulo, em 2015, foram registrados 3.851 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), sendo que 565 (14,6%) evoluíram a óbito. Dos casos de SRAG, 342 casos (8,8%) foram confirmados para o vírus influenza, incluindo 65 óbitos (19,9%), distribuídos em 101 (15,6%) municípios. O vírus influenza A (H3N2) predominou na sazonalidade 2015 entre os casos e óbitos. Em 2016, segundo o Boletim Epidemiológico SE 17/2016 do Centro de Vigilância Epidemiológica, que possui dados registrados até 04/05/2016, até então, foi registrado no Estado de São Paulo um incremento da notificação de casos de SRAG, bem como de casos confirmados para o vírus influenza. Nesse intervalo de tempo em 2016, o vírus influenza A (H1N1)pdm09 foi o mais frequentemente identificado, seguido de influenza A (não subtipado), influenza B e influenza A (H3N2). Com o crescente número de SRAG pelo vírus influenza A, a campanha de vacinação neste ano teve seu início em 04 de abril ao invés de 30 de abril como anteriormente programado. Sobre a vacina para prevenção de influenza, podemos afirmar, exceto:
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