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Foram encontradas 50 questões.

3009393 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Em um total de 125 crianças portadoras de refluxo vesicoureteral (RVU), sem outras anomalias no trato urinário, 70 delas tinham problema unilateral e 55 problema bilateral. Com relação ao gênero, 80% das crianças com problema bilateral eram meninas e 30% daquelas com problema unilateral eram meninos. Se tais dados puderem representar estatisticamente um padrão em crianças portadoras de RVU, a probabilidade de que uma criança com RVU seja menina é de

 

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3009392 Ano: 2019
Disciplina: Biologia
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Terapia Genética, Imunoterápicos e Nanotecnologia

são novos instrumentos no combate ao câncer

Existem várias terapias sendo estudadas para o combate ao câncer e uma das apostas é a terapia genética. Em uma de suas modalidades, chamada Terapia Car-T, as células do sistema imunológico do paciente, no caso o linfócito T, são modificadas para combater o tumor. Sabe-se que algumas doenças não vão responder a determinados tratamentos, por isso, é preciso cada vez mais personalizá-los, apontam médicos oncologistas.

(Raphael Kapa. https://oglobo.globo.com. 30.08.2019. Adaptado.)

A terapia genética tem se mostrado promissora no tratamento e cura de inúmeras doenças que não apenas o câncer. De modo geral, essa terapia consiste em

 

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3009391 Ano: 2019
Disciplina: Biologia
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Em um experimento hipotético, utilizaram-se leveduras (Saccharomyces cerevisiae) para a análise da síntese de ATP gerada no metabolismo energético. As leveduras foram colocadas em solução rica em glicose e mantidas em pH ideal e temperatura de 35 ºC. O gráfico indica o número de moléculas de ATP sintetizadas pelas células de levedura a partir de cada molécula de glicose.

Enunciado 3152128-1

De acordo com o gráfico, a partir do ponto indicado pela seta, conclui-se que as leveduras no interior do tubo estavam em ambiente e os produtos gerados, para cada molécula de glicose utilizada, foram .

As lacunas do texto são preenchidas por

 

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3009390 Ano: 2019
Disciplina: Biologia
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Leia a tirinha.

Enunciado 3152127-1

(Folha de S. Paulo, 10.04.2019.)

A tirinha ilustra, de forma humorada, uma clássica interação interespecífica entre certas espécies de aves e crocodilos. Esse mesmo tipo de interação ecológica ocorre entre

 

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3009389 Ano: 2019
Disciplina: Biologia
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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A espécie Papaver somniferum é a papoula, planta que é fonte da morfina, opioide utilizado como atenuante da dor. Em busca de outras plantas que pudessem sintetizar o mesmo tipo de opioide, um pesquisador iniciou seu estudo selecionando espécies que tivessem com a papoula a maior proximidade evolutiva. Para isso, o primeiro critério adotado para a seleção das espécies foi que pertencessem

 

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3009388 Ano: 2019
Disciplina: Biologia
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Tênia ou solitária são nomes populares dos vermes parasitas do gênero Taenia. A Taenia solium, adquirida quando uma pessoa ingere carne de porco com cisticercos crua ou mal cozida, pode atingir até 5 metros de comprimento no intestino humano. Como normalmente só há um exemplar adulto no intestino, é chamada de solitária. Sobre a Taenia solium, é correto afirmar que se reproduzem de forma

 

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3009387 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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De acordo com esse movimento, a arte deve valer-se dos métodos científicos de observação e experimentação no tratamento dos fatos e dos personagens. Tal movimento substitui o estudo do homem abstrato e metafísico pelo do homem sujeito a leis físico-químicas e determinado pela influência do meio.

(Afrânio Coutinho. Introdução à literatura no Brasil, 1976. Adaptado.)

O excerto trata do movimento

 

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3009386 Ano: 2019
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Espantosamente, a astrofísica moderna está prestes a determinar percepções fundamentais da origem, natureza e destino de todo o universo. O universo está em expansão. Todas as galáxias estão se afastando velozmente umas das outras no que é chamado de fluxo de Hubble, uma das três principais evidências de uma enorme explosão na época em que o universo teve início — ou, pelo menos, sua presente encarnação. A gravidade da Terra é bastante forte para atrair de volta uma pedra atirada para o céu, mas não um foguete com velocidade de escape. E assim acontece com o universo: se ele contém uma grande quantidade de matéria, a gravidade exercida por toda essa matéria vai diminuir e deter a expansão. Um universo em expansão será convertido num universo em colapso. E se não há bastante matéria, a expansão vai continuar para sempre. O presente inventário de matéria no universo é insuficiente para diminuir a expansão, mas há razões para pensar que talvez exista uma grande quantidade de matéria escura que não trai a sua existência emitindo luz, para a conveniência dos astrônomos. Se o universo em expansão se revelar apenas temporário, sendo finalmente substituído por um universo em contração, isso certamente criará a possibilidade de que o universo passa por um número infinito de expansões e contrações, sendo infinitamente antigo. Um universo infinitamente antigo não tem necessidade de ser criado. Sempre esteve ali. Por outro lado, se não há matéria suficiente para reverter a expansão, isso seria coerente com um universo criado do nada. Essas são questões profundas e difíceis que toda cultura humana tem de algum modo tentado enfrentar. Mas é só na nossa época que temos uma perspectiva real de desvendar algumas das respostas. Não por meio de conjeturas ou histórias — mas por observações reais, verificáveis, passíveis de repetição.

