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Foram encontradas 40 questões.

2307164 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à regência verbal, assinale a alternativa correta.

 

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2307163 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à concordância verbal, assinale a alternativa correta.

 

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2307162 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à acentuação, assinale a alternativa correta.

 

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2307161 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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______ contragosto, a população da cidade teve que aceitar que ficariam sem coleta de lixo por meses ______ fio.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso da crase ou não, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.

 

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2307160 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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“O magistrado acolheu parcialmente, o pedido do Ministério Público Estadual e Defensoria Pública para reformar a decisão do juiz, que autorizou o funcionamento dos estabelecimentos até às 22h”.

(Site Só Notícias. Adaptado).

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à pontuação, assinale a alternativa em que o erro de pontuação encontrado na frase acima foi corrigido.

 

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2307159 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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“A repórter do famoso jornal pediu para que o __________ ministro comentasse os riscos __________ dos gastos excessivos com o evento”.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à ortografia, assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas.

 

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2307158 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Leia o texto abaixo para responder à questão.

Entre Irmãos

O menino sentado à minha frente é meu irmão, assim me disseram; e bem pode ser verdade, ele regula pelos dezessete anos, justamente o tempo que estive solto no mundo, sem contato nem notícia. Quanta coisa muda em dezessete anos, até os nossos sentimentos, e quanta coisa acontece – um menino nasce, cresce e fica quase homem e de repente nos olha na cara e temos que abrir lugar para ele em nosso mundo, e com urgência porque ele não pode mais ficar de fora.

A princípio quero tratá-lo como intruso, mostrar-lhe a minha hostilidade, não abertamente para chocá-lo, mas de maneira a não lhe deixar dúvida, como se lhe perguntasse com todas as letras: que direito tem você de estar aqui na intimidade de minha família, entrando nos nossos segredos mais íntimos, dormindo na cama onde eu dormi, lendo meus velhos livros, talvez sorrindo das minhas anotações à margem, tratando meu pai com intimidade, talvez discutindo a minha conduta, talvez até criticando-a? Mas depois vou notando que ele não é totalmente estranho, as orelhas muito afastadas da cabeça não são diferentes das minhas, o seu sorriso tem um traço de sarcasmo que conheço muito bem de olhar-me no espelho, o seu jeito de sentar-se de lado e cruzar as pernas tem impressionante semelhança com o do meu pai. De repente fere-me a ideia de que o intruso talvez seja eu, que tenha mais direito de hostilizar-me do que eu a ele, que vive nesta casa há dezessete anos, sem a ter pedido ele a aceitou e fez dela o seu lar, estabeleceu intimidade com o espaço e com os objetos, amansou o ambiente a seu modo, criou as suas preferências e as suas antipatias, e agora eu caio aí de repente, desarticulando tudo com minhas vibrações de onda diferente. O intruso sou eu, não ele.

Há um silêncio incômodo, olho os pés dele, noto os sapatos bastante usados, os solados revirando-se nas beiradas, as rachaduras do couro como mapa de rios em miniatura, a poeira acumulada nas fendas. Se não fosse o receio de parecer inútil eu perguntaria se ele tem outro sapato mais conservado, se gostaria que eu lhe oferecesse um novo, e uma roupa nova para combinar. Mas seria esse o caminho para chegar a ele? Não seria um caminho simples demais, e por conseguinte inadequado?

(Cavalinhos de Platiplanto. José J. Veiga).

“Não seria um caminho simples demais, e ‘por conseguinte’ inadequado?”

Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da locução conjuntiva destacada acima.

 

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2307157 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Leia o texto abaixo para responder à questão.

Entre Irmãos

O menino sentado à minha frente é meu irmão, assim me disseram; e bem pode ser verdade, ele regula pelos dezessete anos, justamente o tempo que estive solto no mundo, sem contato nem notícia. Quanta coisa muda em dezessete anos, até os nossos sentimentos, e quanta coisa acontece – um menino nasce, cresce e fica quase homem e de repente nos olha na cara e temos que abrir lugar para ele em nosso mundo, e com urgência porque ele não pode mais ficar de fora.

A princípio quero tratá-lo como intruso, mostrar-lhe a minha hostilidade, não abertamente para chocá-lo, mas de maneira a não lhe deixar dúvida, como se lhe perguntasse com todas as letras: que direito tem você de estar aqui na intimidade de minha família, entrando nos nossos segredos mais íntimos, dormindo na cama onde eu dormi, lendo meus velhos livros, talvez sorrindo das minhas anotações à margem, tratando meu pai com intimidade, talvez discutindo a minha conduta, talvez até criticando-a? Mas depois vou notando que ele não é totalmente estranho, as orelhas muito afastadas da cabeça não são diferentes das minhas, o seu sorriso tem um traço de sarcasmo que conheço muito bem de olhar-me no espelho, o seu jeito de sentar-se de lado e cruzar as pernas tem impressionante semelhança com o do meu pai. De repente fere-me a ideia de que o intruso talvez seja eu, que tenha mais direito de hostilizar-me do que eu a ele, que vive nesta casa há dezessete anos, sem a ter pedido ele a aceitou e fez dela o seu lar, estabeleceu intimidade com o espaço e com os objetos, amansou o ambiente a seu modo, criou as suas preferências e as suas antipatias, e agora eu caio aí de repente, desarticulando tudo com minhas vibrações de onda diferente. O intruso sou eu, não ele.

