Foram encontradas 28 questões.
Assinale a alternativa na qual o substantivo pode ter seu significado totalmente alterado ao receber desinência de plural (-s):
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O vocábulo grifado é um pronome pessoal na alternativa:
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Observa os períodos:
I – Ela andava como se fosse uma modelo.
II – João foi embora antes que a confusão começasse.
III – Não comprou um carro novo, embora tivesse o dinheiro.
Pode-se afirmar que:
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- MorfologiaSubstantivosFlexões do SubstantivoSubstantivo: Flexão de GêneroSubstantivo masculino ou feminino
Assinale a alternativa que contém apenas substantivos masculinos:
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As questões de 01 a 04 se referem ao texto a seguir.
Afinal, o que é a cultura do estupro e o que ela tem a ver com você
São 500 mil casos de estupro por ano no Brasil, segundo estimativas do governo, e apenas 10% deles são registrados
A expressão cultura do estupro viralizou nos últimos dias, a reboque da imensa repercussão de mais um caso de estupro coletivo. Um ano depois da violência sofrida por uma menina de 16 anos, no Rio de Janeiro, outra adolescente, desta vez de 12 anos, foi abusada por um grupo de garotos também na capital carioca.
Cultura do estupro, segundo a ONU Mulheres, é "o termo usado para abordar as maneiras em que a sociedade culpa as vítimas de assédio sexual e normaliza o comportamento sexual violento dos homens. Ou seja: quando, em uma sociedade, a violência sexual é normalizada por meio da culpabilização da vítima, isso significa que existe uma cultura do estupro".
Argumentos sobre a conduta, comportamento, forma de se vestir da mulher que foi violentada tiram o foco do fato de que há um agressor, que agiu contra a vontade dela, que se aproveitou de uma situação de fragilidade, que fez com ela atos não consentidos. [...]
A moral da mulher não tem nenhuma relação com o comportamento agressivo e abusivo de um homem.
"Ela bebeu até cair e depois reclama" [...]. Se um homem está bêbado, é espancado e tem sua carteira roubada, por exemplo, ele é culpado pelo crime? Abusar de uma mulher desacordada, não importa a razão, além de ser uma covardia, é crime.
A cultura do estupro é justamente a aceitação e a proliferação do comportamento machista, sexista e misógino. Os homens não precisam responder por seus atos violentos (sexuais ou não) e cabe apenas a mulher o bom comportamento (o "se dar ao respeito") como forma de proteção.
"Nenhum argumento deve, em nenhuma instância, normalizar ou justificar atos bárbaros e criminosos como o estupro. Por tudo isso que é tão importante que todas as pessoas, homens e mulheres, entrem para esse movimento pelo fim da cultura do estupro", escreve a ONU Mulheres.
São 500 mil casos de estupro no Brasil por ano, segundo estimativa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão vinculado ao Governo Federal. Apenas 50 mil são denunciados, desses 70% das vítimas são crianças e adolescentes; 24% dos agressores são pais ou padrastos; 32%, amigos ou conhecidos. [...]
(Disponível em https://revistamarieclaire.globo.com/Noticias/noticia/2016/ 06/afinal-o-que-e-cultura-do-estupro-e-o-que-ela-tem-vercom-voce.html)
Segundo o texto:
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As questões de 01 a 04 se referem ao texto a seguir.
Afinal, o que é a cultura do estupro e o que ela tem a ver com você
São 500 mil casos de estupro por ano no Brasil, segundo estimativas do governo, e apenas 10% deles são registrados
A expressão cultura do estupro viralizou nos últimos dias, a reboque da imensa repercussão de mais um caso de estupro coletivo. Um ano depois da violência sofrida por uma menina de 16 anos, no Rio de Janeiro, outra adolescente, desta vez de 12 anos, foi abusada por um grupo de garotos também na capital carioca.
Cultura do estupro, segundo a ONU Mulheres, é "o termo usado para abordar as maneiras em que a sociedade culpa as vítimas de assédio sexual e normaliza o comportamento sexual violento dos homens. Ou seja: quando, em uma sociedade, a violência sexual é normalizada por meio da culpabilização da vítima, isso significa que existe uma cultura do estupro".
Argumentos sobre a conduta, comportamento, forma de se vestir da mulher que foi violentada tiram o foco do fato de que há um agressor, que agiu contra a vontade dela, que se aproveitou de uma situação de fragilidade, que fez com ela atos não consentidos. [...]
A moral da mulher não tem nenhuma relação com o comportamento agressivo e abusivo de um homem.
"Ela bebeu até cair e depois reclama" [...]. Se um homem está bêbado, é espancado e tem sua carteira roubada, por exemplo, ele é culpado pelo crime? Abusar de uma mulher desacordada, não importa a razão, além de ser uma covardia, é crime.
A cultura do estupro é justamente a aceitação e a proliferação do comportamento machista, sexista e misógino. Os homens não precisam responder por seus atos violentos (sexuais ou não) e cabe apenas a mulher o bom comportamento (o "se dar ao respeito") como forma de proteção.
"Nenhum argumento deve, em nenhuma instância, normalizar ou justificar atos bárbaros e criminosos como o estupro. Por tudo isso que é tão importante que todas as pessoas, homens e mulheres, entrem para esse movimento pelo fim da cultura do estupro", escreve a ONU Mulheres.
São 500 mil casos de estupro no Brasil por ano, segundo estimativa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão vinculado ao Governo Federal. Apenas 50 mil são denunciados, desses 70% das vítimas são crianças e adolescentes; 24% dos agressores são pais ou padrastos; 32%, amigos ou conhecidos. [...]