(Carl Sagan. Bilhões e bilhões, 2008.)

O autor manifesta-se explicitamente no texto em:

 

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3009385 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Enunciado 3152111-1

Sometimes, it is the very ordinariness of a scene that makes it terrifying. So it was with a clip from a recent BBC documentary on facial recognition technology. A man tries to avoid the cameras, covering his face by pulling up his jacket. He is stopped by the police and forced to have his photo taken. He is then fined £90 for “disorderly behavior”. “What’s your suspicion?” someone asks the police. “The fact that he’s walked past clearly masking his face from recognition,” replies one of the officers. If you want to protect your privacy, it must be because you have something to hide.

There is considerable concern in the west about Chinese tech firms acting as Trojan horses for Beijing. But perhaps we should worry less about the tech companies than about the social use of technology. Because it’s not just in China that “algorithmic governance” is beginning to take hold. As the tech entrepreneur Maciej Ceglowski pointed out before the US Senate, “Until recently, even people living in a police state could count on the fact that the authorities didn’t have enough equipment or manpower to observe everyone, everywhere, and so enjoyed more freedom from monitoring than we do living in a free society today.”

Surveillance is at the heart, too, of “smart cities”. From Amsterdam to Dubai to Toronto, cities are embracing technology to collect data on citizens, ostensibly to make public services and urban spaces function better. But what smart cities also enable is a new form of policing. As the mayor of Rio de Janeiro said of the “integrated urban command centre” built for the 2016 Olympics, the system “allows us to have people looking into every corner of the city, 24 hours a day, seven days a week”.

Buses that run on time and rubbish that is efficiently cleared are good things (in most smart cities, and in Rio as well, neither actually happens). There is, however, more to the good life than an ordered city. Human flourishing requires the existence of a sphere of life outside public scrutiny; not only within the intimacy of the home but also in semi-private spaces such as the workplace or the church or the pub. It’s that kind of space shielded from scrutiny that increasingly is vanishing. As Ceglowski observed, one of the features of the “new world of ambient surveillance” is that “we cannot opt out of it, any more than we might opt out of automobile culture by refusing to drive”. And that is possibly the most disturbing thought of all.

(Kenan Malik. www.theguardian.com, 19.05.2019. Adaptado.)

The reading of the fourth paragraph implies that the author of the text

 

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3009384 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: PUC-SP
Orgão: FICSAE
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Enunciado 3152110-1

Sometimes, it is the very ordinariness of a scene that makes it terrifying. So it was with a clip from a recent BBC documentary on facial recognition technology. A man tries to avoid the cameras, covering his face by pulling up his jacket. He is stopped by the police and forced to have his photo taken. He is then fined £90 for “disorderly behavior”. “What’s your suspicion?” someone asks the police. “The fact that he’s walked past clearly masking his face from recognition,” replies one of the officers. If you want to protect your privacy, it must be because you have something to hide.

There is considerable concern in the west about Chinese tech firms acting as Trojan horses for Beijing. But perhaps we should worry less about the tech companies than about the social use of technology. Because it’s not just in China that “algorithmic governance” is beginning to take hold. As the tech entrepreneur Maciej Ceglowski pointed out before the US Senate, “Until recently, even people living in a police state could count on the fact that the authorities didn’t have enough equipment or manpower to observe everyone, everywhere, and so enjoyed more freedom from monitoring than we do living in a free society today.”

Surveillance is at the heart, too, of “smart cities”. From Amsterdam to Dubai to Toronto, cities are embracing technology to collect data on citizens, ostensibly to make public services and urban spaces function better. But what smart cities also enable is a new form of policing. As the mayor of Rio de Janeiro said of the “integrated urban command centre” built for the 2016 Olympics, the system “allows us to have people looking into every corner of the city, 24 hours a day, seven days a week”.

Buses that run on time and rubbish that is efficiently cleared are good things (in most smart cities, and in Rio as well, neither actually happens). There is, however, more to the good life than an ordered city. Human flourishing requires the existence of a sphere of life outside public scrutiny; not only within the intimacy of the home but also in semi-private spaces such as the workplace or the church or the pub. It’s that kind of space shielded from scrutiny that increasingly is vanishing. As Ceglowski observed, one of the features of the “new world of ambient surveillance” is that “we cannot opt out of it, any more than we might opt out of automobile culture by refusing to drive”. And that is possibly the most disturbing thought of all.

(Kenan Malik. www.theguardian.com, 19.05.2019. Adaptado.)

Rio de Janeiro is mentioned in the third and fourth paragraphs because it

 

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