Há um silêncio incômodo, olho os pés dele, noto os sapatos bastante usados, os solados revirando-se nas beiradas, as rachaduras do couro como mapa de rios em miniatura, a poeira acumulada nas fendas. Se não fosse o receio de parecer inútil eu perguntaria se ele tem outro sapato mais conservado, se gostaria que eu lhe oferecesse um novo, e uma roupa nova para combinar. Mas seria esse o caminho para chegar a ele? Não seria um caminho simples demais, e por conseguinte inadequado?

(Cavalinhos de Platiplanto. José J. Veiga).

“(...) dormindo na cama ‘onde’ eu dormi (...)”.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto às classes de palavras, assinale a alternativa em que o termo “onde” pertença a mesma classe que o destacado acima.

 

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2307156 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Leia o texto abaixo para responder à questão.

Entre Irmãos

O menino sentado à minha frente é meu irmão, assim me disseram; e bem pode ser verdade, ele regula pelos dezessete anos, justamente o tempo que estive solto no mundo, sem contato nem notícia. Quanta coisa muda em dezessete anos, até os nossos sentimentos, e quanta coisa acontece – um menino nasce, cresce e fica quase homem e de repente nos olha na cara e temos que abrir lugar para ele em nosso mundo, e com urgência porque ele não pode mais ficar de fora.

A princípio quero tratá-lo como intruso, mostrar-lhe a minha hostilidade, não abertamente para chocá-lo, mas de maneira a não lhe deixar dúvida, como se lhe perguntasse com todas as letras: que direito tem você de estar aqui na intimidade de minha família, entrando nos nossos segredos mais íntimos, dormindo na cama onde eu dormi, lendo meus velhos livros, talvez sorrindo das minhas anotações à margem, tratando meu pai com intimidade, talvez discutindo a minha conduta, talvez até criticando-a? Mas depois vou notando que ele não é totalmente estranho, as orelhas muito afastadas da cabeça não são diferentes das minhas, o seu sorriso tem um traço de sarcasmo que conheço muito bem de olhar-me no espelho, o seu jeito de sentar-se de lado e cruzar as pernas tem impressionante semelhança com o do meu pai. De repente fere-me a ideia de que o intruso talvez seja eu, que tenha mais direito de hostilizar-me do que eu a ele, que vive nesta casa há dezessete anos, sem a ter pedido ele a aceitou e fez dela o seu lar, estabeleceu intimidade com o espaço e com os objetos, amansou o ambiente a seu modo, criou as suas preferências e as suas antipatias, e agora eu caio aí de repente, desarticulando tudo com minhas vibrações de onda diferente. O intruso sou eu, não ele.

Há um silêncio incômodo, olho os pés dele, noto os sapatos bastante usados, os solados revirando-se nas beiradas, as rachaduras do couro como mapa de rios em miniatura, a poeira acumulada nas fendas. Se não fosse o receio de parecer inútil eu perguntaria se ele tem outro sapato mais conservado, se gostaria que eu lhe oferecesse um novo, e uma roupa nova para combinar. Mas seria esse o caminho para chegar a ele? Não seria um caminho simples demais, e por conseguinte inadequado?

(Cavalinhos de Platiplanto. José J. Veiga).

“(...) sem a ter pedido ele ‘a aceitou’ e fez dela seu lar”.

De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à colocação dos pronomes, assinale a alternativa correta, caso a colocação pronominal destacada acima fosse substituída pela ênclise.

 

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2307155 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
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Entre Irmãos

O menino sentado à minha frente é meu irmão, assim me disseram; e bem pode ser verdade, ele regula pelos dezessete anos, justamente o tempo que estive solto no mundo, sem contato nem notícia. Quanta coisa muda em dezessete anos, até os nossos sentimentos, e quanta coisa acontece – um menino nasce, cresce e fica quase homem e de repente nos olha na cara e temos que abrir lugar para ele em nosso mundo, e com urgência porque ele não pode mais ficar de fora.

A princípio quero tratá-lo como intruso, mostrar-lhe a minha hostilidade, não abertamente para chocá-lo, mas de maneira a não lhe deixar dúvida, como se lhe perguntasse com todas as letras: que direito tem você de estar aqui na intimidade de minha família, entrando nos nossos segredos mais íntimos, dormindo na cama onde eu dormi, lendo meus velhos livros, talvez sorrindo das minhas anotações à margem, tratando meu pai com intimidade, talvez discutindo a minha conduta, talvez até criticando-a? Mas depois vou notando que ele não é totalmente estranho, as orelhas muito afastadas da cabeça não são diferentes das minhas, o seu sorriso tem um traço de sarcasmo que conheço muito bem de olhar-me no espelho, o seu jeito de sentar-se de lado e cruzar as pernas tem impressionante semelhança com o do meu pai. De repente fere-me a ideia de que o intruso talvez seja eu, que tenha mais direito de hostilizar-me do que eu a ele, que vive nesta casa há dezessete anos, sem a ter pedido ele a aceitou e fez dela o seu lar, estabeleceu intimidade com o espaço e com os objetos, amansou o ambiente a seu modo, criou as suas preferências e as suas antipatias, e agora eu caio aí de repente, desarticulando tudo com minhas vibrações de onda diferente. O intruso sou eu, não ele.

Há um silêncio incômodo, olho os pés dele, noto os sapatos bastante usados, os solados revirando-se nas beiradas, as rachaduras do couro como mapa de rios em miniatura, a poeira acumulada nas fendas. Se não fosse o receio de parecer inútil eu perguntaria se ele tem outro sapato mais conservado, se gostaria que eu lhe oferecesse um novo, e uma roupa nova para combinar. Mas seria esse o caminho para chegar a ele? Não seria um caminho simples demais, e por conseguinte inadequado?

(Cavalinhos de Platiplanto. José J. Veiga).

A partir da leitura do texto, é correto afirmar que o narrador

 

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