(Disponível em https://revistamarieclaire.globo.com/Noticias/noticia/2016/ 06/afinal-o-que-e-cultura-do-estupro-e-o-que-ela-tem-vercom-voce.html)
Pode-se depreender do texto que um dos argumentos que sustentam a cultura do estupro é:
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As questões de 01 a 04 se referem ao texto a seguir.
Afinal, o que é a cultura do estupro e o que ela tem a ver com você
São 500 mil casos de estupro por ano no Brasil, segundo estimativas do governo, e apenas 10% deles são registrados
A expressão cultura do estupro viralizou nos últimos dias, a reboque da imensa repercussão de mais um caso de estupro coletivo. Um ano depois da violência sofrida por uma menina de 16 anos, no Rio de Janeiro, outra adolescente, desta vez de 12 anos, foi abusada por um grupo de garotos também na capital carioca.
Cultura do estupro, segundo a ONU Mulheres, é "o termo usado para abordar as maneiras em que a sociedade culpa as vítimas de assédio sexual e normaliza o comportamento sexual violento dos homens. Ou seja: quando, em uma sociedade, a violência sexual é normalizada por meio da culpabilização da vítima, isso significa que existe uma cultura do estupro".
Argumentos sobre a conduta, comportamento, forma de se vestir da mulher que foi violentada tiram o foco do fato de que há um agressor, que agiu contra a vontade dela, que se aproveitou de uma situação de fragilidade, que fez com ela atos não consentidos. [...]
A moral da mulher não tem nenhuma relação com o comportamento agressivo e abusivo de um homem.
"Ela bebeu até cair e depois reclama" [...]. Se um homem está bêbado, é espancado e tem sua carteira roubada, por exemplo, ele é culpado pelo crime? Abusar de uma mulher desacordada, não importa a razão, além de ser uma covardia, é crime.
A cultura do estupro é justamente a aceitação e a proliferação do comportamento machista, sexista e misógino. Os homens não precisam responder por seus atos violentos (sexuais ou não) e cabe apenas a mulher o bom comportamento (o "se dar ao respeito") como forma de proteção.
"Nenhum argumento deve, em nenhuma instância, normalizar ou justificar atos bárbaros e criminosos como o estupro. Por tudo isso que é tão importante que todas as pessoas, homens e mulheres, entrem para esse movimento pelo fim da cultura do estupro", escreve a ONU Mulheres.
São 500 mil casos de estupro no Brasil por ano, segundo estimativa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão vinculado ao Governo Federal. Apenas 50 mil são denunciados, desses 70% das vítimas são crianças e adolescentes; 24% dos agressores são pais ou padrastos; 32%, amigos ou conhecidos. [...]
(Disponível em https://revistamarieclaire.globo.com/Noticias/noticia/2016/ 06/afinal-o-que-e-cultura-do-estupro-e-o-que-ela-tem-vercom-voce.html)
A palavra “misógino” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
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As questões de 01 a 04 se referem ao texto a seguir.
Afinal, o que é a cultura do estupro e o que ela tem a ver com você
São 500 mil casos de estupro por ano no Brasil, segundo estimativas do governo, e apenas 10% deles são registrados
A expressão cultura do estupro viralizou nos últimos dias, a reboque da imensa repercussão de mais um caso de estupro coletivo. Um ano depois da violência sofrida por uma menina de 16 anos, no Rio de Janeiro, outra adolescente, desta vez de 12 anos, foi abusada por um grupo de garotos também na capital carioca.
Cultura do estupro, segundo a ONU Mulheres, é "o termo usado para abordar as maneiras em que a sociedade culpa as vítimas de assédio sexual e normaliza o comportamento sexual violento dos homens. Ou seja: quando, em uma sociedade, a violência sexual é normalizada por meio da culpabilização da vítima, isso significa que existe uma cultura do estupro".
Argumentos sobre a conduta, comportamento, forma de se vestir da mulher que foi violentada tiram o foco do fato de que há um agressor, que agiu contra a vontade dela, que se aproveitou de uma situação de fragilidade, que fez com ela atos não consentidos. [...]
A moral da mulher não tem nenhuma relação com o comportamento agressivo e abusivo de um homem.
"Ela bebeu até cair e depois reclama" [...]. Se um homem está bêbado, é espancado e tem sua carteira roubada, por exemplo, ele é culpado pelo crime? Abusar de uma mulher desacordada, não importa a razão, além de ser uma covardia, é crime.
A cultura do estupro é justamente a aceitação e a proliferação do comportamento machista, sexista e misógino. Os homens não precisam responder por seus atos violentos (sexuais ou não) e cabe apenas a mulher o bom comportamento (o "se dar ao respeito") como forma de proteção.
"Nenhum argumento deve, em nenhuma instância, normalizar ou justificar atos bárbaros e criminosos como o estupro. Por tudo isso que é tão importante que todas as pessoas, homens e mulheres, entrem para esse movimento pelo fim da cultura do estupro", escreve a ONU Mulheres.
São 500 mil casos de estupro no Brasil por ano, segundo estimativa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), órgão vinculado ao Governo Federal. Apenas 50 mil são denunciados, desses 70% das vítimas são crianças e adolescentes; 24% dos agressores são pais ou padrastos; 32%, amigos ou conhecidos. [...]
(Disponível em https://revistamarieclaire.globo.com/Noticias/noticia/2016/ 06/afinal-o-que-e-cultura-do-estupro-e-o-que-ela-tem-vercom-voce.html)
De acordo com o texto, a cultura do estupro é:
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